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História The Deal - Changki - Capítulo 20


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Capítulo 20 - Vigint


Kihyun já estava pronto apenas esperando por Changkyun, carregava junto dele a mochila com algumas roupas e seu notebook, já que o mais novo havia o convencido a passarem mais um final de semana juntos. Os pais nem fingiram surpresa quando o filho avisou que voltaria apenas no domingo à noite, eles já estavam se acostumando com as saídas do filho com o namorado. Kihyun sabia que poderia estar exagerando, mas Changkyun conseguia ser bem persuasivo quando queria e ele simplesmente não conseguia dizer não e suspeitava que bem lá no fundo não queria também.

Quando chegaram no evento perceberam que ele havia sido muito bem divulgado, havia muita gente circulando pela pequena feira que havia sido improvisada no pátio da faculdade. Algumas barracas vendiam livros por um preço baixo, comida e outras tranqueiras, esse aglomerado de barracas criava um corredor não muito longo até próximo os auditórios onde alguns eventos que haviam sido organizados pelo curso aconteciam.

Kihyun e Changkyun caminharam pela pequena feira lado-a-lado, o evento dava uma sensação gostosa dos pequenos festivais de rua que costumava frequentar durante a infância, caminhou de mãos dadas com Changkyun enquanto olhavam o que estava disponível para venda nas barraquinhas. O Im contava sobre alguma de suas várias histórias sobre a infância, de quando se perdeu de sua avó no mercado e ela simplesmente voltou para casa sem nem se dar conta da falta do neto.

— Você tem certeza de que ela te esqueceu mesmo? — Kihyun provocou e Changkyun o empurrou se força.

Continuaram o caminho até o primeiro auditório, lá teriam algumas apresentações do grupo de teatro de uma faculdade vizinha baseados em alguns livros clássicos, eles ficariam nas duas primeiras, que eram as quais Jihoon havia ajudado a escrever o roteiro e, apesar de ele não ser do curso de literatura, ele havia feito um ótimo trabalho. Changkyun havia ficado animado com a peça e havia passado bons minutos elogiando a performance, Kihyun gostava de vê-lo daquele jeito, animado.

Já fazia um tempo que vinha sentindo aquele aperto no peito sempre que o via tão animado, sempre que o via de perto, e apesar de saber o motivo de tanta dor, vinha ignorando-a obstinadamente, não tinha que se preocupar com o futuro, sua única alternativa era olhar para o agora. E o agora era lindo, a risada que os envolvia, a música que escutavam, os beijos que trocavam ocasionalmente, tudo com Changkyun parecia mais bonito no fim das contas.

— Vamos para o centro de convivência. — O mais novo agarrou sua mão o tirando do pequeno transe que havia entrado, estava sorridente e animado tal qual uma criança, isso fazia o coração de Kihyun disparar ainda mais, seu sorriso era o principal responsável por seus devaneios.

— O show ao vivo?

— É, isso mesmo. — Respondeu. Quando chegaram, alguns homens tomavam seus lugares timidamente, uma pequena multidão se reunia um pouco curiosa com o que aconteceria em seguida, eles parecia um pouco perdidos. — O baterista é o Hyunwoo.

— Ah... — Kihyun respondeu sem associar o nome a pessoa, já havia ouvido aquele nome antes. — Ah! Seu advogado? Uau, dessa eu não sabia.

Changkyun sorriu orgulhoso passando os dois braços em torno do tronco do mais velho e apoiando a cabeça em seu ombro, fechou os olhos com força deixando com que o perfume de Kihyun invadisse seu olfato, o inebriando. A vocalista da banda disse algumas palavras antes de apresentar os integrantes e começarem a tocar a melodia.

— Eu amo essa música. — Disse um pouco depois da melodia um pouco melancólica tomar conta do espaço, se não estivessem tão perto provavelmente sua voz não seria ouvida, mas Kihyun havia escutado com clareza.

A música era triste, melancólica, a guitarra parecia trazer um sentimento de desespero que mexia intensamente com Kihyun e seu solo parecia o acertar como um caminhão. Changkyun mantinha os olhos fechados enquanto a música parecia percorrer todo seu corpo, sentir Kihyun tão perto nunca havia sido tão reconfortante. A banda tocou outras músicas depois daquela, mas ambos não ficaram mais tempo e foram ver as outras coisas.

— Não sabia que seu advogado fazia parte de uma banda, isso é legal né?

