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História The Deathwish - Capítulo 17


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Capítulo 17 - .oito da manhã


Então, após tantos altos e baixos que passei por me apaixonar por Elliot Hudson, estamos namorando. Eu poderia até brincar e dizer que estou em um filme teen dos anos 2000, mas acho melhor guardar para mim. Foi como tirar um peso enorme das costas, dizer para Elliot o que sinto. E melhor ainda foi saber que ele sente o mesmo. Acabamos dormindo na grama, olhando o céu, após as confissões. Acordo com a mistura da luz do sol com o barulho da água caindo. Mexo meu corpo para o lado e não sinto Elliot ali. Abro os olhos e observo em minha volta, percebendo que estava no campo de ontem. Havia esquecido desse detalhe. Me sentei na grama e coçei os olhos, procurando por Elliot, até que finalmente o achei. Elliot estava debaixo da cachoeira, sem roupa alguma, me fazendo corar de leve. Abracei a mim mesmo e caminhei até próximo da pequena piscina natural, até que Elliot me notasse.

- Bom dia...- anunciei, assim que parei em frente a piscina.

- Bom dia, querido.- Elliot diz, vindo até perto de mim dentro da piscina.- Entra aqui.

- Ah, eu não sei não, Elliot.- disse com receio, até porque o clima estava levemente frio. Sugeri então que fosse bem cedo.

- Ah, por favor! A água está quente, amor.- sorri e corei com o apelido.

- ...Tudo bem.- o vi comemorar.- Mas você tem que virar de costas.- Elliot fez uma cara confusa.

- Virar? Mas eu já vi, toquei e até mesmo lambi todo seu corpo, Mitch!- Elliot exclama, indignado.

- Eram circunstâncias diferentes! Agora, por favor, vira de costas.- disse e vi Elliot revirar os olhos, em seguida, ficando de costas.

Tirei todas as peças de roupas que estava usando, as colocando do lado das Elliot. Senti minha pele arrepiar com o vento gelado, então logo pulei dentro da piscina. Elliot estava certo, a água estava levemente morna. Assim que Elliot ouviu o barulho do meu corpo caindo na piscina, ele se virou, vindo em minha direção em seguida com um sorriso no rosto. Elliot segurou minha cintura e colou nossos corpos, em seguida, nossos lábios. Iniciamos um beijo lento e prazeroso de bom dia. Deslizei minhas mãos por seu pescoço, até chegar em seu peitoral, depositando-as ali. Elliot deixou suas mãos segurando firme em minha cintura. Descolamos os lábios pela falta de ar, e então pude ver Elliot com os lábios avermelhados formados em um sorriso.

- Você está bem?- Elliot indagou, colocando uma mecha do meu cabelo atrás de minha orelha.

- Estou. Obrigado por ter me escutado ontem.- disse sorrindo com o ato vindo de Elliot.

- Ah, que nada. É para isso que namorados servem, hm?- corei com seu comentário. Esqueci por um milésimo de segundos que sim, eu, Mitch Sawyer, estou namorando Elliot.

- Namorados servem para outras coisas também, sabe...- disse, passando meus dedos pela área da saboneteira de seu corpo.

- Hm, é mesmo? O que, por exemplo?- Elliot indagou, desafiador. Ri de canto após sua fala.

- Você sabe...- colei nossos corpos ainda mais e então, pude sentir a ereção entre as pernas de Elliot.- Ah, você sabe.- disse com certeza na voz e certa malícia também.

- Esse daqui é um caso de outras circunstâncias, Sawyer?- ele indagou, passando suas mãos por todo meu corpo.

- É sim, Hudson.- disse e Elliot atacou meus lábios.

Nossas línguas brigavam por espaço, minha respiração estava ficando descontrolada e minha ereção estava crescendo cada vez mais. Gemi baixo no meio do beijo quando nossas ereções se tocaram. Elliot foi andando no meio do beijo, até que eu encostasse em uma das pedras ali.

- Precisa de preliminares ou não, amor?- indaguei, ofegando.

- Hoje não, meu doce.- ele respondeu com a respiração claramente descontrolada.- Mas preciso te preparar, okay?- afirmei com a cabeça.

Elliot me ajudou a subir um pouco na pedra, ficando na sua altura, depois, fez uma trilha de chupões e mordidas até chegar em meus mamilos. Mas antes que ele pudesse fazer algo naquela área, ele estendeu dois dedos em minha direção e eu já sabia o que fazer. Comecei a chupar os seus dedos de forma prazerosa, enquanto Elliot me olhava com aquele seu olhar cheio de luxúria. Assim que Elliot achou que os dedos já estavam bem lubrificados, ele os tirou da minha boca, os levando até meu buraco e então, os pressionando ali. Enquanto ele pressionava seus dedos naquele lugar, Elliot chupava e mordia - sem muita força - meus mamilos. Gemia baixinho enquanto ele fazia seu trabalho e, quando Elliot começou com os movimentos de tesoura, senti meu corpo inteiro estremecer. Gemi alto com a combinação daqueles dois elementos perfeitos.

- E-Elliot... E se... Alguém nos vir e...- tentei formar a frase mesmo com os gemidos e ofegos que eu não conseguia controlar.

