História The Difference Between Us - Capítulo 21


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Personagens Originais, Reiner Braun, Sasha Braus
Tags Erwin Smith, Kyojin, Romance, Shingeki
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Palavras 2.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores! Como estão? Espero que bem.
E cá estou eu com mais um capítulo. E nesse, veremos o lado mais humano do nosso queridíssimo capitão Levi.
Espero que gostem. Sem mais enrolação, vamos ao capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 21 - These feelings can't be right


Lucy Williams

-Erwin... -eu suspirei. -Eu não gosto dele. Não sinto nada por ele.

-Então porque esse desconforto todo quando ele está por perto? -Erwin alterou um pouco a voz.

-PORQUE SIMPLESMENTE EU NÃO POSSO ESMURRAR A CARA DELE AQUI. A VONTADE QUE EU TENHO É DE QUEBRAR TODOS OS OSSOS DA CARA DELE, MAS EU NÃO POSSO. -dei um murro na minha escrivaninha.

-Você precisa de um tempo pra si. -Erwin levantou da cama. -Tome o tempo que precisar. Creio que você está indecisa e precisa se organizar. Quando você estiver bem, a gente se fala. -ele caminhou até a porta.

-Erwin, espera. ERWIN! -eu o chamei, mas ele não me deu ouvidos e saiu do meu quarto. -DROGA! -dei um chute na cadeira que estava encostada na escrivaninha.

"Como pode você reencontrar uma pessoa a menos de um mês e ela causar esse inferno todo? Será mesmo que eu ainda sinto alguma coisa pelo Reiner? Não pode ser. Eu tinha esquecido ele há oito anos atrás e tudo o que eu sentia por ele havia se transformado em ódio. Mas pro Erwin, isso está parecendo outra coisa." Parei de pensar e sai do quarto. Fui andando pelo corredor e assim que cheguei no hall, tomei a direção que ia dar na saída. Andei mais um pouco e cheguei no pátio de treino. Me sentei em um dos bancos que tinha ali e fiquei observando o céu.

-Não sou muito de ficar observando o céu, mas hoje tenho que admitir que ele está bonito. -quando percebi Levi já estava passando suas pernas pelo banco e sentando ao meu lado.

-Você sempre aparece assim do nada? Igual assombração? -perguntei ainda sentindo meu coração bater acelerado por causa do susto.

-Tsc. Você estava distraída e não me viu chegar.

-Hum. -suspirei.

-Não consegue dormir?

-Não. Muita coisa na cabeça. Sem falar nesse troço que está no meu tronco que me deixa muito desconfortável.

-A propósito, como está suas costelas?

-Nem melhor, nem pior. Terei que ficar afastada quinze dias das atividades. Os ossos fraturados não calcificaram totalmente.

-Sinto muito pelo chute.

-Tudo bem.

-Mas devo dizer que você está se saindo bem nos treinos. Tanto na defesa quanto nas técnicas em matar titãs. Você foi muito bem na simulação. Já pode ir conosco nas expedições. Isso é, se você não se cagar.

-Pode ter certeza que se eu me cagar, eu jogo a bosta toda em você. -olhei pro Levi e o mesmo estava com um ar de riso.

-Mas então, aposto que por essa sua cara tem algo a mais que te incomoda.

-Caramba. Não sabia que eu era tão transparente assim.

-Lucy, eu já vi muita coisa nessa vida. Então eu sei quando alguém está com medo, raiva, com vontade de cagar, triste e incomodado com alguma coisa. Então, se você se sentir a vontade pra falar, eu sou todo ouvidos. -Levi falou e eu baixei a cabeça. Respirei fundo tentando achar um jeito de começar a falar.

-O que você faria se reencontrasse depois de oito anos a pessoa que foi muito filho da puta contigo?

-Filho da puta como? -Levi pareceu interessado na história.

-Você se declara pra ele, ele trata isso como se fosse brincadeira e te dispensa com umas poucas palavras. Depois disso some de vez da sua vida. Sendo que essa pessoa era seu melhor amigo.

-Eu particularmente deixaria pra lá. Mas antes eu daria um belo chute no meio da fuça da pessoa e depois seguiria minha vida.

-Eu bem que queria fazer isso, mas a pessoa está aqui dentro.

-Aqui no Reconhecimento?

-Sim.

-Não vai me dizer que é o Reiner? -Levi perguntou e o olhei com os olhos arregalados.

-Caralho. Como você adivinha tudo?

-Eu observei vocês dois em cima da muralha naquele dia. E desde aquele dia o Reiner não tira os olhos de você. Ele sempre para pra ver você treinando. E o olhar dele não é aquele olhar de "oh, vou ver quem vai apanhar mais nesse treino" ele simplesmente para e fica com cara de bobo.

