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História The Demonic Paradise – Imagine Itadori Yuji (Jujutsu Kaisen) - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


oioi genteKKKKKKKK desculpa o horário, eu realmente tinha esquecido de postar, fazem somente duas horas desde que acordei. amanhã vou postar o do megumi, porque vai que flopa esse horário, né.

aliás, duas coisas: a descrição das coisas do mundo humano, como shoppings ou prédios, vai ir melhorando aos poucos, já que praticamente, a [nome] não entende absolutamente nada e sequer os nomes das coisas. segundamente, obrigada pelos mais e 100 favs! amo vcss <3333

Capítulo 3 - Caput Secundum


Ad Humaniorem Cultum.

 

O Portal Divino é repleto de luz, em formato orbicular, que gira sem parar. Meus cabelos voam e é por instinto que eu espremo meus olhos, mas mesmo assim, permaneço encarando o acesso para o mundo humano. É, havia chegado a hora. Eu desceria para aquele mundo asqueroso e nojento novamente, cheio de criaturas assassinas e repugnantes.

Espero que Jophiel cuide bem da Hoste Celeste enquanto eu não estiver por aqui.

Suspiro, passando a mão pelos meus cabelos, jogando-os para trás. Encaro Jeanne, que estava quase dormindo em pé. Ela veste roupas que considra masculinas, embora eu nem soubesse que roupas ainda tenham gênero mesmo depois de quase mais de duzentos anos. Como é que se chama mesmo? Smoking? Terno? Acho que realmente não sei a diferença.

— Felicia está nos esperando. [Nome], está preparada? — Elizabeth se aproximou, o semblante indiferente. Olhei-a pelo canto do olho, franzindo o cenho. Ela está com os cabelos negros soltos, uma camisa bege de mangas compridas e uma saia consideravelmente um pouco curta da cor vermelha. Está bonita.

— Quem você acha que eu sou? — virei o rosto e encarei novamente o Portal. Cutuquei Jeanne, que abriu os olhos um pouco assustada, mas logo percebeu que era apenas o sinal para entrar e suspirou. — Vamos logo com isso.

— Onde que vamos sair? Em Roppongi, de Tóquio, né? — questionou a loira de cabelos curtos, colocando as mãos na cintura. — Estranho voltar ao mundo humano assim, até em outro país. Eu vou ser um espírito? As pessoas vão me ver? EEH, QUE ESTRANHO!

— Você aparecerá diante a eles em forma humana, mas ainda está morta. — respondi. — Você irá comigo até o final, não esqueça disto.

— Sou sua serva, mas também sou sua melhor amiga, [Nome]. — ela se aproximou de mim e me deu uma cotovelada, dando uma risada SACANA. — Você nem ia conseguir ficar no mundo humano sem nós mesmo.

— Vocês me subestimam demais. — sussurrei, e após isso, entrei pelo portal.

Depois de duzentos anos, estou aqui novamente.

No mundo humano.

O local onde estou é deserto, sem uma pessoa sequer, as lojas estão fechadas. O céu está escuro, indicando a noite no mundo humano. Que estranho. Da última vez que vim, nesse mesmo horário, era dia. Um frio forte percorre meu corpo e me viro, dando de cara com meu reflexo no espelho. Eu estou nua. Sem uma roupa sequer. 

Meus fios capilares estão da cor loiro-claro, muito claros mesmo, caindo em ondulações até abaixo da minha cintura, assustadoramente compridos. É, é assim que eu gosto. Os meus olhos são repuxados e aparentes, estranhamente brilhantes, da cor azul-celeste, muito claros também. Há muito tempo não vejo meu reflexo. Sinceramente, nem me lembrava de ter essa aparência.

