História The dragon brothers - Capítulo 1


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Categorias Overwatch
Personagens Brigitte, Genji, Hanzo, Mccree, Zenyatta
Tags Genji, Genyatta, Hanzo, Jesse Mccree, Mchanzo, Zenyatta
Visualizações 163
Palavras 3.031
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu de novo. Mais uma Mchanzo e uma Genyatta, porque esse site ta escasso de Genyatta!
Eu tava pistola quando comecei a escrever, culpem a minha professora de literatura que me xinga sem eu ter feito nada. mas conforme eu fui escrevendo eu fiquei mais calma e a história foi ficando mais levezinha. Eu espero que gostem!

Capítulo 1 - Pego pelo dragão


Fanfic / Fanfiction The dragon brothers - Capítulo 1 - Pego pelo dragão

 

Hanzo se esgueirava pela base, sua visão e olfato melhorados o auxiliavam a não esbarrar com ninguém indesejável naquele momento, aos poucos sua forma ia mudando e as unhas deram espaço a garras afiadas, chifres cresceram em sua cabeça e uma longa cauda azul e amarela se enrolava em seu corpo, para  não se prender em nada e o deixar à mercê de quem vier no corredor.

 Sentindo a presença de alguém, o meio-dragão se escondeu em cima de um dos armários que ali havia, e viu que se tratava de Genji, na mesma situação que ele, porém, devido as suas partes robóticas, estava um pouco mais complicado para ele se transformar de uma vez.

 

- Irmão - Genji olhou para cima - se importaria de me ajudar? - Genji não tinha sua viseira e sorriu desconfortável.

 

Hanzo desceu e botou uma mão no ombro de Genji, dava para sentir o quanto o irmão estava desconfortável com o traje prendendo sua cauda.

 

- Vamos para meu quarto, rápido - os dois seguiram sem falar mais nada e chegaram rapidamente no quarto do mais velho, onde a porta foi trancada.

 

O maior ajudou Genji a tirar a parte do traje que prendia sua cauda e quando ela foi liberada ele suspirou aliviado, Hanzo apenas sorriu compreensivo e se sentou em sua cama, dando espaço para Genji se alongar.

 

- Obrigado, anija - o esverdeado se espreguiçou como um gato, e sorriu quando terminou.

 

- Se sente melhor?

 

Genji se sentou ao lado do irmão e botou sua cauda em suas pernas, a alisando e sentindo as escamas ficarem mais macias a medida que eram tocadas.

 

- Infinitamente, eu odeio essa época do ano - O esverdeado riu.

 

Hanzo bocejou, estava na hora de dormir, sempre que suas transformações acabavam eles entravam em uma espécie de hibernação por alguns dias, ninguém nunca se perguntou o que os dois ficavam fazendo durante esses dias e nunca pensaram em abrir a porta a força.

 

- Está a hora, irmão - Hanzo já havia se deitado e ficado confortável.

 

- Te vejo daqui a alguns dias, Hanzo - Genji se aninhou ao irmão e fechou os olhos.

 

- Durma bem, irmão.


 

Os dois caíram em sono profundo em poucos minutos, as caudas enroladas e Genji descansando a cabeça no peito do irmão, que o abraçou protetoramente. Dragões costumam cuidar muito bem de sua família e sofriam grande dor quando seus familiares eram mortos ou machucados, Hanzo quase morreu quando teve que “matar” Genji, e faria de tudo para protegê-lo de tudo que os ameaçasse.

 

Se passaram dois dias e os dois continuavam dormindo, Brigitte que era nova no lugar, ficou curiosa sobre o que os irmãos Shimada faziam naquele quarto, e resolveu pesquisar, não faria nenhum mal matar sua curiosidade. Chamando Jesse e Zenyatta, que conheciam mais os dois Shimadas, ela perguntou sobre aquilo.

 

- O que os dois fazem naquele quarto? - ela falou apontando para a porta.

