História The Cure - Jikook - Capítulo 55


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Irmãos, Jikook, Jimin, Jungkook, Lemon, Namjin, Yaoi, Yoontaeseok
Visualizações 440
Palavras 2.749
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 55 - 54


  Mamãe adorou os meninos.
  Era estranho apresentar os meus amigos a minha mãe. Principalmente porque até aquela manhã eu não tinha uma. Agora ela estava sentada na cama, de frente para mim, analisando os meninos e tentando lidar o melhor possível com esse reencontro. 
  -Obrigada por cuidarem do meu filho. -ela disse, e realmente parecia agradecida. Segurou a minha mão com firmeza e sorriu. -Eu até tentei antes, mas... não deu. 
  -Não precisa agradecer. -disse Taehyung. -Jimin é um amor de pessoa. Não é difícil cuidar dele. 
  Ao seu lado, vi Jungkook enfiar as mãos nos bolsos. Estava claramente envergonhado e eu não sabia como fazer para aliviar aquilo. Eu estava tão focado em tranquilizar Jungkook que não percebi a outra pessoa tensa na sala. Yoongi Hyung. Eu não sabia porque, mas entendia a conexão dele com aquele lugar, e começava a criar uma teoria que... até me fazia entender a sanidade da minha mãe. 
  -Agora, se me permitem, -começou ela. -Quero conversar a sós com o meu filho e o meu genro. 
  Vi o rosto de Jungkook empalidecer. Até então ele não tinha tido nenhuma ligação direta a minha família. No máximo meu padrinho, e ele era um monstro em corpo de homem. No nosso namoro nunca havia tido o momento de apresentar o outro a família. Agora era a hora. 
  Os outros três nos lançaram olhares, que duelavam entre fofo e o de crianças de dez anos que viam os colegas irem para a diretoria da escola, e então saíram pela porta. 
  Ficamos nós três no quarto dela, em silêncio. Mamãe parecia a mais confortável, indicou a cadeira da sua escrivaninha para Jungkook e sinalizou que ele se sentasse perto. Ele a pegou e se juntou, ficando a menos de um metro da cama. 
  -Jimin me contou que você é filho da atual esposa de ChungHo. 
  Ele assentiu. 
  -É, tenho esse privilégio de ter ele como padrasto. -respondeu Jungkook. 
  Mamãe sorriu de canto, então seus olhos recaíram sobre a perna dele. Até ali não tinha percebido o gesso, provavelmente estava tão chocada com a nossa presença que não reparara na muleta, nem mesmo no gesso que cobria até o joelho dele. 
  -O que aconteceu com a sua perna? -ela perguntou.
  Troquei um olhar com Jungkook. Ele estava pálido ainda, mas aos poucos ia tornando a ter cor. 
  -Eu... levei um tiro na perna. -disse, e suas bochechas coraram. 
  Mamãe puxou o ar, surpresa. 
  -Como isso aconteceu? 
  Tomei a palavra antes dele, parecia tão nervoso que eu não duvidava que se estivesse com as pernas boas, cogitaria em sair correndo. Expliquei o sequestro, a nossa busca, e como o encontrei. Amarrado, desmaiado, perdendo sangue. Mamãe ficava mais chocada a cada instante, e seus olhos marejavam. 
  -Meu Deus. -ela murmurou, quando terminei de falar. Seus olhos foram para Jungkook. -Deve ter sido um pesadelo. 
  Ele deu de ombros, como se tudo que tivesse feito por mim não fosse nada demais. 
  -Eu só protegi quem eu amo. -disse ele, pela primeira vez sua voz parecia firme, e ele não aparentava prestes a desmaiar. -Se não fosse eu, seria o Jimin. Ele não conseguiu me bater, só me render, e sabia que se ele me deixasse para levar o Jimin, eu iria atrás dele. -ele olhou para o gesso na perna e passou a mão por cima de onde o tiro lhe acertara. -Me desculpe por dizer isso, mas o Jimin não tinha ninguém. 
  -Não precisa pedir desculpa, querido. -ela o tocou no rosto e ele sorriu ainda tímido. 
  Enquanto eu observava os dois, e ouvia a repentina declaração do Jungkook, me senti em paz pela primeira vez na vida. Ele dizia que me amava, ela dizia que me amava. E eu os amava mais do que poderia ser descrito. Era como se finalmente meu coração estivesse se acomodando em um lar. 
  Sem que percebesse, a primeira lágrima já caia pelo meu rosto. Jungkook percebeu e sorriu para mim, ele sabia que não era de tristeza. Assim como soubera na noite anterior que eu precisava ficar sozinho. Eu o admirava por me ler tão perfeitamente. Mamãe viu que eu não conseguia aguentar minhas lágrimas e me abraçou de lado, deitei a cabeça no seu ombro e peguei a mão do Jungkook. Estava perfeito.

