História The Devil has a crush on me - Capítulo 32


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Categorias G-Friend
Personagens Eunha, Personagens Originais, SinB, Sowon, Umji, Yerin, Yuju
Tags Anjos, Demonios, G-friend, Sinrin, Wonha
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Palavras 2.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey!!!
voltei aqui depois de muito tempo né kk sorry

Capítulo 32 - Are you happy?


Yerin

 

— Entendo de onde te achei familiar — disse Luda, chegando perto de mim. — Você é a mulher que matou Leo, certo? 

— Eu... Sim. 

— Estou feliz que foi você. 

— Como? 

— Eu era namorada dela, sabe? Conhecia Jiyeon muito bem... eu sempre soube que a obsessão dela iria matá-la algum dia. Não que eu pudesse pôr a culpa nela por ser desse jeito, não deve ser fácil ver a mãe e mentora morrer na sua frente, especialmente para uma criança. Sei que não é uma justificativa para todo o seu ódio, mas... eu tinha pena dela, assim como a amava. No fim, estou feliz que foi você, pois, agora, sei que o poder de Jiyeon será usado para algo bom. Obrigada. 

Não escondi minha surpresa, encarando a feição serena de Luda sob a luz da lua. 

— Por nada, eu prometo que vou dar meu melhor para usar o poder de Leo na intenção de tornar o mundo um lugar bom para todas as raças. 

— Acredito em você, Jung Yerin, afinal, você já o fez. Ainda tem muito o que ser feito, claro, muitas intrigas a serem resolvidas, porém, você já fez muito bem. Estou ansiosa para o que mais fará. Posso não ser uma vidente, mas eu sei de algo: você vai ser muito importante daqui para a frente. Não para mim, suas amigas ou essa cidade. Para o mundo inteiro. 

Admito que não entendi bem o que ela queria dizer com aquilo, mas apenas assenti. A noite estava em seu fim, os seres voltavam para suas cidades aos poucos, despedindo-se dos seus amados mortos. 

De uma certa maneira, eu sentia que as coisas mudariam dali para frente. 

Eu só não sabia o quanto. 

 

SinB

 

— Então, você está pronta? — Entrei no quarto de Yerin sem muita cerimônia, assistindo-a terminar de arrumar sua mochila. 

— Ainda não. 

— Certo, mas sua bruxinha já está lá embaixo. 

— Mesmo?! — Yerin sorriu largo para mim, feliz apenas pela menção da garota. 

— Que animação é essa? — murmurei, cruzando os braços. 

— Minha animação, ora. Eu gosto da Yeojin, estou contente por ela ir conosco. 

— É, já que minha companhia não é o suficiente para você — adicionei, evitando olhá-la e apenas mantendo minha postura. 

— Hwang Eunbi... — Ouvi Yerin levantar, caminhando até ficar na minha frente. — Você está com ciúmes de uma menina cinco anos mais nova que eu? 

— Você é décadas mais nova que eu, Yerin. 

— Sabe o que eu quero dizer. — Ela segurou meu rosto e me obrigou a fitá-la. — Admita que está com ciúmes. 

— Não sei o que é isso. 

— É mesmo? 

Surpreendentemente, Yerin me mordeu, causando um choque familiar e prazeroso por todo o meu corpo. 

— Yennie... 

— Shh — sussurrou ela, aproximando a boca do meu ouvido após retirar suas presas do meu pescoço. — Não fique com ciúmes da Yeojin, SinB-ah. Estou apenas a adotando, acho bom se acostumar, a filha também é sua. — Yerin se afastou na hora, me deixando sozinha com uma certa excitação e sua última frase. 

— Ela é o quê?! 

 

Eunha

 

— Sowon está aqui? — a menina questionou, uma mochila nas costas e um jeito ansioso. 

— Qual é o seu nome, pequena? — perguntei, um pouco curiosa com sua presença. 

— Lee Gahyeon, sou uma fada. 

— Oh, claro, Sowon me falou de você. Espero um minuto, certo? 

Ela assentiu calmamente, enquanto eu me afastava para subir as escadas. 

— Sowon?! — chamei quando alcancei o último degrau, vendo-a sair do próprio quarto com a escova de dentes na boca. 

— Shim? 

— A Gahyeon está lá embaixo — avisei, me segurando para não rir. 

— Certo, peça para ela esperar um pouco, por favor. 

— Tudo bem. 

Gahyeon estava parada no mesmo lugar quando eu desci, olhando o pouco que podia ver da casa com curiosidade. 

— Daqui a pouco ela desce, você quer entrar, beber um suco? 

— Ah, eu... — Gahyeon corou, pega de surpresa pelas súbitas perguntas. 

— Não precisa se preocupar, sou um anjo, está vendo? — Apontei para meu próprio olho, sorrindo. Ela acabou deixando escapar uma risada baixa e tímida, dando um passo pequeno para dentro da casa. — Venha. 

Ela me acompanhou até a cozinha, onde eu tive que despachar Seoyeon — com medo dela me matar com uma das facas, mas despachei — para ela não assustar Gahyeon. Tive de acenar para ela sentar na mesa, de tão tímida que estava. 

