História The Definition Of Love Is... - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance, Yaoi
Visualizações 16
Palavras 735
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa a demora de novo ._
Esse vai ser um cap bem curtinho, mas fiquem tranquilos que o próximo vai ser bem maior ^^
Boa leitura ♥

Capítulo 4 - Help me


Fanfic / Fanfiction The Definition Of Love Is... - Capítulo 4 - Help me

Sabe quando você tem aquela sensação de que sua vida acabou? Que você não tem mais forças para continuar dali? Não consegue imaginar sua vida depois daquilo? Era como eu estava agora.

Quando o câncer da minha mãe sumiu, mesmo os médicos achando quase impossível ele voltar, tinha uma probabilidade de isso acontecer. E, o pior de tudo, eles falaram que seria muito difícil curar ele se o mesmo voltasse uma segunda vez.

Eu ainda estou tentando digerir o que acabei de ouvir. Eu levantei da cama em um pulo quando meu pai me deu a notícia, mas agora eu estava sentado no chão, encolhido no canto do quarto e abraçando minhas pernas. Não, eu ainda não acredito no que acabei de ouvir, mas meu corpo sim, pois minhas pernas tremem e sinto gotas quentes escorrendo do meu olho até meu queixo. Meu coração é o único no quarto. As risadas no corredor e os gritos vindo de fora do dormitório não existem mais, é como se o tempo havia parado. Porque? Porque isso tem que acontecer? Minha vida estava tão boa... Fiz tantos amigos, talvez até tenha me apaixonado, consegui uma banda, finalmente pessoas gostam de mim de verdade, e agora estou aqui, chorando e tremendo, como se tudo isso não passasse de um sonho. E eu acabo de acordar em um pesadelo.

Ainda escuto meu pai gritando meu nome no celular, pois nem tive tempo de desligar a chamada. Aconteceu tudo tão rápido. Eu estava alegre, meu dia tinha sido ótimo, e no momento seguinte minhas pernas não aguentavam mais meu corpo, meus olhos pareciam derreter e meu ar havia sumido.

E tudo isso no meu terceiro dia de aula.

Imagino como isso deve estar sendo difícil para meu pai também... Ele sempre amou muito minha mãe, faziam todas as coisas juntos. Quando era mais novo, era minha mãe quem cuidava de mim... Bom, na maioria do tempo. Os dois trabalhavam, mas minha mãe voltava bem mais cedo para casa, e então ficávamos juntos, assistindo filmes e comendo pizza. Meu pai é um homem de negócios, tem uma empresa bem famosa, então passava, e ainda passa, mais tempo no escritório do que em casa.

Minha mãe tem 37 anos, e meu pai 39. Sim, eles me tiveram bem cedo, mas nunca foram pais irresponsáveis. Meu pai é alto, seus olhos são castanhos e seu cabelo escuro. Mas eu puxei minha mãe em quase tudo, pois ela é baixa, seus olhos claros e seu cabelo, dourado. Os meus também eram loiros, até eu pintar de roxo. Depois disso nunca mais quis trocar sua cor

Escuto a porta abrindo e fechando.

- Eu vi você comendo com aquele garoto ruivo da ban... Kurt? – Droga, não queria que Andrew me visse nesse estado. – Kurt, o que aconteceu? – Ele ajoelhou na minha frente e levantou meu rosto, me fazendo olhar para ele.

- Minha mãe... – Os soluços atrapalhavam meu diálogo, enquanto as lágrimas embaçavam minha visão. – Ela... Está doente e... Talvez... – Tirei a mão de Andrew do meu rosto e comecei a chorar novamente.

- Kurt, eu... – Sinto ele levantando. – Vem, eu vou cuidar de você.

O loiro me pegou no colo e me colocou na minha cama. Eu só sabia chorar enquanto ele desamarrava meu allstar dos meus pés. Depois disso ele me cobriu com a coberta da cama e deitou do meu lado.

- Vem. – O maior disse, enquanto me puxava para perto do corpo dele. – Está tudo bem Kurt, apenas descanse.

Estava de lado, com a testa encostada em seu peito, enquanto ele passava a mão pelos meus cabelos. Seu corpo me esquentava enquanto seu abraço me confortava. Levantei o rosto, para ver Andrew, e ele já estava me olhando, com um semblante calmo e um sorriso no rosto.

- Obrigado Andrew. – Era o mínimo que eu podia fazer.

- Kurt, você sabe que eu gosto muito de você, então pode sempre contar comigo, okay? – Sua voz era suave e me acalmava muito.

Apenas respondi que sim com minha cabeça. Seu abraço estava tão bom que eu não queria sair dali, queria ficar daquele jeito a noite inteira, até pegar no sono. E foi o que aconteceu.

Fechei meus olhos. Eles ardiam, mas a lágrimas haviam parado de sair. Soltei um último suspiro e me encolhi mais ainda nos braços de Andrew.

 

 

Eu preciso de ajuda... Sinto que não vou aguentar sozinho se acontecer...


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Vou tentar trazer o próximo capítulo o mais rápido possível.
Beijos e tchau ♥


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