História The Empire - Capítulo 17


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Ação, Akatsuki, Amor, Drama, Hentai, Máfia, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Suspense, Violencia
Visualizações 181
Palavras 1.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiê meus amores
Perdoem a demora e tenham uma boa leitura.
Ah, o capítulo todo foi narrada por Sakura.
Beijinhos!!! 😘

Capítulo 17 - Uma vez no meu coração



"O orgulho pode te fazer bem, mais não necessariamente te fazer feliz."



Capítulo 17



|| Dois meses depois ||

Acordei-me com o som agonizante do despertador.

O sol já batia em minha janela e toda sua luz entrava me fazendo abrir os olhos lentamente me acostumando com a claridade.

Passei a mão por meu cabelo, levando-me indo até ao banheiro. Deixei a água tocar meu corpo e fiquei ali perdida em pensamentos, eu não poderia esquecê-lo, nem mesmo que eu tentasse, todos os dias eu pensava se tudo o que eu vivi ao seu lado fora um sonho ou uma ilusão, se realmente aconteceu ou se eu imaginei ter sido realidade. Tão real, quando seu toque, seu beijo.

Apressada não tomei café da manhã e logo chamei um táxi, na verdade fazia muito tempo que não estava me alimentando bem. Ino me falou que era um "choque" pós traumático já que eu havia contado tudo o que houve enquanto ela estava com um de seus homens, chamado Naruto, o mesmo que conheci quando me despedi do senhor gigante, naquele dia conturbado.

Até agora, nesse instante, não me acostumei com o seu adeus.

Nem mesmo pelo fato de não ser seu nome me deixou tão abalada, é claro que, seu nome era tudo o que eu precisava saber, como também como o que ele fazia e o que levou ele a me levar junto. Eu queria saber de tudo, mais eu não podia mais já que nunca mais o veria novamente.


[•••]


Mas no fim, nossa história teve que por um ponto final antes mesmo de se iniciar um começo.

Então, o que nós vemos, o que nós somos e o que nós temos, será bom ou ruim, dependendo de como fazemos as coisas, tudo depende exclusivamente de nossas escolhas. 

Aquele incidente a fez perceber que, os olhos pertencem a nós mesmos e o coração pertencem a nós mesmo. Mais não quando o outro já tem a metade de cada um deles.

"Uma vez no meu coração" é a história de aventura e amor de uma mulher que se apaixona por um líder da máfia do Japão. – contei-lhes e todos aplaudiram.

Se o romance da Sakura for publicado na revista KiSu, tenho certeza que vai aumentar o número de fãs que compraram nosso produto. – incentivou Ino.

Verdade! – comentou Hinata docemente. – Tsunade, você dará a permissão para a Sakura escrever a história para a revista? 

Espere! Espere! – chamou-nos a atenção. – Primeiro quero que todos tenham bom senso e pensem nisso claramente. O que é isso? – apontou ela para o quadro pintado a mão.

A foto da sua avó, Chiyo. A fundadora da revista KiSu. – revelo e recebi seu olhar crítico.

Continue... – gesticulou as mãos 

Que foi fundada em 1954. – engoli seco.

E qual é o seu propósito? – perguntou analisando-me.

A revista é da Coréia, mirando outros horizontes, o principal objetivo é acolher seus leitores, por isso, está sendo muito bem falada em outros países. – respiro fundo antes de dar continuidade. – Que sempre abre uma porta para novos escritores.

Só de ouvir suas palavras, trás lágrimas em meus olhos. – revelou orgulhosa. – Você entenderam? Todas as publicações em nossas revistas devem ser fonte de inspiração e isso é algo muito valioso. Se este romance fosse baseado em fatos reais ao invés do fruto de sua imaginação, seria publicado, ao contrário disto, não é real, por mais que sua escrita e história sejam boas,  trabalhamos com fatos e não com mentiras. Fim da reunião!

Eu ouvi calada, não podia dizer que vivenciei tudo o que havia dito. 

Tsunade espere! Espere! – apressou Ino e Hinata seguindo-a antes de sair da sala.

Fique frustrada, em ouvir o seu não, mesmo eu sabendo  que ela sempre foi rígida em seu trabalho, pensei por um momento que ela fosse dizer sim, já que está sempre me apoiando nas minhas decisões.

Sakura, venha! – pegou Hinata minha mão e me puxou para fora.

Tsunade, nós precisamos fazer algo novo também. Pode não ser real, mais o que isso importa afinal? O importante são os leitores gostarem. Se ficarmos presos no passado e  não se importa como o mundo estar indo, nós vamos ficar para trás. – insisti. – Mesmo como uma grande revista como a KiSu teria que fechar as portas.

Minhas últimas palavras fizeram Tsunade parar e olhar para trás 

Você não entende Sakura. Não é capaz de entender como fortemente pesa, o peso que carrego nas costas para ter algo novo a cada dia. O peso da herança não é simplesmente fácil de se deixar para trás. – balbuciou. – Se você pensa em escrever para publicar anúncio revista, tudo bem, mais seja qual for a história tem que se basear na verdade.