 

- Hanzo nunca me disse o motivo,apenas nessa época do ano ele e Genji ficam aí por dias - Jesse estava curioso também, mas ele não queria invadir a privacidade dos Shimada.

 

- Meu pardal não se sente confortável em falar sobre isso, no Nepal ele fazia a mesma coisa e eu não era instruído a incomodá-lo - a voz calma de Zenyatta fez a menina repensar.

 

- Não faria mal dar uma olhada, não é? - ela sorria.

 

Apesar de relutantes, os dois estavam curiosos também e Zenyatta conseguiu abrir a porta sem fazer barulho, o cowboy o olhou surpreso e decidiu que iria pedir para o omnic o ensinar a fazer isso depois.

 

Assim que entraram, ficaram paralisados na porta não acreditando o que estava acontecendo ali. Hanzo e Genji estavam na mesma posição em que dormiram e ressonavam calmamente, sentindo a presença de estranhos, mesmo dormindo, Hanzo enrolou sua cauda mais forte em seu irmão e rosnou agressivo.

 

- O que diabos… - Mccree falou baixo.

 

- Isso é certamente inesperado - Zenyatta tentava processar o que estava vendo.

 

Brigitte sorriu animada, aquilo era melhor do que ela esperava, calmamente ela andou até a cama e se agachou olhando de frente para os dois, que tinham expressões tensas, provavelmente estavam prestes a acordar.

 

Genji foi o primeiro, bocejando e mostrando os dentes agora afiados e maiores e coçou os olhos e o cabelo para acordar melhor, mas ele não tinha percebido os intrusos. Logo em seguida Hanzo abriu os olhos e se espreguiçou deitado, sua cauda soltando o irmão e se alongando, e ele fechou os olhos novamente, botando a mão na cabeça de Genji.

 

- Genji, eu estou com as pernas dormentes, me ajude.

 

- Eu não, se vire - o esverdeado riu.

 

- Foi você que dormiu em cima de mim, me deve essa, e sua cauda é pesada, provavelmente mais do que você, me ajude - a voz de Hanzo estava rouca e um pouco irritada.

 

Genji gemeu descontente e ajudou o irmão a se sentar, foi quando ele sentiu as pessoas no quarto e deu um pulo para trás do irmão.

 

- Hanzo! Temos problemas!

 

- O que… ah merda - Hanzo encarou diretamente os três, que tiveram um pouco de medo do que iria acontecer.

 

- Hanzo, querido… podemos explicar - Jesse já se distanciava da cama.

 

- Quieto, cowboy - a porta atrás deles se fechou sem explicação e Mccree entrou em pânico - se vocês contarem para alguém sobre isso, considerem-se mortos.

 

Hanzo era agressivo e sua cauda balançava frenética  para os lados mostrando seu descontentamento, era como um gato, pensou Brigitte, e então ela teve uma ideia.

Com cuidado ela pôs a mão no queixo do maior e começou a fazer um carinho ali, o que resultou em Hanzo soltando um barulho alto parecido com um ronronar.

 

- Pare com isso! - ele recobrou a consciência e se afastou da menina.

 

- Eles são como gatos! - ela sorriu.

 

- Mestre… sinto muito que eu tenha escondido isso de você.

 

Genji tinha a voz chorosa e saiu de trás do irmão e foi para frente de Zenyatta, que o encarava. Ele não esperava que seu pupilo estivesse tão instável e quando viu a face entristecida dele, algo em seu núcleo esquentou e ele sentiu que deveria consolar seu pardal.

 

- Está tudo bem, Genji - Zenyatta levou sua mão a cabeça do outro e começou a fazer um carinho ali, o esverdeado fez o mesmo barulho que o irmão.

 

- Já que invadiram, eu vou explicar o que querem saber - Hanzo se sentou mais para perto da borda e Mccree aproveitou para se sentar ao seu lado.

 

- Vocês nasceram com isso? - a menina estava de frente para Hanzo.

 

- Sim, todos do clã Shimada nascem com isso, acontece uma vez por ano.

 

- Por que vocês ficam trancados no quarto?

