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História The Dark Side Of Red - Jeon Jungkook - Capítulo 15


Escrita por: e Shiinegguk


Capítulo 15 - CHAPTER THIRTEEN.


Ontem a noite, eu tive a impressão, somente a impressão, que alguém esteve no quarto... Não deu para ver quem era, estava muito escuro, nem mesmo pela silhueta, porém eu tenho a certeza que não estou ficando louca. Talvez deve ter sido a Sra. Bae já que ela dormiu aqui, mas ela não iria entrar no quarto no auge da madrugada, iria? Só se fosse para pegar a roupas sujas no cesto, mas além de não ser o horário de trabalho dela, também ninguém foi em direção ao banheiro... O que Jungkook iria realizar aqui? Já que só tem duas pessoas dentro dessa casa.

Pensar pelo ponto de vista que foi ele que entrou no quarto não me deixa muito entusiasmada, porque o único motivo que ele entraria aqui seria por desconfiança da relação modesta e considerável que a Sra. Bae e eu conquistamos em pouquíssimos dias de convivência. Jungkook não gostaria de pensar a cumplicidade que nós duas temos, já que se a coisa ficasse fora de controle a mais velha me prometeu que me ajudaria a fugir daqui, sobretudo, como ele saberia disso? A maioria das vezes nas quais conversamos descontroladamente, ele nem está em casa. Só  se ele colocou um microfone nas duas.

– Será que ele veio ao quarto para me... Observar? –

Ulteriormente de ter essa linha de raciocínio, auto me repreendo e ponho esse posicionamento com uma tremenda tolice. Nós, eu e ele, somos comparáveis a cão e gato. Todas as vezes que nos defrontamos um com o outro é um transtorno. Fico imaginando o dia que nós dois vamos nos dar bem. O dia já está marcado, e esse dia é nunca. Até porque eu vou dar um jeito de dar o pé desse lugar e aparentemente não vai demorar muito, a Sana me respondeu e questionou aonde eu havia me metido, e lhe contei toda a realidade e que sua ajuda era extremamente necessitada. Eu não vou trabalhar para esse pilantra. Esses, na verdade. 

Quando contemplei aqueles homens e Sra. Bae me contou que tem mais 6 além dele, com mais calma e pensativa, consegui chegar numa conclusão de que eles são empresários com várias empresas de diferentes ligadas a uma só companhia ou pagam de empresários, mas agem criminalmente errado pelas escondidas. Como descobri a primeira opção? Simples, quando fui ao escritório daquele babaca de madrugada a noite, vi que tem várias papeladas com nomes de empresas diferentes, para algum tipo contrato de determinada companhia para um fim de parceria. Então, não foi muito difícil conseguir encaixar as peças e chegar a essas conclusões e na minha conclusão de que não vou ajudá-los em porcaria nenhuma, não enquanto eu não obter minha liberdade.

Com o meu diálogo com a japonesa, ela disse que ela poderia ir até a polícia e fazer uma ocorrência contra o sequestrador, o único problema disso tudo é que tenho certeza de que Jungkook tem múltiplos tipos de contato e nada o impediria de ter alguma pessoa da polícia que tem uma relação amigável o bastante para encobrir o crime desse safado, até mesmo com dinheiro, se você desse uma olhada nos diversos carros dele... Ele troca de carro como troca de roupa, "sem chance", digitei a Sana. Tendo em dúvida de como iria sair desse cativeiro, uma ideia perfeita de como vazar daqui perfurou minha mente e compartilhei com a minha amiga que também gostou do plano e parece que não vai demorar muito para ser concretizado.

Com o celular ele até agora não esboçou nenhuma desconfianca, como disse, até agora. Sobretudo, devo tomar cuidado, pois ele é todo alterado e se descobrir que tem um celular escondido sob esse teto, espero estar viva para contar a história. Quando o Sra. Bae me deu esse aparelho, confesso que fiquei receosa do Jungkook descobrir da existência deste objeto e prinpalmente que vou fugir, – coisa que não contei nem para a D. Narin – pois isso estragaria todo a chance de virar fumaça daqui e conseguir ver e sentir o sol com mais clareza, já que não posso nem ao menos ir ao jardim. Quero que dê tudo  certo, nos conformes, para que eu possa ver a minha mãe. Ou melhor, para a minha rotina, mesmo que isso inclua o imbecil do meu padrasto. Sinto falta da minha mãe, e não vejo a hora de vê-la, porém toda vez que me lembro dela, a minha garganta começa fechar, como um nó, um nó perturbante. O que seria isso? Mesmo que recordar da minha mãe seja uma das melhores lembranças que tenho presa a minha massa cefática, um sentimento ruim também vem a tona, é muito confuso... Como uma das pessoas mais admiráveis e amáveis que tive o prazer de ser filha, pode fazer eu sentir algo tão... Questionável? Será que... Não, devo está enlouquecendo! Nada deve ter acontecido com ela, absolutamente nada.

