História The Eight - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Elementos, Poderes
Visualizações 8
Palavras 637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo;


              PRÓLOGO;


O mundo estava em pânico, caos total. Pessoas morrendo sem nenhuma explicação, pessoas saudáveis. Elas simplesmente sentiam uma dor tão insuportável que às levava a morte. A primeira morte aconteceu em San Diego na Califórnia, mas ninguém se importou muito, afinal, era apenas uma pessoa insignificante. Porém, isso se espalhou, e pessoas importantes começaram a morrer, simplesmente do nada. 

Você deve estar se perguntando o porquê de eu ainda está viva? Eu também não sei. Assim que as mortes começaram e o governo estava caçando sobreviventes, meu pai nos levou a um bunker* na floresta perto de nossa casa, eu estranhei muito ele ter esse lugar e eu não saber. Ele me explicou que eu era extremamente especial, e que não importa oque iria acontecer, não era para de forma alguma eu sair daqui, ou abrir a porta para ninguém, e ele simplesmente desapareceu. Lembro de ter ido dormir e acordar no outro dia sem sinal de ninguém, eu estava sozinha. Me agarrei na esperança de que ele apenas tinha ido buscar algo importante e que logo iria voltar, mas não, ele não voltou, se passaram 2 anos. Eu estava trancada naquele lugar a 2 anos sozinha. Eu estava chegando a ponto de enlouquecer, as comidas logo iriam acabar e eu iria morrer. Eu estava com medo, mas em uma das minhas noites solitárias, eu estava lendo um livro, pela vigésima vez, quando ouvi batidas fortes nas portas de metais do bunker onde eu estava, as portas eram eletrônicas, na verdade tudo aqui tinha uma tecnologia muito avançada. Corro para perto de uma tv que mostrava a entrada, e era possível ver um garoto, ele estava machucado e parecia estar muito fraco. Meu cérebro entrou em conflito, um lado queria apenas o ignorar, mas o outro, queria que eu abrisse as portas e o deixasse entrar, afinal, ele não parecia uma ameaça. Sempre odiei o meu lado sentimental. Fui para perto da porta e apertei o botão para abrir as pequenas portas, assim que a abri o garoto caiu sem forças no chão, o arrastei para dentro e fechei as portas, estava de noite. Ele estava muito machucado mesmo. O coloquei em cima da cama e procurei algo para limpar seus ferimentos. Ele estava muito magro, parecia não comer a dias. Começo a limpar seus ferimentos que o sangue já estava seco. Depois de terminar vou a cozinha preparar algo para ele comer. É estranho eu estar sendo tão atenciosa com um desconhecido, mas por algum motivo desconhecido eu sentia que podia confiar nele, não sei explicar. Levo o prato com os talheres até o quarto onde ele se encontrava. Aos poucos ele foi abrindo os olhos, e seu olhar foi automaticamente para o prato que estava em minhas mãos.

ㅡ É para você, pode comer.ㅡ o entrego o prato e ele começa a comer. Sento em uma cadeira que tinha ao lado da cama e me preparo para fazer o interrogatório. Pigarreio. ㅡ Então… Qual é o seu nome?

ㅡ Jeon Jungkook, e o seu é Solar, certo?

ㅡ C-como você sabe meu nome?ㅡ eu estava um pouco desconfiada.

ㅡ Seu pai me mandou aqui… eu só não esperava que te achar demoraria 1 ano e 7 meses. ㅡ o olhei, assustada. Como assim ele conhece meu pai? 

ㅡ Então você sabe onde ele está? Pode me levar até ele? ㅡ pergunto, com uma pontinha de esperança.

Ele respirou fundo.ㅡ Solar, seu pai não está vivo. ㅡ suspirei, eu já tinha me conformado com a ideia de ele estar morto a partir do primeiro ano sem notícias dele, mas, ao falar que o conhecia, confesso que criei expectativas. ㅡ Antes de morrer, ele me mandou pra te encontrar e encontrar os outros.

 ㅡ Os outros? ㅡ o olho confusa.

ㅡ Sim, precisamos encontrar os outros 6...




Notas Finais


*Bunker; é abrigo em inglês.


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