Minhas asas não estão mais aqui. Eu possuía seis asas colossais de puro ouro esbranquiçado, feitas de luz. Eu não me olho em um espelho há séculos. Tal coisa relembra-me o meu irmão, que foi classificado como o anjo mais bonito que Deus já criou na história do Paraíso. Ele era considerado tão lindo que sua beleza excedeu a de todos os outros anjos inferiores no Céu, o que foi impressionante, já que a aparência de qualquer anjo é indescritivelmente imensa a ponto de um mero vislumbre fazer um mortal ou mesmo um imortal enlouquecer com sua beleza e poder absolutos.

Falando em vislumbre... O espelho rachou.

Fiquei tanto tempo me encarando, que não percebi nem quando os cacos já estavam espalhados pelo chão de mármore. Coço a nunca, incomodada com a situação excruciante na qual estou. Fala sério, ninguém merece ficar totalmente nu no mundo humano. Felicia. Elizabeth. Jeanne. O que houve com elas? Onde elas estão? 

— [Nome]! Chegou sã e salva, graças a Deus! Pensei que tivesse se perdido! Simplesmente veio para cá! — a voz de Jeanne ecoa atrás de mim e me viro, vendo-a correr na minha direção. Ela está com a roupa dela, diferente de mim. Ela para de correr e aperta meus ombros, aliviada. — Céus! O que houve com você? 

— Eu cheguei aqui assim. Por que demorou?

— Não sei! Fui parar ali! — exclamou, apontando para um lugar mais longe do que deveria. Fiz uma careta. — Que droga, temos de lhe arrumar alguma roupa! Não pode simplesmente sair nua assim pelos lugares!

— Bom, não temos na-

— Ah, aí estão vocês! — uma voz conhecida faz eu e Jeanne nos virarmos rapidamente, encontrando Felicia e Elizabeth. Encaro minhas irmãs, franzindo o cenho. Felicia está com minha roupa nos braços. — COMO-

— O que você está fazendo com minha roupa? — rangi os dentes, me aproximando da mais nova para tomar o vestido, portanto ela simplesmente desviou. 

— Oi pra você também, muito bom te ver! — sorriu. — Eu não vou deixar você vestir essa coisa, né. — revirou os olhos e eu a encarei, analisando-a. Seus cabelos batem nas costas, ondulados e castanho-claro, que constatam com seus olhos verde-claro. Ela veste uma curta camisa branca, que deixa a cintura de fora, com uma saia quadriculada com as cores amarelo e cinza. Ela veste uma jaqueta por cima com as mesmas cores, e tem uma mochila amarela nas costas. Talvez eu soubesse o nome certo das roupas se tivesse estudado sobre o mundo humano. Fazer o quê, né.

— São as melhores roupas que os humanos vestem. A própria Jeanne escolheu. — rebati. 

— Sua roupa está totalmente destruída. — ela passou a mão pelos cabelos.

— Até parece. Cala a boca e me dê logo a roupa, Felicia. Você vai mesmo pagar para ver?

Ela riu, colocando a mão na boca.

— Não, na verdade. Eu trouxe uma roupa melhor pra você. Sabia que seria algo bem cafona. — ela se agachou e começou a abrir a mochila, tirando dali uma camisa branca de mangas curtas, seguido de um vestido curto da cor preta. Um vestido PRETO. Em seguida, algumas roupas íntimas. — Isso é o que você vai vestir. 

— Não, tá louca? A [Nome] não veste preto. — Jeanne se posicionou.

— Tudo tem uma primeira vez. — sussurrou Felicia, enquanto transportava as roupas íntimas femininas para o meu corpo. Desconfortante, mas melhor do que ficar nua. — Hora de recomeçar, você não acha? Estamos no século vinte e um, não na era vitoriana. Se passaram mais de duzentos anos e você ainda não esqueceu...

— Felicia, cale-se. — Elizabeth tomou a frente e a mais velha revirou os olhos. — Não precisa relembrar isso. Mas é só isso o que tem para vestir, irmã. — Elizabeth encarou-me. — A roupa não aguentou a pressão do Portal Divino entrando diretamente para o mundo humano. Está queimada, em pedaços. Vista logo a roupa que Felicia trouxe. No final de tudo, ela está certa.