— Acho que é um modo dele se compensar. — Deu de ombros, mas Kihyun não parecia ter entendido bem o que aquelas palavras significavam. — Ele não queria ser advogado, mas os pais dele conseguiram enfiar na cabeça dele que nãos e dá para viver de sonhos.

Temos que ser realistas. — Completou depois que Changkyun pareceu ter terminado.

— Eles são seus pais também? — Riu e o mais velho o acompanhou.

— Não, mas eu já ouvi isso algumas vezes, então eu meio que entendo. — Comentou despreocupado. — Não faça essa cara, o conselho não foi para mim.

— Cara? Que cara?

— Essa cara de pena. — Riu empurrando-o. — Vamos na barraca de livros antes que os melhores acabem.

Passou uma das mãos ao redor do antebraço de Changkyun o puxando até uma das barracas e se perdeu nos poucos metros quadrados que eram completamente dominados por livros que iam dos romances mais água com açúcar até as mais variadas ficções-cientificas. Quando foram embora, Kihyun carregava algumas sacolas nas mãos e falava animado dos preços dos livros enquanto casualmente agarrava a mão de Changkyun.

Quando estavam próximos do carro, o mais novo o encarou, repassando toda a semana em sua mente, estavam juntos a três meses e isso era novo para ele. Nunca havia ficado tanto tempo com uma pessoa sem brigas, sem um sentimento de pesar ocupar o peito, as coisas com Kihyun eram leves e tranquilas o que deixava tudo mais fácil, e acreditava que o fato de estarem juntos por um contrato não era o que tornava as coisas mais fáceis.

— A gente vai ficar de pé aqui fora? — Kihyun perguntou balançando a mão em frente ao seu rosto, Changkyun sorriu depois de voltar a órbita. — Tô esperando garanhão.  — O mais novo agarrou o rosto dele e se aproximou o beijando, pegando-o de surpresa. — Eu posso saber o motivo?

— Pode, mas não vai. — Deu outro selar, finalmente destrancando o carro e dando a volta para poder entrar.

O caminho de volta havia sido regado por conversas, Kihyun parecia mais animado que o convencional, talvez estivesse feliz pela quantidade de livros que havia conseguido comprar, seja lá por qual motivo fosse, era bom vê-lo daquela forma. A conversa ainda continuou depois que chegaram na casa de Changkyun, o mais velho parecia ainda mais desinibido que algumas semanas, vez ou outra deixava com que seu humor ácido marcasse presença na conversa e isso fascinava Changkyun.

Eles estavam juntos a bastante tempo para saberem muito um do outro e ele já havia percebido o quanto Kihyun parecia ser mais acanhado em relação a conversas expansivas e nem mesmo a bebida havia sido capaz de soltar esse seu lado, não totalmente. Changkyun havia achado que o seu mais fundo fosse quando disse deliberadamente que gostaria de fazer sexo com ele, e talvez até fosse mesmo, mas tinha que admitir que preferia aquela parte e se sentia sortudo por alguma forma ter tido acesso a esse Kihyun de forma natural.

— Eu odeio quando você me olha assim.

— Assim? — Changkyun perguntou se aproximando.

Kihyun estava sentado na banqueta próximo ao balcão, as mãos do mais novo foram a sua cintura instintivamente e isso não pareceu surpreender nem um dos dois.

— É, desse jeito. — Apertou os olhos, mas sorriu em seguida. — Eu não sei explicar, mas você apenas fico olhando para mim e sorrindo, mas você não tá olhando para mim, você está olhando através de mim. Sabe quando a gente tá naquelas aulas chatas e foca o olhar em um ponto qualquer para parecer que a gente tá prestando atenção, quando, na verdade, não estamos. É esse olhar.

— Eu me perco na sua beleza. — Sorriu de lado, aproximando o seu corpo

— Para de flertar comigo, é embaraçoso. — Empurrou o ombro do mais novo, mas ele mal se mexeu.

— Concordo plenamente. — Declarou soltando sua cintura e seguindo com a mão ao seu braço, lhe acariciando levemente.

Kihyun era indiscutivelmente bonito, seus jeitos e trejeitos podiam mexer com qualquer pessoa que o olhasse mais que uma vez, e com certeza mexiam, não era nem necessário prender os olhos nele por muito tempo para que a imagem do homem permanecesse fixa em suas pálpebras pelo restante do dia.

— Você tá me olhando assim de novo. — Fez graça, mas dessa vez Changkyun não o respondeu.

