História The End of My Dear World - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Romance, Terror, Violencia, Zumbis
Visualizações 13
Palavras 961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drabble, Drabs, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Lírica, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


beeeem vindoooos a mais uma estória minha :)
Espero que gostem de uma que mistura comédia e terror. Além de ser de zumbis, rs, aproveitem!

Capítulo 1 - O fim apenas começa!


Fanfic / Fanfiction The End of My Dear World - Capítulo 1 - O fim apenas começa!

    Me chamo Arianna Piki Enna; Não, não é Ariana Pikena. Eu moro no Brasil, estou no segundo ano do ensino médio, com os meus dezessete anos. Eu tenho uma bajulação imensa nessa merda de escola, sou... popular. Eu tenho apenas uma paixão... O Arthur.
      Arthur nunca fala com ninguém, está sempre só, sentado em baixo do banco da árvore do pátio. Ouvi fofocas de que seu passado era horrendo. Ele tá sempre com a mesma cara de cu. Seus cabelos loiros e olhos avermelhados com um tom meio mel...essa pele clara...ele é tão... lindo. 
      Eu parei pra observar ele do muro alto da minha sala, que dava vista ao lugar que ele fica. Eu olhei pra ele, e seus headsets que pareciam caros... ele vem de família rica. Isso eu tenho certeza. 
Destraída em meus pensamentos nem notei que o sinal soou, a professora se aproximou e cutucou meu ombro. 
    — Ei! Anna! Vai ir embora mais tarde? Algum professor te deixou no castigo?
    — Ah! — Esfreguei meus olhos para me adaptar a realidade, peguei minha bolsa — Desculpa professora Lúcia! — Corri para fora, eu estava tão destraída! 
     Eu estava andando, quando percebi que... faltam muitas pessoas aqui. Tinham mais de 300 alunos hoje. Eu vi umas 3 pessoas na rua... foi quando decidi ignorar e continuar minha rota. Foi quando eu vi... havia sangue na rua! Deve ter tido algum assalto a mão armada aqui, de repente vi um braço se rastejando em minha direção, eu diretamente soltei um grito e dei passos pra trás. De repente eu vi uma roda de zumbis, me cercando. Comecei a chorar desesperada, caí de joelhos esperando pra morrer. Quando de repente, uma moça alta de cabelos loiros escuros e olhos inchergáveis..... pera.... PARECE O ARTHUR! Ela apareceu atirando com uma glock nos bichos horrendos em minha volta, que aparentemente eram zumbis. A moça parecia bem feliz, ela era idêntica ao Arthur!
   — Eu esperei minha vida toda por isso! Hahaha! — Parecia ser bem menos desesperada que os outros. Seus óculos refletiam o sol do fim da tarde. Ela os tirou e revelou olhos avermelhados. Sua pele clara e brilhante era encantadora. 
    — Mãe! Assim você me envergonha! — Arthur chegou rindo, eu nunca tinha o visto rindo antes. Ele riu alto. — Se você não tivesse vindo me buscar hoje, eu estaria morto. 
   Então essa moça é mãe do Arthur.... EU ACABO DE CONHECER MINHA FUTURA SOGRA.
    — Ei — Olhou pra mim curiosa — como é seu nome, garotinha? 
    — Arianna... Piki... Enna... 
    — Arianna Pequena? Haha. — Debochou de mim com cara de sacana.
    — Bem... senhora.... como me salvou? Como soube dos bichos? 
    — Ah, depois eu te digo. Agora é melhor você me acompanhar, é triste lhe dizer mas acho que seus pais morreram. — Ela era totalmente informal na postura. Suas roupas pretas e suas tatuagens chamativas me encatavam, seu pescoço com vários colares macabros, além de braceletes e anéis. Ela usava um vestido que chegava alguns centimetros acima do joelho, que era cheio de barras dobradas, e era lindo. Seu cabelo era enrolado nas pontas e em algumas partes acima, uma total bagunça. Seus brincos eram de cores escuras e ela usava uma maquiagem escura também. Acho que a mãe do Arthur é gótica. O vento soprava forte, sua postura parecia uma daquelas cenas épicas de anime onde o personagem fodão aparece. A cara de cu do Arthur não era nada igual a cara alegre da mãe. 
   Ela extendeu sua mão pra mim, eu aceitei diretamente, sem pensar. Se eu parasse pra pensar, era o tempo de algum bicho aparecer e matar a nós três. Ela então ligou um carro preto, nós já haviamos entrado. Deu pé fundo e atropelou vários "zumbis". Chegamos em uma casa... mansão e entramos. A casa estava calma e silenciosa. Até que cheguei na sala e me deparei com um cara alto de cabelos castanhos que também usava roupas escuras, mas não totalmente pretas e chamativas como a mãe de Arthur. Pelo jeito dele, ou é irmão mais velho ou é tio. Ele estava concentrado em jogar em um Nintendo Switch.
   — Chegueeeei Semoreeeee! — Exclamou a doida gótica.
   — Sa, tu tá suja de sangue. — Disse ele falando em tom baixo. A cara de cu dele sim, era IGUAL a do Arthur. — O que aconteceu, meu bem? — Ele realmente é pai do Arthur. 
   — Nosso sonho se realizou, pai. — Disse Arthur respondendo no lugar da mãe.
   — Demônios e anjos desceram à terra pra nos darem a imortalidade? — Perguntou ele.
   — Zumbis. — Responderam mãe e filho em sincronia.
   O cara simplesmente desligou o Switch e o colocou em cima do sofá, se levantou e parou em frente a mãe de Arthur. Ele olhou para baixo e segurou as mãos dela com força. Então, olhou bem nos olhos dela, eu vi o brilho nos olhos deles. É como se estivessem conversando por telepatia ou algo assim. 
  — Nós vamos morrer.... — Disse o cara com cara de envergonhado, ele aparentemente possuía medo.
  — Não vou deixar que te matem, meu bem. — Passou a mão no rosto dele — Juramos que íamos viver para sempre juntos, até o fim da eternidade. Não são meros mortos que perderam os sonhos que vão nos impedir. — Ela olhou para os olhos dele que estavam quase lacrimejando, e soltou um leve sorriso. 
   Eles dois parecem ser um casal bem meloso, porém fofo. Quero ser assim com Arthur também. Arthur apenas olhava os dois com um sorriso de canto ali. Aproximou-se e tentou os abraçar. Que família unida... será que meus pais estão bem? Eu estava chorando de pensar que eles poderiam estar mortos, quando de repente fui puxada para perto de Arthur, e recebi um abraço do casal. Eu fiquei de olhos arregalados e derrubei uma lágrima de canto. 
   De repente, a janela faz um barulho... 

   Esse é apenas o começo do fim!



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