Encaro o chão, mordendo o lábio inferior.

Tá. 

Tô nem aí.

Não ligo.

É só uma cor.

Arranco o vestido das mãos de minha irmã, surpreendendo-a pela força. Visto a camisa branca e coloco o vestido por cima, logo tirando os cabelos de dentro da roupa. Extremamente desconfortável. Tudo no mundo humano é ruim, como é possível uma coisa dessas? Péssimo. Terrível. Encaro Felicia, que agora bate palmas e sorri.

— Viu? Não é tão ruim! Você é a mais linda de nós, então, tudo fica perfeito em ti. — se aproximou de mim e colocou o braço por cima dos meus ombros. Ela está alguns centímetros mais alta que eu, bem poucos. — Vamos comemorar hoje no meu apartamento! À descida das minhas irmãs e à volta de Jeanne!

— Isso nem é motivo para comemorar. — Elizabeth inquiriu.

— Pra mim é. — Jeanne sorriu. — Hoje eu quero comer muito. Nem comi hoje. Minha barriga está quase morrendo por dentro. 

— Tá, que seja. — me virei, começando a caminhar para fora dali. As três logo correram ao meu alcance. — As coisas me parecem estranhas. 

— Estava pensando nisso. — Jeanne se aproximou. — O Portal Divino parece diferente do que vi há 55 anos. 

— Escutem bem, aqui no mundo humano, muita coisa pode mudar em somente dez anos. — rebateu Felicia.

— A região usada como Portal Divino em um país jamais muda. — Elizabeth respondeu. — Algo deve ter dado errado no caminho. Depois podemos falar isso com algum dos irmãos.

— Não quero andar. Vamos nos teleportar. — Felicia inquiriu e antes que pudéssemos falar mais algo, estávamos na frente de uma construção extremamente alta, cheia de luzes e vários andares. Nem sei porque me surpreendo.

— Você não mudou. — iniciei, em tom de descaso. — Sempre gostou de lugares altos, e mesmo tendo a capacidade de viver no mais alto nível do Céu, preferiu permanecer no mundo humano. Nós, anjos, deveríamos ser humildes, mas uns vieram ao mundo humano e se tornaram celebridades, outros estão aí morando em coberturas caríssimas. Vocês provavelmente desistiram, tudo isso porque o mundo terrestre está cada vez mais nojento. Isso torna o mundo humano cada vez mais repugnante, fazendo meus irmãos terem esse tipo de atitude...

— Está ficando cada vez mais grossa! — Jeanne e Felicia inquiriram ao mesmo tempo, me olhando de cima a baixo. 

— Bom, eu não acho que ela esteja mentindo. — Elizabeth avançou, sendo seguida de Felicia, que soltava vários xingamentos em revolta. A segunda mais velha cumprimenta o porteiro e passa direto por nós, puxando-nos para o elevador. Jeanne observava o local perplexa, possivelmente encantada. O elevador parou em um dos últimos andares e as portas se abriram, fazendo com que eu fosse obrigada a puxar Jeanne para fora. Ela ficaria admirando a paisagem, caso o contrário.

Felicia abriu a porta do apartamento e Jeanne correu para dentro, sendo seguida de nós. É bonito, por mais que eu odeie afirmar isso. Espaçoso e luxuoso. Sento-me no sofá e relaxo o corpo, massageando minha testa. Felicia se aproxima de mim enquanto tira os sapatos, mas me surpreendo quando a mais nova somente se joga em cima de meu colo, abrindo os braços.

— Ai Felicia, o que é que você quer agora? — questiono, revirando os olhos.

— Só uma coisinha!

— Como você é INSUPORTÁVEL. — Elizabeth bufou. — Ninguém vai tirar retrato. Você sabe que elas não gostam. Fica para depois. 