Não sei como vou seguir minha vida sem minha mãe, ela é tudo para mim, tudo. Por mais que eu não tenha sido a melhor e mais obediente filha para ela, ela foi a melhor e mais carinhosa – e às vezes brava. – mãe para mim. Eu dou a vida por ela e não dou a mínima de sujar minhas mãos por ela, nem mesmo por sangue. Uma vez, eu fui atropelada – história para outra hora. – e ela deixou de ir a uma viagem de negócios que mudaria todo o seu destino para ficar junto a mim no hospital, além de ter gastado uma quantia exorbitante com a volta de última hora a Coréia. Tenho muitas situações como essas da minha mãe – digamos que eu tenha sido um pouco desviada. – aonde eu tirei a sua paz. Um exemplo a não ser seguido, realmente.

Tendo modestamente o que fazer, – risos. – saio da cama e a primeira coisa que eu faço é ir verificar como está o local em que escondi o aparelho celular. Não sei o que aquele ratinho do Jungkook aprontou aqui, todavia fico feliz em ver que o lugar onde deixei o telefone está exatamente como estava antes. Satisfeita, vou para o banheiro e concedo meu corpo livre de vestimentas e entro no box para me banhar.

Em seguida, ponho uma roupa fresca, penteio meus cabelos, os prendo em um coque bem feito e puxado, e finalmente termino de fazer a higiene diária que todos nós temos o dever de realizar, até porque não ser higiênico compromete sua saúde.

Caminhando tediosamente até a porta, quando boto minhas mãos na marçaneta e a puxo, a porta está trancada.

Suspirando fundo para não perder a paciência, penso nunca maneira de sair daqui, já que minha barriga ronca de fome. Tenho os grampos guardados no armário escondidos, – bem, tenho que manter minhas "chaves" longe da vista dele, porque podem ter certeza que o Jungkook irá pegar as "chaves" se as vê-las, além de falar no meu ouvido com o meu papo chato de ameaças. – entretanto não vou usá-los, não agora, em plena luz do dia e o Jungkook perto. A única opção que veio em mente foi ficar chamando por alguém e batendo na porta, a opção mais inocente.

Por uns longos 20 minutos fiquei batendo na porta e recorrendo a dois nomes: "Sra. Bae" e "Jungkook". E por longos 20 minutos com fome e gastando salíva que fiquei na espera até a figura do Jungkook abrir a porta, irritado.

Jungkook: Qual é o seu problema? – Me olha como se eu fosse uma pentelha.

(S/N): Você me prende aqui e eu que tenho problema? – Foi a minha vez de ficar irritada. – Me dá licença. – Passo por ele sentindo seu perfume doce.

Descendo até o primeiro andar, vou diretamente para a cozinha preparar alguma coisa para comer, meu estômago está me desfazendo por dentro, além que eu comecei a tremer...

Jungkook: Você tem uma convicção tão grande de si, não é? – Quando me viro a ele, está escorado na bancada que separa a cozinha a sala de jantar, brincando com um garfo.

(S/N): – Respiro fundo antes de responder. – Eu não chamaria de convicção, mas sim limites. Como acha que eu ficar sabendo que fui sequestrada e além de não me explicarem nada do porque estou aqui, sou tratada que nem lixo? Vou ficar que nem uma idiota pedindo uma coisa mínima? Gentileza? Não fod3.

Jungkook: Huh, está magoada porque ninguém está fazendo suas vontades? Você é uma garota mimada e ridícula. Agora entendo tanto desprezo por parte de seu padrasto.

(S/N): Você não tem o mínimo de empatia pelo próximo! Deve ser porque você não teve que aguentar uma porr*da de anos ouvindo que você é apenas um fardo e que se você sumisse, ia ser a melhor coisa que aconteceu na vida da pessoa, ser tratada que nem merda, além ter medo de si próprio. Se reeducar e policiar a cada dia para ser uma pessoa melhor, além de ter de se defender dos ataques alheios. – As lágrimas ameaçavam a vir, mas a reprimo a todo custo. – Então, será que posso comer agora? Em p-p... Paz? – A voz de choro começava a soar pela cozinha.

Jungkook: Além de querer se fazer de coitadinha, para incrementar a sua atuação barata, vai chorar?

Passo a mão pela cabeça tentando não me exaltar. Deixando as lágrimas rolarem, fecho os olhos por breves segundos e caminho lentamente para a escada, determinada que não vou compartilhar o mesmo ar do ser a frente, mesmo que a fome esteja me matando por dentro.

Jungkook: Já vai? Estava com vontade de algo mais violento, é muito fácil te abalar. Continua a mesmo menina fraca e detestável de sempre.

(S/N): Porque vai não estressar outro? Bem que você podia... – Reprimo meus lábios.

Jungkook: O que? Você quer me matar? Venha, vai ser muito divertido.

(S/N): Você me enjoa. Me deixa em paz! O que eu fiz para você? – Aumento o tom de voz.

Jungkook: Lembra do "pequeno parque"?

Uma sensação intensa e acusadora invade meus sentidos... Então é ele.


Notas Finais


siga: @bossjisoo e @KimShine.

Eu disse que voltaria. Finalmente um capítulo novo depois de tanto tempo! Até quarta-feira, eu prometo*!

Até a próxima 💕!


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