***
Yoongi.

  Aquele hospital me causava arrepios. Por que eu tinha aceitado vir mesmo? Talvez fosse apenas minha curiosidade sobre o Jimin. Ou foram minhas duas consciências que me infernizaram à noite, um de cada lado da cama. 
  Antes de dormir, na noite passada, deitei na cama queen que dividia com meus dois meninos. Eu sempre ficava no meio, era mais confortável. Eu me sentia mais confortável assim. E estava quase dormindo quando Hoseok abriu a inquisição:
  -Você vai ajudar o Jimin? -ele perguntou. -Vai levá-lo a Daegu? 
  Pensei um pouco antes de responder, mas antes que pudesse, Taehyung acordou.
  -Claro que vai, não vai?
  -Estou pensando. -resmunguei. 
Então os dois se voltaram para o centro do colchão, ou seja, para mim. Eu estava de lado, e me deparei com os olhos do Taehyung me fulminando. Virei para cima e encarei o teto. 
-Eu não gosto de voltar lá. -respondi por fim. 
-Nem para ajudar um amigo? -perguntou Hoseok, em tom de súplica. -Vamos lá, Yoongi. É só levar o menino. 
-Não é só levar. Se fosse assim eu faria de bom grado, mas... -minha voz falhou. -Mas eu vou lá de novo. Naquele maldito hospital. 
Eles ficaram em silêncio. Eu nunca tinha contado isso para eles, apenas para o Namjoon, e para mim era suficiente até então. Mas eles sabiam que eu tinha passado por tempos difíceis. 
  -Meninos, eu não consigo voltar lá. Eu fugi de lá. E se me reconhecerem e acharem que eu preciso ficar e... 
Taehyung me abraçou e encaixou o rosto no meu pescoço, me fazendo calar. Respirei fundo. Eles sabiam que eu não queria falar sobre aquilo, e não me forçariam a falar. Olhei para Hoseok que se apoiava num cotovelo. 
  -Eu acho que já fazem muitos anos desde que você fugiu, mas parece que não parou de fugir ainda. 
  Suas palavras não machucaram exatamente, mas eu as senti como um tapa na cara. Fiquei o encarando por uns instantes, sentindo os ombros tensos de Taehyung ao sentir que nós estávamos entrando num desentendimento. 
  -Você não sabe oque é ficar anos preso como um animal. -respondi, tentando manter o controle da minha voz. -Aquele lugar acaba com você. Te deixa fraco. Você faz laços que sabe que nunca pode manter, porque aquela pessoa pode ser tão insana quando você. 
  -Você não é insano. -replicou Taehyung, baixinho no meu ouvido, a voz tão calma, pacificadora e intensa que me deixou relaxado. 
Hoseok me encarava com seriedade. Eu o encarava com medo. Não dele, mas de até onde essa conversa chegaria. 
  -Yoongi, -disse Hoseok. -Você é quem sabe se vai ajudar ou não, estamos apenas tentando ajudar também. 
  Taehyung se sentou na cama e olhou para nós dois. Dos três ele era o que mais parecia decidido. 
  -Jimin é nosso amigo. -disse ele. -Eu vou ajudar ele, nem que seja colocando o nome dessa porcaria de Hospital no GPS. Agora com licença, que eu vou dormir. 
  Ele se virou e deitou. Ficamos apenas eu e Hoseok conversando por olhares. Até que ele ganhou. Suspirei e balancei a cabeça. 
  -Certo. Eu... vou. 
  Ele sorriu radiante. Me beijou. Depois se levantou para contornar a cama e também beijar Taehyung, mas antes de voltar, o ouvi sussurrar um "obrigado" para ele. Eles sempre tinham um plano para me convencer. Hoseok sabia que eu não gostava de ver o Taehyung com raiva. Taehyung sabia que eu e Hoseok éramos os opostos mais insistentes do mundo. No final, a palavra era sempre do que ficava fora da briga. 
E lá estávamos nós. Parados do lado de fora do quarto da mãe do Jimin. Quem diria? Ele realmente tinha um presente naquele prédio horrendo. Eu estava morrendo de frio, olhando aquele corredor branco, cheio de portas de vidro como jaulas. E ainda tinha o cheiro enjoativo de hortelã para piorar. Estava com medo de piscar e estar preso ali de novo, então enquanto esperávamos, dei o braço ao Hoseok e ao Tae. Me senti seguro daquela forma. No final das contas, a melhor coisa que eles já tinham feito foi sugerir aquele namoro. Eu me sentia bem só com os dois, era mais do que o suficiente, literalmente. 
  -Você está bem? -sussurrou Hoseok. 
