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História The Cure - Capítulo 48


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoal, quanto tempo, não é mesmo?

Bem, hoje eu não vim fazer uma nota inicial grande, mas sim agradecer a você que continua aqui, acompanhando The Cure e acreditando nessa história que já tem tantos anos.

Esse é um capítulo simples, mas cheio de detalhes importantes para o decorrer da história. Então, por favor, fiquem atentos e curtam a leitura! <3

Infelizmente ainda não consegui terminar de responder todos os comentários, mas logo irei retornar para todos vocês! Muito obrigada pela paciência e carinho de sempre! The Cure só é possível graças a vocês! s2

Beijos,
MilaChristopher

Capítulo 48 - Chapter Forty-Eight - Aburaya


Fanfic / Fanfiction The Cure - Capítulo 48 - Chapter Forty-Eight - Aburaya

“Sorriso custa menos que eletricidade e dá mais luz.”. – Provérbio

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O vestido, que antes se encontrava na altura de seus joelhos e organizadamente alinhado em seu corpo, encontrava-se levemente remexido e com gotas frias pela umidade do orvalho.

Suas mãos esguias estavam levemente trêmulas e as pontas de seu curto cabelo roçavam em minha nuca, causando uma sensação de conforto e rispidez.

Mas, apesar do perfume das cerejeiras ainda penetrar cada célula de meu corpo, os olhos esmeraldinos, pelos quais eu tanto ansiava, permaneciam escondidos, pois a Haruno alinhou seu rosto em meu ombro esquerdo.

Os finos braços de músculos levemente definidos me rodeavam e pude sentir pequenas lágrimas molharem minha camisa.

- Sakura... – chamei-a suavemente enquanto recostava minha mão direita sob seus cabelos.

Ao ouvir minha voz, seu corpo veio ainda mais ao encontro do meu, respondendo ao meu chamado trôpego na calada da noite.

- Se você realmente fizer essa promessa, nunca mais poderá desfazê-la. – respondeu-me com a voz abafada, pois sua fina face ainda estava cravada em meu ombro.

Institivamente abri um pequeno sorriso de soslaio, pois não importava quantas vezes mais eu tentasse demonstrá-la que aquele momento não seria momentâneo, a mulher de cabelos róseos permanecia inquieta e sem querer crer.

Com minhas mãos a distanciei de meu corpo, de forma que pudéssemos ficar frente a frente. Então, ao olhá-la, constatei que seus orbes permaneciam cerrados, confirmando seu medo de que nada passasse de uma mera ilusão.

Suas mãos repousavam em suas pernas e, em sua volta, a luz natural da Lua criava uma sensação de áurea em torno do pequeno e esguio corpo da Haruno.

- Sakura, como uma promessa para o resto de nossas vidas, você aceita ser Uchiha Sakura? – lhe disse fixando meus ônix sob seu corpo.

Institivamente, cada centímetro do meu corpo reagiu a aquelas palavras e meus batimentos cardíacos se tornaram descompassados. E, pela primeira vez, entendi que aqueles deveriam ter sido os mesmos sentimentos que Itachi teve ao realizar o mesmo pedido para Izumi.

Então, envolto em meus anseios, notei que, vagarosamente, o brilho esverdeado se abriu em meio às lágrimas, que não paravam de escorrer, e um doce sorriso se formou nos lábios de Sakura.

- Hai. – respondeu-me.

Naqueles ínfimos segundos após sua resposta, senti a tensão que me predominava se esvaecer e minhas memórias se tornarem vagas, como se eu não fossem capazes de associar o que estava me sendo dito naquele momento.

Mas, todas as inseguranças, foram substituídas pelo corpo quente e o perfume das cerejeiras, e assim me permiti fechar os olhos e sentir seus braços me rodeando e apertando com força.

Naquele instante, mesmo que ínfimo, senti o acolhimento que somente Sakura era capaz de transmitir.

- Aishiteru.

Mas antes que seus grandes olhos pudessem me encarar de forma ávida, deitei-me sob a grama esverdeada e a aconcheguei em meus braços, de forma que ambos pudéssemos encarar o céu e vislumbrar as estrelas.

Devido aos esforços durante as atividades de medicina voluntária, a Haruno ainda não havia sido capaz de recuperar seu peso, o que fazia com que seu corpo, que já era miúdo, parecer uma verdadeira porcelana em meus braços.

E assim ficamos por alguns minutos, em meio ao nosso silêncio cômodo e ideal, sem que houvesse a necessidade de se falar algo... Podíamos apenas estar ali, aproveitando aquela noite de céu estrelado e vagando nossos pensamentos para onde quer que eles desejassem ir.

