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História The damn king - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Sim, esse foi um dos capítulos mais tristes que eu já escrevi 😔
Preparem os lencinhos...
Espero que gostem 😝
Boa leitura 📖
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Capítulo 5 - You just hope it donates less than today...


Fanfic / Fanfiction The damn king - Capítulo 5 - You just hope it donates less than today...

– Oi Padre - sequei as lágrimas – posso ajudar? 

– A senhorita Joana deseja falar com você - sorriu fraco – quer se despedir - estendeu a mão. 

Me levantei e fui até o seu quarto correndo. Ela estava diferente, sua pele estava pálida, suas olheiras aparentes, seu cabelo sem vida, seu corpo estava magro mas o seu sorriso ao me ver era o mesmo. 

– Joana... - a abracei e ela retribuiu com dificuldade – não me deixa Joana - chorei deitado em sua barriga – por favor... 

– Eduard... - disse fraca – ei... Olha pra mim - ergui a minha cabeça para olhá-la – eu preciso ir... - chorei mais – não fique triste meu amor... Você vai superar isso - sorriu e eu neguei com a cabeça – vai, é claro que vai... - acariciou o meu cabelo – você é um menino forte, inteligente, esperto... 

– Joana... - me levantei – por favor... - disse manhoso. 

– Nunca permita que pisem em você - sua boca estava seca – seja você mesmo... - sorriu – mesmo que não agrade a todos - me olhou nos olhos – você é um menino muito especial Eduard... Faça sempre o que te deixar feliz... 

– Eu vou ficar aqui pra sempre? - disse ofegante – quem vai procurar a minha mãe? - chorei mais. 

– Agora essa missão é sua Eduard - tossiu forte – eu estarei te vendo... 

– Eu não posso - respirei fundo – prometi para a Tânia que não sairia sozinho. 

– Então espere. Espere por sua mãe aqui, você tem um ótimo lar. 

– Eles me odeiam - gritei – todos me odeiam menos você. 

– Eduard, você é como um filho para mim... Um filho que não tive... Eu te amo Eduard - estendeu a mão para que eu tocasse, estendi a minha e cheguei perto da sua. 

– Sua mentirosa - gritei e abaixei a mão – você disse que estaria comigo pra sempre... Se me amasse não me deixaria... - chorou. 

– Eduard... - sua mão permanecia estendida – por favor - não disse nada, apenas me virei com as mãos na cabeça – E-Eduard... E-Eu... Eu... Te amo - sua mão despencou, não vi, apenas ouvi quando o seu anel caiu do seu dedo e deu algumas voltas nos chão antes de parar perto do meu pé. Tudo estava em silêncio, aquele quarto, o mundo... Os meus pensamentos... 

Fiquei imóvel por alguns segundos. Segundos esses que pareceram horas. Não conseguia me virar e ver o que estava acontecendo... Meus pés estavam fincados no chão, minha respiração estava ofegante o os meus olhos estavam arregalados. 

– Joana!!! - Algustine entrou no quarto – chamem o médico - sua voz estava longe –... - me virou rudemente para si –... - me dizia coisas que eu na conseguia ouvir, eu estava em choque. Ela me balançava mas eu na despertava. –... - o médico entrou, ela desistiu de mim o foi dar atenção a Joana. Fiquei quase dez segundos paralisado. 

Ela morreu achando que eu estava bravo com ela. Como eu queria voltar no tempo e dizer a ela que eu a ano e que na estava bravo. 

Voltei a minha consciência, o quarto estáva lotado de crianças, amigos e... Eu..... 

A Joana foi como uma mãe para mim. Assim como a Tânia, ela cuidou de mim e não deixou que nada de mal me acontecesse. E agora... A única coisa que posso guardar dela é o seu anel, que deixou o seu dedo logo após o seu último suspiro. 


Flashback


– Você ainda tem? - a olhei com a visão embaçada devido as lágrimas – o anel?... Você ainda tem ele? 

– Eu... - voltei do transe – sim... Eu ainda guardo... - respirei fundo. 

– O que acha de terminarmos por hoje? - assenti – até amanhã - sorriu e saiu. 

Lembrar da morte da Joana me medica muito triste. Tenho que admitir que nunca me perdoei por deixar ela morrer daquele jeito, triste, achando que eu estava chateado quando na verdade eu era uma criança birrenta e egoísta. 



[°°°] 



– Oi maninho - entrou assim que eu abri a porta – Oi Hanna - a mesma acenou com a cabeça – estão ocupados? 

– Não, claro que não - sorri – senta aí - se sentou no sofá. 

– É que... Domingo é o aniversário da vovó - sorriu fraco. Eu lembrava dessa data, mas a nossa avó não gosta muito da minha companhia, então no dia do se aniversário, eu a deixo curtir o seu dia... Sem mim . – Eu sei que vocês não se dão muito bem mas... Eu pensei em fazer um jantar... - me olhou reciosa – queria muito que você fosse. 

– Ela sabe disso? - perguntei sério. Era óbvio que ela não sabia, ela Jamis concordaria com isso – é melhor não... 

– Connor olha só... - se aproximou – não vai ser nada de mais, eu garanto que ela não vai te enxer - olhei para a Hanna. Sua expressão era indecifrável, ela não gostava de se meter nos assuntos da minha família – você pode vir também Hanna... - sorriu. 

– Nem pensar... - recuou – a sua avó na gosta nem um pouso de mim - se levantou – resolvam isso aí - pegou o casaco – eu vou indo - beijou a minha testa e depois a da Rachel. – até mais. 

– Até mais Hanna - assentiu e saiu. 

– Olha Rachel... Eu não acho isso uma boa ideia - olhei em seus olhos – você sabe que eu e a vovó não nos damos muito bem. 

– Eu sei - respirou fundo – mas... Cacete - sorriu sem humor – eu só queria a minha família de volta entende? - me olhou com os olhos marejados. 

– Tá.... Eu vou tentar... - sorriu – mas se a vovó começar... 

– Eu sei... Você vai embora - assenti – tudo bem... É melhor do que nada não é? - sorriu e me abraçou – eu te amo tanto irmão - apertou o abraço – só queria que tudo voltasse a ser como antes... 



[°°°] 



A Rachel passou o resto do dia comigo, eu amo a sua companhia. Nesse momento, estávamos jogando videogame. 

– E as garotas? - fechei a cara – desculpa... - abaixou a cabeça – é que... Eu acho que você deveria sair sabe? - sorriu – se divertir, transar, aproveitar a vida.... - a olhei. 

– Não estou no clima - voltei a minha atenção ao jogo. 

– Eu sei... Faz apenas alguns meses que a mia morreu... - parei o jogo – mas... Você deveria superar isso... Todos nós estamos superando... 

– Eu não vou superar - disse com os olhos marejados – a Mia era o amor da minha vida... Eu não posso simplesmente sair por aí e me divertir como se nada tivesse acontecido. - fechou os olhos. 

– Eu sei Connor... Me desculpa de novo - assenti e voltamos a jogar. 

Não gostava nem um pouco de lembrar da Mia. Lembrar dela me quebrava por dentro.... Mas, era inevitável não lembrar dela... Seu rosto, seu sorriso, seus olhos, seu corpo, seu cheiro, seu bom humor, sua gentileza... Eu perdi o amor da minha vida, não sei quando vou me recuperar... Nem sei se vou.... Quando se perde o amor da sua vida, você não sabe o que vai acontecer no dia de amanhã... Você só torce para que doa menos do que hoje... 


Notas Finais


Estou chorando 😢
Que morte triste 😢
Espero que tenha gostado 😘
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Até o sexta-feira 😝
❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤


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