Então a história da Saky pode ser publicada porque ela é real. – chiou Ino me fazendo arregalar os olhos 

Ino! – minha vontade era de enforca-la.

Não me diga que a garota coreana da história é a Sakura! E em conheceu no líder da máfia, fazendo o amor florescer  entre az sombras das folhas  de outono. – debochou Shion gargalhando.

Se é assim. – Hinata a interrompeu. – Tsunade vai permitir a Sakura publicar a história na revista? 

Ficou de boca aberta vendo que até ela estava do lado de Ino e mais surpreendente foi ver o olhar tenebroso de Tsunade brilhar como a luz do sol. 

Se está de acordo com as regras da revista, não posso impedir que continue, não há problema. – diz autoritária.

Agora, diga a eles o que aconteceu com você no Japão. Então, todos saberem que você não estava sonhando. – gritou para ouvirem.

Abaixei a cabeça, tentando não transparecer meu nervosismo, Ino estava indo longe demais com essa história. E, eu não queria que ninguém soubesse de fato o que aconteceu.  Havia muitas perguntas envolvidas sobre ele quais eu não tinha resposta. E eu não poderia publicar, sabendo que todos ali iriam saber que eu fui a protagonista da história.

 Encarei os olhos confusos de Tsunade e disse: 

É apenas a minha imaginação. Não houve de fato um romance no Japão, com um homem da máfia, é apenas uma história que eu inventei. O Sr. Gigante não existe  nesse mundo. – senti meu coração doer 

Escutei gargalhadas atrás de mim, não me importava com nada do que acontecia ao meu redor apenas em como minhas próprias palavras me machucavam. 

Está sonhando demais. – Shion abriu um sorriso cínico.

Esperei todo mundo sair para poder respirar tranquilamente. Fui para minha sala acompanhada por Ino e Hinata que me seguia a cada passo.

Eu sinto muito, não fiquem com raiva de mim. Eu não queria mentir, mais também não poderia dizer a verdade. – confessei. – Se alguém saber que eu passei uma noite com um estranho. Eles vão acreditar que eu não tenho nenhum relacionamento com ele? Se minha mãe e pai descobrirem, como vai ser sentir? 

Não seja dramática. Você não é mais uma menininha, já é mulher. Não devia se importar com o que os outros dizem sobre você. – berrou Ino.

A olhei feio.

A Saky tem razão, Ino. Shion gosta de fofocar sobre as pessoas, pense um pouco, quando a Saky foi rejeitada por Sai elas fizeram um monte de fofocas, d durou muito tempo. Elas poderiam facilmente falar qualquer coisa destorcida para os pais da Sakura. – esbravejou. – Se souberem sobre Sakura e Sr. Gigante, nem quero pensar nisso.

Verdade! Eu esqueci sobre isso. – se deu por vencida. – Eu só quero que  o  seu romance seja  publicado. Talvez ele leia e venha te encontrar e assim saber como você sente saudades dele.

Eu não sinto saudades. – menti.

Sério? – perguntou Hinata rindo. – Quando você ouvi uma música de amor em quem você pensa? 

Ignorei sua pergunta.

Mais confesse. O cara é lindo? Gostoso? – Ino perguntou curiosa.

Ele é lindo de morrer. – pensei.

Isso não tem nada haver com o assunto! – levantei estressada.

Não minta. A noite na floresta, as folhas caindo, o dele casaco em cima você. Não houve mais nada além disso? Me diga agora! – exclamou.

Apenas dormimos abraçados. – não ia revelar tudo o que aconteceu, prefiro guardar somente para mim. Sei que Ino assim como Hinata percebeu mais não insistiram em continuar com aquela conversa, mais ainda confessei. – Eu admito, eu quero vê-lo, não porque sinto saudades, mais porque quero lhe devolver seus pertences.


[•••]


Depois de um dia sendo bombardeada de perguntas. Me espreguicei na cama com o cabelo molhado. Na cabeceira da cama estava pendurado seu casaco, toquei sutilmente meus dedos sentindo o tecido grosso de couro. Seu cheiro ainda está lá, impregnado e enchendo meus pulmões. 

Havia um colar em um dos bolsos, daqueles antigos que ao abrir tem uma foto dentro, mesmo que a curiosidade me tentasse, não achei certo se entrometer na sua intimidade. Eu lembro de ter quebrado sem querer, e lembro de como ele reagiu pelo meu ato, por isso o coloquei de volta no bolso, imaginando o quanto deve ser importante para ele e me matando por querer saber qual foto estaria naquele pingente.

Apertei o casaco em meu peito derretendo por seu aroma.

Senhor gigante, onde você está? Eu só quero devolver o calor, porque eu sei o  quanto é importante para você. – murmuro me permitindo fechar os olhos e dormir sentindo o seu cheiro em mim. 




"Me perguntou o que estou fazendo de mal para receber incertezas. Tento insistir num sorriso, mesmo quando o meu peito sangra de saudade."


Notas Finais


Será que a história da Sakura vai ser publicada e Sasuke vai lê-la?
Deixem nos comentários suas apostas kkkkk

E, até o próximo capítulos môzis. 💘


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