— Onde que fica a cozinha, Felicia? — questionou Jeanne. — Eu tô morta de fome! Preciso comer! Se não, morrerei!

— Você já está morta. Tipo, literalmente. — a acastanhada fez uma careta.

— Você entendeu o que eu quis dizer. — bufou, entrando em um cômodo do apartamento. — Achei! Vou pegar umas coisas aqui. Podem continuar conversando.

— Então — retornou minha irmã. —, eu queria saber se podemos tirar uma foto. Para eu colocar no quadro aqui de casa. Tipo, quadro de famí-

— Não. — a interrompi, erguendo meus olhos e olhando diretamente nos dela. Felicia abaixou a cabeça. Não adianta. Não adianta forçar algo que está destruído há milhares de anos. Nada nunca mais foi o mesmo depois da queda de Lúcifer, Satanás, traição de Samael e nossos outros irmãos. Mesmo que tentemos, todos estamos destruídos. Não somos uma família completa. 

Felicia e Ursula ainda acreditam que ainda existe bondade em meu irmão, que isso é apenas uma fase de rebeldia e que ele está apenas confuso. Mas elas passam muito a mão na cabeça dele, inclusive Ursula. Na verdade, Felicia não. Somente Ursula. Ele introduziu o pecado ao mundo humano. Se tornou a personificação do Mal. Governa o Inferno, local onde vivem os demônios, que matam todos os dias e continuam a procura de vítimas novas.

Acima de tudo isso, ele foi contra a palavra do Pai. 

E não existe pecado maior do que esse. 

NÃO EXISTE.

— Poxa. Nem nós quatro?

— Quatro? — Jeanne se aproximou, com dois pães enfiados dentro da boca e uma taça de vinho. — É foto de família. Eu não faço parte da família. Desculpa.

— Ah, faz sim. Pode crer. — Felicia sorriu, mas logo arregalou os olhos e estapeou as bochechas. — "Pode crer"?! Se liga garota, quem fala isso hoje em dia?! Em pleno século vinte e um e eu...

— Felicia, mas me diz, como você conseguiu casa própria sendo que tem essa aparência de menina de dezesseis?

— Uh? — ela piscou. — Eu não lhes contei? Eu não moro sozinha. Na verdade, quem me ajudou muito, foi a... 

— Ei, Felicia, é verdade que agora também é possível comer pizza sem ser italiano? Sempre quis comer uma, mas nunca tive coragem de falar com a [Nome]. Ela ia me esculachar!

A olho, franzindo o cenho.

— Você...

Nossa, boa ideia. — minha irmã interrompeu, enquanto pegava seu celular. — Aliás, falando em Itália, acabei de lembrar que agora tenho de lhes explicar como vai funcionar nosso infiltramento na esco-

— Infiltração. Deixe de ser burra. — Elizabeth corrigiu e Felicia a fuzilou com o olhar.

— CONTINUANDO. — gritou a palavra. — Nós todas vamos ter sobrenomes falsos, italianos. A história é que nós somos aprendizes de exorcistas de origens japonesas que vieram diretamente de Roma, já que na escola de jujutsu só tem três alunos no primeiro-

— Lecionados. — Elizabeth interrompeu de novo e Felicia revirou os olhos. 

— Três LECIONADOS no primeiro ano, então vamos complementar como sete. — continuou. — Lá, eles parecem ter um tipo de competição entre as escolas dos dois distritos Tóquio e Quioto, onde os alunos lutam uns contra os outros. Vale tudo, menos matar.

— Vocês nem deviam participar, para começo de conversa. — Jeanne limpou o bigode de vinho com o braço. — Sem brincadeira. Nós sabemos que qualquer uma de vocês podem derrotar todos professores e alunos de ambas escolas com olhos vendados e braços amarrados. Inclusive a [Nome]. Ela é a mais perigosa para participar disso.

