História The Distance From The Sun And The Moon. - Capítulo 20


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Distance, Distância, Drama, Lésbico, Lua, Moon, Romance, Sol, Sun
Visualizações 5
Palavras 1.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 20 - O Homem de Terno Preto


Fanfic / Fanfiction The Distance From The Sun And The Moon. - Capítulo 20 - O Homem de Terno Preto

Suas mãos entrelaçavam meus cabelos da nuca com urgência, sua língua explorava a minha boca, minhas mãos em sua cintura puxava ela para mais próximo de mim. Meus gemidos iam ao encontro do seu ouvido e te deixando tão exitada ao ponto de me querer sem nenhuma peça de roupa, e então ela começa a me despir lentamente, destribuindo beijos por partes que me deixavam completamente louca. Ao me despir por inteiro ela me penetra com os seus dedos, agarro fortemente os lençóis da cama que está pra lá de bagunçada. Eu gemia alto, gemidos de puro prazer! Naquele momento eu só queria gozar. Até que minha mãe abre a porta do quarto e nos vê, quando olho para Ionara vejo que na verdade não é ela, e sim a Kristen Stewart. Fico sem entender e de repente eu estou no colégio, no refeitório completamente nua enquanto todos riem de mim, eu me desespero e... Caio da cama.

Me levanto e dou graça a Zeus por ser apenas um sonho, quer dizer, pesadelo isso sim! Tá, convenhamos que em partes até que não foi tão ruim.

São 03:45 da madrugada, estou cheia de fome, naquele momento eu só queria me levantar, ir até a cozinha beber um copo com água e fazer algo pra comer.

Vou até a cozinha tomo um copo com água e me faço um chocolate quente e um sanduíche natural.

Volto para o meu quarto e enquanto estou comendo recebo uma mensagem de um número desconhecido, não era uma mensagem comum, era um SMS.

Quem hoje em dia manda SMS? Com exceção das operadoras, claro.

Paro de comer e desbloqueio o meu celular afim de ver o SMS que acabará de chegar. Me surpreendi ao terminar de lê-lo.

A mensagem dizia o seguinte:

Eu vejo você, vadia!


Neste mesmo momento eu arregalo os olhos diante da tela do celular, gelo dos pés a cabeça.

Vou até a janela do meu quarto, mas não vejo ninguém.

Tomo coragem e respondo o SMS:

O quê? Como assim você me ver?


Depois de dois e longos minutos se passarem eu recebo outro de volta e o vejo com agilidade.

Acabou a farsa, eu segui você. Como pôde mentir pra mim Nicole? Você falou que iria sair com as suas amigas e veio para um motel com o meu amigo Lucas.


Respirei aliviada, coitado do cara que foi traído pela mulher e pelo amigo, mas vida que segue.

Desculpa, mas esse não é o número da Nicole, acho que você discou errado.

Depois disso não recebo mais nenhuma mensagem de volta, acho que ele realmente viu que o número estava errado e mandou para o certo.

Depois desse gelo perdi a fome e voltei para a cama.

Virei várias vezes, mas parece que estava sendo impossível dormir. E então eu resolvi ir ler um livro, cinquenta tons de cinza foi o que eu achei e que não tinha acabado de ler.

"'Oh, foda-se a papelada.' As palavras vêm do nada e por instinto eu a agarro e a empurro contra a parede. Juntando suas duas mãos, eu as prendo acima de sua cabeça para que ela não possa me tocar, e, uma vez presa, eu passo minha outra mão em seu cabelo enquanto meus lábios procuraram e encontram os dela."


Depois de ler Christian Grey quase fudendo com a Anastacia Steele, o sono finalmente chegou, e então me deitei de uma forma confortável na cama, fechei os olhos e imaginei várias coisas antes de pegar no sono de uma vez.

(...)

