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História The Dark Side of Red - Capítulo 8


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Notas do Autor


Uma boa tarde nessa tardezinha preguiçosa de domingo <3
Boa leitura e desculpem qualquer erro, sempre tem algo que acaba passando batido :/

Capítulo 8 - Pequenos momentos geram grandes lembranças


Fanfic / Fanfiction The Dark Side of Red - Capítulo 8 - Pequenos momentos geram grandes lembranças

Acordei sentindo uma enorme dor de cabeça me consumir à medida que eu tentava me acostumar com a claridade do ambiente em que eu estava, me fazendo resmungar baixo. Pisquei algumas vezes, vendo algumas agulhas perfurando meu braço e algumas máquinas ligadas em mim. Suspirei, fechando os olhos novamente, pelo menos eu estava viva.

Um som de ronco me assustou, me fazendo direcionar o olhar para a cadeira do outro lado daquele quarto branco, que estava ocupada por um Castiel totalmente adormecido. Não pude conter um sorriso fraco, relaxando os músculos e me ajeitando na cama. 

— Psiu - tentei acordá-lo. — Ei, ruivo!

Castiel levantou a cabeça, assustado. Assim que ele me viu, levantou e veio em minha direção, um tanto desnorteado.

— Eleanor, como você está? - perguntou em um tom preocupado.

— Com a sensação de ter sido atropelada por trinta caminhões de concreto. - suspirei, encarando-o. — O que aconteceu?

— Eu não sei, nós te perdemos e então continuamos na cidade para te procurar. Eu estava em uma padaria pedindo algumas informações, até que você chegou lá totalmente pálida e... Parecia que você estava morrendo, Eleanor. Você desmaiou e te trouxemos pro hospital.

Assenti, mesmo que eu não conseguisse lembrar exatamente do que aconteceu, fiquei feliz de ter aguentado tempo o suficiente para buscar ajuda. Me lembrei dos efeitos que senti, principalmente as alucinações que eu tive com o Castiel... Por que eu tinha imaginado aquilo?

— Eu realmente tive medo de que... - Castiel franziu a testa, pude perceber que algo o estava perturbando. Levei minha mão até seu rosto, acariciando sua bochecha, Castiel estranhou  o gesto mas não se manifestou. Percebi que meus pulsos estavam enfaixados, me fazendo lembrar do momento em que eu escapei. — O que aconteceu?

— Um deles conseguiu me pegar e me levaram para um galpão, eu acho... Eles injetaram algo em mim, não sabia o que era. - disse superficialmente, não podia contar toda a verdade para Castiel, muito menos falar que fiquei cara a cara com Conrad.

— Os médicos disseram que seu corpo estava quase totalmente tomado por uma substância que eu nunca ouvi falar... - Castiel franziu a testa. — Era como se você estivesse tendo uma overdose.

Eu assenti, se eu falasse mais alguma coisa era capaz de me entregar. Esse era o efeito da tal droga, o que era pra ser algo pra facilitar os interrogamentos, virou instrumento de tortura e morte.

A porta se abriu, uma enfermeira entrou no quarto e começou a mexer nas máquinas, as ajeitando e escrevendo em sua prancheta.

— Está sentindo alguma dor? - ela perguntou sem tirar os olhos do papel.

— Não muita, é mais como se fosse uma leve ressaca, pra falar a verdade. - Castiel riu da minha resposta, balançando a cabeça em negação. — Eu vou poder sair daqui logo?

— Iremos te deixar em observação por mais algumas horas, logo te trocaremos de quarto. - assenti e ela se retirou.

Voltei a olhar para o Castiel, que permaneceu me observando.

— O que foi? - perguntei, ele suspirou, abaixando o olhar.

— Eu... Não sei, só tive medo.

Castiel sentou na cama e eu levei minha mão até seu antebraço, acariciando-o na tentativa de tranquilizá-lo. O ruivo me olhou, abrindo um sorriso fraco.

