História The Duff (Fillie) - Capítulo 1


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Categorias Dance Moms, Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Eleven (Onze), Lucas Sinclair, Madison "Maddie" Ziegler, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Tags Adaptação, Duff, Fillie, Finn, Finn Wolfhard, Kody Keplinger, Maddie Ziegler, Mileven, Millie, Millie Bobby Brown, Sadie Sink, Stranger Things
Visualizações 49
Palavras 2.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma vez, a história não é de minha autoria, é uma adaptação Fillie, todos os direitos pertencem a Kody Keplinger.
Boa leitura ^^

Capítulo 1 - 1


Isso estava ficando velho.

Mais uma vez, Sadie e Maddie estavam fazendo completamente o ridículo, movendo o traseiro como dançarinas de um vídeo de rap. Mas suponho que os garotos engolem essa merda, não é? Eu podia sinceramente sentir meu QI caindo enquanto me perguntava, pela centésima vez essa noite, por que tinha deixado que me arrastassem para cá de novo.

Cada vez que viemos ao Nest, a mesma coisa aconteceu. Sadie e Maddie dançaram, flertaram, atraíram a atenção de todos os homens á vista, e eventualmente foram levadas para fora da festa por sua amiga protetora - eu - , antes que qualquer um dos cachorros excitados pudesse se aproveitar delas. Enquanto isso, eu sentei no bar a noite inteira falando com o David, o garçom de trinta anos sobre "os problemas com as crianças nesses dias".

Eu imaginei que David se ofenderia se eu dissesse que um dos maiores problemas era esse lugar. O Nest, que costumava ser um bar de verdade, tinha sido convertido em um lounge adolescente há três anos. O bar de carvalho desencaixado seguia de pé, mas David só servia produtos de Coca enquanto isso as crianças dançavam ou escutavam música ao vivo. Eu odiava o lugar pela simples razão de que fazia minhas amigas, que podiam ser um pouco mais sensíveis na maioria do tempo, agirem como idiotas. Mas em sua defesa, elas não eram as únicas. A metade do instituto Hamilton aparecia nos finais de semana, e ninguém deixava o clube com sua dignidade intacta.

Quero dizer, sério, onde estava a diversão em tudo isso? Quer dançar a mesma música tecno pesada semana após semana? Claro! Então talvez eu vá me pegar com esse jogador de futebol americano suado e ninfomaníaco. Talvez tenhamos discussões significativas sobre política e filosofia, enquanto dançamos nos esfregando.

Ugh. Sim, claro.

Maddie se deixou cair na banqueta junto à minha.

- Você deveria vir dançar com a gente Mills - ela disse sem fôlego pela sua agitação - É tão divertido

- Claro que é - murmurei

- Oh meu Deus! - Sadie se sentou no meu outro lado, seu rabo de cavalo ruivo balançando contra seus ombros - Vocês viram isso? Viram? Wyatt Oleff flertou comigo totalmente! Vocês viram isso? Oh meu Deus!

Maddie revirou os olhos

- Ele te perguntou onde tinha comprado as suas sandálias, Sads. Ele é totalmente gay

- Ele é muito lindo para ser gay - Sadie respondeu, mas foi ignorada

- Mills você deveria dançar com a gente. Nós te trouxemos aqui para que nós pudéssemos passar um tempo com você... Não que o David não seja divertido - ela piscou para o garçom, provavelmente com a esperança de conseguir alguns refrigerantes grátis - Mas nós somos suas amigas. Você deveria vir dançar. Não deveria, Sads?

- Totalmente - concordou Sadie, olhando Wyatt Oleff, que estava sentado no outro lado da habitação. Ela fez uma pausa e se voltou para nós - Espera. O quê? Eu não estava escutando

- Você só parece tão chateada aqui, Mills. Quero que se divirta também

- Estou bem - menti - Estou me divertindo. Sabem que não posso dançar, estaria no caminho de vocês. Vão... Viver a vida ou o que seja. Vou estar bem aqui

Maddie entrecerrou seus olhos castanhos para mim.

- Tem certeza? - ela perguntou

- Positivo

Ela franziu o cenho, mas depois de um segundo deu de ombros e pegou Sadie pelo pulso, puxando ela até à pista de dança.

