História The end of the road - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Arrependimentos, Erros, Estrada, Fum, Scary, Vingança
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Palavras 3.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Opan kkkkk
Olha eu aquii

Capítulo 1 - Capítulo 1



Cada minuto que passava naquele dia era como uma tortura para mim, aquela fria paisagem apenas me deixava cada vez mais agoniada. As pequenas flores vermelhas que apareciam em meio a neve me lembravam do dia em que vi pela primeira vez o que eu era capaz de fazer por ele, me lembrava perfeitamente das loucuras que eu era capaz de cometer, mas que no fundo me faziam sentir arrependimento por sentir aquilo por ele, algo que não sabia o que era ou o que significava, apenas o queria comigo. Passei as mãos sobre meus cabelos platinados, os bagunçando levemente, então fecho os olhos e dou um breve suspiro.
Me afasto das grades da ponte, voltando a caminhar vagarosamente. Assim que abro meus olhos, acabo me deparando com minha casa, como sempre totalmente fechada e escura por dentro. Era realmente triste ver ela desse jeito agora, antigamente era tão cheia de pessoas e totalmente iluminada, sempre tinha uma festa ou outra mesmo que não houvesse nada para se comemorar além da vida. Mas... Depois que meu pai morreu, nada mais foi celebrado nessa casa, nada era motivo de alegria para minha mãe que sempre se encontrava chorando pelos contos.
Retiro as chaves de dentro de um dos meus bolsos, destrancando a porta da frente que anunciava minha chegada com um leve rangido, mas que por conta do total silêncio fez com que ele se tornasse alto o suficiente para se ouvir em qualquer cômodo.
-Mãe, cheguei.
Coloquei as chaves sobre o sofá da sala, em seguida subindo as escadas e indo até o quarto dela, abrindo a porta e não a encontrando ela lá. Arqueei minhas sobrancelhas, afinal, não era comum ela sair do quarto durante a tarde, e eram cinco horas. Rapidamente comecei a procura-la pelos cômodos da casa, não a encontrando em lugar algum, mas, faltava apenas um lugar para poder confirmar, meu quarto. Assim que entrei no quarto olhei atentamente para todos os lugares, e assim que parei para analisar o chão, vi uma poça vermelha que estava quase chegando ao tapete, e essa poça saia de dentro do banheiro.
As batidas do meu coração estavam aceleradas ao ponto de eu sentir com facilidade o ritmo em que ele estava, me direccionei rapidamente até a porta, a abrindo e vendo minha mãe dentro na banheira, qual estava completamente cheia com a mistura da agua com o sangue. Nela, uma faca cravada em seu crânio, seus olhos totalmente abertos, e em seu rosto uma feição de medo e certamente de desespero. Eu não queria acreditar no que via, ela nunca faria aquilo! Eu saí se dentro do banheiro e corri para a sala, pegando o telefone e ligando para a polícia, qual chegou pouco tempo depois.
As viaturas estavam paradas na frente da minha casa, todos os vizinhos resolveram sair de suas casas para poder ver a desgraça da vida dos outros, parecia que eles não tinham nada para fazer. Coloquei minha mão dentro dos bolsos, eu já estava mais calma e não chorava, então resolvi pegar o maço de cigarros que estava em meu bolso, acendendo um e levando aos meus lábios, dando algumas tragadas em seguida. Enquanto observava os policiais entrando e saindo da casa senti uma mão no meu ombro direito, logo em seguida tendo o cigarro arrancado da minha boca pela outra mão da mesma pessoa.
-Você não devia estar fumando agora, Doll, os seus vizinhos podem pensar que você nem ta se importando com a situação.-Assim que olhei para trás fui capaz de ver o Kirisame, qual colocou o cigarro na boca e ficou me encarando.
-Se eu não me importasse você acha que eu chamaria a polícia?-Suspirei, cruzando os braços e encarando o chão.
-Sei lá, tem gente que chama só por chamar mesmo.-O rapaz de cabelos loiros e pele clara deu um leve sorriso.
Aquele sorriso sempre tirou minha concentração em diversos momentos, sempre me fez sonhar acordada e sempre me levou a fazer loucuras. Eu virei meu olhar para um policial que se aproximava com uma prancheta em mãos.