Lembrei do que Conrad havia me dito quando eu estava presa, eu precisava entrar em contato com a Eleanor, seja lá quem ela for. Eu até poderia tentar falar com o Evan, mas talvez ainda não seja necessário, primeiro vou tentar encontrar sozinha.

...

Assim que o carro parou, vi a minha porta ser aberta e Alexy estender a mão para me ajudar, me fazendo revirar os olhos enquanto eu saía de dentro do carro.

— Olha, eu estou bem, não precisa disso tudo. - comentei enquanto andava até a entrada da casa, acompanhada de Alexy e Rosalya.

— Você acabou de sair do hospital, não está nada bem. - Rosalya se manifestou enquanto eu me sentava no sofá, abrindo meu notebook. Suspirei pesadamente, eu não sabia nem por onde começar a busca pela tal Eleanor. — É sério mesmo que você vai trabalhar?! Qual parte do "você precisa repousar" que o médico disse você não entendeu, Becky?

Revirei os olhos, ignorando-a. Alexy foi até a cozinha e o ouvi mexer nas panelas, provavelmente ele iria fazer almoço. Abri tudo o que eu tinha acesso, tanto da CIA quanto do FBI, seria uma longa busca.

Já havia anoitecido quando percebi que aquilo seria em vão, não tinha nenhuma pista que pudesse me levar até Eleanor, não sozinha, Evan havia feito um bom trabalho. Suspirei derrotada, encostando no sofá e encarando o teto tentando pensar em alguma coisa, com certeza aquele cara viria atrás de mim de novo e eu precisava ter o que ele queria, seja lá o que fosse.

Peguei meu celular, observando a tela apagada, até que algumas batidas na porta me chamaram atenção. Ia levantar do sofá, mas o olhar de reprovação lançado por Rosa me fez ficar parada no mesmo lugar enquanto a mesma foi até a porta, abrindo-a.

— Boa noite! - espera, essa é a voz da Íris? Rosalya sorriu enquanto abria mais a porta, dando espaço para Íris, Nathaniel, Sophia e Castiel, o que me deixou um tanto surpresa. — Eleanor!

Ela veio em minha direção segurando algo que estava cheirando muito bem, o que me deu fome. Íris se inclinou para me abraçar com o seu típico sorriso animado, se eu não a conhecesse diria ser uma irmã perdida de Rosalya.

— E aí, como você está? - Castiel sentou ao meu lado enquanto todos conversavam na sala, comendo alguns petiscos que Íris havia trazido.

— Estou bem, me sinto como se nada tivesse acontecido. - sorri fraco para Castiel, que retribuiu o sorriso levando o copo de cerveja até os lábios. — Isso não é legal de se fazer, me deixar na vontade sabendo que não posso beber.

Castiel riu enquanto balançava a cabeça em negação, encarando suas mãos que estavam apoiadas em seu colo, segurando o copo pela metade. Olhei em volta, Rosalya e Alexy pareciam ter gostado deles, todos estavam conversando animados e felizes. Não pude deixar de notar a proximidade entre Nathaniel e Sophia, que vez ou outra trocavam olhares um com o outro.

— Eu pensei que esses dois nunca iriam andar pra frente em relação ao outro, pareciam duas pedras. - Castiel comentou, olhando na mesma direção que eu.

— Fico feliz que eles estejam se entendendo. - disse e virei minha cabeça para olhá-lo novamente, ele fez o mesmo.

— Tem alguma área aberta por aqui? - Castiel perguntou e eu assenti, ele se levantou deixando seu copo já vazio na mesinha de centro e estendeu a mão para me ajudar a levantar também.

— Ah, qual é. E não quebrei nada, estou bem!

Ele continuou me encarando com cara de poucos amigos, me fazendo revirar os olhos e aceitar a ajuda para levantar do sofá. Andei em direção à varanda, sendo seguida pelo ruivo que tirou um cigarro de sua calça, acendendo-o com um isqueiro. Me lembrei do isqueiro que ele havia deixado cair e que literalmente salvou minha vida, mas não quis falar sobre isso, guardaria aquele objeto para mim.