06:00

O despertador soa e meus olhos são abertos ligeiramente, a luz do dia é impedida de entrar pelo quarto por conta das cortinas. Esfrego os meus olhos para me manter acordada, pego o celular e já se passaram dois minutos desde que ele tocou. E para melhorar o meu dia tem uma mensagem da minha menina, Ionara, me desejando um bom dia. Deixo um sorriso bobo escapar. E então eu deixo de fazer hora e me sento na cama, ponho os pés no chão e sinto sua temperatura, está gelado! Calço meus chinelos e levando indo em direção a janela para abri-la. O dia não estava tão ensolarado quanto pensei, está nublado e frio.

A água está maravilhosa, sua temperatura está morna. Perfeita para um dia frio como este!

Saio do banho e visto como já é de costume, uma calça jeans, tênis, uniforme da escola e seco meu cabelo.

Estou pronta, pego um nescau pronto na geladeira depois de ter dado bom dia a minha mãe e a Yumi.

Entro no carro, coloco meus fones e vou olhando a paisagem pela janela.

(...)

- Mas você não pode ficar com a Lilian, ela é mó piranha! - Tyler

- Concordo com o Tyler, Rafael. -Johnanta

- Ela não é piranha, só é solteira. - Jamile, irmã do Johnanta.

- Mas eu gosto dela, poxa! - Rafael

Essa era a conversa que os meninos e a Jamile que sentará do meu lado estavam tendo.

- Uou! Dá pra parar de fazer barulho? Estão me desconcentrando. - falei me virando para trás interrompendo a conversa super importante dos meninos.

- Shiiiiiiii! - Eles fizeram colocando o dedo na boca e riram. -sarcasmo-

Revirei os olhos e me virei de volta.

- Alguma dúvida? - o professor pergunta pra classe.

Todos ficam em silêncio e balançam a cabeça negativamente.

- Você entendeu alguma coisa? - Luna pergunta para Ariana.

- Não e você? - Ariana responde virando-se para trás.

- Também não, nunca fui boa em inglês. - Luna

- Eu nunca fui boa em nada. - Ariana

- Senta e chora amiga! Quer dizer, sentada já está, agora só chora. - Luna

Hoje teríamos aula de história e seria uma aula de campo. Iríamos para um museu que ficaria no centro da cidade.

Estávamos no refeitório aguardando o ônibus escolar.

- Grr! Esse ônibus está demorando demais. - Camila

- Relaxa o cu, já já ele chega. - Eu falei revirando os olhos.

- Meninas, o ônibus chegou. Vamos? - Falou Margareth, a professora de história.

- Eu disse!

Entramos com bastante alvoroço, enquanto nossa professora gritava pedindo cautela. Somos rebeldes, dá licença!

Sentamos no fundão, junto com a galera que animava -bagunçava-.

Em instantes os meninos arrumaram uma caixa portátil de som JBL e fomos até chegar no museu curtindo.

Depois de uns 20 minutos, chegamos. Descemos e entramos no museu.

Ao entrarmos demos de cara com a nossa amiga queridissima, Alícia Cara de Vaca. Que no caso estava muito parecida com um dinossauro.

- Estou plasmática, quanta semelhança deste esqueleto de dinossauro com a Alícia. - Lua

- Eu pensei a mesma coisa! - disse enquanto olhava dando um sorriso maligno para a Lua.

Eu e Lua temos uma sincronia inacreditável, pensamos, falamos, espirramos, arrotamos -entre outras coisas- em uníssono. É incrível!

Enquanto a professora e o guia explicavam as pinturas, os fósseis e todas aquelas coisas chatas pra turma eu e as meninas resolvemos dar uma volta pelo museu.

Fomos ficando cada vez mais distante deles e tendo cuidado para não sermos pegos.

- Vamos por aqui. - Disse Ariana abrindo uma porta que ficava bem escondida, ao lado de uma estante com livros. A porta estava pintada na mesma tonalidade da parede.

- O que diabos é isto?

- Eu vi um homem de terno saindo daqui, achei esquisito e bem curioso.

