1. Spirit Fanfics >
  2. The Dark Side of Red >
  3. O começo

História The Dark Side of Red - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite <3
Espero que curtam a historia, tive essa ideia louca e quis compartilhar com vocês hahaha
Algumas coisinhas que precisam saber:
- Evan não tem nenhuma relação com Alexy e Armin;
- Castiel e docete não se conhecem;
- Alguns personagens que são amigos no jogo não se conhecem nessa história

É isso, a gente se vê lá embaixo, boa leitura!

Capítulo 1 - O começo


— Como você tá se sentindo? - escutei a voz de Rosalya ao meu lado, me trazendo de volta à realidade e me fazendo olhá-la.

— Bem nervosa... E ansiosa. Fico pensando se eles irão gostar de mim ou me dispensar. - abaixei o olhar, passando meu dedo indicador na borda da xícara de café.

Ontem à noite, após exatos 8 meses de tentativa e espera, a CIA havia entrado em contato comigo. Desde então, não conseguia conter o nervosismo que tomava conta de mim e não me deixava sequer respirar normalmente.

Senti a mão de Rosalya acariciando meu ombro, tentando me tranquilizar.

— Se acalma, vai dar tudo certo. - assenti, respirando fundo. — Agora é melhor você ir ou então irá se atrasar.

Levantei da mesa, pegando minha bolsa e abrindo minha carteira para que pudesse pagar o meu café e o de Rosa.

— Ei, nem pensar. Pode deixar que eu pago o café. - eu a encarei de cara feia, mas ela não ligou. — Pode fazer isso à vontade, mas você tem um horário a cumprir. Anda!

Revirei os olhos, me despedindo de Rosa com um abraço. Não sei o que seria de mim agora sem ela, fico feliz em saber que tenho com quem contar.

Me apressei para pegar um táxi, seguindo diretamente para a localização que haviam me passado por email. Assim que desci, senti minhas pernas bambearem conforme eu avançava pelos corredores daquele prédio, precisava me acalmar ou então entraria em colapso.

Olhei ao redor procurando por alguma coisa que me indicasse qual caminho seguir, mas eu estava parecendo uma barata tonta.

— Perdida? - escutei uma voz atrás de mim e me virei para ver de quem era, me deparando com um homem alto e moreno. De primeira, o que mais me chamou atenção em seu rosto foi uma cicatriz que ia do lado direito de sua testa até a metade de sua bochecha, cortando sua sobranchelha. Todavia, logo me vi hipnotizada pelas suas íris violetas. — Está tudo bem? - arqueou uma sobrancelha, tocando meu ombro direito.

"Se concentra, Becky!"

— Eu vim porque entraram em contato comigo mas... Confesso que estou realmente perdida. - disse um tanto sem graça. Ele deu uma risada fraca antes de falar.

— Te entendo, há 5 anos atrás eu estava exatamente no mesmo lugar que você está agora. - abriu um sorriso simpático. — Sou Evan, prazer.

— Rebecca, mas prefiro que me chamem de Becky. - apertei sua mão que estava estendida em minha direção.

— Vem comigo, vou te levar até a sala onde os outros concorrentes estão. - por um momento me perguntei se eram muitos, eu realmente queria ter alguma chance de entrar nessa agência. Balancei a cabeça tentando me livrar desses pensamentos, seguindo Evan até uma sala que ficava perto de onde estávamos antes. 

Era como uma sala de reuniões, eu não sabia ao certo para o que servia. Evan me desejou boa sorte, saindo da sala em seguida e me deixando com mais outras 7 pessoas na sala.

 "Ok, 8 pessoas para uma vaga. Respira fundo, Becky. Respira fundo..."

Sentei ao lado de uma mulher loira com cara de poucos amigos, mentalizando repetidamente a palavra "calma". Quando finalmente consegui estabilizar minhas emoções, escutei outra porta que ficava dentro daquela sala ser aberta, e o que veio em seguida me fez sentir como se todos aqueles longos minutos que eu passe tentando ficar mais tranquila tivessem sido em vão.

— Rebecca Stuart.

...

 Foram as horas mais longas de toda a minha vida. Senti os furos na minha pele latejarem, tinham testes que eu sequer sabia para o que servia, além de uma varredura completa em toda a minha vida. A expressão do homem sentado à minha frente enquanto segurava alguns papéis com os resultados dos inúmeros testes que eu havia feito era total e perfeitamente neutra, o que me impedia de tentar adivinhar o que se passava em sua mente.

Entrelacei meus dedos sob meu colo, tentando parecer o mais calma possível. O homem que aparentava ter uns 50 anos ou mais passou quase uma hora lendo todos aqueles papéis, parecia estar analisando palavra por palavra enquanto anotava coisas em uma prancheta ao lado. Ficar ali de frente para ele esperando tanto tempo sem saber o que estava acontecendo era realmente torturante.

