História The Dovahkiin - Fanfic de TES:Skyrim. - Capítulo 2


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Categorias The Elder Scrolls
Personagens Personagens Originais
Visualizações 16
Palavras 814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Magia, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Leiam a notinha da hisória, plz

Capítulo 2 - Surpresa Majestosa - 01


Fanfic / Fanfiction The Dovahkiin - Fanfic de TES:Skyrim. - Capítulo 2 - Surpresa Majestosa - 01

- Pai! – Diz Skair Ar’luv enquanto entra no grande saguão.

Ele vai ao encontro de seu pai, subindo os degraus feitos no mais caro e nobre cimento.

- Achamos o híbrido. – Diz ele olhando fixamente nos olhos de seu pai.

- A ideia não era NÃO passar a ideia que estamos perseguindo ele ? – Pergunta a mulher com olhos duvidosos ao rei.

Skair olha para ela, mas rapidamente volta ao encontro de seu pai.

- Precisamos enviar uma frota de espiões para que continuem monitorando ele. – Diz ele em um tom muito encorajador e respeitoso – Por ora, não sabemos do que ele é capaz.

O velho rei coça sua grande barba, e então suspira lenta e profundamente, enquanto pensa em uma resposta.

- Mandaremos meia dúzia dos melhores espiões. Eles se infiltrarão como camponeses, observando ele sem problema algum. – Diz o rei enquanto olha para cima.

- Você não deveria usar um manto preto no grande saguão, senhorita Kleinn Acker.

A jovem moça retira seu manto preto, revelando ser uma bela mulher, com curvas definidas e uma armadura de ferro. Ela prende seus longos cabelos dourados em um rabo de cavalo. Seus lindos olhos violetas se desviam rapidamente ao rei Barotra Ar’luv.

- Diga o que quer de mim, velho. – Diz ela em um tom de desprezo, mas ao mesmo tempo ironicamente respeitoso.

- Você é uma ótima guerreira. Se infiltre na cidade e caso “ele” saia de controle, tu tens clara permissão para intervir. – Diz ele com orgulho.

- Muito bem, enviarei a mensagem para o comandante do exército. – Replica Skair, se dirigindo à enorme porta do grande saguão.

A moça coloca seu manto preto de novo, enquanto Skair recoloca seu cinzento capuz.

Eles se dirigem ao quartel general das forças do reino de Escarlate, enquanto caminham é possível ver a situação deplorável do reino. Enquanto o rei Barotra estava farto de alimentos e ouro, fora de seu enorme palácio, o reino estava em completo caos.

- Esse velho nojento. – Diz Kleinn enquanto chuta uma pedra com força – Vivi a minha vida inteira nestes subúrbios, roubando comida dos nobres para conseguir sobreviver. Enquanto ele se farta de ouro e pedras preciosas, o povo morre de fome.

- Não fale assim de meu pai. – Replica Skair com um tom de voz amedrontado – Ele é um homem gentil por dentro, mas essas riquezas e mordomias afugentaram a sua bondade.

Kleinn para, rangendo os dentes e com uma cara de nojo.

- Você é tóxico. Olhe para o povo. – Ela estende a mão, dando a intenção que quer mostrar o reino – Eles estão passando fome, como você pode falar isso ?

Skair fica calado durante breve momentos, enquanto uma forte brisa de vento os atinge. As nuvens começam a se juntar, começando a chover. A chuva os atinge na cabeça, enquanto o povo entrava em lugares cobertos.

- Siga sua parte sozinha. Plebeia. – Diz ele em um tom muito sério, com olhares raivosos.

Ele sai, se dirigindo ao quartel general, deixando ela sozinha na rua.

- Filho da puta. – Diz ela em um tom suave e baixo.

Ela caminha até o quartel de soldados para se preparar e ir à sua missão.

Enquanto isso. O homem de pele vermelha e escamosa retira seu capuz em frente a um rio. O reflexo da água apresenta um híbrido, metade dragão metade homem. Seus grandes chifres contorcidos dão a impressão de um bode. Seus dentes são grandes e afiados, enquanto suas unhas pretas mais parecem garras de ursos.

- Hora de ir. – Ele fala, puxando sua capa do chão, e pegando uma bolsa de cima de uma pedra.

Enquanto o homem se levantara, um grito muito forte pode ser escutado. Uma voz grossa, que faz o chão tremer, e as árvores dançarem. O homem olha rapidamente para trás e consegue ver um grande incêndio consumindo a mata. Ele corre para o vilarejo mais próximo.

- Dovah...

Ao chegar no vilarejo, ele avista uma grande criatura escamosa como se fosse feita de pedras extremamente acinzentadas, com um par de asas particularmente enormes. Um majestoso dragão; ele levanta sua cabeça para o céu e cospe uma grande rajada de fogo. Seu fogo se dispersa no ar frio, com uma grande águia rasgando os grande céus com suas pequenas e afiadas asas.

Seu capuz cai, revelando a todos do vilarejo ele ser um monstro. Ele fica fascinado com aquela enorme criatura em sua frente. Tão chegados, mas tão distintos.

Naquele momento, apenas uma palavra ecoava em sua cabeça. Dovah, dragão, na antiga língua anciã dos dragões. De súbito, a criatura levanta voo, ateando fogo naquilo que já não podia mais ser chamado de vilarejo. Neste exato momento, a frota do rei Barotra chega na cidade.

- Homens, atacar! – Grita Skair, fazendo um gesto enquanto desembainha sua espada da cintura.

 

 

- NOTINHAS BACANUDAS –

Esse capitulo sinceramente, vai causar muito tumulto no pequeno vilarejo.


Notas Finais


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