 

- A base entraria em pânico se nos virem, provavelmente irão pensar que fomos vítimas de experimentos e tentariam nos “curar”.

 

Sem perceber, Hanzo estava ronronando enquanto a mão de Jesse acariciava suas orelhas agora pontudas.

 

- Dura quanto tempo?

 

- Uma semana, nosso humor é muito instável nesta uma semana e o contato humano é um gatilho para… como eu posso dizer? Uma espécie de cio, ficamos muito ligados a qualquer humano que tivermos contato, e não conseguimos ficar sem a atenção desse humano específico, senão podemos entrar em depressão


 

Genji estava muito ocupado em receber carinho de seu mestre e nem estava escutando o que Hanzo dizia, apenas estava focado em olhar para Zenyatta com um olhar carinhoso. E Hanzo se inclinou para a mão de Jesse, com uma expressão calma.

 

Brigitte apenas sorriu e agradeceu, deixando os quatro ali e indo embora, ela não queria atrapalhar o que sabia que ia acontecer.

 

Hanzo já não sabia o que estava fazendo, apenas se inclinou mais para Jesse e deitou sua cabeça nas pernas dele, ainda aproveitando o carinho, e Genji e Zenyatta estavam alheios a tudo, apenas se olhando.

 

- Hanzo, você está estranho - Mccree o alertou.

 

- Cale a boca e continue, cowboy - Hanzo fechou os olhos e levou as mãos a perna do outro, a apertando e quase furando-a com as garras.


 

Genji olhou para o irmão e sorriu, Zenyatta seguiu seu olhar e se ele pudesse sorrir, o teria feito.

 

- Vamos deixar eles sozinhos, mestre - o esverdeado pegou Zenyatta nos braços, o surpreendendo - eu tenho que chegar ao meu quarto rapidamente, assim será melhor.

 

Ele deu uma desculpa, mas por cima de suas escamas no rosto dava para ver que ele estava envergonhado em ter esse tipo de contato com seu mestre.

 

Zenyatta apenas achou aquilo adorável e deu uma pequena risada, botando sua mão no ombro do pupilo.

 

- Está tudo bem, Genji.

 

Então Genji saiu do quarto se esgueirando pelos corredores com seu mestre nos braços.


 

Mccree apenas assistiu a pequena conversa dos dois e voltou a olhar para Hanzo, que estava quieto e sereno, algo muito diferente de sua personalidade normal, ele gostou disso.

 

- Hanzo?

 

- Hm? - o menor não se deu o trabalho de abrir a boca.

 

- Seu irmão e Zenyatta saíram, você vai ficar bem com isso?

 

Hanzo abriu os olhos de repente.

 

- Eu sinto pena daquele omnic - Hanzo deu um meio sorriso - Genji fica muito dominante quando está nessa forma.

 

Mccree sorriu junto e parou de fazer carinho na cabeça do outro, que resmungou descontente.

 

- E como você fica? - o sorriso de Jesse fez Hanzo querer esconder o rosto em algum lugar.

 

- Eu não sei ao certo, só Genji poderia dizer - Hanzo se sentou em cima das pernas de Mccree e o encarou de perto.

 

- Eu diria que você fica mais… carente - Mccree riu enquanto Hanzo se indignava.

 

- Eu não estou carente - a cauda de Hanzo se mexia descontente.

 

Jesse olhou para a cauda e pegou a ponta dela cuidadosamente, fazendo o menor parar de mexê-la, tirando a luva ele sentiu as escamas azuis do outro, que o olhava interessado. O cowboy sorriu ao sentir que Hanzo não estava mais tão nervoso com ele por perto, desde que se conheceram o japonês evitava ele, e como Mccree não conseguiu se ajudar, ele acabou se apaixonando.

 

- Sim, você está - Mccree abraçou o menor.

 

- Você está esquisito, Mccree - apesar disso, Hanzo o abraçou de volta.


 

No quarto de Genji, Zenyatta estava sendo colocado cuidadosamente na cama, onde Genji se juntou e abraçou seu mestre como se não fosse o deixar ir embora nunca.