— Está liberada, senhorita Stuart. - ele largou os papéis na mesa, levantando-se e pegando uma xícara de café na máquina que ficava do outro lado da sala. — Caso seja selecionada para o exame final, entraremos em contato nas próximas 24 horas.

Eu assenti, levantando e saindo da sala em seguida. Olhei para o meu relógio, já passavam das dez da noite. Eu realmente havia passado muito tempo ali.

— Ei, Becky, não é? - escutei uma voz masculina atrás de mim, eu já estava do lado de fora do prédio.

— Sim. - sorri para ele. — Aconteceu alguma coisa?

— Não eu só... Pensei que poderia te oferecer uma carona, ou quem sabe poderíamos ir pra algum lugar caso você queira. Sei que pode parecer estranho já que eu sou um agente da CIA e você está esperando resposta para ser recrutada, mas...

— Você não está me espionando, está? - semicerrei os olhos, encarando-o de um jeito brincalhão.

— Você é engraçada. - uma risada fraca escapou de seus lábios, ele ainda me encarava de um jeito sedutor.

"E como alguém poderia dizer não para esse pedaço de mal caminho?"

— Eu aceito a carona, não tem muitos táxis passando em frente a agência da CIA a essa hora, aparentemente. - brinquei.

Evan assentiu, me guiando até o enorme estacionamento que havia ali.

— Eu esqueci que ainda tem a segunda fase nesse processo todo de seleção, acho que não seria uma boa ideia ir de ressaca para o teste físico. - Evan comentou enquanto caminhávamos até o final do estacionamento. Ele tirou as chaves do bolso, desativando oa alarme de um Hyundai Veloster prateado.

— Na verdade eles me deram 24 horas. - respondi enquanto entrava no carro. — Se bem que eu nem sei se vão me ligar, confesso que estou um pouco sem esperanças.

— Não se preocupa, você estar aqui já é um enorme passo dado, você não faz ideia de quantas inscrições recebemos mensalmente aqui.

— Imagino. Mas vou deixar esse convite para outro dia.

Dei o meu endereço ao Evan e seguimos conversando até chegarmos na minha casa, o caminho não era tão longo.

— Bom, está entregue.

— Obrigada, Evan. Devo me preocupar com alguma escuta em minha roupa? - arqueei uma sobrancelha, fazendo-o rir.

— Não, não precisa. Foi um prazer conhecê-la melhor. - disse voltando a dar seu sorriso sedutor.

— O prazer foi meu... - nos encaramos por alguns segundos, mas logo voltei à mim. — Bom, acho melhor eu ir. Boa noite e obrigada mais uma vez, Evan.

Nos despedimos e saí de seu carro, acenando para ele antes de entrar em casa. Acho que seria bom ter alguém que pudesse me ensinar algumas coisas caso eu fosse escolhida.

— Quem era o gatinho do carrão? - escutei a voz de Rosalya enquanto ela descia as escadas, me assustando. Nós morávamos juntas desde que terminamos o ensino médio, o que fez com que nos tornássemos ainda mais inseparáveis. Eu definitivamente considerava ela uma irmã.

— Ai Rosa! Quer me matar de susto?!

Ela parou de frente para mim de braços cruzados, esperando uma resposta para sua pergunta.

— É só um cara que conheci quando cheguei lá, nada demais.

— Nada demais, hum, sei. - ela me encarou desconfiada. Eu apenas dei de ombros.

— Bom, eu vou comer algo e ir dormir porque estou completamente exausta e cheia de furos de agulha no meu braço.

— Tudo bem, eu vou dar uma saída com o Leigh, ele já deve estar chegando.

Assenti, largando minha bolsa no sofá e indo em direção à cozinha. Rosalya continuou estática no meio da sala, me fazendo estranhar um pouco, ela sempre ficava se retocando para que pudesse permanecer "impecável" para quando Leigh chegasse.

— Tá tudo bem, Rosa? - questionei enquanto enchia um copo com suco de laranja. Ela apenas assentiu, ainda de braços cruzados e encarando o chão. — Me diz, o que aconteceu?

Rosalya suspirou, voltando a me encarar com uma expressão preocupada.

— Becky, eu tenho me sentido um pouco enjoada nos últimos dias e ontem eu desmaiei na loja.

— Você acha que... - a encarei assustada. Ela apenas assentiu.

— Eu não tenho certeza, vou fazer o teste se minha menstruação atrasar.

Andei até Rosalya, abraçando-a. 

— Vai ficar tudo bem, Rosa. - ela sorriu fraco em resposta, assentindo. Logo ouvimos alguém buzinar do lado de fora.

— Deve ser ele. - Rosa respirou fundo. A acompanhei até a porta, esperando-a entrar no carro do Leigh, que acenou para mim de dentro do carro.