TWO DAYS LATER

Desde a noite em que Sakura decidiu se apresentar para a minha família e que meu pedido de casamento não planejado ocorreu em meio ao odor do orvalho e folhas das árvores, nossos encontros se tornaram raros e extremamente singelos.

A Haruno, merecidamente, se tornou a chefe da futura ala psiquiátrica do hospital e, em decorrência de todos os elementos que precisão ser ajustados para que o projeto entre em funcionamento, todas suas energias estão voltadas em encontrar o melhor local para adequar os consultórios, estabelecer regras de atendimento e funcionamento, além de encontrar médicos capacitados para serem contratados.

De fato, a maioria das vezes em que sou capaz de sentir seu perfume de cerejeiras ou de ver seu jaleco branco esvoaçante, ocorre quando nos encontramos, por coincidência do destino, entre os corredores gélidos do hospital.

Contudo, como agora ambos somos funcionários do mesmo estabelecimento, não podemos nos relacionar de forma pública, mesmo que todos os colegas de trabalho já fofoquem sobre o assunto, o que faz com que nossos diálogos sejam monótonos e constantemente cortados, pois, quase sempre, alguém está à procura da Haruno e somos obrigados a nos distanciar.

Em meu consciente, sou capaz de compreender que, todas essas ausências, são temporárias, pelo menos até que Sakura consiga estabelecer a ala psiquiátrica com sucesso no hospital. Porém, por outro lado, não consigo entender as agitações que sobressaltam em meu corpo quando a vejo interagir com outros homens enquanto que, eu que sou seu noivo, fico a espera de brechas temporais para vê-la.

- Teme... – uma voz aguda corta de forma repulsiva meus pensamentos e, de forma involuntária, meus orbes encaram seus oceanos com rispidez a tempo de vê-los se arregalar. – Por Kami, parece que uma áurea obscura está te envolvendo, cuidado para que isso não seja contagioso.

Ainda sem respondê-lo, senti mais um corpo se aproximando, mas, desta vez, pelo perfume madeirado misturado com plásticos hospitalares, eu saiba que era o cão branco com sua bandeja de almoço sob as mãos.

- Ora, desse jeito me sinto nostálgico. – proferiu Kakashi ao sentar-se em minha frente. – Lembra-me dos tempos de faculdade em que almoçávamos juntos no campus. – finalizou com um suave sorriso em seus finos lábios.

- Kakashi-sensei... – sussurrou o Uzumaki – O senhor não sente que está acontecendo alguma coisa com o nosso galã? Repara bens nas olheiras profundas e nesse olhar repulsivo.

De soslaio fui capaz de ver Hatake consentir gestualmente ao comentário de Naruto, ao mesmo tempo em que tentava me analisar e descobrir a mistura problemática que meus demônios internos estavam criando em meus pensamentos.

- Você a pediu em casamento? – questionou-me diretamente o cão branco enquanto dava pequenos goles em seu chá-verde.

- Hm. – assenti o encarando e encostando minha coluna no apoio da cadeira.

- O QUE? – berrou o Uzumaki enquanto se erguia ligeiramente de seu assento e fazia seus cabelos dourados voarem com o movimento.

- Não comece. – retruquei enquanto me levantava e batida em seu ombro, forçando-o a se sentar novamente.

- Sakura-chan aceitou? – perguntou nervosamente Naruto com um olhar ávido e repleto de questionamentos.

- Vamos, me diga, como você foi capaz de se formar em medicina, arrumar uma esposa e depois engravidá-la? – indaguei enquanto cruzava meus braços e delicadamente movia meu corpo em sua direção. – Não é possível que dentro da sua cabeça exista esse buraco negro incapaz de entender coisas tão triviais ou compreender, minimamente, diálogos.

- Parem vocês dois. – intrometeu-se Hatake nos encarando de forma reprovativa. – Naruto, é óbvio que Sakura aceitou. A pergunta que resta pendente é: o que está atormentado o Sasuke. – disse ao me olhar diretamente. – Acredito que seja o excesso de trabalho que a Srta. Haruno tem dito nos últimos dias, mas não sei exatamente se é isso.

- Hm. – assenti novamente.

- Oh... – resmungou o Uzumaki com sua voz aguda. – Às vezes eu acabo encontrando com a Sakura-chan no setor de pediatria, tem um menino que sofreu um acidente de carro com os pais e ela o tem ido visitar com muita frequência.

- Ela chegou a comentar sobre esse paciente, mas não me deu maiores detalhes do que aconteceu. Apenas senti que isso a estava atormentando de alguma maneira e achei melhor espera-la se sentir mais confortável para falarmos sobre o que o caso. – constatei enquanto levava alguns tomates à boca.