As mãos do mais novo puxaram seu pescoço e seus lábios se uniriam em um beijo pujante, beijar Changkyun sempre parecia revirar seu estomago, mas agora parecia ser ainda mais intenso, talvez fosse a mão firme que pressionava a sua cintura, ou até mesmo a outra que marcava presença em sua nuca o fazendo suspirar, que eram os responsáveis por esse sentimento.

Changkyun era quente e Kihyun conseguia sentir seu calor trespassar para seu corpo, o arrepiando e o desencarrilhando completamente.

Os dedos de Yoo se encarregaram de puxar o cós da calça de Changkyun, o trazendo para mais perto, estava sentado próximo a beirada da banqueta, por isso pode sentir o seu quadril chocar-se contra o dele, provocando uma sensação gostosa. O mais novo agarrou a mão de Kihyun, sem cerimonias, e o arrastou escadas acima sem protestos por parte desse.

Beijar Kihyun era prazeroso, sentir seu corpo tão próximo era afrodisíaco. Experimentar a sua pele queimar sob o toque de seus dedos parecia deixar Changkyun em êxtase completo, poder sentir o membro teso do mais velho roçar contra a sua perna era como levá-lo à beira da loucura. Deitou-o gentilmente em sua cama, sentindo o coração ir à boca com a visão das bochechas vermelhas de Kihyun, seus olhos eram vividos, brilhantes.

Ele acolheu Changkyun entre as pernas, enroscando os braços em torno de seu pescoço, o trazendo para próximo de seu rosto, as mãos do Im foram rápidas em tocar a pele coberta pela camisa de flanela do mais velho. Desabotoou-a sem pressa alguma, se deliciando com a antecipação tomar conta dos olhos de Kihyun, mas assim que seus lábios tocaram o peito desnudo, sentiu o menino resetar.

— O que foi? Eu tô indo rápido demais? — Perguntou imediatamente, os olhos de Kihyun pareciam assustados, mas seu rosto demonstrava constrangimento. — Não gosta quando eu te toco aqui? — Perguntou tocando com a ponta dos dedos seu peito desnudo.

— Não é que... isso é bem embaraçoso, na verdade. — Riu se apoiando nos cotovelos. — É que eu meio que não... você sabe... me preparei. — Disse sentindo as bochechas e a ponta das orelhas arderem.

— Ah... — Sua voz era pura insatisfação, ficaram um tempo em silêncio até Changkyun voltar a falar, sua voz um tom mais baixo surpreendendo Kihyun. — Tudo bem se você... for o ativo? — Perguntou se inclinando sobre o mais velho, tocando suas testas.

Changkyun queria dizer a Kihyun que ele o deixava tão duro que doía e não iria conseguir passar mais nem uma semana de pura agonia, beijando-o mais não podendo senti-lo. A imagem do Im com os olhos fechados e corado era, de certo modo, surpreendente para Kihyun, não tinha em sua memória muitos momentos que o mais novo ficou envergonhado a ponto de ficar tão vermelho.

As mãos de Kihyun voltaram a tomar o rosto de Changkyun, acariciando suas bochechas e sorrindo, o mais novo se sentou sobre o seu colo enquanto voltavam a se beijar. O Yoo conseguia sentir o quão excitado ele estava apenas pelo beijo, era gratificante saber que ele também mexia de alguma forma com Changkyun.

Seus beijos desceram pelo pescoço de Kihyun, demorando no local enquanto suas mãos seguiam silenciosamente para dentro das calças do mais velho, o tocando sem cerimonias alguma, timidamente retirou o restante das roupas do mais velho, podendo tocá-lo sem empecilho algum.

Os lábios de Changkyun se ocuparam do membro dele, Kihyun sentia seu coração sair pela boca, estava ansiando por esse momento a muito tempo e sentir a boca quente do Im o abrigar o dava arrepios a cada vez que a sua língua subia por toda o seu pênis, o modo como seus olhos se encontravam parecia o acender ainda mais.

Kihyun apertava os lençóis entre os seus dedos enquanto segurava seus gemidos, as mãos de Changkyun o auxiliavam no trabalho, subindo e descendo enquanto se ocupava da glande, o mais novo se afastou voltando a beijar o Yoo.

As mãos do mais velho seguiram para dentro da calça dele, enquanto trocavam de posição com Kihyun ficando por cima do homem, suas mãos foram rápidas em lhe tirar a calça, seu pênis marcava na cueca o quão teso estava, voltou a tocá-lo por cima do tecido, sentia a boca salivar, o olhar de Changkyun era pura antecipação. Retirou a última peça de roupa que prendia o menino, estava inseguro, não precisava dizer que era a sua primeira vez sendo o ativo, não sabia como continuar ou qual passo tomar.