— Você gosta de morango? — perguntei, pegando alguns que tínhamos na geladeira e colocando na mesa — a falta de Yerin, SinB e Yuju permitia que ainda sobrasse algumas coisas assim. 

— S-Sim, obrigada — murmurou, pegando um e comendo enquanto olhava para baixo. Acabei sorrindo por causa de toda a sua fofura, tão inocente. 

— Quantos anos você tem, pequena? 

— Treze, moça. 

— Ah, esqueci de te falar meu nome, não foi?! Pode me chamar de Eunha. — Ela assentiu, sorrindo rápido para mim antes de olhar para baixo novamente. 

Ah, essa garota vai me fazer explodir de fofura. 

— Olá, Gahyeon — disse Sowon, aparecendo na cozinha e alisando o cabelo da menina, que sorriu para ela. 

— Oi, unnie. — Ela parecia mais alegre apenas de ver Sowon, algo que me deixou contente. 

Dois meses atrás, quando elas começaram a se conhecer, Sowon me falava o quanto ela era fechada e deprimida, uma clara consequência da perda de Jinsook. Porém, com o decorrer do tempo, ela se abriu mais para Sowon e também melhorou. Era bonito ver o cuidado que minha amiga tinha com Gahyeon, tanto por sua lealdade para Jinsook quanto por gostar dela. 

— Eu vou levá-la na escola, não vai demorar muito — Sowon avisou para mim, deixando um beijo na minha bochecha. — Pronta, Gahyeon? 

— Você que está atrasada, unnie — retrucou a pequena, brincalhona. 

— É, bom ponto. 

Sowon fez menção de sair, mas eu segurei seu braço e a impedi. 

— O que acha de sairmos hoje à noite? Estive pensando nisso ultimamente, não faz bem ficarmos aqui sozinhas agora que Yuju realmente viajou com a Eunseo e Umji está muito ocupada. — Sowon pareceu surpresa pela minha sugestão, mas não evitou o sorriso. 

— Acho ótimo. — Ela sorriu, continuando parada, mesmo depois de eu soltar seu braço. 

— Alô, unnie? Podemos ir ou está muito ocupada namorando? 

— Gahyeon! 

— O quê? Só estou dizendo o que eu pensei... 

 

SinB

 

— B, pode arrumar a cama para a Yeojin? Ela está cansada e eu tenho que falar com a Joohyun — pediu Yerin, toda doce. 

— Tá brincando, né? Eu que vou ser a babá dela, é? — Ela revirou os olhos, cruzando os braços enquanto me olhava. 

Yerin sorriu e beijou minha bochecha antes de seguir Joohyun para fora da casa, me deixando sozinha com a bruxinha, que já estava bem sonolenta. Fui até um dos quartos e arrumei a cama para ela, resmungando sobre não ser uma escrava. 

Ao finalizar, voltei para a sala, onde Yeojin relutava em dormir no sofá mesmo. Sua sonolência não me me admira, ela ficou tagarelando quase a viagem inteira. 

— Hey, vem cá — murmurei, pegando-a em meus braços. Yeojin deitou a cabeça no meu ombro sem demora, o corpo mole. Deixei-a na cama com cuidado, mas ela segurou minha mão antes que eu saísse. 

— Você pode ficar comigo? Só até eu dormir, por favor — pediu, e eu acabei acatando e me deitando ao lado dela. — Desculpa, é que eu não consigo dormir muito bem sozinha desde... 

— A guerra? — completei, vendo-a assentir. — Eu entendo. — Com um pouco de receio, abracei Yeojin. — Não se preocupe, pequena, você vai estar segura comigo e Yerin. Prometo. 

— Obrigada, unnie. 

Ela se encolheu no meu abraço, talvez tentando dormir. Não sei quando e como, mas, no final, também acabei por dormir com ela. 

 

 

 

— SinB-ah... 

— Hum...? 

— Acorda, SinB-ah... 

— Yerin...? 

— Sim... Bom dia, flor do dia. 

— Por favor, não repita isso nunca mais. 

Yerin riu, como se não soubesse que eu estava falando sério. 

— Abre os olhos, SinB-ah... — sussurrou, começando a beijar minha bochecha repetidamente. 

— Eu não quero — retruquei, manhosa. 

— Mas já está na hora, SinB-ah. Eu não vou te deixar dormir... abra os olhos. 

— Yerin! — reclamei, abrindo os olhos depois de muita luta comigo mesma e encontrando seu rosto sorridente. 

— Viu, não foi tão difícil. Agora, levanta. 

— Um pouco difícil fazer isso com você em cima de mim, não acha? — Ela riu e assentiu, sentando ao meu lado na cama. 

Infelizmente, me vi obrigada a erguer meu corpo de fato, ficando sentada. Ela me abraçou por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. 

— Como você espera que eu levante se está- 

— Ei, SinB-ah — o tom de voz sério dela me fez parar de falar, sentindo a hesitação dela em continuar. 