-Senhorita Doll Jones?-Ele olhou com certa curiosidade para a folha que possuía meu nome.
-Sim, sou eu.-Me virei para ele, mantendo a mesma feição séria de antes.
-Bem, a casa é uma cena do crime, então a senhorita não poderá ficar aqui, sugiro que pegue suas coisas rapidamente.-Ele logo saiu e voltou para dentro da casa.
-Maravilha...-Suspiro enquanto coloco a mão em minha nuca.-Agora vou ter que me hospedar em algum hotel.
-Quem disse?-Kiri inclinou a cabeça para o lado, retirando o cigarro da boca e o apagando na base de ferro da lixeira, em seguida o jogando dentro do recipiente.-Você pode ir para minha casa, minha mãe vai amar a tua presença lá, ela sempre te considerou uma filha.
-Você sabe o por que de eu não querer ir para lá.
Ele automaticamente retirou o leve sorriso de seus lábios, se abaixando para ficar na minha altura. Ele apertou a minha bochecha e colocou em seu rosto uma feição que dava para se perceber que era de raiva.
-Minha bonequinha não vai parar de ir para minha casa só por conta daquilo, né?-Ele mantinha os olhos vidrados nos meus, como se quisesse ler minha mente.
-Tá.. Eu vou... Mas não prometo que ficarei lá durante todo esse tempo.
-Boa menina!-Ele riu um pouco, em seguida voltando a se erguer
Eu já estava acostumada com as chantagens dele, e sabia perfeitamente que se insistisse em ficar em algum hotel ele iria me arrastar para a casa dele de qualquer maneira. Entrei na casa e fui direto para o meu quarto, pegando minhas coisas e colocando em uma mala, em seguida voltando para a entrada, entrando no carro do Kiri em um silencio que de certa forma nos incomodava bastante, depois de uma certa coisa que fiz, não conseguimos ficar sozinhos sem que esse silêncio tome conta de onde estamos. Por mais que eu quisesse falar algo, eu simplesmente não conseguia, era como se minha boca fosse costurada ou se não colada por algo que prevenisse que algo de estranho saísse de dentro de mim. 
E assim seguimos o caminho, apenas tendo o som da música que ecoava por dentro do automóvel,  e como sempre, ele ouvindo aquelas músicas que eu não entendia nada! Além dos gritos e o instrumental agitado e totalmente bagunçado, o idioma era japonês, então com certeza eu não entenderia nada. Já Kiri, conseguia acompanhar a música perfeitamente, acho que as aulas de japonês que seus pais deram foram mais que o suficiente.
-Como você consegue ouvir esse tipo de música..?-Olho para Kirisame que se divertia com os gritos rasgados do cantor.
-Como assim?-Ele olhou para mim com uma feição de curiosidade.-Como não ouvir esse tipo de música, é isso que você devia perguntar! Preste bastante atenção e perceba o quão bom é ter esses gritos entrando em sua mente!
De certa forma era bom, concordo, mas o volume estava muito alto! Era praticamente como estrar em um show bem pertinho das caixas de som. Eu apenas concordei com a cabeça e abaixei um pouco o volume, logo olhando para fora da janela.
-Hey, não vai nem procurar saber o nome da música para ouvir depois?-Ele riu um pouco, parando o carro logo e seguida para que um garotinho pudesse passar.-Anota aí, Ugly, The GazettE.
-Pera, essa não é aquela banda da música Red? A que você vive ouvindo?
-Exato! Inclusive...-Ele mudou a música no mesmo instante, colocando a que citei, trazendo mais calma para dentro do automóvel.-Sabe... Dese a primeira vez que ouvi essa música eu pensei em nós dois.. 
-Hun? Como assim..?-Eu olhei para ele, que agora já estava com os olhos fixados na estrada enquanto o carro se movimentava.
-Se para tudo tem o fim, então com certeza os dois serão eternos, se diz que não existe algo certo, pode jurar o amanhã dos dois... Tem uma parte da música que diz isso... Me lembro de nós dois sempre..
Acho que era mais do que suficiente pedir uma ou duas vezes para que ele esqueça o que eu fiz! Chega a ser chato toda vez que nos vemos ele ficar me lembrando daquele dia, mas acho que ele se vangloria por isso, afinal, sua amiga de infância se declarou para ele e provou que realmente o amava. Como isso? Bem... 


