História The Dead Inside - Capítulo 1


Escrita por: e Darkmadhatter

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Interativa, Sobrevivencia, Zumbi
Visualizações 474
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nada de diferente para aqueles que já leram o começo dessa história. Os próximos capítulos reservam novas emoções!

Capítulo 1 - Washington vai cair!


Fanfic / Fanfiction The Dead Inside - Capítulo 1 - Washington vai cair!

Eram dezesseis horas, o movimento no restaurante não era muito grande, apenas alguns hóspedes se serviam de bebidas no bar. Dylan queria sair dali e ir para casa, olhou para o relógio impaciente, mas ainda lhe faltava muito tempo de serviço. Facilmente distraiu-se com a televisão que ficava apoiada perto às prateleiras com inúmeros copos de formatos distintos e peculiares.

— O Departamento de Polícia exige que todos voltem para suas casas imediatamente. Em cerca de quatro horas todas as ruas da cidade de Washington serão interditadas. — anunciava a repórter do noticiário. Confuso, tentou processar em sua mente o que poderia estar acontecendo.

— Aposto que é um serial killer. — disse Martin quando percebeu que o amigo prestava atenção na televisão. Estava segurando uma bandeja recheada de pratos e copos sujos e ao passar por Dylan deu um breve sorriso irônico que ignorou o ato completamente.

— Temos que avisar isso ao Anthony. Ser liberado mais cedo em plena quarta-feira... — acrescentou Dylan seguindo-o até a cozinha. Antes que ele pudesse terminar a frase, foi interrompido.

— Eu ouvi o meu nome? — perguntou Anthony com um semblante preocupado e inquieto. — Pessoal! — falou em alto e bom tom para que todos olhassem para ele. — Vocês devem ter ouvido no noticiário, todos estão dispensados de seus afazeres por hoje. Eu sugiro que deem carona para amigos que moram próximos às suas casas, não queremos causar mais trânsito. Além disso, quem depende de transporte público é melhor que passem essa noite aqui e amanhã de manhã voltem para suas respectivas residências. É isso, boa noite a todos.

Algo de ruim estava acontecendo na cidade e Dylan pressentiu isso, mas a maioria dos funcionários não pareciam estar preocupados. Todos saíram do estabelecimento quase que instantaneamente, as ruas se encheram de veículos e pessoas. O rapaz e seu amigo Martin deram início a viagem a pé, já que dividiam um apartamento há duas quadras do hotel onde trabalhavam. Pelas ruas, os dois viram um tumulto sendo criado e o som de um tiro vindo da rua North Capitol.

— Eu falei que era um serial killer! — Sem pensar, jovem correu para ver o que era.

— Martin! Vamos para casa, cara. Se for um assassino, você está morto! — gritou Dylan, mas ele não parecia ouvir, a curiosidade era maior. Não queria dar atenção ao amigo curioso, só que sabia que tudo que conquistara até ali foi com ajuda dele, deixá-lo na mão agora seria um erro.

Atravessaram a rua Mendel e conseguiram ter visão dos fatos que tinham ocorrido. A cena era inacreditavelmente absurda: um homem estava chorando com uma arma na mão, seus joelhos estavam ao chão e logo a frente tinha o corpo de uma mulher estirado. Ele falava coisas sem sentido em meio aos soluços incessantes. Um mar de pessoas assustadas já cercavam o lugar e se perguntavam quem era ele, o que fez e por quê, mas tudo entre si. Martin que tinha parado bruscamente quando se deparou com aquilo tudo veio com as duas mãos na cabeça. Seu rosto parecia confuso, com a voz trêmula direcionou-se para Dylan:

— Eu conhecia ela... — Foi tudo o que conseguiu dizer. Olhou para o amigo procurando amparo.

Ambos estavam desnorteados, as palavras eram escassas, então o silêncio dominou o ambiente por alguns segundos até a polícia chegar. Dois homens de fardas pretas saíram da viatura e pediram aos pedestres que fossem para suas casas assim como no noticiário. Isso não impediu que perguntas fossem devidamente feitas.