— Sim, Yerin? — incentivei, um pouco curiosa. Ela respirou fundo, continuando: 

— Sabe que eu gosto de você, não sabe? — Meu coração deu um pulo naquele momento, iniciando um ritmo rápido que nem tive tempo de acompanhar. — Digo, de verdade. Sei que tenho feito muitas brincadeiras ultimamente, mas não é uma dessa vez. Eu gosto de você, SinB-ah. Você tem me feito tão bem nos últimos dias e... não sei. — Ela ficou em silêncio por um tempo, mas, antes que eu pudesse dizer algo, voltou a falar: — Não demore para ir tomar café da manhã, hum? 

Yerin beijou minha bochecha e saiu, sem me dar espaço para falar alguma coisa. Deixou-me sozinha com a maior cara de idiota apaixonada, até o ponto que eu não aguentei e comecei a rir de mim mesma, além de sentir o rosto esquentar. 

Ela gosta de mim. 

 

 

 

Yeojin, Joohyun e Yerin já estavam se servindo quando eu cheguei e me cumprimentaram sem muita cerimônia. Sentei ao lado de Yerin, escutando a conversa que ela tinha com Joohyun. 

— Seo, ela não é nossa filha — disse Yerin, franzindo a testa. 

— Não?! 

— Claro que não, doida — me intrometi, revirando os olhos. — Como você ainda pensa isso? Eu não saí de casa há tempo o bastante para ter uma criança desse tamanho! 

— Mesmo? Desculpa, você sabe que eu tenho um problema com tempo. Teve uma vez que eu fui para a cidade pensando que estava na década de 80 até ver metade das pessoas com um smartphone na mão e me lembrar de que eram mais de três décadas depois. — Yerin e Yeojin riram de Joohyun, enquanto eu apenas revirei os olhos. 

— Juro que você está precisando sair mais dessa casa — constatei, ao que ela deu de ombros. 

— Por que você não sai, aliás? Gosta do silêncio ou da solidão, algo assim? — questionou Yerin, curiosa. 

— Não é bem isso — respondeu Joohyun, dando de ombros. — Estou esperando. 

— O quê? 

— Quem — corrigi. — Ela diz que está esperando minha mãe voltar. — Joohyun assentiu, deixando Yerin devidamente surpresa. 

— Isso é interessante. 

— Não se empolgue, ela não diz o motivo. — Novamente, Joohyun concordou comigo. 

— Continua sendo interessante. Quero dizer, o quão importante sua mãe deve ser para ela continuar aqui? 

— Viu? — falou Joohyun, sorrindo vitoriosa. — Ela entendeu. 

— Cala a boca. 

Ela riu, fazendo-me revirar os olhos. Yerin também riu baixo ao meu lado, deslizando a mão por baixo da mesa até se encontrar com a minha. Senti meu coração acelerar apenas com aquele contato, fitando o rosto ainda mais sorridente dela pelo canto do olho. 

"Por favor, tentem ser menos óbvias." 

Ouvi a voz de Yeojin na minha cabeça, como se estivesse zombando de nós duas. 

"Silêncio, anã de jardim." 

"Garotas," Interrompeu Joohyun. "Sem telepatia no café da manhã." 

Todas nos calamos, apenas olhando umas para as outras até começarmos a rir. 

 

Sowon

 

— É engraçado — murmurei, encarando Eunha. 

Estávamos perto de um rio, um pouco cansadas depois de aproveitarmos o festival que os humanos comuns faziam próximo àquela área. A própria luz da lua, misturada com o colorido do festival, refletia na água lindamente, enquanto esta, por sua vez, parecia fazer o rosto da garota ao meu lado brilhar. 

— O quê? — ela perguntou, jogando comida para os peixes abaixo da ponte antes de me olhar de volta. 

— Todos esses anos juntas e essa é a primeira vez que eu reparo no quanto você é bonita — respondi, fazendo-a corar e rir, um pouco envergonhada. 

— Não faz isso. — Ela desviou o olhar, voltando a alimentar os peixes. 

— Isso o quê? 

— Ficar me elogiando. 

— Por que não posso te elogiar? — Aproximei-me dela, fitando seu rosto. 

— Você sabe o porquê, Sowon — a voz dela falhou em certo momento da frase, assim como parecia relutar em me olhar. — Nós somos amigas, não vamos confundir as coisas. 

— As coisas mudam, Eunha-yah. 

— Não significa que devam. — Ela se afastou um pouco. 

— Eu apenas disse que podiam mudar, não disse que iriam. — Puxei-a de volta pela cintura e a abracei, ouvindo suas reclamações. 

— Sowon, eu sei o que você está fazendo. — Eunha não me olhava nos olhos de modo algum, como se temesse algo... 

— Eles não estão amarelos, lembra disso, certo? 

— Sowon... Não é essa a razão pela qual eu não estou olhando. 

— E qual é? — Eunha levantou a cabeça, encarando-me com seus grandes olhos azuis. 

— Pronto. Está feliz? — Soltei uma risada, beijando sua testa. 

— Sim, estou. 


Notas Finais


interessante esse wonha, né? rsrs prevejo sinrin shippers surtando
bye~


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