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 Flash back
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Há dois anos, nós dois estávamos no quintal da minha casa deitados na grama, ele com dezessete e eu dezesseis, estávamos observando o céu estrelado durante a calma e fria noite, como sempre, lado a lado. Meu coração estava acelerado, eu tinha resolvido que contaria para ele tudo o que guardava a um bom tempo, e assim fiz.
-Kiri! Eu preciso te contar algo!
-O que foi?-Ele olhou para mim rapidamente, mantendo seus olhos fixos aos meus.
-Bem... Eu queria te falar isso de uma maneira melhor... Mas, eu acho que devo falar agora, porque se não posso acabar não conseguindo falar. Eu te amo, Kirisame!
Assim que aquelas palavras saíram da minha boca, meu corpo por completo travou, não conseguia nem sequer respirar direito, eu apenas tinha o movimento de meus olhos, nada mais. Um sorriso se fez visível em seu rosto, logo seu corpo estava sobre o meu, rosto a rosto, lábios perto de lábios. Seus olhos possuíam uma certa maldade, e seus lábios um sorriso totalmente diferente do que estava acostumada, ele era assustador.
-Se você me ama... Poderia fazer alguma coisa para mim, certo? Um favor...
-Farei! Apenas me diga o que.
-Quero que você mate Steve Parker, aquele meu professor, sabe?
-Como assim!?-Meus olhos se arregalaram, então tendo seu rosto mais próximo ao meu.
-Se você fizer isso, posso confirmar meus sentimentos por você, mas se não quiser...
-Não! Tudo bem, eu faço!
-Boa menina...
 Seus lábios tocaram os meus, os selando num beijo quente e calmo, um beijo que me fez pensar que realmente existiria algo a mais entre nós... Como ele pediu, eu matei o tal professor dele. Numa manhã de inverno seu sangue manchou a brilhante neve, e seu corpo fez com que parte do branco sumisse, dando espaço para que as flores agora vermelhas pudessem aparecer por baixo de si. Mas, mesmo após eu ter feito isso ele não falou mais sobre o que eu disse para ele, apenas me deu os parabéns.