  -Estou. -respondi, juntando-os mais a mim. -Fiquem perto. 
  -Você parece um pinguinzinho com frio. -disse Taehyung apertando minha bochecha. Dei um tapinha na sua mão e ele riu. -Eu vou te morder. 
  -Não me morda. 
  A porta vizinha deslizou, e um enfermeiro saiu de lá com um rapaz jovem, que parecia fora de órbita. Oque quer que ele tivesse, parecia que apenas seu corpo estava presente, a mente estava em outro universo. Eles andaram pelo corredor até sumir na esquina. Então me lembrei. Na porta oposta àquela, antes, era o meu quarto. Eu não sabia se estava ocupado, nem queria saber. Queria esquecer aquilo. Mas haviam coisas que nunca se apagariam. A fuga pelo caminhão de comida. O nocaute que dei no homem que abria a porta. Meu rosto nos jornais de procurados... eu já tinha vivido muitas coisas, nenhuma recomendável, porém eu nunca esperaria que a minha companheira de xadrez fosse a mãe do Jimin. A vida era engraçada. 
  -Por que está sorrindo? -perguntou Tae. 
  Dei de ombros. 
  -Estava pensando numa coisa. Bobagem. 
  -Somos bobos. Não quer compartilhar?
  Olhei para eles dois, que sorriam para mim. Mas por trás dos sorrisos eu sabia que estavam aflitos por estarem me apoiando ali. 
  -Eu conhecia a mãe do Jimin. -admiti. -Vizinhos de corredor. -apontei para a porta, e eles seguiram o meu olhar. -Agora, depois de anos que ela me ajudou a fugir daqui, viemos libertar ela. Era nisso que eu estava pensando.
Eles pareceram chocados demais para dizer alguma coisa. Mas quando enfim disseram, ainda pareciam desacreditados:
-Ela te ajudou? -perguntou Taehyung. 
-Tipo... fugir. Sair daqui e sumir no mundo? 
Eu ri e balancei a cabeça. 
-Meu quadro não era perigoso. Depressão e estresse. Eles não enviaram alertas de perigo na cidade para me acharem, deixaram pra lá. Avisaram meus pais, mas eu já estava em casa.
  Enquanto eles ainda processavam a informação, a porta do quarto deslizou e Jimin apareceu, com a expressão de quem estava em outro mundo. Um mundo mais feliz, eu esperava. O sorriso só faltava lhe rasgar as bochechas. 
  -Hyung. -chamou, eu e o Hoseok atendemos. -Quero dizer, Yoongi Hyung. Pode vir aqui? Mamãe quer conversar com você. 
  Devagar, soltei meus braços dos meus namorados e entrei no cômodo. O lugar me dava arrepios, continuava gelado como sempre, mas durante os anos, Park Jiyoo tinha o enchido de livros coloridos em estantes encostadas nas paredes. 
  Ela estava sentada na cama, e perto dela, Jungkook estava sentado numa cadeira, com a perna engessada esticada. Ao me ver, ela sorriu. Mantinha a mesma aparência, cabelos longos e pretos, agora já começavam a ficar grisalhos. Imaginei se ela ainda penteava o cabelo várias vezes no dia assim como enquanto eu estava lá, e se ainda brigava quando os enfermeiros apareciam meio despenteados. Usava uma camisa de mangas longas e calças como um pijama, mas aquele era o "uniforme". Seus olhos eram apertadinhos como os do Jimin, e no sorriso tinha até o mesmo dente torto. Talvez fosse por isso que eu sentia que conhecia o Jimin. 
  -Noona. -sorri para ela. 
  Ela se levantou, parecia trêmula. Caminhou para perto de mim de braços abertos. Encurtei seu caminho indo abraçá-la. Ela riu e deu tapinhas nas minhas costas. 
  -Yoongi-ah. -ela abriu um sorriso. -Você conseguiu fugir mesmo! Ainda bem. Pensei que tinham conseguido te pegar. 
  Nos afastamos e ela pegou minhas mãos. 
  -Como tem passado esses anos? 
  -Bem. Voltei para casa, e me aceitaram de volta. 
  -Isso é ótimo. Não esperava que logo você voltasse aqui. -ela dirigiu o olhar para a porta, onde Taehyung e Hoseok espiavam. -E vocês? Não vão entrar? 
  Taehyung entrou imediatamente, como se já fosse íntimo dela. Hoseok demorou uns instantes, mas entrou e fechou a porta. 
  -Senhora Mãe do Jimin. -disse Taehyung, colocando as mãos nos meus ombros. -Eh... como podemos tirar a senhora daqui? 
  -Bem, creio que ChungHo tenha deixado o contato dele para emergências e como responsável. Mas... -ela olhou ao redor. Soltou minhas mãos e foi até uma das estantes. Passou os dedos pelas lombadas dos livros, até parar em um, ela o tirou da estante. -Guardei uns números aqui. 
