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História The Division Of Reigns - Fanfic Jeon Jungkook - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Tururu👀❤️

Capítulo 4 - EP. 4 "Espécie como a minha?"


Fanfic / Fanfiction The Division Of Reigns - Fanfic Jeon Jungkook - Capítulo 4 - EP. 4 "Espécie como a minha?"

— Acordo? — me imita soando irônico. De alguma forma, sua ironia me irritava. Sua sobrancelhas se arquearam e um olhar debochado surgiu em suas órbes — garota, eu não faço acordos, ainda mais vindos de uma espécie como a sua. — diz passando seus dedos pelos fios escuros e depois suspirando forçando um cansaço.

— Espécie como a minha? — retruco irônica também — senhor Jeon, eu não entendo. Por quê tanto ódio? Quero apenas paz em ambos os reinos! — digo forçando uma pouca esperança para mim mesma. O mesmo encara o chão e depois me encara, vindo até mim e me rodeando até chegar próximo do meu rosto.

— Se deseja paz, traga meu pai de volta. — diz ríspido, caminhando até a minha frente e se virando de costas novamente — vão, levem-na para longe de mim e do meu reinado! Não quero mais esses humanos nojentos aqui dentro! — após escutar isso, sinto meu corpo ser arrastado até longe daquele castelo governado pelo filha da puta do Jeon. Bufo estressada, o que eu havia feito com ele? Por que tanto ódio?

Vejo quem estava me arrastando pra fora e era ninguém mais ninguém menos que aquele tal Taehyung. Me atrevo em puxar um assunto rápido antes de sair daqui o mais rápido possível.

— Por que ele tem tanto ódio dos humanos? Eu nunca fiz nada para ele! — o mais alto me encara novamente sem expressão alguma, apenas suspira e fita o chão por alguns segundos, como se estivesse pensativo sobre algo e depois volta a me encarar.

— Jungkook perdeu quem mais amava por conta de um humano. — essa foi a única frase que ele disse depois de ter saído às pressas para dentro do castelo. Bufo, estressada, confusa, com fome. É, eu preciso comer. Vejo minha carruagem parada e então o senhor Kyung me chama para dentro dela.

Adentro a mesma triste e com a barriga roncando, então o senhor me encara com um olhar aconselhador.

— Minha filha, já tomou chá de boldo? — estranho sua pergunta então nego com a cabeça — toma, faz bem pro estômago! — diz sorrindo largamente, então começa a fazer andar a carruagem. Me encosto nas paredes da mesma em busca de conforto, e lá fecho meus olhos me entregando ao sono.


***


— S/n? S/n! Acorda inferno! — sinto meu corpo ser balançado então percebo que não estava mais na carruagem, mas sim em meus aposentos. — Se você não acordar agora vou te dar uma chinelada! — abro mais meus olhos vendo Scott me encarar enquanto me balançava. Suas balanças cessam ao ver eu abrindo meus olhos — finalmente! E aí? Como foi lá? Usou a seduzência contra o boy?

— Argh... — murmuro sentando na cama, então sinto uma pequena dor latejante na cabeça — awn? Ah... Não, não usei essas merdas aí não. Ele não aceitou nada, nem sequer tentou fazer algo. Só disse que “se quer paz, traga meu pai de volta” — digo o imitando com uma horrível e irritante voz grossa — aquele homem é um saco! E ainda fedia a sexo quando eu cheguei! 

— Viu só? Podia estar você com a makeup toda borrada, roupas rasgadas e contrato intacto! Mas não! A anta tem que tentar resolver tudo na "inteligência"! — me repreende botando o dedo na minha cara.

— Scott, eu não sou desse jeito. Quero governar tudo corretamente e sem fodas em troca de aceitações para contratos. Não quero ser conhecida como "Elisabeth, a que troca contratos por fodas". Quero governar o reinado como prometi à meu pai. — suspiro cansada. Meu pai me faz falta, suas brincadeiras me faziam bem e eu me sentia confortável em seus braços.

— Entendo. Mas você tem que usar a cachola amiga! Vai tomar um banho que hoje nós vamos sair! — dita animado, e eu o encaro com a cara mais entediada possível.

— Scott, hoje não. Tenho que estudar a história do meu reinado. E aliás, vou tentar achar qual humano que matou o pai daquele Jeon lá. — reclamo bufando — um tal de Taehyung disse que a nossa espécie matou o pai dele, mas um vampiro matou meu pai e mesmo assim eu não estou querendo matar todos os vampiros que eu vejo pela frente — bufo novamente — não sei como alguém consegue ser feliz tendo aquele homem do lado! — cruzo os braços.

— Aigoo você é muito chata! — diz me dando um tapinha fraco no ombro — eu vou dormir aqui hoje, não tô' afim de ficar sozinho encarando o chão não! — diz se deitando ao meu lado na cama — dá licença na cama sua bunduda! Hoje eu vou dormir agarradinho com você!