- Puta merda! - exclamou Sadie - Reduza a velocidade, Mads! Você vai arrancar meu braço fora!

Então abriram o passo alegremente até o meio da pista, já sincronizando o balanço dos quadris com a pulsante música tecno.

- Por que você não disse a elas que está infeliz? - perguntou David, empurrando um copo de Coca-Cola para mim

- Eu não estou infeliz

- Você também não é uma boa mentirosa - ele respondeu antes que um grupo de estudantes do primeiro ano começou a gritar por bebidas do outro extremo do bar. Dei um gole na minha Coca-Cola, olhando o relógio em cima do bar. O ponteiro de segundos parecia estar congelado, e eu rezava para que a maldita coisa estivesse quebrada ou algo assim. Eu não ia pedir para a Maddie e para Sadie para irmos embora até às onze. Qualquer segundo antes e seria a estraga festas.

Mas de acordo com o relógio não eram sequer nove horas ainda, e eu já podia sentir que estava me dando uma enxaqueca pela música tecno, que só piorava com a luz pulsante estroboscópica.

- Olá

Revirei os olhos e me virei para o intruso indesejado. Isso acontecia de vez em quando. Algum garoto, na maioria bêbados ou com um grau de odor corporal, tomaria assento ao meu lado e fazia uma meia tentativa de uma pequena conversa. É evidente que eles não tinham herdado o gene da observação, por que a expressão em meus rosto era bastante óbvia que eu não estava com humor para me flertar.

Surpreendentemente, o garoto que tinha tomado o assento ao meu lado não cheirava a maconha ou sovaco. Na verdade, deve ter sido água de colônia o que eu cheirei no ar. Mas meu desgosto só aumentou quando me dei conta a quem pertencia a água de colônia. Eu teria preferido o bêbado com a cabeça confusa.

Finn. Wolfhard.

- O que você quer? - Exigi, nem sequer me preocupando em ser educada

- Você não é do tipo amigável? - Finn perguntou sarcasticamente - Na verdade, eu vim falar com você

- Bom, uma merda para você. Eu não estou falando com pessoas essa noite - Tomei minha bebida ruidosamente, esperando que ele pegasse a sugestão não muito sutil para ir embora. Não tive sorte. Eu podia sentir seus olhos se arrastando sobre mim. Ele nem sequer podia fingir estar me olhando nos olhos, podia? Ugh!

- Fala sério - Finn brincou - Não tem necessidade nenhuma de ser tão fria

- Me deixe em paz - sussurrei com os dentes apertados - Vai tentar o seu ato de charme com alguma vagabunda com baixa auto-estima, por que não estou engolindo

- Oh, não estou interessado em vagabudas - ele disse -Esse não é o meu negócio

Eu bufei.

- Qualquer garota que te dê a hora do dia, Finn, definitivamente é uma vagabunda. Ninguém com bom gosto, classe ou dignidade realmente te acha atraente

Muito bem. Isso foi uma pequena mentira.

Finn Wolfhard era o playboy mulherengo mais repugnante a escurecer a soleira do instituto Hamilton... mas ele era meio que gato. Talvez se você pudesse colocá-lo no mudo, e cortar as mãos dele... talvez, só talvez, ele seria tolerável então. Do contrário, era um verdadeiro pedaço de merda. Merda de cachorro que só queria sexo.

- E você tem gosto, classe e dignidade, suponho? - ele perguntou sorrindo

- Sim, tenho

- Isso é vergonha

- É esta a sua tentativa de flertar? - eu perguntei - Se é, você falhou. Epicamente

Ele riu.

- Eu nunca falho em flertar - ele passou os dedos pelos seus cachos escuros, e ajustou seu sorrisinho torcido e arrogante - Só estou sendo amigável. Tentando manter uma conversa agradável

- Desculpe. Não estou interessada - me virei e tomei outro gole da minha Coca-Cola. Mas ele não se moveu. Nem sequer uma polegada - Você pode ir agora - disse com força

Finn suspirou

- Muito bem. Você está sendo realmente muito pouco cooperativa, sabe. Então eu acho que vou ser honesto com você. Tenho que assumir: você é mais inteligente e mais obstinada que a maioria das garotas com quem falo. Mas estou aqui por um pouco mais que uma conversa engenhosa - Ele mudou sua atenção para a pista de dança - Eu na verdade preciso da sua ajuda. Veja, suas amigas são gatas. E você, querida, é a Duff

- Isso sequer é uma palavra?

