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História The Decision - Capítulo 1


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Notas do Autor


OOI! depois de taaaaaaaanto tempo sem dar as caras por aqui, aqui estou eu novamente!
1.Os comentarios me incentivam a postar e escrever para vocês. Sua opinião é importante para mim, e sua crítica CONSTRUTIVA também!
2.Os capítulos serão postados pela noite porque é quando eu tenho tempo.
3. Não sei ao certo quantos capítulos terá, mas pretendo que seja GRANDE!

Capítulo 1 - 1. Beginning



DOIS ANOS ANTES

MADDEN - ON

Senti um cheiro estranho que não me era familiar. Meu corpo todo latejava e balançava incessantemente sob algo duro e indelicado.  Uma onda de enjôos se apossou sob o meu estômago mas não tive forças alguma para vomitar. Aos pouco ouvi vozes que se misturavam entre si e me deixavam confusa, não consegui entender o que eles diziam e muito menos sobre o que falavam.

Mas com um enorme esforço abri os olhos que estavam pesados. Estava tudo muito desfocado e turvo, só consegui focar em algo branco. Contatei, muito tempo depois, se tratar de um teto.

Eu estava em um... Hospital?

- ...está normalizando doutor. - Uma enfermeira dos olhos rasgados disse e encarou-me em seguida. - Iremos salva-la querida, prometo.

Tentei olhar em volta mas tudo o que consegui foi sentir uma imensador em meu braço esquerdo. Minha perna também doeu, e muito.

Eu estava assustada, com medo e o pior de tudo: não me lembrava de nada. Tentei novamente me levantar, sem muitos sucessos, mas vi o sangue esparramado por mim. Minhas roupas, meus braços, minhas mãos e até o chão do local estava lavado por sangue. 

Sinto tontura e me deito novamente, tudo começa a escurecer. 

Desmaiei novamente.

E é tudo o que me lembro daquele dia. 

DOIS ANOS DEPOIS

UM MÊS ANTES

- Você tem visitas, Hill - A polícia negra diz. Levanto meus olhos do livro que eu estava lendo, bastante surpresa com a notícia, e me levanto sem muitas expectativas. A única pessoa que vem me visitar aqui é o meu advogado carrancudo que nunca me trás boa notícias. Velho maluco. 

Não deve ser ele, o mesmo já desistiu do meu caso e com certeza não volta tão cedo.

A polícia me algema e sem muita delicadeza, me guia pelo corredores frios e com uma energia bem negativa e pesada. 

-Ande mais rápido, eu não tenho o dia inteiro garota folgada. - Assopro para longe uma mexa do meu cabelo castanho e suspiro fundo, tropeçando um pouco no percuso.

A mulher e eu paramos em frente a uma porta de metal, escura e descascada muito alta. Ela saca um molho de chaves e enfia uma delas na fechadura, fazendo o barulho ecoar em meio ao silêncio pesado desse lugar.

Entramos na sala isolada e a primeira coisa que vejo são os os olhos azuis e frios, que conheço muito bem, infelizmente. O rapaz sorri ao me ver e relaxa as mãos sobre a mesa de madeira gasta, muto presunçoso. Seu terno azul claro, que claramente foi feito sob medidas, combina bem com seus olhos e o cabelo está bem arrumado. Hoje.

Assim, tão arrumado, nem parece um assassino. O próprio diabo.

- Dez minutos.  - A policial diz alto e praticamente me joga na cadeira, também de madeira, fazendo minha bunda doer. 

Droga.

Ainda estou com as mãos "amarradas" e as coloco em cima da mesa também.

- O que você quer? - Pergunto, por fim, quebrando o silêncio. 

Ele ri.

- Não sabe mesmo? Madden. - Os olhos azuis são tão frios quanto ele e o sorriso diabólico é bem conhecido por mim. Se fosse para me tornar uma assassina de verdade, com certeza seria assassina dele com muito prazer.

- Seu estuprador maldito.

Arqueia uma sobrancelha.

- Você é muito corajosa Hill, não sente medo?

- Você é um assassino, seu covarde. - Murmuro.

Seu sorriso vitorioso vacila e a vez de sorrir se torna minha.

- Não fui eu Madden, foi você. - Engulo em seco. Ouço isso tantas vezes que estou quase convencida dissi. Ele se curva um pouco sobre a mesa e sussurra: - Se bem que ela merecia aquilo.

- Filho da...

- Shiii. - Suas mãos vão até minha boca, cobrindo-a, descendo até o meu pescoço com um leve aperto por lá. - Quietinha. 

Nojo, é o que sinto. 

- O que quer comigo? Já conseguiu tudo o que queria, o que mais você quer de mim? 

Ele volta a novamente se sentar, com muita elegância, e ajeitando o terno ele inclina um pouco a cabeça.

- Só vim deixar um aviso para você. - Faz uma pausa. - Se abrir novamente essa sua boca grande naquele tribunal e falar algo sobre mim, eu juro que mato você na frente do juíz.

Eu tombo minha cabeça para trás, sem surpresas. É bem do perfil de Iam se sentir ofendido a ser chamado de estuprador, quando ele realmente é um. Para a imagem dele, é claro que não se torna algo bonito a ser dito. A verdade não é tão bonita assim.

A cara que ele fez quando ouviu essas mesmas palavras, ditas de forma mais bonitinha e bem explicada no tribunal, foi algo impagável para mim. Faria tudo novamente só para vê-lo tão perdido quanto naquele dia.

Ouvimos um barulinho irritante indicando o fim da visita. A polícia entra sem rodeios em seguida e me puxa obrigando-me a me levantar.

- Me faz um grande favor. Até o inferno é melhor do que esse lugar.

Desapontado, tenho a satisfação de vê-lo quase soltar fogo pelo nariz ao perceber que dessa vez, ele não me assustou.

Sou puxada, como um animal selvagem, e arrastada até cela onde sou trancafiada novamente. Da qual estou destinada a passar o resto da minha vida.

Ou não.

 


Notas Finais


Prometo que logo, logo esse capítulo fará sentido.
OBRIGADA POR LEREEEEEEM! ☺️
Devo Continuar?


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