— Idiota. — rio


Jeon Jungkook

Ando de um lado pelo outro em meus aposentos. A cada dia que se passa eu só queria matar cada um dos humanos. Prometi a mim mesmo que quando visse aquela humanazinha eu iria matá-la, chupar seu sangue e fazê-la somente minha do modo mais doentio que eu conseguisse, para ver se o desgraçado do seu pai pagaria pelo o que fez com o meu pai lá no inferno. Mas algo me impediu, seu rosto angelical conseguiu me dominar tão facilmente. Eu só posso estar enlouquecendo!

— Jungkook? No que tanto pensa? — pergunta Taehyung sentando na borda da minha cama, me encarando.

— Vai dizer que está pensando na rainha Elisabeth? — Jimin diz, rindo irônico — vocês ainda vão casar. — o encaro mortalmente.

— O que?! — o encaro de olhos arregalados — não fale besteiras! Nunca pensaria em casar com aquela humanazinha nojenta! — bufo encarando o baixinho a minha frente.

— Uhum sei — ri irônico — Jungkook, sei que tem ódio dos humanos... — Taehyung se locomove para fora do cômodo, provavelmente não queria ver a braveza que esse assunto resultaria — ... é sério Jungkook, a rainha Elisabeth não fez nada maldoso. Muito pelo contrário, ela apenas deseja paz, e deseja consertar a balbúrdia que seus antepassados fizeram. Dê uma chance a ela, vocês não precisam se casar nem se amar para fazer um contrato, apenas tente ser bom que nem seu pai era. — suspira saindo do quarto, e então fiquei sozinho fitando o chão.

Não! Não pode ser isso, ele não sabe pelo o que eu passei em perder quem eu mais amava, aquela tal de Elisabeth pagará caro! E para que isso aconteça, já tenho um plano em mente!


Kim Elisabeth

***

Me mexo pela cama em busca de mais conforto, até sentir os raios solares batendo contra o meu rosto então vejo que estou quase caindo da cama. Encaro Scott que dormia serenamente ao meu lado, o deixo quieto e ando até as cortinas que tampavam as janelas, encarando a bela vista que a manhã me proporcionava. Hoje seria um ótimo dia para eu visitar meus súditos, pois mesmo que eu tente e dê o meu melhor para não deixar nenhum dos meus súditos na pobreza, sempre terá o mais pobre e o mais rico. 

Vou até Scott e o balanço o vendo murmurar coisas sem sentido, então o balanço com mais firmeza quase o fazendo cair da cama.

— Acorda Scott! Eu tenho que governar o meu reino e você tem que governar o seu! Se arruma e vai para o seu reinado seu rei fajuto! — digo o vendo se sentar na cama vagarosamente e depois coçar os olhos inchados de tanta soneira. Scott é legal porém se deixar acontece uma guerra em seu reinado e ele está simplesmente dormindo.

— Aigoo Beth, como você é chata. — sorrio ao escutar seu apelido, ele sempre foi tão adorável. Retiro o cobertor de cima do mesmo e o vejo se encolher em frio.

— Vamos, eu tenho muitas coisas para fazer hoje! — dou palminhas no ar para que o mesmo volte para a terra e não para seu sono profundo.

— Com coisas para fazer você quer dizer “tentar fazer novamente um contrato com Jeon Jungkook”? — o encaro emburrada então o mesmo se levanta e aperta minha bochecha — own tadinha dela! — debocha fazendo uma voz fina e irritante.

— Sai de mim sua pereba! — saio de seus braços e o mesmo abre sua boca em um perfeito 'O' colocando a mão sobre seu peito soando estar ofendido.

— Pereba é tu sua anta. — rebate me encarando debochado.

— Idiota. 

— Louca.

— Piranha do mal.

— SOU MESMO MEU AMOR! — eu já disse que amo o jeito do Scott? Rio com o mesmo e descemos para a cozinha real comer alguma coisa. Alguns minutos se passaram e ele foi embora, então tomei um banho e me troquei, colocando um vestido florido e um salto médio com meus fios soltos já que o clima na cidade havia aquecido.

Caminho até meu povo a pé mesmo, dando de encontro com várias pessoas se curvando em minha direção. Muitos se ajoelham e pedem suplico como se eu fosse a espécie de um Deus para elas, pois bem, resolvi dizer que aquilo não era necessário e as pessoas ficaram emocionadas com tal atitude.

— Olá meu povo, como vocês já sabem, sou a rainha Elisabeth e vim visitá-los! — todos comemoram contentes e dando palmas — por favor, me escutem! — todos param de comemorar e me encaram — hoje estreia oficialmente a “Semana de Doações” para meu povo! A partir de amanhã virão o senhor Hang e o senhor Weng trazer suas doações! — todos novamente comemoram — só peço que deixem mais doações para os que realmente precisam, e nas doações terão comidas, roupas, remédios e brinquedos para as crianças! Obrigada a todos que me escutaram! — caminhei até o meio dos mesmos, e muitos me abraçaram agradecendo, me senti tão bem sabendo que eles gostaram, depois que meu pai morreu prometi à mim mesma que protegeria o meu povo como se fosse realmente a minha família. 

— Obrigada rainha Elisabeth, nós te amamos! — pequenas crianças em um grupinho dizem vindo correndo abraçar minhas pernas. Me senti agradecida por ter dado felicidade à elas, já que eu nunca saberei o que é “não temos dinheiro para isso” já que nasci em um berço de ouro.