Os vi se afastarem, tendo a sensação de estar sendo observada. Olhei em volta, haviam muitos carros estacionados na rua, nada suspeito. Senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro, não duvidaria se tivesse alguém me espionando, eles precisam ter certeza de que vão contratar alguém de confiança.

Mesmo assim, isso ainda me assusta um pouco.

...

Escutei a porta da sala abrir, chamando minha atenção para a entrada da cozinha.

— Ei, como você tá? - questionei Rosalya enquanto a mesma trancava a porta. 

— Deu negativo. - suspirou pesadamente, se jogando no sofá.

— Uou, que direta. - brinquei, sentando ao lado dela. — Você contou ao Leigh?

— Sim, ele quem comprou o teste. - ela me encarou. — Te retornaram?

Eu assenti, abrindo um sorriso largo. Logo Rosa também se animou.

— Que bom Becky, com certeza você vai conseguir passar por essa parada toda de aptidão física, isso deve ser moleza pra você, já que era da polícia antes, né?

— Bom, a polícia é diferente da CIA, mas acho que vou me dar bem. - dei de ombros. — O pior já passou.

Aproveitei o resto do dia para treinar, caminhei no parque, fiz exercícios, corri, pulei corda, escalei e até nadei. Era melhor estar bem prevenida, não queria correr riscos de perder uma vaga tão cobiçada.

O outro dia veio num piscar de olhos, e quando dei por mim já estava dentro daquele prédio gigante novamente.

— Bom dia, Becky. - Evan se aproximou de mim com um copo de café na mão, me cumprimentando. — Pelo visto você foi selecionada, não é?

— Pois é, estou bem nervosa pra esse teste. - mordi meu lábio inferior, esfregando minhas mãos uma na outra devido à ansiedade.

— Relaxa, você vai se sair bem.

— Schulz! - uma voz masculina ecoou pelo corredor, chamando a atenção de Evan.

— Tenho que ir, boa sorte Becky.

— Obrigada.

Me direcionei para o campo onde ocorreria o tão temido teste de aptidão física, felizmente eu já estava devidamente vestida para os exercícios e não perderia tanto tempo, além de já imaginar o que estava por vir.

Haviam apenas 2 pessoas comigo, pelo visto o processo de seleção havia sido bem rígido. Bloqueei meus pensamentos para coisas fúteis, me concentrando somente nas instruções que o agente estava dando à nossa frente.

...

Morta, essa era a palavra que me definia no momento. Pude sentir todas as minhas células e músculos clamarem por socorro e descanso, eu sequer sentia minhas pernas e braços enquanto andava pela minha casa. Eu pensava que seram exercícios simples mais pesados, mas não foi nada do que eu imaginava. Passei as últimas duas semanas saltando de aviões com paraquedas e arremessando carros contra muros e cercas, além dos exercícios e treinamento de espião.

Assim que eu saí de um longo e relaxante banho, escutei batidas na porta. Suspirei, andando até a porta e abrindo-a.

— Priya? - arqueei uma sobrancelha.

— E Alexy! - Alexy saiu de trás da Priya, vindo me abraçar.

— Ai por favor, tenha piedade dos meus músculos! - me lamentei, fazendo-o se afastar com uma cara preocupada.

— Pelo visto pegaram pesado com você lá, não é? - eu assenti, dando espaço para que eles pudessem entrar.

Caminhei até o sofá, me jogando em cima dele. Era tão bom poder sentir meu corpo relaxar após todo aquele esforço de hoje cedo...

— Vou fazer um chá pra você. - Priya disse, indo até a cozinha em seguida.

— Alexy, não esqueça que ninguém pode saber disso, ok? - ele assentiu, passando o polegar e o indicador pelos seus lábios como se estivesse lacrando-os.

— Minha linda boca é um túmulo. - ele sorriu, sentando-se ao meu lado em seguida. Logo Priya voltou trazendo uma xícara com chá verde, me entregando.

— Obrigada, Priya. - sorri em agradecimento, levando a xícara até minha boca e bebendo um gole do líquido. — E como vai o trabalho de vocês?

Priya e Alexy suspiraram, pelo visto não estava nada fácil para eles também. Após muito tempo de conversa e desabafo de cada um, estávamos parecendo mais um grupo de apoio do que amigos.

A conversa estava voltando a ficar leve aos poucos, até que senti meu celular vibrar no meu colo. Peguei o aparelho enquanto Priya e Alexy conversavam, visualizando o email que havia chegado para mim. Senti meu coração acelerar aos poucos, decidi rolar até o final rapidamente para ver a resposta. As palavras "parabéns", "você" e "selecionada" chamaram minha atenção imediatamente. Eles me escolheram!

— Aconteceu alguma coisa, Becky? - Priya indagou um tanto preocupada. Eu neguei com a cabeça.