-É complicado isso.

-Você ainda sente alguma coisa por ele?

-Eu nem sei Levi.

-Acho que você só está com o pensamento desorganizado... Bom, mas se quiser dar um chute na cara dele eu te ajudo. Pego ele de cobaia em um dos seus treinos e você senta a pisa nele. -escutando Levi falar isso eu não pude deixar de rir.

-Eu nunca imaginei que você era desse jeito.

-Desse jeito como?

-Comunicativo. Das vezes que eu te vi você sempre estava de cara amarrada.

-E na verdade eu não era de falar muito. Mas tô tentando mudar aos poucos. Sei que esse meu jeito assusta algumas pessoas, mas de vez em quando é necessário.

-Hum.

-Tá afim de dar uma volta? Isso me ajuda quando eu estou com insônia.

-Não é perigoso sair a essa hora da noite?

-Não.

-Ta bom então. -nos levantamos do banco e caminhamos em direção a saída do quartel. O guarda abriu o portão e em seguida saímos.

(...)

A julgar pelo horário as ruas não estavam tão desertas. Eu e Levi ficamos andando até que chegamos no que parecia ser uma praça. Nos sentamos em um banco e ficamos observando as poucas pessoas que estavam ali.

-Você sempre foi assim, durão?

-O que você quer dizer?

-Você me parece ser o tipo de pessoa que não demonstra seus sentimentos. -falei e Levi suspirou.

-Bem, minha história é um tanto complicada. E eu tive muitos motivos pra ser assim.

-Se quiser falar, não estou com pressa.

-Eu nasci e cresci na cidade subterrânea.

-Aquela abaixo do distrito de Stohess na muralha Sina?

-Isso... Quando minha mãe morreu, um irmão dela apareceu e me criou. Ele era cientista, não sei se hoje ele ainda é. Mas na época ele era. Enfim, meu tio não era muito correto, então aprendi muita coisa boa e ruim com ele. Quando eu já tinha idade suficiênte pra me virar só, ele me abandonou.

-E ele nunca mais te procurou?

-Não... Aí eu comecei a praticar pequenos delitos pela cidade. Eu era bem popular na época e com isso conheci um menino e uma menina, os dois se tornaram meus amigos. Eles acabaram se juntando a mim nos furtos. Pegávamos alguns serviços, nada muito grave. Até que recebemos um serviço grande, pegar um documento muito importante que estava com o Erwin, e depois eu teria que matá-lo. Em troca, teríamos nosso passe pra viver na superfície. Só que o comandante conseguiu capturar a mim e os meus amigos. E quando isso aconteceu, ele quis saber como e onde eu aprendi a usar o equipamento de locomoção 3D e quem estava me pagando pra fazer o serviço. Porém eu não falei. Então ele me fez uma proposta, ou eu ia para o Reconhecimento ou ele ia dedurar meus crimes para a polícia militar, e com isso eu e meus amigos seríamos presos. Então resolvi aceitar. Meus amigos ficaram super empolgados com a ideia. Nós três entramos para o reconhecimento. Só que na primeira expedição da gente, eles morreram.

-Você estava com eles quando aconteceu?

-Não. A gente tinha se separado. Eu fui atrás do Erwin pra pegar o tal documento e os dois seguiram com o restante do pessoal. E assim que eu fiquei sabendo do ataque, fui na direção que os dois tinha ido. E no caminho eu encontrei a metade do meu amigo, no caso só tinha restado da cabeça até o tronco. E mais a frente eu me deparei com a cabeça da minha amiga. E logo vi o titã que tinha pego eles. Sem pensar muito fui pra cima do desgraçado e fatiei ele todo. Depois o Erwin me encontrou e tirou o documento de dentro do casaco e jogou pra longe e disse que se eu quisesse pegar o documento que eu fosse, ou eu poderia deixar pra lá e segui-lo. Foi o que eu fiz. Disse que ia segui-lo aonde quer que ele fosse.

-Nossa. Você entrou no Reconhecimento de forma totalmente diferente... Mas e aí, você desistiu do documento?

-Sim. Eu não tinha mais porque continuar. Fiquei muito abalado com a morte deles. E daquele dia em diante prometi a mim mesmo que nunca mais iria me apegar a ninguém. Porque no fim é só dor e sofrimento.

-Eu sinto muito Levi.

-Eu passei muito tempo mal, mas consegui superar.

-Que bom... Até o momento eu não perdi nenhum amigo pra um titã, somente meu pai. E foi uma dor misturada com sentimento de culpa que eu carreguei por um bom tempo. Foi muito horrível, mas eu já superei também.