Apoiei meus braços no vidro que cercava a área da varanda, tendo apenas uma parte aberta que dava acesso ao quintal.

— Sua casa é bem bonita. - Castiel comentou, expulsando a fumaça de seus pulmões. Percebi que ele me olhava de canto, mesmo que meu olhar estivesse direcionado à água da piscina logo a frente.

— Obrigada. - escutei risadas altas vindas da sala, me fazendo virar e apoiar as costas no muro baixo enquanto eu observava o pessoal que estava do lado de dentro. Olhei para Íris, e logo uma ideia me veio à cabeça. - Eu já volto.

O ruivo assentiu, olhando para o céu enquanto eu me afastava, voltando para a sala e parando ao lado de Íris.

— Eleanor? Tá tudo bem?

— Na verdade eu preciso de um favor seu. - apontei para a cozinha, logo ela entendeu que eu queria conversar com ela em particular. Íris se levantou, me seguindo até a cozinha e parando de frente para mim.

— Pode falar, Eleanor. Do que você precisa?

— Eu queria... Encontrar uma pessoa. - ela me olhou confusa. — É algo muito, muito pessoal, sabe? Eu só queria saber se você podia me ajudar...

— Bom, eu posso te emprestar o meu tablet, lá tem um programa que pode te ajudar. Eu te ensino a transferir os dados que você conseguir para um pendrive e apagar todo o registro, assim você pode ficar mais tranquila. - ela sorriu gentilmente, e eu assenti. - Ele tá na minha bolsa, já que viemos direto do trabalho.

— E não vai te fazer falta?

— Não se preocupa, eu tenho outros programas que podem substituí-lo durante o tempo em que ele estiver com você. - Íris piscou para mim, saindo da cozinha e indo em direção à sua bolsa que estava em um canto da sala, pegando seu tablet e o ligando.

Íris me ensinou a usar todos os recursos do programa, transferir os arquivos e apagar tudo o que eu tiver achado depois de transferir, o que me vai me ajudar muito.

— Prontinho, agora é só usar. Ele pode levar um tempo para achar os resultados se a pessoa for muito difícil de encontrar, mas assim que ele achar algo irá fazer um som bem alto.

— Obrigada, Íris, você é um anjo. - ela sorriu, percebi que os outros estavam indo em direção à porta. — Ei, já vão?

— Já está ficando tarde, e ainda temos que trabalhar amanhã. - Nathaniel disse assim que me aproximei deles. - Espero que se recupere logo, você faz falta no campo.

Você faz falta no campo - Castiel debochou, me fazendo rir. — Puxa saco.

Nathaniel revirou os olhos, me despedi de todos e fechei a porta, voltando para o sofá. Peguei o tablet de Íris, abrindo o programa e respirando fundo antes de tomar coragem e escrever o nome na barra de pesquisa, sentindo a tensão tomar conta de mim. Como eu já esperava, a busca levaria algum tempo, nessa hora xinguei o Evan de todos os nomes possíveis por ter escondido-a tão bem.

Deixei o tablet de lado, vendo Alexy se aproximar e sentar ao meu lado.

— Oi...

— Aconteceu alguma coisa Alexy? - perguntei em um tom preocupado, ele parecia estar chateado. Nós mal conversamos desde que chegamos nessa casa, e eu também não quis forçar a barra, sabia que ele ainda estava chateado por eu não ter aparecido em seu casamento.

Alexy suspirou, encarando suas mãos enquanto brincava com seus dedos.

— Olha Becky, eu fiquei muito triste porque você não apareceu, eu diria até que fiquei decepcionado. Mesmo depois da cerimônia e da festa, eu tinha esperanças de que você pudesse aparecer, eu... Quando a ficha caiu, eu tive raiva. - ele me encarou. - Raiva por você não ter cumprido com a sua palavra, por ter colocado seu trabalho acima dos seus amigos, acima das pessoas que sempre estiveram com você.

— Alexy, eu sei que foi difícil, pra mim também foi... Eu não consigo nem imaginar o quão triste você deve ter ficado. Me desculpa.