— Eu concordo. — aprofundou Elizabeth. — Eu não ligo de participar ou não, venceremos de qualquer forma, mas deixar [Nome] lá pode causar mortes instantâneas mesmo sem que ela queira.

— Eu não vou participar. Somente isso. — afirmei.

— Esperem eu terminar! — Felicia resmungou, choramingando. — Nós vamos participar, mas não vamos fazer nada. Nós simplesmente não ficaremos visíveis aos olhos humanos. Agora, vamos falar sobre os nomes falsos-

— Identidades falsificadas. 

— SIM, EU JÁ ENTENDI, MERDA!

— Me respeita menina, eu sou sua irmã mais nova! — o rosto de Elizabeth ficou vermelho e eu já estava prevendo uma discussão. Oh, Pai. Eu não mereço isso.

— ISSO NEM FEZ SENTIDO! — Felicia apontou.

— Continua logo, Felicia. SÓ CONTINUE. — após meu pronunciamento, as duas bufaram e pararam de brigar. 

— Olha, vão ser os seguintes nomes: Elizabeth de Santis, Felicia D'Angelo, Jeanne de Vouthon, [Nome] de Angelis. Uma vibe bem exorcista mesmo. — ela ia sorrir, mas antes que pudesse fazer algo, uma almofada atingiu seu rosto com tanta força que a fez cair no chão. Elizabeth se levantou e começou a chutar a irmã mais velha sem pausas.

— Burra! Estúpida! Você é muito burra! BURRA, ANTA, IMBECIL! — ela continuava xingando e Felicia ria histericamente, fazendo a ira de Elizabeth aumentar. — Que ódio! TUDO ENVOLVENDO ANJOS! VOCÊ É ASSUSTADORAMENTE BURRA!

— Ei, acha melhor separar? — Jeanne questionou, comendo mais um pão.

— Não. — neguei. — Ela merece. Deixa elas aí.

Ah, se merece.

Fui rebaixada de Vice-Rainha do Céu, Princesa dos Arcanjos, Comandante da Hoste Celestial para uma adolescente humanizada.

[Nome] de Angelis.

Me poupe!

 

***

 

Não há nada além de preto ao meu redor. Mesmo que eu use qualquer luz se tratando de minhas habilidades, tudo permanece escuro. O ar é abafado, sequer consigo respirar direito. Não entendo. Não preciso disso para viver. Nem água, ar ou luz. Eu não sou humana. Por que estou incomodada? Onde eu estou, afinal? 

Um espelho surge em minha frente. Seu molde é de somente ouro, com representação de uma sala medieval atrás de mim, portanto, aqui reina o breu. Tento desvencilhar o meu olhar, mas algo me obriga a permanecer encarando o reflexo que lutei por anos para esquecer.

Meus longos cabelos da cor loiro-claro estão amarrados em caudas gêmeas simétricas, duas mechas soltas na frente. Utilizo um vestido negro, vitoriano, enjoado. É tão horrível que me dá náuseas. Ele está manchado. Totalmente manchado por marcas vermelhas.

Malditas rosas.

Meus olhos se abrem para a realidade. 

A sala está vazia e escura, mas há barulhos na porta de entrada.

Alguém está tentando entrar.

Estão invadindo a casa?


Notas Finais


acho que deu pra perceber, mas ela tem uma repulsa muito grande pelos seres humanos. vou logo dizer que ela não os odeia como o irmão, mas ela tem nojo mesmo e acha eles inferiores e cruéis. claro que toda essa raiva não vem á toa, ela sofreu muito quando veio ao muno humano pela primeira vez. depois vai ser tudo explicado, prometo.

próximo cap vai ser o arco do intercâmbio, hein. quem adivinhar a pessoa que tá na porta, ganha 50 reaisKKKKKKK. acho que vcs nunca vão conseguir, de vdd.

até logo, provavelmente sai mais um cap essa semana, pq semana passada eu não atualizei. beijinhos!


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