 

- Meu pardal, está tudo bem? - Zenyatta ficou em posição de lótus e esperou uma resposta.

 

- Eu amo você, Mestre.

 

Genji soltou isso sem nem se preocupar, ele já estava ciente de suas emoções a muito tempo, mas era melhor alertar Zenyatta disso antes que ele comece a mudar de atitudes, afinal já estava sendo difícil se controlar com o outro tão perto de si.

 

- Oh, eu amo você também, Genji - a voz do omnic era feliz.

 

- Eu peço que me desculpe caso eu faça algo que lhe possa aborrecer, se você continuar tão perto não terei controle sobre meus instintos - o esverdeado tinha medo de machucar Zenyatta,

 

- Você nunca me machucaria, Genji.


 

Nesse momento os lábios frios do ciborgue encontraram a parte exposta dos circuitos de Zenyatta, um choque percorreu todo o sistema do omnic e ele estremeceu, nunca havia sentido aquilo antes e Genji parecia saber exatamente o que estava fazendo.

 

As mãos de Genji foram direto para a parte traseira do torso, onde haviam mais fios expostos, e ele se aproveitou disso, mexendo nos fios exatos para que Zenyatta estremecesse mais em seus braços, ele podia sentir o sistema do outro aquecendo e quando puxou um fio específico perto do começo das calças, Zenyatta soltou um suspiro surpreso e se apoiou em Genji.

 

- Genji… - mesmo não precisando respirar, Zenyatta tentava a todo custo esfriar seu núcleo com o ar frio de fora de seus coolers.

 

- Está tudo bem, mestre…

 

Genji se aproximou do pescoço metálico do outro e o mordeu com força para furar o ferro, Zenyatta não deveria ter sentido, ele não tem receptores de dor, mas de alguma forma, assim que os dentes entraram  no metal, um calor o fez sentir cada toque e cada fio dentro de sí sendo estimulado, ao que parecia os poderes de Genji o faziam sentir humano.

 

- Eu acabei de marcar você… você é meu e de mais ninguém, Zenyatta - a voz do dragão estava rouca e ele sorria mostrando os dentes que estavam sujos de um líquido preto.

 

- Eu sempre pertenci a você, Genji - a voz de Zenyatta estava falhando e ele soltava várias ondas de ar.

 

O sorriso de Genji aumentou e ele cessou os estímulos, não queria que Zenyatta superaquecesse, ele abraçou o mestre e botou sua cabeça acima da dele.

 

- Esses buracos em seu pescoço vão sumir sozinhos, a marca que deixei em você me permite saber como se sente, se está em perigo e o permite o mesmo comigo, você também reage somente aos meus toques. - a voz de Genji tornou-se carregada de possessividade.

 

Zenyatta não o respondeu e Genji sentiu que deveria ser um pouco mais carinhoso.

 

- Você não tem ideia do quanto eu me controlei em todos esses anos para não atacar você enquanto meditava, ou ia tomar chá comigo, eu te quis por tanto tempo - Genji o abraçou mais forte, ronronando - eu amo você.

 

- Eu também o amo - Zenyatta correspondeu, seu circuitos já haviam esfriado e ele estava de volta a realidade.

 

Os dois ficaram ali por algum tempo.



 

Jesse estava deitado na cama de Hanzo, com o mesmo em cima de si, apesar de parecer que eles estavam começando a fazer algo, Jesse só estava testando algo.

 

- Você realmente parece um gato, Brigitte estava certa - Jesse riu e levou um tapa fraco na cara.

 

- Cale a boca, Mccree! - Hanzo se sentou em cima de Jesse, o imobilizando.

 

- Como você nega, quando faz esse tipo de coisa?! - Jesse não conseguia parar de rir.

 

O japonês ficou com raiva e um rosnado escapou de sua garganta, fazendo Mccree rir mais, Hanzo suspirou e saiu de cima, indo se sentar no chão, apoiando suas costas na cama.