Entramos e então ela fechou a porta. Fomos andando devagar e tinha uns quadros sinistros nas paredes do corredor, dava bastante medo, porém continuamos.

A luz que clareava o corredor era uma luz vermelha e também tinha luzes azul-escuro que clareavam somente os quadros, dando um ar assustador ao local.

Finalmente chegamos no fim do corredor e não achamos nada, até que...

- Olhem! - Camila apontou para o chão. - Uma entrada secreta. - ela deu ênfase em secreta!

- Ah, bobagem nã... - Luna para de falar quando Camila abre o que parece ser uma espécie de alçapão com uma escada que levava até um andar subterrâneo.

- Quem tem coragem de entrar primeiro? - Falo torcendo para que uma delas se habilite e desça.

- Você é louca? Não vamos descer. Vamos voltar e procurar a professora e o resto da turma.

- Vamos apostar, quem se atrever a descer as escadas e nos contar o que tem lá em baixo recebe 20$ de cada uma, que somando da 80$. - tento fazer com que o clima fique mais empolgante.

- Sabemos somar! - Ariana

- Eu vou! - Camila

Nós nos surpreendemos, Camila era a mais medrosa do grupo.

- Tem certeza? - Lua

- Tenho, tô curiosa.

- Então vai logo, já perdemos tempo demais. Vai, vai vai!

Ela se apoia nas escadas e começa a descer de vagar.

- Rápido! - Luna apressa!

- Calma, já estou chegando lá.

Sentamos no chão aproximando o rosto da abertura para vermos Camila.

- Tá escuro?

- Não, tem luzes.

- Já chegou? - Ariana.

- Ainda não.

- E agora, já chegou? - Lua

- Cheguei.

- O que você vê? - perguntei.

- Outro corredor, bem menos ilumidado que o de cima, só que no final dele tem uma espécie de máquinas ou sei lá o que é isto.

- Eu vou descer e vou até lá com você. - estava com bastante medo, porém a curiosidade falou mais alto.

- Se você for não vamos pagar 20$ para você. - Lua

- O que vocês estão fazendo aqui?

Nos viramos com o cu na mão e respiramos aliviadas quando percebemos que era o Johnanta.

- Quem é? - Camila perguntou enquanto subia as escadas.

- É o Johnanta, relaxa! - Ariana

- É melhor vocês irem, a professora e o pessoal do museu inteiro estão atrás de vocês.

- Como você soube que a gente tava aqui? - Camila pergunta ao terminar de subir as escadas por completo.

- Eu vi vocês entrarem e depois de um tempo Margareth sentiu a falta de vocês e então ficou louca, sabe como ela é né. Enquanto ela foi falar com o pessoal da segurança eu vim atrás para não dar confusão.

- Valeu, te devemos essa. - Luna

- Não tem de quê. Agora vamos!

Corremos até a porta e então saímos um a um e se espalhando pelo museu. Depois que saímos todos, Margareth e alguns seguranças descem as escadas vindo em nossa direção.

- Onde vocês estavam? - Pergunta ela eufórica.

- Ué, no banheiro. - respondi

- E quando voltamos percebemos que havíamos nos perdido. - Luna

- Mas aí o Johnanta nos encontrou. - Camila

- Isso mesmo. - Johnanta confirmou a história.

- Okay! Já está na hora de ir. Vamos! - Margareth disse nos levando até o ônibus.

- Foi por pouco! - Lua e eu cochichamos.

- Uma pena que nunca vamos saber de fato o que tinha e o que rola lá em baixo. - lamentei.

Nos olhamos e subimos no ônibus, mas quando olho para a janela do mesmo vejo um misterioso homem de terno preto na porta do museu nos encarando mortalmente.

Talvez o local sinistro tivesse câmeras, mas já não importa mais, eu acho.

O motorista dá partida e nos distanciamos rapidamente do local.

- Essa foi uma aula de campo em tanto meninas. - suspiro.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...