- De acordo com o cronograma de atendimentos à leitos que a Karin me forneceu hoje de manhã, a Haruno estará na ala pediátrica por volta das 13h para fazer o atendimento diário do paciente Aburaya Ryou. Talvez seja uma maneira de vocês se encontrarem, vá até lá e diga que eu solicitei uma avaliação neurológica. – proferiu tranquilamente o cão branco ao revirar alguns papéis pardos em suas mãos.

- Kakashi-sensei... – o loiro soltou uma pequena risada anasalada e se curvou sob a mesa. – Não confie nesses dois, é perigoso. – disse com um tom de voz sorrateiro e desdenhoso.

- Ora seu... – ergui-me e o puxei meu colarinho da camiseta cinza que cobria seu dorso.

- Desisto. – deu-se de ombros. – Apenas vá e interaja um pouco com Sakura. Talvez, dar espaço para a pessoa somente vir falar com você quando ela não estiver bem, não seja o que ela esteja esperando.

O resto do almoço seguiu-se repleto de diálogos sobre filhos, gravidez e preocupações de um pai que, claramente, não se encontra pronto para a missão que irá assumir daqui alguns meses.

Somente pela fala atravessada e intensa do Naruto, podíamos sentir seu desespero e anseio com a chegada de seu primogênito, que, naquele momento, descobrimos ser um menino e que se chamaria Boruto.

Mas, de fato, não fui capaz de prestar muita atenção às palavras que eram ditas por Naruto, pois em mim mente somente ecoava a voz de Hatake me informando o exato horário e local em que Sakura estaria e a argumentação de que o paciente precisaria de uma análise neurológica, me permitiria acessar a ala pediátrica sem grandes comentários pelos enfermeiros e demais auxiliares.

E assim, caminhando entre alguns corredores, estava em busca do único setor colorido do hospital, cujas paredes repletas de desenhos e sons de músicas infantis tentavam tornar o ambiente mais acolhedor aos pequenos pacientes.

A cada passo em que me aproximada das cores que se postavam em minha frente, o barulho de choros e falas com tons de voz mais finos se elevavam e logo pude avistar, mesmo que a alguns metros de distância, os curtos fios róseos adentrarem um cômodo separado e de luzes apagadas.

Em sua mão direita uma prancheta azul clara era segurada, conjuntamente de um pequeno dinossauro de pelúcia verde. Mas ao colocar sua mão esquerda sob a porta para abri-la, seus finos lábios soltaram um pequeno suspiro, como se não estivesse, de fato, preparada para aquele encontro.

Então, antes de adentrar na pequena sala, parei ao lado da vasta janela de vidro, com o intuito que, mesmo sorrateiro, vislumbrá-la enquanto exercia o que verdadeiramente se sentia completa em fazer: salvar vidas de crianças.

Com atos singelos e delicados, Sakura puxou um banco sem encosto ao lado da maca e colocou o dinossauro em seu colo. Cada uma de suas mãos segurava uma pata do animal de pelúcia e fazendo caretas, fez o dinossauro se aproximar do menino e um pequeno sorriso se formou nos lábios do garoto.

Pela distância em que me encontrava, não era capaz de ouvir os murmúrios que estavam ali, mas vê-la naquele pequeno instante, totalmente entregue ao trabalho para o qual havia se dedicado a exercer, fora o suficiente para senti-la mais perto à mim, mesmo que isso possa parecer contraditório.

Então, sem que a Haruno percebesse, ultrapassei a vidro e passei a ler a ficha que estava postada na porta do cômodo e, como Kakashi havia advertido, o pequeno paciente se chamava Ryou Aburaya.

De acordo com os detalhes médicos ali apresentados, o menino estava com a costela esquerda quebrada e por pouco não havia perfurado algum órgão. Por outro lado, durante o acidente, seus pais vieram a falecer.

Pelas políticas do hospital, um paciente menor de idade e sem parentes para sua guarda é mantido, o máximo de tempo possível, no hospital, com o intuito de que seja realizado um acompanhamento preparatório ao orfanato.

- Quem está ai? – ouvi sua voz suave vinda do outro lado da madeira e meus lábios responderam automaticamente ao chamado com um leve sorriso de soslaio.

Assim, retirando-me de meus pensamentos, bati levemente na porta e adentrei no ressinto, a tempo de ver os olhos vazios e distantes de Sakura e o olhar analítico e receoso do menino.

- Bom dia. – iniciei o diálogo enquanto entrava no cômodo e me aproximava do lado oposto da maca, ficando de frente para a mulher de cabelos róseos. – Vim conhecer o Ryou Aburaya. – conclui com o máximo de simpatia que eu era capaz de transmitir.

- Sou eu... – respondeu-me assustado.

- Prazer, sou Uchiha Sasuke. Assim como a Haruno Sakura, sou médico aqui do hospital, mas trabalho com a cabeça das pessoas. – lhe disse enquanto apontava para seus cabelos.