— Não temos muitas informações. Por agora, eu peço que respeitem e sigam essas ordens. É para vossa segurança. — O clima ficou mais denso com essa fala, algo estava errado e nem mesmo os guardas sabiam o que era.

Não tinha o que fazer, a única alternativa era processar isso tudo em algum lugar seguro, que claramente não era ali. Dylan observava o colega com certo pudor, não sabia o que fazer ou falar, afinal falar sobre sentimentos ou confortar alguém sobre eles não era seu forte. Continuou calado até o momento que Martin não suportou mais e acabou desmaiando. Os dois oficiais foram prestar ajuda ligando diretamente para uma ambulância que em menos de trinta minutos já estava no local. Sugeriram que Dylan não os acompanhasse, o hospital estava lotado e mais pessoas só iria atrapalhar o trabalho dos médicos. O jovem consentiu e afirmou que iria buscá-lo no dia seguinte caso estivesse melhor.

[...]

Passaram-se alguns dias e as ruas permaneceram interditadas pelos policiais. As pessoas faziam pequenos protestos ao redor da cidade, alegavam estarem sendo manipulados e queriam respostas. Alguns pediam para voltar para seus postos de trabalho, mas sempre sem sucesso. O presidente veio a público anunciar que o mundo inteiro estava passando por uma crise, mas que o governo americano iria tomar providências para que não agravasse a situação, principalmente em seu país. Martin ainda estava no hospital, disseram que ele estava sofrendo de estresse pós-traumático e demoraria a se recuperar depois de testemunhar aquela cena assustadora. Dylan não podia visitar o amigo.

A população começou a ter limitações e regras para cumprir. Haviam vigilantes nas ruas que controlavam a circulação de pessoas, cada família tinha direito a sair uma vez por dia para pegar alimentos no mercado mais próximo. Nada era cobrado com dinheiro, todos tinham uma cota de alimentos fornecidos pelo próprio Estado. Além disso, uma vez por semana era possível pegar alguns remédios ou outros suprimentos. O atendimento médico foi reduzido, poucas pessoas podiam usufruir desses cuidados hospitalares. Os meios de comunicação começaram a ficar sem sinal, os cidadãos estavam enfurecidos e iriam se rebelar.

Era comum em toda a América o porte de armas de fogo, assim de boca em boca a notícia foi se espalhando. "Washington vai cair!" diziam enquanto saiam de suas casas armados até os dentes, os oficiais não puderam fazer nada, abrir fogo contra mais de cem civis armados era tolice. Dylan observava da janela o alvoroço sendo criado, conseguia ouvir os gritos de guerra que pediam ao governo explicações e reivindicavam suas liberdades.

Os vigilantes chamaram reforço imediato, o conflito passou a ficar cada vez mais sério. Ambas as partes não conseguiam dialogar, eles queriam sangue. Foi o que tiveram. Um dos protestantes iniciou o tiroteio, a gritaria e o barulho se espalharam rapidamente por toda capital. Mortes e desespero tomaram conta de Washington. Certamente, não demorou muito até a revolta ser contida. O poder bélico dos guardas era infinitamente maior, alguns se renderam e outros sucumbiram. E novamente os habitantes estavam presos.

A escassez de tratamentos médicos fez com que pessoas morressem em suas próprias casas, mas dessa vez algo estava diferente: elas voltavam a vida alguns minutos depois que seus batimentos cardíacos paravam. Talvez fosse um milagre, caso eles não acordassem com uma vontade constante de morder os outros. Era instintivo, como se fossem canibais. Na maioria das vezes, tiravam pedaços e também não respondiam mais, a única coisa que se ouvia eram grunhidos e gemidos doentios. Os que eram mordidos, depois de algumas horas morriam e eram transformadas naquilo. A epidemia espalhou-se rapidamente. Em poucos dias, "os mordedores", como eram chamados, já faziam parte de cerca de quarenta por cento dos habitantes.


Notas Finais


➟ Jornal com informações: http://socialspir.it/10926909

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