— Tudo bem? — Changkyun perguntou se aproximando de Kihyun, ele estava claramente nervoso, deixou um selar em sua bochecha. — Relaxa. — Disse segurando as duas mãos dele e as levando até seus lábios, o beijo singelo fez o coração do mais velho disparar descontrolado.

O Im se inclinou alcançando a mesinha de cabeceira e tirando de lá o lubrificante e camisinhas, mentiria se dissesse que não esperava ansiosamente por esse dia, queria estar preparado para quando o dia chegasse e estava. Beijou Kihyun calmamente, ele conseguia ser adorável em um momento como aquele, parecia algum tipo de brincadeira sem gosto; quando se separou arrumou o travesseiro nas suas costas e voltou a apoiar as costas nele, estava sentado e abriu bem as pernas, despejando uma grande de quantidade de lubrificante em seus dedos enfiando o médio em si mesmo.

Kihyun parecia hipnotizado pela cena, ele percebia como a entrada do mais novo parecia se contrair ao redor de seu dedo, ou como o dedo dos seus pés se encolhiam. Se aproximou um tanto tímido seguindo os mesmos passos que Changkyun, mas tirando a sua mão do caminhando e ocupando o lugar de seu dedo.

— Você pode colocar o outro. — Avisou enquanto se ajeitava na cama, voltando a se deitar completamente, e assim Kihyun o fez.

Changkyun parecia acolher bem seus dedos, o aperto parecia acender ainda mais o corpo do Yoo e ele não podia ignorar seu próprio pênis, o apertando algumas vezes. Continuou com os movimentos de vai e vem até Changkyun dar sinal verde para avançar, voltou a despejar uma grande quantidade em seu próprio membro e empurrou dentro do Im.

Um gemido trancou na garganta de Kihyun quando sentiu o mais novo se apertar contra seu pênis, as mãos de Changkyun se agarraram ao redor de seu pescoço, o menino parecia choramingar alguma coisa e o mais velho começou os movimentos meio tímidos, era como estar perdendo a virgindade uma segunda vez, apesar de ser muito instintivo ainda era uma coisa nova.

O movimento de vai-e-vem aumentava a medida que Changkyun parecia se soltar, os gemidos do mais velho eram como um incentivo para Kihyun continuar tentando ir mais fundo, o formigamento em seu pênis parecia se dispersar por todo seu corpo, entrelaçou seus dedos com os do Im enquanto continuava com os movimentos, seus gemidos se misturavam sendo acompanhados de respirações ofegantes.

Ouvir o mais novo dizendo seu nome enquanto lagrimas pareciam se acumular no canto de seus olhos o deixava inquieto, continuou indo fundo sentindo Changkyun se contrair contra seu pênis e o aperto das pernas, que estavam ao redor de seu quadril, se tornarem mais fortes. Os braços de Im rodearam seu pescoço e ele gemia próximo ao seu ouvido, provocando arrepios por seu corpo, sentia o coração disparar e conseguia sentir o orgasmo do mais novo se aproximando por conta de seus espasmos.

Changkyun sentia uma necessidade enorme de liberar todo aquele bolo de energia que parecia se acumular em seu estomago, as unhas curtas procuravam descontar nas costas do mais velho, mas ainda assim não parecia suficiente. Não se lembrava de ter sentido tanto prazer, ter Kihyun dentro de si parecia surreal, a cada estocada sentia seus olhos pareciam se encher de lágrimas, não parecia ter mais o controle sobre o próprio corpo.

Um grito rouco pareceu cortar a garganta do Im quando sentiu uma das mãos de Kihyun se ocupar de seu pênis, seu corpo se contorcia na cama enquanto o movimento parecia aumentar e as estocadas pareciam ainda mais profundas. Não demorou até que Changkyun gozasse nas mãos de Kihyun, o mais velho veio poucos segundos depois, jogando o peso sobre o corpo do Im.

O silêncio ocupou o quarto, mas Kihyun ainda conseguia ouvir o seu próprio coração batendo forte, as mãos de Changkyun agarraram as suas costas e ficaram daquela forma por bastante tempo, com a respiração entrecortada.

Kihyun deixou um beijo na bochecha de Changkyun antes de sair de cima dele.

