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História The elementary spirits - Capítulo 1


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Notas do Autor


quero deixar claro desde o inicio que eu não fiz isso para as pessoas lerem e a fic ficar famosa.

Capítulo 1 - Piloto


           POV Alice

 começa o dia e eu já estou atrasada de novo para a escola, me visto correndo e pego uma fruta para o café da manhã e saio apressada, pois a minha escola não admite atrasos, afinal, estudo em um colégio militar e qualquer passo em falso tomo uma advertência daquelas.

chego no colégio e já me deparo com a maya, uma garota parda, com um belo cabelo preto com cachos definidos e um azul nas pontas que já me avista e vem em minha direção.

- adotei um cachorro de rua que sempre ia lá em casa rasgar as sacolas de lixo procurando comida— ela diz toda contente com um brilho nos olhos— Já que eu sempre o alimentava, decidi que adota-lo seria a melhor coisa a se fazer.

- você e seu jeito que se derrete por qualquer cachorro que vê. Me manda foto dele quando chegar em casa— digo feliz com a informação.

subimos para a sala de aula e tivemos aula de biologia, que particularmente eu amo, aquela professora não apenas da aula, ela da um show com tudo que tem direito, eu nem cogito na possibilidade de faltar na aula dela, Deus me livre perder um conteúdo se quer.

tive outras aulas, mas nada de especial ocorreu, o resto do dia foi rotineiro e logo já estou indo para a cama descansar para outro dia comum e sem graça. Apago a luz e junto apago também.

acordo com um pressentimento estranho, acho que o dia de hoje vai ser diferente, não sei o porquê, mas sinto umas vibrações que parece que acontecerá algo abrupto e será marcante para mim, que estranho, mas depois de um tempo ignorei e toquei a vida.

Na aula de educação física, estava fazendo as atividades que a professora me instruiu e observei que havia um senhorzinho baixo, calvo com mínimos cabelos e com uma bengala, idêntico ao mestre Yoda, observando os alunos e especialmente a mim, mas deve ser impressão minha, eu nem o conheço.

A professora pediu para descansarmos uns minutos e aquele senhorzinho veio em minha direção, eu nem reparei que estava falando comigo até que ele me bateu com a bengala.

- Ei! eu sei que o senhor tem a idade de um mago, mas não me bate cacete— digo exaltada, mas logo percebo a malcriação e peço desculpas.

- comigo você vira— virou de costas e foi andando— venha, agora mesmo.

- mas nem se eu fosse louca, eu não te conheço— penso que ele devia estar bebado ou drogado, mas achei muito engraçado a semelhança da fala com o Yoda, como é que pode se parecer tanto.

- poderes você tem, treinar você eu preciso— mas ele só pode estar alucinando mesmo— o tempo correndo ele está, vamos.

- senhor, eu sou só uma pessoa medíocre, eu não faço ideia do que está falando, meu sonho ter poderes, de verdade, sou fanática por super heróis, mas acho que o senhor endoidou de vez e todo mundo aqui já percebeu— tento ser educada, mas ele não gostou da minha ausência de crença.

- então os seus poderes ativar eu irei, sua amiga levarei comigo, observei que era a única que conversava—ele aponta para a maya, levanto uma sobrancelha, confusa e sem entender nada— até o pôr do sol você tem, quando os seus poderes você tiver, grite que está pronta e ouvirei você, caso contrário, morrer sua amiga irá— agarrou na camisa da maya, abriu um portal e desapareceu sem deixar rastros.

Fiquei refletindo por alguns minutos, depois que voltei do transe, percebi que ninguém pareceu chocado com o que tinha acabado de acontecer, parecia que ninguém havia visto. Eu não estava de jeito nenhum acreditando naquela história, mas depois que ele desapareceu daquela forma incrível, eu notei que as pessoas estavam agindo normal, nem mesmo comentando sobre, foi aí que eu me toquei que ele havia cogelado o tempo e apenas eu tinha visto o que tinha ocorrido.

bate o sino para o intervalo e corro para contar para o rafael o porquê de sua namorada não estar na escola. Conto tudo detalhado, como ele chegou conversando comigo, falando que nem o Yoda e afins.

- Alice sinceramente a maconha tá fritando seu cérebro, eu sou seu amigo, mas na boa manera na droga bele?— ele diz sarcástico.

- eu to falando sério Rafael, você acha que eu inventaria uma coisa desse nível— ele me olha com uma cara de deboche— tá, talvez, mas agora eu to falando realmente sério, eu acho bom você se preocupar, pois a vida da sua namorada depende que EU desenvolva PODERES até o final da tarde.

- puts, se vira nos trinta, faz força até não poder mais para manifestar qualquer resquício de poder— fiz bico de pato, olhei pro nada e respirei fundo. Ele só olhou pro nada pensativo— é realmente a maya tá fudid*.

POV Maya

O cosplay do mestre Yoda me trouxe para uma cachoeira que é estranhamente a entrada de um esconderijo, eu não faço ideia de como eu vou sair dessa e sinceramente não tenho um pingo de esperança, pois eu duvido muito que a Alice tenha poderes, mas eu espero do fundo do coração que tenha, se não lascou.

- fique à vontade, vou buscar frutinhas—claro que ele vai me deixar sozinha, ele sabe que eu não sou idiota de fugir pulando de um cachoeira, mas pensando bem talvez seja a única alternativa— em baixo da cama tem um pouco de comida, caso com fome você esteja.

Depois de horas sozinha, ele aparece com frutas frescas e francamente bem gostosas. eu fico quieta no meu canto para evitar que ele pretenda me matar mais cedo do previsto.

- quieta você é, pelo tanto que conversava com a eletricidade, jurava eu que fosse mais tagarela— ele é tão fofo que não consigo ficar com raiva dele, ele está sendo tão gentil comigo desde que me trouxe para cá e não parece nadinha que ele pretende me matar em poucas horas.

- Eletricidade? Desculpa?— digo confusa.

- Sim. Eletricidade. Ela faz parte dos seis espíritos elementais, eu senti a força de dentro dela.

- Espíritos elementais? Nunca ouvi falar nada sobre, pois então me conte, temos tempo.

- momento apropriado não é, outra hora eu conto, mas primeiro tenho que ter certeza que meu sensor não falhou e não me precipitei.

- Mas ora essa, o senhor irá me matar em poucas horas e me nega uma história?—brinco, mas no fundo to triste— Ruindade do caramba.

- se preocupar com isso você não deve, matar você eu não irei, provocar sua amiga eu tentei, faz parte do plano, se ela se importar realmente com a melhor amiga dela, ela irá trazer os poderes à tona— ele diz tão confiante de que dará certo que eu acreditei.

- sabe de alguém que ela se importa tanto quanto eu? Bia. Elas são um grude, deveria sequestrar ela também, qualquer coisa fala que você descobriu através de poderes místicos— me arrependi na hora de ter mencionado, ele parece disposto a manifestar os poderes de Alice a qualquer custo. E se ele decidir que matar será a única solução? Agora minha morte não será a única, terá duas posas de sangue estendidas no chão por negligência minha.

- Opa, um instantito, em um pulo já volto— pelo menos agora eu vou ter a companhia da bia.

Ele volta com bia, foi surpreendente rápido, eu achei que iria demorar horrores, mas foi praticamente em um pulo. Agora era eu e a bia dependendo do suposto poder da Alice que aparentemente era eletricidade. Seria cômico se não fosse trágico.



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