 

- Hanzo! - um sorriso estava estampado na cara do cowboy.

 

Ele desceu da cama e ficou na frente do dragão, que já estava sem paciência para aturar o pistoleiro, e botou sua mão metálica na bochecha escamosa do outro.

 

- Eu não tenho culpa se você parece um gatinho, com ou sem essa transformação.

 

Hanzo o olhou surpreso e um tanto envergonhado, mas sorriu levemente e se inclinou para a mão do cowboy.

 

- Você deveria aprender a não cutucar um dragão com uma vara curta, Mccree.

 

E no segundo seguinte o sorriso fofo mudou para um predador e Hanzo pulou com uma agilidade incrível sobre o outro e o prendeu no chão, seus olhos estavam mudados e ele tinha cada mão dos lados da cabeça de Mccree.

 

Mccree ficou com medo do que estava em cima dele, não parecia que Hanzo era um gatinho, naquela hora.

 

- O que foi? O gato comeu sua língua? - Hanzo se divertia com a situação e com o medo do outro.

 

Ao contrário do que ele mostrou o dia inteiro, Hanzo ficava mais agressivo quando estava transformado, muito mais sádico e não ligava muito sobre o que acontecia com os humanos.

 

- H-Hanzo… Me desculpa, eu não quis te deixar com raiva - Mccree não achava que poderia fazer algo contra o moreno.

 

O arqueiro sorriu venenoso e se aproximou de Jesse, ficando muito perto.

 

- É claro que não, afinal você costumava caçar coisas como eu, não é?

 

Nesse momento Mccree congelou, claro que ele sabia sobre os Shimada, ele foi contratado para caçá-los, quando era mais jovem, mas agora que tinha se apaixonado por um ele não podia fazer mais nada contra Hanzo, mas isso não impedia o japonês de matá-lo ali mesmo se quisesse.  Mccree já havia lidado com parte da família de Hanzo, e quando eles se transformam completamente ninguém tem a menor chance contra eles.

 

- Mas você parou… Por que parou?! - Hanzo estava com raiva, seu corpo começou a mudar novamente, ele estava cada vez mais se tornando aquele dragão agressivo que matou o irmão.

 

- Porque eu me apaixonei por você! - Mccree quase gritou e cobriu os olhos com as mãos, ele não queria ver suas tripas saindo de seu corpo quando Hanzo o matasse.

 

Mas nada veio.

 

Abrindo os olhos devagar, Mccree viu Hanzo sorrir travesso e começar a rir da cara dele.

 

- Você deveria ter visto sua cara de medo! - Hanzo saiu de cima de Mccree e continuou rindo. - você acha mesmo que eu iria matar você?

 

- Você… Por que… O que?! - Mccree estava muito confuso e com o coração a mil.

 

- Humanos são tão ingênuos, eu ainda não entendendo como eu consegui me apaixonar por um - o sorriso amoroso de Hanzo fez o outro entender e quase desmaiar.

Como o pistoleiro estava paralisado no chão, o dragão subiu em cima dele novamente e o encarou, ele estava maravilhado com a expressão de medo e realização do outro, Mccree realmente sabia como fazer alguém se apaixonar sem nem saber.

 

- Eu amo você, Jesse - Hanzo botou sua mão no peito do outro, sentindo seu coração acelerado.

 

- Nunca mais faça isso comigo, eu enfrentei metade da sua família e eles não vão gostar nada de eu estar namorando o sucessor deles! - Jesse expressou seu nervosismo rindo e suspirando cansado.

 

- Certamente, mas eu realmente não me importo - Hanzo se inclinou para beijar Jesse.

 

Eles estavam muito cansados de ter que esconder seus sentimentos, e um susto e um beijo bastou para que eles revelassem o que sentiam. Mas ainda tinha um porém.

 

Hanzo ainda não havia marcado Jesse

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e comentários deixam a autora menos putassa com a vida, pq vcs são uns amorzinhos. Bjs e até o próximo e último cap!


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