— Eu só quero dizer que agora, vendo o que você passa e depois de quase ter te visto morrer, eu entendo.

O encarei confusa enquanto ele mantinha um sorriso fraco nos lábios.

— Quero que saiba que eu te desculpo, agora eu pude perceber o quão importante isso aqui é pra você, que mesmo correndo tantos riscos continua seguindo com ele. É a sua vida, eu não tenho o direito de ficar bravo com você por isso, Rosa e eu vimos o quanto se esforçou para chegar onde você está agora, nós que te apoiamos durante toda a sua jornada. - Alexy segurou minhas mãos contra o seu peito. - E eu vou continuar te apoiando, sempre.

Não pude conter as lágrimas que escorreram pelo meu rosto, eu me senti tão aliviada. O puxei para um abraço, o apertando forte enquanto deixava o choro sair como se eu fosse um bebê.

— Obrigada, Alexy, você não sabe o quanto isso é importante pra mim. - disse ao me afastar. — Você também pode contar comigo, sempre.

— Eu sei. - ele abriu mais seu sorriso, percebi que seus olhos estavam marejados. — Vem cá, sua boba. - disse e me puxou para outro abraço.

Eu nunca havia me sentido tão aliviada em toda a minha vida.

...

— Aonde vão? - perguntei à Rosa e Alexy, que estavam muito bem arrumados. — Aposto que todos os vizinhos do quarteirão devem estar sentindo o perfume de vocês.

Rosalya revirou os olhos, voltando a retocar sua maquiagem.

— Vamos apenas pra uma balada no centro, você vai ficar bem? - Alexy perguntou preocupado.

— Claro que sim, vocês sabem que estou bem. Podem aproveitar a noite de vocês.

— O táxi! - Rosalya alertou ao escutar buzinas do lado de fora. — Vamos Alexy. Até mais tarde, Becky, prometemos não voltar muito tarde. Beijos!

Os dois saíram pela porta, me deixando sozinha na sala com a TV ligada. Balancei a cabeça em negação, sabe-se lá o que esses dois estariam aprontando lá fora. Voltei a assistir o filme, já que foi a única coisa que me restou nessa deprimente noite de sexta feira.

Após alguns minutos escutei batidas na porta, me fazendo resmungar baixo enquanto me levantava para abri-la.

— Não vai me dizer que esqueceram alguma coisa? - abri a porta, percebendo que não era nenhum dos dois que haviam acabado de sair. — Castiel?

Ele não disse nada, apenas se aproximou de mim, me pegando de surpresa ao sentir seus lábios contra os meus. Castiel me empurrou levemente para trás, fechando a porta atrás de si sem interromper o beijo, nos levando em direção ao sofá.

Nossas línguas brigavam por espaço na boca um do outro em um beijo ardente, que começou a despertar sensações estranhas dentro de mim, principalmente um frio na barriga que eu jamais pensei que sentiria outra vez desde que deixei de ser adolescente.

Castiel me deitou no sofá, ficando por cima de mim e separando nossos lábios. Encarei suas íris acizentadas, pude ver o desejo puro contido nelas. O ruivo tirou minha blusa, percorrendo o olhar pelos meus seios ainda cobertos com o sutiã. Agarrei sua nuca, puxando-o para outro beijo enquanto ele desabotoava meu sutiã, jogando-o pela sala e deixando meus seios expostos. Senti uma de suas mãos apertar minha bunda com força e seus beijos descerem até meu pescoço, me deixando arrepiada e aumentando ainda mais o meu desejo por ele.

Deixei um suspiro de prazer escapar de meus lábios quando Castiel tocou um dos meus seios, acariciando-o e chupando-o com vontade. Fechei meus olhos, aproveitando aquela sensação tão prazerosa.