- Designada. Feia. Gorda. Amiga - ele esclareceu - Sem ofensas, mas essa seria você

- Eu não sou a...!

- Ei, não se ponha na defensiva. Não que você seja uma ogra nem nada, mas em comparação... - ele encolheu seus ombros - Pense nisso. Por que elas te trazem aqui se você não dança? - ele teve a ousadia de chegar mais perto e dar uma palmada no meu joelho, como se estivesse tratando de me consolar. Me afastei dele, e seus dedos se moveram suavemente para afastar alguns cachos de seu rosto em vez disso - Olha - ele disse - Você tem amigas gatas... amigas realmente gatas - ele fez uma pausa, observando a ação na pista de dança por um momento, antes de me encarar mais uma vez - O ponto é que, os cientistas provaram que cada grupo de amigas tem um ponto fraco, a Duff. E garotas respondem bem aos garotos que se associam com as suas Duffs.

- Os drogados podem chamar a si mesmos de cientistas agora? Isso é novo para mim

- Não seja amarga - ele disse - O que estou dizendo é que as garotas, como suas amigas, acham sexy quando os garotos mostram alguma sensibilidade e socializam com a Duff. Então por conversar com você nesse momento estou duplicando as minhas chances de transar essa noite. Por favor, me ajude aqui, e só finja desfrutar da conversa

O olhei fixamente, pasmada, durante um longo momento. A beleza realmente era superficial. Finn Wolfhard podia ter um corpo de um deus grego, mas sua alma era tão negra e vazia como o interior do meu armário. Que filho da puta!

Com um movimento rápido me coloquei em pé e joguei o conteúdo do meu copo na direção do Finn. A Coca-Cola voou por ele todo, salpicando a sua polo branca de aparência cara. Gotas do líquido preto escuro brilhavam em suas bochechas. Seu rosto brilhava com ira, e sua mandíbula esculpida rangia ferozmente.

- Para quê foi isso? - Ele cuspiu, limpando o rosto com o dorso de sua mão

- Para que você acha que foi? - Eu gritei, com os punhos fechados ao meu lado

- Honestamente, Duff, não tenho a mínima ideia

Raiva flamejou nas minhas bochechas

- Se você acha que vou deixar uma das minhas amigas sair desse lugar com você, Finn, você está muito, muito enganado - eu cuspo - Você é um mulherengo imbecil repugnante, superficial, e eu espero que o refrigerante manche sua camiseta de mauricinho - Logo antes de eu marchar para longe, eu olhei por cima do ombro e acrescentei - E meu nome não é Duffy. É Millie. Nós estamos na mesma sala desde o ensino fundamental, seu filho da puta egoísta

Eu nunca achei que eu diria isso, mas graças a Deus a droga da música tecno tocava tão alto. Ninguém exceto o David ouviu por acaso o pequeno episódio, e ele provavelmente achou a coisa toda histérica. Eu tive que empurrar para passar pela pista de dança lotada para achar minhas amigas. Quando eu as encontrei, eu agarrei Maddie e Sadie pelos seus cotovelos e as puxei em direção à saída.

- Ei! - Sadie protestou

- O que tem de errado? - Maddie perguntou

- Nós estamos indo embora daqui - eu disse, empurrando seus corpos relutantes adiante por trás de mim - Eu vou explicar no carro. Eu só não suporto estar neste inferno por mais nenhum segundo

- Eu não posso dizer tchau para o Wyatt primeiro? - Sadie choramingou, tentando afrouxar meu aperto no seu braço

- Sadie! - eu provoquei câimbra dolorosamente no meu pescoço enquanto me virei para encará-la - Ele é gay! Você não tem chance, então só desista disso logo. Eu preciso sair daqui. Por favor

Eu as puxei para fora para o estacionamento, onde o ar gelado de Janeiro rasgou a pele descoberta dos nossos rostos. Compadecendo-se, Maddie e Sadie se juntaram cada uma de um lado meu. Elas devem ter achado seus modelitos, que pretendiam ser sexy, mal equipados para lidar com a sensação térmica. Nós nos movemos para o meu carro em um amontoado, nos separando apenas quando alcançamos o para-choques dianteiro. Eu apertei o botão de destravar no meu chaveiro para que pudéssemos subir na cabine fracamente aquecida do Saturn sem demora.