- Shh... Ninguém vai nos ver. É cedo demais para isso. Apenas relaxe, sim?- ele continuou com os movimentos e eu já nem ligava mais para a minha preocupação de antes.

Como eu não tinha muitos lugares disponíveis para apertar ou aliviar minha vontade de gritar, acabei usufruindo da nuca de Elliot que estava próxima a mim, a arranhando.

- Ah! Elliot!- gemi seu nome, sabendo o quanto ele gosta quando faço isso. E não vou mentir, amo falar seu nome em momentos como esse.

Infelizmente, Elliot teve que tirar seus dedos de dentro de mim, porque eu estava prestes a gozar. Senti o mesmo penetrar seu membro em mim, me fazendo gemer alto. Já não foi como a nossa primeira vez, já estava mais acostumado com seu membro. Elliot começou com a estocar lentamente, gemendo lentamente. Meus gemidos eram arrastados e manhosos enquanto Elliot insistia em me provocar daquela forma. Ele sabe o quão necessitado estou, tanto que o pré-gozo estava praticamente molhando meu pau inteiro. Mas quando ele acelerou os movimentos, eu pude senti-lo batendo em minha próstata.

- Mais rápido, Elliot!- gemi enquanto Elliot fazia o que eu pedia.

Elliot acelerou os movimentos e se aproximou para um beijo. Iniciamos um beijo molhado e desesperado, que acabou abafando meus gemidos escandalosos. Passei meus dedos em seus cachos enquanto suas mãos seguravam minhas pernas com força. Eventualmente, uma das mãos de Elliot se soltou da minha perna, Elliot desferiu um tapa em minha coxa no meio do beijo e eu não pude aguentar. Descolei nossos lábios no momento que joguei a cabeça para trás.

- M-Mais!- exclamei em meio a gemidos, levantando minha cabeça em seguida.

- Implore.- ordenou Elliot com a voz rouca e a expressão mandona. Soltei um gemido manhoso e o fiz.

- Por favor, Elliot! Ah... Por favor!- implorei e senti outros três tapas sendo desferidos na mesma coxa.

Joguei minha cabeça para trás novamente, ou iria rasgar a pele de Elliot. Elliot pareceu aproveitar o fato de eu ter exposto meu pescoço, então se aproximou e começou a distribuir chupões e mordidas ali, que também abafavam seus gemidos. Comecei a fazer cafuné em seu cabelo enquanto ele mordia meu pescoço e eu gemia e pedia por mais. Honestamente, tudo que eu fazia quando estava excitado perto de Elliot, era pedir mais e mais, até porque Elliot parece conhecer meu corpo tão bem. Qualquer um que passasse por perto naquele momento, poderia ouvir nossos gemidos e, eu não estava nem aí. Tudo que eu ligava era Elliot e esse momento que estamos tendo.

- Eu estou vindo, querido... Hm...- Elliot anunciou entre gemidos no meu pescoço.

- Eu também, amor... Estou perto...- pronunciei com a voz ofegante.

Elliot acelerou os movimentos e eu senti o orgasmo chegando até que eu cheguei ao ápice seguido de Elliot. Meu líquido sujou ambos peitorais, já que Elliot veio dentro de mim. Ficamos alguns segundos parados, tentando regular nossas respirações. Elliot estava com seu rosto encaixado na curva do meu pescoço, aonde depositou um beijou depois de levantar. Assim que tive a visão completa de seu rosto, sorri com a mesma. Nos beijamos brevemente e então nos separamos. Elliot me ajudou a descer da pedra, e depois caí dentro da piscina.

- Ainda estou com aquela sensação pós-orgasmo... Sinto como se pudesse andar na água.- disse, nadando até Elliot que riu com o meu comentário.

- Igualmente. Essa transa foi dos deuses.- Elliot disse enquanto envolvia minha cintura com seus braços fortes. Tenho cem porcento de certeza que Elliot podia ver minhas bochechas coradas.

- Fico feliz que ninguém interrompeu nossa transa.- pus meus braços ao redor de seu pescoço.

- Aleluia! Imagina o quão horrível ia ser se nos pegassem transando em uma piscina natural às oito da manhã?!- Elliot diz com exagero.

- Nem me fale sobre isso. Uma vez, estava quase chegando no meu ápice enquanto transava com um cara, e a mãe dele entrou no quarto naquele momento.- Elliot gargalhou com gosto de minha história.- Você está rindo porque não foi com você!

- Não...- ele limpou as lágrimas nos cantos dos olhos.- Uma vez, eu estava com uma garota e entrou alguém no quarto, mas eu não sabia quem era. No fim, eram mais de cinco pessoas da família dela, e a mãe dela estava fazendo um tipo de tour pela casa.- foi minha vez de rir de sua história. E eu achava que minha história era horrível!

- Mas você não estava prestes a gozar quando te interromperam.- relembrei esse fato.

- É... Pelo menos isso.- ele deu de ombros.- Pelo menos você conseguiu gozar depois disso?- ele indagou e eu ri ao relembrar da noite.

- Ah, você sabe como é. Depois daquilo, acabei descontando no banheiro.- disse e Elliot soltou um “entendo” após minha fala.

Acabamos por ficar mais um pouco naquele local incrível. Estava amando a minha vida naquele momento, nem ligava mais para minha mãe e família no geral. Tudo que eu ligava era sobre Elliot.



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