Quando voltei à mim, Castiel e eu já estávamos completamente sem roupa, ele me olhava como se fosse um caçador prestes a devorar sua presa. Senti seus beijos em meu pescoço novamente, dessa vez com direito a leves mordidas e chupões. Arqueei minhas costas quando senti seus dedos em minha intimidade, me fazendo gemer baixo. Sua outra mão começou a passear pelo meu corpo suavemente, descendo do meu pescoço e passando pelos meus seios, barriga e cintura, parando na minha coxa e apertando-a com firmeza, fazendo aumentar ainda mais o calor e o desejo que surgiam dentro de mim.

Mesmo de olhos fechados, pude sentir seu olhar sob meu corpo, desejando-o. Não demorou muito mais até senti-lo dentro de mim, mordi meu lábio inferior e arqueei minhas costas diante daquela sensação de prazer que tomava conta do meu corpo conforme Castiel começava a movimentar seu quadril de forma lenta e distrubuía leves beijos pelo meu torso, me deixando com vontade de mais.

Senti seus lábios contra os meus iniciando um beijo lento e prazeroso, nossas línguas deslizavam uma contra a outra em uma briga por espaço na boca do outro, tão intenso a ponto de tirar o fôlego. Castiel parou o beijo, mordendo meu lábio inferior e o puxando de leve, sem parar seus movimentos.

Entrelaçei minhas pernas ao redor da sua cintura, fazendo-o ir mais fundo. Levei minhas mãos até suas costas, arranhando sua pele na tentativa falha de descontar o meu prazer e o calor que se formava em meu ventre e subia, espalhando-se pelo meu corpo a medida que o sentia entrar e sair de dentro de mim.

Castiel aumentou o ritmo, e dessa vez eu já não conseguia mais controlar os gemidos que ecoavam pela sala. As mãos dele repousaram em minha cintura, apertando-a com firmeza, me fazendo perceber que ele já estava chegando ao limite. Apertei mais as minhas pernas ao redor do seu corpo, e logo senti como se eu tivesse ido ao paraíso por poucos segundos.

O corpo de Castiel relaxou enquanto ele se deitava no espaço ao meu lado, deixando seu braço em volta da minha cintura. Virei minha cabeça em sua direção para poder olhá-lo, ele tinha um sorriso em seus lábios. Acariciei seu rosto suavemente com a ponta dos meus dedos, fazendo com que seus olhos fechassem. Eu sentia algo estranho dentro de mim toda vez que o olhava, era confuso de descrever.

— O que foi isso? - perguntei ainda tentando regular a respiração ofegante, Castiel voltou seu olhar para mim.

— Não sei... Não faço ideia do que você fez comigo, Eleanor. Mas é uma sensação muito boa.

Ouvir aquilo fez eu me sentir mal. Mal por estar mentindo sobre quem eu era, por estar apenas o usando, mesmo que eu sentisse algo por ele que eu não conseguia distinguir o que era. Que droga de sentimento é esse?

"Não era pra isso ter acontecido."

— Tá tudo bem? - senti a mão de Castiel em meu rosto, me fazendo abrir um sorriso fraco.

— Tá sim. - beijei sua mão que ainda estava acariciando minha bochecha. — Precisamos subir, não quero correr o risco de Rosa e Alexy nos pegarem nús no sofá.

Castiel concordou, levantando do sofá e vestindo sua cueca boxer preta.

— Não seria uma visão ruim, eu sou um deus. - disse com seu jeito convencido, me fazendo revirar os olhos. Vesti pelo menos minhas roupas íntimas, pegando o resto e subindo com Castiel para o meu quarto. — Não sei por que você se vestiu.

Eu o encarei confusa, até que o vi se aproximar de mim e me agarrar pela cintura, me puxando contra seu corpo e distribuindo leves beijos pelo meu pescoço.

— Quero você a noite toda. - sussurrou em meu ouvido, senti meu coração bater mais forte e meu corpo se arrepiar por completo. Em seguida, Castiel juntou nossos lábios em um beijo lento e com ainda mais desejo do que antes, se é que isso fosse possível.

E eu aproveitaria cada segundo ao lado dele essa noite.


Notas Finais


Ahh, o amor 🥰
Até sábado, seus lindos <3


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