— Não, tá tudo bem. - abri um sorriso, ainda sem acreditar em tudo o que havia acabado de ler. Todo o meu esforço havia valido a pena.

Pouco tempo depois os dois se despediram de mim, indo embora. Suspirei aliviada, eu mal conseguia conter aquela sensação que crescia dentro de mim e aquecia meu peito.

...

Não consegui dormir direito essa noite, deixei a ansiedade e a tonelada de pensamentos me dominarem por completo. Encarei mais uma vez a tela do meu celular, eu já estava naquela sala há mais de meia hora e ninguém havia aparecido ainda. Olhei em volta, observando a pequena plaquinha sob a mesa que continha o nome da diretora da CIA.

Escutei a porta ser aberta atrás de mim, rapidamente ajeitei a postura e senti meus dedos formigarem com o nervosismo.

— Bom dia, senhorita Stuart. Dei uma olhada nos relatórios que fizeram sobre você, confesso que fiquei impressionada. Trabalhou para a polícia de Nova York por 5 anos? - a mulher que aparentava ter pouco mais de 50 anos andou pela sala, sentando-se de frente para mim. Seus fios castanhos escuros estavam presos em um perfeito coque, e seu olhar exalava confiança e superioridade.

— Sim, eu sempre sonhei em seguir por esse caminho. Estou realmente feliz por estar aqui e poder fazer parte do time.

Ela sorriu em resposta, fazendo um sinal para que mais alguém entrasse na sala.

— Provavelmente você já deve ter esbarrado com um dos nossos melhores agentes pelo prédio, não é?

Olhei para Evan, que parou ao lado da mesa de Haspel, que permanecia com um sorriso perfeitamente desenhado em seus lábios. Assenti em resposta, estranhando a situação.

— O agente Schulz será seu supervisosor aqui, treinando-a arduamente para que finalmente possamos reconhecê-la como uma agente oficial da CIA.

Me pergunto se ele já sabia disso.

— Bom, estão dispensados. Toda sua, Schulz.

Assenti e levantei, seguindo Evan para fora da sala.

— Você sabia disso? - foi a primeira coisa que eu consegui dizer assim que nos distanciamos daquela sala. — Pelo visto sim, não é? Estava tentando descobrir mais sobre minha vida?

— Eu estava apenas fazendo o meu trabalho, ok? - virou-se para mim, sério. Cruzei os braços, o encarando furiosa. — Com o tempo você vai entender que para permanecer aqui terá que se acostumar a fingir durante a maior parte do tempo.

Ele não me deixou responder, apenas deu meia volta e continuou andando. Evan me mostrou todo o prédio e me apresentou para algumas pessoas, o que levou alguns longos minutos visto que o prédio era gigante.

— E aqui é nosso destino final, onde a magia acontece. - paramos de frente a uma porta automática, eu o olhei confusa. — Estou acostumado a ser um agente solo, mas iremos trabalhar juntos e eu vou te ensinar tudo o que precisa saber. - Evan tirou um cartão de seu bolso, estendendo em minha direção. Encarei o crachá nas minhas mãos, minha foto estava nele junto com meu nome e minhas credenciais.

Evan passou o seu cartão na porta, que abriu automaticamente, revelando uma outra sala com alguns computadores.

— Você trabalha totalmente sozinho? - franzi a testa, olhando em volta. Ele assentiu, sentando em uma das cadeiras e digitando algo em um dos computadores que pareciam ser de última geração.

— Sim. Demorei pra entender que aqui temos que trabalhar por nós mesmos. - me encarou por um breve momento, voltando a prestar atenção na tela à sua frente. — Eu espero que você saiba o que está fazendo, os agentes daqui não costumam ter uma vida pessoal agitada. Às vezes passamos anos fora em busca de uma informação e acabamos voltando de mãos vazias.

Evan levantou da cadeira, destrancando um armário e pegando algumas coisas. Olhei em volta novamente, provavelmente essa sala era o escritório dele, ou algo desse tipo. Haviam alguns retratos seus com uma mulher um tanto mais velha, em um deles ele estava beijando seu rosto e ela tinha um sorriso deslumbrante em seus lábios. Presumi que fosse sua mãe, já que os dois eram bem parecidos.

— Toma. - chamou minha atenção de forma grosseira, me estendendo uma arma e um distintivo.

— Eu achei que estivesse em treinamento. - peguei a arma e o distintivo, ainda confusa.

— Confio em você, sei que não vai fazer nada estúpido. Além disso, eu acredito que essas coisas só se aprende na prática. - fechou o armário, virando-se de frente para mim. — Arrume suas malas e me espera na sua casa. Vou te levar para sua primeira missão, Becky.


Notas Finais


Espero que tenham curtido, me perdoem se tiver algum erro
Até mais xoxo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...