-Então você decidiu seguir a carreira militar depois da morte do seu pai?

-Isso. Eu não queria mais sentir essa impotência que eu senti quando não pude salvar o meu pai. Foi aí que eu fui pra tropa estacionária ou a guarnição, como preferir chamar.

-E então porque você veio para o reconhecimento?

-Porque eu decidi sair da minha zona de conforto e ir em busca da verdade.

-Interessante. É legal ver alguém tendo esse tipo de visão.

-E eu critiquei vocês por muito tempo. Tinha um certo preconceito. Mas depois de saber algumas coisas, eu mudei meu ponto de vista.

-Olha só, cuspiu pra cima e caiu na cara. Veio parar no reconhecimento. -Levi deu um meio sorriso.

-Pois é... Bem, acho que já está na hora de irmos.

-É. Vamos. -Levi falou e nos levantamos do banco. Sendo assim, voltamos pro quartel.

(...)

Assim que chegamos ao quartel, Levi me acompanhou até o meu quarto.

-Acha que vai conseguir dormir agora? -Levi perguntou assim que paramos em frente a porta meu quarto.

-Provavelmente.

-Enfim, vou para o meu quarto... Ah, e se quiser meter a porrada no Reiner é só me falar que eu dou um jeito.

-Vou pensar seriamente nessa proposta. -eu ri.

-Pense. -Levi se virou e já foi saindo. Mas antes dele sumir eu o chamei.

-Levi?

-Que foi?

-Domingo agora é meu aniversário. Então meu irmão e minha tia resolveram fazer um jantar pra comemorar. Ficaria feliz se você fosse.

-Eu irei... A quatro olhos vai?

-Você se refere a Hange?

-Sim.

-Eu vou falar com ela. Hoje eu nem a vi.

-Tudo bem. Mas ainda sim eu irei.

-Ok. Então, boa noite.

-Boa noite. -Levi foi para o seu quarto e eu entrei no meu.

Pela primeira vez eu puder ver o lado humano do capitão. Estranhei? Claro que sim. Mas é como ele mesmo disse, está tentando mudar aos poucos. Até porque realmente esse jeito dele assusta. Mas enfim, todos tem o direito de se tornar alguém melhor.

Depois dessa caminhada eu realmente estava com sono. Troquei de roupa e me deitei. Não demorou muito e logo eu apaguei.

Na manhã seguinte...

Acordei por volta de seis horas. Olhei em direção a janela e pude perceber que alguns raios de sol entravam no quarto. Me sentei na cama e esfreguei o rosto, encarei o chão por alguns segundos e logo me levantei. Me despi das roupas e fui para o banheiro.

Após o banho, escovei os dentes e sai do banheiro enrolada na toalha. Me enxuguei e vesti meu uniforme. Ao invés da trança embutida fiz um rabo de cavalo. Me olhei mais uma vez no espelho e sai do quarto, indo ao refeitório.

Assim que cheguei no mesmo, peguei uma xícara e coloquei um pouco de café e leite. Olhei para o lado e vi Erwin sentado ao lado de Hange e Levi de costas pra entrada do refeitório. Não demorou muito pra ela acenar e me chamar para sentar com eles. Sendo assim, eu fui.

-Bom dia. -falei já me sentando ao lado de Levi.

-Bom dia. -os três responderam quase que em coro.

-Dormiu bem? -Levi perguntou.

-Creio eu que sim. Não acordei nenhuma vez no meio da noite, então posso dizer que dormi bem.

-Tem alguma coisa diferente em você Lucy. -Hange falou me observando.

-Será o cabelo? -perguntei arqueando uma sobrancelha.

-Isso! -ela quase que gritou. -Você não está de trança hoje.

-Resolvi fazer algo mais prático. -sorri.

-Ficou legal. -Hange sorriu.

-Gostaria de aproveitar o momento pra fazer um convite a você Hange e o Erwin. O Levi não conta porque eu já falei com ele ontem.

-O que seria? -finalmente Erwin falou algo.

-Provavelmente vocês não sabem. Mas domingo agora é meu aniversário, então vai ter um jantar lá em casa pra comemorar e eu gostaria muito que vocês fossem.

-Com certeza eu irei. -Hange parecia super animada.

-Tenho que ver. -Erwin falou. -Se eu estiver disponível eu vou.

-Como assim se estiver disponível? Desde quando você fica ocupado em um domingo a noite? -Hange falou.

-Tenho assuntos a resolver Hange.

-Hum... Tá bom então... Mas Lucy, com certeza eu vou. -Hange deu um sorriso.