— Eu também amo vocês pequenos. — digo sorrindo para as mesmas.

Minha manhã foi tão boa, me senti bem em brincar com meu povo é desrespeitar todas as leis de etiqueta que uma rainha poderia ter. Sabe, nunca curti regras que impedissem eu de ver meu povo, por isso que essas regras estão extintas no meu reinado. Após algum tempo, saio de pés descalços até meu reinado novamente, já que correr e brincar com as crianças havia tirado toda a minha energia.

Sinto a grama verdinha e a terra contaminar a pele dos meus pés, me trazendo uma estranha sensação de liberdade. Olho para o lado vendo uma sombra escura, parecendo um homem totalmente de preto. Estranho aquilo e apresso meus passos, me arrependi de não ter chamado um de meus seguranças porém a única coisa que passa em minha cabeça é apressar meus passos. Estranhamente aquela sombra permaneceu parada ali, sem fazer sinal algum ou sequer se mover. Parecia uma estátua, mas não, não poderia ser.

Adentro meu castelo indo diretamente tomar banho, após isso coloco um vestido qualquer e ando de pé descalço mesmo. Não vi mais sinal naquela aparição negra mas pedi para que reforçassem a segurança do castelo. Ando até minha biblioteca em busca de um livro que constasse sequer algo sobre o reinado dos Jeon’s, mas nada de chamativo apareceu. Vejo no fundo da prateleira um livro branco, então o pego e começo a folhar o mesmo. Bingo! Esse era o livro que eu precisava. Não parecia bem um livro, mas sim um diário bem antigo. 


“Kim Namjoon, rei do reinado dos Kim’s, noivo da rainha Jeon Jisung-Ha, que morreu no parto por complicações médicas. Kim Namjoon cuidou do seu pequeno filho Jeon Jungkook sozinho. Kim queria fazer um tratado de paz com Kim Soo-in, o rei humano mais frio e calculista conhecido na época; que engravidou sua esposa que também morreu no parto mas deu à luz a uma linda e saudável menina. Mas, apesar de qualquer coisa que ele fosse julgado, era um bom pai e pessoa,  mas para somente sua pequena e humanos. Quem diria que a morte de ambos aconteceria tão rápido, o ódio aconteceria tão de repente... Espero que daqui a alguns anos alguém leia, ou sequer a pequena princesinha leia. Faça esse castelo desestruturado, feito de cartas pelo ódio se unir novamente.”


Eu estou paralisada. Tipo? Para mim isso não faz o menor sentido. Seja lá quem escreveu isso sabia da história e do ódio que o Jeon tinha e tem dos humanos. Mas nada dessa história foi realmente clara, ainda não sei o motivo pelo qual o pai de Jeon morreu, e muito menos quem matou meu pai. E... Castelo de cartas? Não estamos em uma histórinha em quadrinhos! Estamos na vida real, isso é impossível. Meu reinado não está desestruturado pelo ódio... E se... Bingo novamente! O ódio do Jeon está desestruturando tudo.

Saio da biblioteca em um salto com o livro em mãos, decidida à ir novamente ao reinado do Jeon. Paro em frente à porta do meu quarto ao ver um bilhete no chão, o pego vendo que tem uma pequena gotinha vermelha manchando o papel.

“Olá minha cara. Essa pequena gotinha de sangue é do seu amiguinho Scott. Bem, ele não corre perigo pois meu alvo é você, fique esperta!”

Me arrepio, com o coração acelerado e a falta de ar. Isso só pode ser uma brincadeira! E de muito mal gosto! Adentro meu quarto abrindo as cortinas e olhando para cada canto do meu quarto com desespero enquanto me cubro em minha cama. Ótimo, estou desesperada e não sei o que fazer. Meu desespero cessa quando vejo Rose junto com Scott adentrar meu quarto sem nem ao menos baterem na porta.

— Eae viada! — o mesmo nota minha cara de desespero e fecha seu largo sorriso — o que houve?

— Minha filha o que aconteceu?! — Rose diz soando preocupada, então vem até mim e toca minha testa — está um pouco quentinha... Vou preparar um chá. — diz saindo do meu aposento.

— Scott! — me levanto e corro até o mesmo o abraçando — que bom que está bem! — o mesmo me encara confuso.

— Opa, opa — diz acariciando meu cabelo juntamente com sua risada gostosa de se ouvir — vai ficar tudo bem e... Pera! Por que eu não estaria bem? O que aconteceu? — pergunta olhando fixamente para meus olhos.

— Nada não. — forço um sorriso, e me agradeci mentalmente por ter escondido a carta em um canto do meu quarto.

Não irei contar para ele sobre isso, pode ser somente uma brincadeira de mal gosto. Ou não contarei por enquanto, sei o quanto Scott é paranóico e protetor, e ficar trancada dentro de um castelo é o que eu mais temo agora.



Notas Finais


Uhuuuu
Brotei novamente kkk
Eae pessoas????
Talvez amanhã tenha mais um att! Ksksks
Até meus amores <3 PURPLE u<3


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