Maddie se enrolou no assento dianteiro e disse, através de seu bater de dentes

- Por que estamos indo embora tão cedo? Mills, são só, tipo, nove e quinze

Sadie ficou emburrada no assento traseiro com uma manta antiga envolta ao seu redor como um casulo (meu aquecimento de merda raramente deveria funcionar, então eu deixei um amontoado de mantas no chão)

- Eu entrei em uma discussão com alguém - eu expliquei, golpeando a chave na ignição com uma força desnecessária - Atirei a minha Coca-Cola nele, e não queria ficar por perto para a resposta dele

- De quem? - perguntou Maddie. Eu estava temendo essa pergunta por que sabia a reação que conseguiria

- Finn Wolfhard

Dois suspiros femininos desvanecido seguiram a minha resposta

- Oh, fala sério - eu reclamei - O cara é um galinha. Eu não o suporto. Ele dorme com tudo o que se mexe, e seu cérebro se encontra nas calças, o que significa que é microscópico

- Duvido disso - disse Maddie com outro suspiro - Deus, Millie, só você pode encontrar um defeito em Finn Wolfhard

Fuminei-a com o olhar quando girei a cabeça até a parte de trás do estacionamento

- Ele é um idiota

- Isso não é verdade - interveio Sadie

- Jeanine disse que ele falou com ela em uma festa recentemente. Ela estava com Vikki e Ângela, e ela disse que ele só se aproximou e se sentou ao seu lado. Ele foi muito gentil

Isso fez sentido. Jeanine era sem dúvida a Duff se estava com Ângela e Vikki. Me perguntei qual delas foi embora com o Finn nessa noite

- Ele é charmoso - disse Maddie - Você está apenas sendo a pequena Miss Cínica, como de costume - ela me deu um cálido sorriso do outro lado da cabine - Mas que diabos ele fez para fazer você jogar a Coca nele? - agora ela soava preocupada - Ele te disse algo, Mills?

- Não - menti - Não é nada. Ele só me irritou

Duff

A palavra saltava em minha mente enquanto acelerei pela quinta rua. Não me atrevi a dizer às minhas amigas sobre o novo e maravilhoso insulto que acabava de ser acrescentado à minha lista de vocabulários, mas quando me olhei no espelho retrovisor, a afirmação de Finn de que eu era a seguidora pouco atraente, indesejável (mais como arrastada) das garotas populares parecia estar confirmado. A forma perfeita de ampulheta e olhos azuis e acolhedores da Sadie. A compleição perfeita e o corpo de Maddie. Eu não podia me comparar com nenhuma delas.

- Bom, digo que vamos a outra festa, já que é tão cedo - Maddie sugeriu - Ouvi sobre uma em Oak Hill. Alguns garotos da universidade estão em casa para as férias de Natal e decidiram fazer uma grande farra. Ângela me contou sobre isso esta manhã. Querem ir?

- Sim! - Sadie se endireitou debaixo das mantas - Deveríamos ir totalmente! Nas festas universitárias tem garotos universitários. Isso não seria divertido, Millie?

Eu suspirei

- Não. Na verdade não

- Oh, fala sério - Maddie me alcançou e apertou meu braço - Desta vez não dançaremos, certo? E Sads e eu prometemos manter todos os garotos gatos afastados de você, já que é evidente que você os odeia - ela sorriu, tentando me empurrar de novo a um bom humor

- Não odeio os garotos gatos - eu disse a ela - Só um

Depois de um momento, suspirei e dei a volta na estrada, em direção à linha do condado

- Muito bem, nós vamos. Mas vocês duas me comprarão um sorvete depois. De duas bolas

- Trato feito



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