 

❛♡⭒

 

Kihyun havia saído do banho um pouco antes de Changkyun, as coisas pareciam caminhar veloz entre os dois, tomar banho juntos parecia uma coisa tão intima, pelo menos para ele era. Ficou sentado na cadeira do mais novo, encarando a bagunça que a cama estava, haviam tirado os lençóis e agora aquele espaço era apenas um colchão com uma fronha mal colocada. Sentia alguma coisa dentro de si remexer, devia ser a forma legitima da euforia, a adrenalina em seu estado mais puro. O que havia acabado de acontecer ainda parecia um sonho, talvez até mesmo uma alucinação, seria difícil esquecer da voz de Changkyun implorando por mais ou de como seus olhos transbordavam lágrimas quando estava próximo do orgasmo.

Isso queria dizer que Kihyun era bom de cama?

— No que você tá pensando? Seu pervertido. — Changkyun disse ao entrar no quarto pegando o mais velho desprevenido, mas que apesar do susto sorriu largo para o Im.

— Segredo de estado. — Falou recebendo seu beijo de bom grado dele.

— Vamos comer antes de ir dormir.

— Por favor, eu sinto que vou desmaiar a qualquer momento!

— Exagerado. — Changkyun respondeu se sentando-se em seu colo, cada perna de um lado de sua cintura, afundando o rosto no pescoço do mais velho, ainda estava um pouco sonolento mesmo depois do banho, o cheiro de Kihyun parecia o inebriar, ainda que ele estivesse cheirando ao seu sabonete agora.

 

Estavam na cozinha, Changkyun cantarolava a música que haviam ouvido mais cedo enquanto preparavam um sanduíche, estavam em silêncio, mas era confortável. Vez ou outra a mão de Changkyun parecia deslizar para próximo da mão de Kihyun ou seu corpo parecia se atrair pelo dele, o mais novo não conseguia explicar, mas tinha aquela sensação de que aquilo não havia acontecido de verdade, apesar de ter sentido cada toque e estar bem ao lado dele naquele exato momento, ainda precisava tocá-lo às vezes.

Quando estavam no sofá, assistindo a alguma coisa comendo seus sanduiches, os pés de Kihyun estavam sobre seu colo e se pegou admirando a posição dele. As duas mãos seguravam o sanduíche, a blusa o vestia quase perfeitamente, ainda era um pouco larga nos ombros, e seus olhos estavam concentrados na tv, até o jeito que ele respirava parecia chamar a atenção de Changkyun, a sensação parecia se apossar de todo seu corpo, sorrateiro como uma cobra, mas se espalhando por todos os lados. Isso sempre esteve ali?

— A gente já conversou sobre esse seu olhar. — Kihyun disse quando o pegou no flagra, a respiração mais novo pareceu ser simplesmente roubada de si e tudo o que pode fazer foi tentar sorrir, mas deveria ter feito uma cara estranha.

— É mais forte que eu. — Finalmente respondeu depois de desviar o olhar para a tv.

Quando foram para o quarto, Kihyun ficou um tempo admirando seus novos livros enquanto esperava Changkyun, se sentia ansioso para lê-los, se perguntando se eles também tirariam seu ar e mexeriam com a sua percepção da mesma forma que aqueles olhares de Changkyun faziam.


Notas Finais


E aí, como estão? Vivos? Mortos? Quem sabe kkkk

Enfim, queria pedir desculpas pela demora do capitulo de hoje, mas existem explicações muito plausíveis, juro. Primeiro: animes kkkkk(a decepção meu deus) eu assisti given esses dias e eu tava querendo só morrer sabe, eu tava muito triste, mas passou e agora eu to melhor.

Segundo: bloqueio criativo, pois é ninguém é de ferro, mas esse também meio que passou.

Gostaria de deixar um pequeno aviso aqui, se caso na semana que vem não tenha capitulo, não se preocupem, eu estou revendo alguns pontos dessa fic e replanejando a continuidade dela, mas não passa de uma semana sem att, juro juradinho.

Sobre o cap... e ai? o que acharam? que coisa kihyun top né, quem imaginaria kkkkk*rindo de nervoso*

Ultimamente eu to me sentindo um pouco mais segura para escrever lemons e eu digo isso pq eu só demorei um dia e meio pra escrever esse, eu achei ele meio travadinho em uns pontos, mas acho que eu to melhorando nesse aspecto.

Bem, acho que é isso, até semana quem vem (ou na outra kkk 😔😔😔)


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