-Eu também vou. -Levi falou e tomou um gole de alguma coisa que tinha em sua xícara.

-Depois eu passo o endereço pra vocês dois. Até porque o Erwin já foi lá em casa então ele sabe onde é.

-Quando que ele foi na sua casa Lucy? -Hange perguntou curiosa.

-Não dia que ele foi pedir a minha ajuda com uma estratégia pra expedição de vocês. -bebi um gole do meu café com leite.

-Ah sim. Uma estratégia que por sinal salvou muitos.

-Fico bem feliz com isso. -sorri.

-Bom, a conversa está boa, mas eu tenho que continuar os experimentos com o Eren. -Hange se levantou do banco.

-Experimentos?

-É. Técnica de enrigecimento. Pretendemos usar isso para selar a muralha Maria. -Hange falou e eu fiquei pensando... "Então o Eren é o titã do reconhecimento?" -Você não sabia do Eren?

-Sabia que havia um titã aqui, mas não que fosse o Eren. Na verdade eu não me atentei pro nome da pessoa.

-Ah... E a propósito, ficamos sabendo que ele é seu primo. É verdade?

-Sim. O pai dele é meu tio.

-Interessante... Mas bem, deixem eu ir. Você vem comigo Levi?

-Sim.

-Então vamos. Até mais pessoal.

-Até. -eu e Erwin respondemos. Logo Hange saiu junto do Levi e eu fiquei a sós com o comandante. Ele estava de frente pra mim, porém não falava nada. Parecia que estávamos em uma competição de quem passava mais tempo encarando o outro.

-Tenho quase certeza que você tem algo a perguntar. Então pergunte logo e pare de ficar me encarando. -falei e tomei o último gole do café com leite. Erwin suspirou e segurou sua xícara com as duas mãos.

-Pra onde você foi com o Levi ontem à noite?

-Fui dar uma volta.

-Uma volta?

-É Erwin, uma volta. Eu estava sentada no banco do pátio de treino e o Levi se aproximou. Começamos a conversar e depois ele deu a ideia de irmos dá uma volta. Mais alguma coisa que queira saber?

-Não.

-Ótimo. -olhei pra janela do refeitório e depois voltei meu olhar pro Erwin. -Queria muito que você fosse ao meu aniversário, mas se essa foi a desculpa que você deu a Hange por não querer ir, eu aceito. Afinal de contas, nessa vida ninguém é obrigado a nada.

-Eu vou tentar ir.

-Se for pra ir sem vontade, nem apareça. Só vá se você realmente quiser ir. -falei e me levantei do banco. -Com licença, tenho que ir ver o Eren antes que a Hange comece os experimentos. -Erwin assentiu e eu saí dali.

Assim que sai do refeitório fui ao refeitório dos soldados. Quando entrei, procurei pelo Eren e logo o avistei. Estava sentado ele, Mikasa, Armin, Connie e Sasha. E quando olhei pra mesa ao lado, vi Reiner juntamente com dois colegas. Um eu não sabia o nome e a outra era a tal Annie, uma das melhores soldadas do reconhecimento, depois da Mikasa. Ignorei o fato de Reiner está ali e caminhei até a mesa onde o pessoal estava.

-Bom dia soldados. -falei quando me aproximei.

-Bom dia capitã. -todos se levantaram e bateram continência.

-Descansar. -logo eles voltaram a se sentar.

-Sente-se capitã Lucy. -Mikasa falou se afastando um pouco no banco.

-Obrigada Mikasa. -me sentei. -Bom gente, eu vim fazer um convite a vocês. Domingo agora é meu aniversário, então quero todos vocês lá em casa.

-Eu estava me lembrando do seu aniversário. -Eren falou. -Na verdade eu sempre lembro quando está perto.

-Fico emocionada com isso. -falei e dei um sorriso pro Eren e ele me retribuiu. -O Eren sabe onde moro, então ele levará todos vocês lá em casa. Posso contar com a presença de todos?

-Claro. -todos falaram bem animados.

-Ok então. Vim aqui só pra fazer o convite. Vou deixar vocês terminarem o café em paz. -falei me levantando do banco. -Tenham um bom dia pessoal.

-Igualmente capitã.

Saí do refeitório e fui pra minha sala. Tinha que ler uns relatórios que o Erwin havia me entregado a uma semana e eu sequer vi a cor do papel. E ainda tinha que falar com o Jean sobre domingo. Resumindo, mal o dia havia começado e eu já estava cheia de coisas pra fazer.


Notas Finais


E ai, gostaram? Espero que sim.
Até o próximo pessoal.
Beijos.


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