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Presente
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Nós  tínhamos acabado de chegar em sua casa, entrando e sendo recebidos de imediato por sua mãe, qual estava com um sorriso triste em seus lábios.
-Bem-vindos.-Ela veio até mim e me abraçou, dando um longo suspiro.-É uma pena que isso tenha acontecido... Foi muito bruta a forma que ela morreu...
-Infelizmente era o que estava destinado para ela, então...
-Mãe, eu não a trouxe aqui para ficar mais triste!-Kiri suspirou tirando as mãos dos bolsos.
-Nossa! Me desculpa, nem pensei direito..
Não quer que eu fique triste? Apenas de olhar para ele eu já queria chorar! Eu fui capaz de fazer aquilo por ele! Ele sabe o quanto eu sofro? Tentei tantas vezes mostrar o quanto o amava, mas ele simplesmente fingia que eu não estava fazendo nada por ele, ele fingia que estava lhe dando com uma "bonequinha" boba, já estava farta disso.
-Bem, irei para meu quarto, daqui a pouco volto!-Rapidamente subi as escadas, entrando no quarto que era guardado para mim.
Tranquei a porta logo depois de entrar, ficando encostada nela por um bom tempo, ouvindo a conversa de Kirisame e de sua mãe.
-Ela parece mesmo com uma boneca... Bonita, porém não mostra qualquer tristeza, apenas coloca um sorriso no rosto...
-Ela apenas não quer que os outros se preocupem com ela, ela já causou muitos problemas quando criança.-Kiri disse dando uma breve risada.
-Sei bem.-A mãe dele suspirou, mas logo em seguida dando uma breve risada.-Espera um pouco... Kirisame, me de a mão.
-Pra que?-Kiri disse quase entrando em pânico.
-Me dá a mão..-Sua mãe disse já a puxando, sentindo o forte cheiro de fumo.-Não acredito que você andou fumando de novo!
Após isso eu apenas passei a ouvir as risadas de Kiri enquanto sua mãe corria atrás dele. Eu me sentei um pouco no chão, encarando o quarto que sempre esteve arrumado para quando eu quisesse passar um tempo aqui, tantas coisas boas se passaram aqui quando eu era criança... Tantas risadas e brincadeiras... Isso não acontecia a tanto tempo, que eu nem me lembro o por que de termos esquecido nosso espiro infantil, principalmente o Kiri, ele nunca mais foi o mesmo depois dos quinze. 
Eu me levantei após passar um tempo pensando, peguei minha toalha e o sabonete, entrei no banheiro do quarto e então tomei um banho rápido, queria apenas lavar o rosto para tentar esquecer o que tinha acontecido durante o dia mas acabei tomando um banho para me aquecer do frio que o inverno trazia, acho que foi informação para um dia inteiro que eu me lembrei enquanto encarava o teto. Assim que saí do banheiro enxuguei meu cabelo logo o penteando, coloquei um short e um moletom, em seguida descendo as escadas. Encontrei o Kiri e seus pais na sala, todos juntos como sempre, então me juntei a eles.
-Boa tarde, tio!-Disse enquanto me sentava ao lado de Kiri.
-Ah, oi Doll!-Ele disse surpreso ao me ver.-Como mudou! Faz tanto tempo que não nos vemos?
-Claro, Satoshi. Você sempre está fora por causa do trabalho.-A mãe de Kiri disse enquanto suspirava.
-Não fale assim Rose, eu me sinto mal por não ter passado tempo suficiente com eles.
-E não ficou mesmo!
Assim que tais palavras foram pronunciadas as risadas tomaram conta do cômodo, excerto a minha. Logo conversas diversas foram iniciadas, excerto a minha, eu apenas permaneci no silêncio que me era proposto naquele dia de luto. Assim que as risadas e conversas se cessaram por um tempo, o pai dele se direcionou para nós e ficou nos observando sem dizer nada, o que nos fez virar nossos olhares para ele, que logo deu um sorriso e colocou a cabeça apoiada em uma de suas mãos.
-Eles não ficam bonitinhos juntos?
-O que você quer dizer com isso?-Kirisame perguntou enquanto seu rosto tomava um rubor .
-Justos como casal. Você nunca percebeu, Kiri?-A mãe dele peguntou enquanto suspira.-Eu pensei que você tinha me dito que gostava de...
-Mãe, poderia por favor não dar mais detalhes?-Kirisame falou a interrompendo.-Acho que não seja uma boa hora..
Gosta de...? Isso ficava martelando minha cabeça durante cada instante em que ficamos juntos naquela sala. Me levantei após um tempo e fui para meu quarto, estava cansada daquele dia, me deitei e peguei meus fones passando a ouvir "I'm not afraid". Meus olhos estavam fechados, as únicas coisas que estavam ali além de mim quais eu podia sentir e perceber, eram a escuridão e as vibrações causadas em minha cabeça por conta da música. As janelas estavam fechadas assim como a porta, bem, até um certo tempo. A porta foi aberta lentamente, fazendo com que um feixe de luz pairasse sobre meus olhos, me obrigando a abri-los.
-Bonequinha, ainda está acordada?-Kirisame disse em meio a um riso.
-Sim... Eu não durmo tão cedo assim...
-Mas já é quase meia-noite, ficou de novo repetindo toda hora aquela música?
-Espera...-Eu peguei o celular que estava sobre a cama, olhando o horário que seria confirmado.
-Está duvidando de mim? Antigamente não era assim...-Ele disse retirando o sorriso de seu rosto.-Eu me lembro de quando passávamos horas aqui, você sempre confiava em mim quando eu te prometia algo, sempre acreditava que eu iria cumprir com o que eu dizia...
-Pois é, pena que você não cumpre, não é?-Retirei os fontes enquanto reclamava com ele, colocando minhas mãos em baixo de minha cabeça em seguida.
-Sabe que eu espero o tempo certo para fazer as coisas. E... Tem uma promessa que eu estava pensando em cumprir.-Ele se aproximou de mim, segurando meu queixo e em seguida levantando um pouco o meu rosto.-Se lembra daquele de dois anos atrás..?
-Lembro sim... Mas a "bonequinha" abriu os olhos, okay?-Aproveitando que meu rosto estaria meus próximo ao seu, dou um rápido beijo nele e me levanto em seguida.
Andei até a porta, mas sendo puxada por ele por meu pulso e em seguida sendo virada em sua direção, tendo meu corpo colado ao seu por completo. Eu podia sentir os fortes batimentos de seu coração, e o seu sorriso, mostrava o quanto ele sabia que eu apenas estava tentando me esquecer dele. Seus olhos fixos aos meus eram como uma hipnose, qual não permitia que eu saísse de seus braços, me prendendo a ele cada vez mais.
-Se ela realmente tivesse aberto os olhos, teria entendido o que minha mãe iria falar.-Após tais palavras saírem de sua boca ele afagou meus cabelos e colocou uma de suas mãos em meu rosto, me segurando pela cintura com a outra.-Sério que você não percebeu? Nenhum momento você parou para perceber as vezes em que eu deixava visível o que eu realmente sinto por você? 
-Se com "o que eu realmente sentia por você" você quis dizer "nada além de amizade", sim, percebi.
-Por que você faz isso comigo, Doll?
-Eu me pergunto isso todos os dias. Por que você faz isso comigo? Você apenas me usa para conseguir as coisas, sabe que eu faço tudo para e por você só por causa do que sinto! Eu cansei de cair nas suas mentiras, achando que tudo o que você promete irá cumprir! Cansei de tudo isso que você faz comigo, eu devia ter cansado a partir do dia em que matei aquele homem! Eu realmente quero entender o porque de você...
No momento em que eu iria terminar de falar, os gritos dos pais de Kirisame chegaram ao quarto, em seguida sendo ouvido os sons de no minimo três tiros. Nós dois saímos desesperados do quarto, descendo as escadas e dando de cara com três homens, dois postos ao lado dos corpos e um outro sentado na frente, observando os semblantes assustados de Satoshi e Rose, em seguida olhando para nós.
-Olá de novo, Kiri!


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Continua
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Notas Finais


Ahhhh
Pse, merdinha
Masoke
Dps mando mais capítulos


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