  Percebi Jimin sentado na cama mostrando algo para o Jungkook no celular. Pelo seu rosto, não parecia ser coisa boa. Mas pareceu não achar que aquele era o momento para compartilhar a notícia. 
  Jiyoo passou varias paginas, voltou umas e resmungou algumas coisas. Seus olhos iam de cima a baixo nas folhas, o cenho franzido de frustração.
  -Ah! -exclamou, quando finalmente achou a página que queria. -Aqui. -ela estendeu o livro para Jimin e apontou uma anotação na extremidade da página. -Veja, é o número do seu tio, ligue. 
  -E... oque eu vou dizer? -perguntou Jimin. -Ele sabia que você estava aqui? 
  Ela piscou. Como se tivesse parado no tempo. 
  -Eles também acham que eu morri. -ela suspirou. -Ligue mesmo assim. Diga que é meu filho e que precisa de ajuda. Não precisa fazer alarde de que estou aqui. 
  Jimin concordou e começou a discar o número no celular. 
  Era uma situação bem delicada. Estávamos todos ansiosos para ver do que sairia aquela ligação, mas enquanto Jimin estava esperando a chamada, a porta se abriu e o enfermeiro entrou. Ele olhou para Jiyoo e sorriu. 
  -Taegon. -chamou, seu nome falso. -Você está liberada.
Ficamos todos paralisados. Apenas o ar-condicionado suspirava no quarto. Como assim liberada? Do nada? O enfermeiro deve ter percebido a nossa confusão e o choque, pois puxou uma prancheta, seus olhos varreram as letras.
-Eh... Park ChungHo a liberou. -disse, como se tudo fizesse sentido. -Vocês estão bem? 
-Ele estava nos esperando. -sussurrou Jimin, para ninguém em particular. 
Olhei do enfermeiro para Jiyoo, ela estava pálida como as paredes. Então me adiantei até ele. Sai do quarto e fechei a porta. O enfermeiro me olhava confuso. 
-Achei que ficariam felizes. -disse ele. 
-Estão. Claro que estão. Mas... como ele a liberou? 
-Ligamos para ele, e ele disse que esse era o último mês e estava pago, e que vocês tinham vindo buscá-la. -o rapaz olhou a prancheta e suspirou. -Sabe como é, aqui as pessoas internam não por problemas psicológicos totais, mas por falta de capacidade de convivência em sociedade. Taegon passou muito tempo aqui, sem companhia... eu tenho pena dela. Mas ela parece feliz com vocês. 
  Ele deu um sorriso forçado.
  Queria se livrar de mais um paciente, eu entendia. Éramos difíceis de lidar. Tentando organizar rebeliões. Escapando pelas brechas, as quais eles nunca se importavam de fechar. Quer fugir? Fuja. 
  -Jiy... Taegon, vai para casa com o filho dela. -eu disse, com um sorriso tão forçado quanto o do enfermeiro. -Ela vai ser feliz. 
  O enfermeiro sorriu de canto. Se algo nele me incomodava, agora, eu tinha certeza. Ele sabia de alguma coisa. 
  -ChungHo pediu que eu entregasse isso. -ele ergueu a mão, entre os dedos havia um envelope. -Disse que é para ser entregue ao filho dele. 
  Senti um aperto no estômago. Aquele homem era fora do normal. Peguei o envelope e encarei o enfermeiro por um instante. Ele sorriu para mim, deu as costas e voltou pelo corredor. Esperei que ele fosse embora e o elevador fizesse barulho para então entrar no quarto. Quando voltei, todos se voltaram para mim esperando oque eu tinha a dizer. Olhei para o Jimin, e ele já encarava minhas mãos, o envelope. 

  -Isso é para você. -eu disse meio sem jeito. Estiquei o envelope e ele o pegou. -Foi ele que mandou. Acho que já estava combinado com aquele enfermeiro. 

  Jiyoo Noona sentou ao lado do filho, passando uma mão nas costas dele, enquanto Jimin encarava o envelope com medo. Taehyung se aproximou de mim, e me deu a mão. É, eu também estava com medo do que quer que estivesse naquele envelope. O homem era louco, atacara Jungkook apenas para machucar Jimin, e todo esse estresse parecia estar funcionando, pois Jimin estava ficando verde. 

  Com as mãos trêmulas, ele abriu o envelope e puxou o papel de dentro. Com um suspiro começou a ler...


Notas Finais


See you!


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