- Ah... A tia Sakura disse que trabalha com isso também, é muito diferente? – questionou-nos curiosamente.

- Muito! – respondeu a rosada com a voz animada. – Como eu sou muito mais legal, a parte que eu cuido é super maneira, porque sou médica das emoções. Mas esse tio, como ele é muito sério, ele só cuida do cérebro mesmo, sabe? – constatou com certa ironia retirando-me um riso sopro.

- É uma maneira de ver as coisas. – a respondi.

- Hm... – sussurrou Ryou mais para si mesmo do que para nós.

Foi então que passei a reparar mais precisamente no menino que estava em minha frente. Pela aparência não possuía mais do que sete anos, mas seus feições demonstravam que, mesmo com pouco tempo de vida, já havia passado por coisas o suficiente.

Seus olhos verdes escuros se aproximavam do castanho de tão sutis, mas seus sentimentos eram distantes e senti um leve frio na espinha ao reconhecer minha própria visão. Sua pele era alva, mas levemente bronzeada, o que indicava que deveria morar em uma região litorânea e seus cabelos lisos eram castanhos claros que pequena mexas mais escuras.

As pequenas mãos seguravam com força os lençóis brancos da cama e seu dorso era coberto pela roupa hospital azul clara, com desenhos de animais aleatórios. O tronco estava coberto por faixas brancas e sua postura era ereta, em decorrência da fratura que havia sofrido.

- Quando eu era criança, tive um dinossauro muito parecido com esse. – disse ao cortar o silêncio que havia assumido o cômodo.

- Sério? – por alguns segundos a escuridão fora assumida por um brilho genuíno. – Eu adoro dinossauros, eles são incríveis! – respondeu-me alegre.

- Hm, concordo. – assenti. – Mas, me diga, você acha que esse dinossauro é mais escuro ou mais claro? Pra mim, ele parece um verde meio diferente. – questionei-o enquanto acionava delicadamente a caneta para iniciar o procedimento de análise neurológica.

- Ah, eu acho que ele é um verde escuro, mas não tão forte. Talvez um verde meio tipo grama? – falou enquanto prestava atenção de forma minuciosa na pelúcia e o revirava para todos os lados.

- Verdade. Mas, você acha que ele tem tipo uma sombra ou é só ele mesmo?

- Não, é só ele mesmo... – respondeu-me enquanto passava a mão ao lado do animal em busca de uma sombra que não existia. – Na verdade, ele até que é bem grande, né?

- Claro, você não achou que a tia Sakura iria trazer um dinossauro pequeno né? – disse a Haruno com um tom brincalhão.

Enquanto o pequeno Ryou se distraia com a pelúcia, segui realizando algumas perguntas e anotando delicadamente nos papéis, de forma que ele não pudesse notar que tudo aquilo não passava de uma análise médica.

- Bem, acredito que agora que eu já te conheci, posso deixar que você tenha a sua sessão com a tia Sakura. – indaguei enquanto me levantava. – Logo você vai estar bem. – complementei involuntariamente.

- Tchau, tio! – disse-me o menino.

- Já volto, está bem? – arguiu a Haruno enquanto se levantava e me seguia para fora da sala.

Seu corpo estava coberto por um moletom cinza e tênis brancos. Em seu pescoço um pequeno colar de pétala de cerejeira e os cabelos levemente presos, de forma que metade dos fios róseos se encontrava soltos.

Ao sairmos do cômodo, seus dados fios tocaram minha mão direito dentro do bolso do jaleco e um doce sorriso se apostou nos lábios avermelhados. Mas em seu rosto as olheiras indicavam a privação do sono e o cansaço.

- Você está bem?

- Não consigo dormir e minha cabeça está com um turbilhão de coisas. – respondeu-me com a voz baixa e exausta. – Não sei se estou tomando a decisão certa, Sasuke.

- É o seu sonho e objetivo, vai dar tudo certo. – tentei tranquiliza-la. – Hoje você sai do hospital que horas?

- Acredito que até às 17h, só preciso que a Ino assuma o plantão para cuidar do Ryou, ele tem tido dores no tronco durante a noite e precisamos controlar a quantidade de analgésicos.

- Certo, então estarei de esperando em casa. Se houver algum problema com o plantão, me avise e ficaremos juntos no hospital.

Os orbes esmeraldinos se preencheram de uma luz suave. Os braços finos de Sakura estavam prontos para me rodear, mas apenas peguei sua mão e juntei à minha, escondendo-a atrás de nossos corpos.

- Vou estar esperando por você.


Notas Finais


Eai, gostaram? *-*

Peço desculpas pela demora e se eventualmente o texto continha algum erro. Quis liberar o capítulo o mais rápido possível para vocês! s2

Bjsss <333


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