História The End World - Carl Grimes - Capítulo 1


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Andrea, Benjamin, Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Enid, Eric Raleigh, Eugene Porter, Ezekiel, Gabriel Stokes, Gareth, Glenn Rhee, Hershel Greene, Jessie Anderson, Lizzie Samuels, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Mika Samuels, Mikey, Morgan Jones, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Pete Anderson, Rick Grimes, Ron Anderson, Rosita Espinosa, Sam Anderson, Sasha, Shane Walsh, Sophia Peletier, Tara Chambler, Tyreese
Tags Carl Grimes
Visualizações 52
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas, bom eu tenho essa história lá no Wattpad, resolvi postar aqui também...

Capítulo 1 - Pobre Coelho


Fanfic / Fanfiction The End World - Carl Grimes - Capítulo 1 - Pobre Coelho

- Hope, fique aqui, eu e seu tio vamos ver o que está acontecendo.

- Por que eu não posso ir? - perguntou a garota enquanto olhava janela a fora.

- Olha princesinha - falou Merle fazendo a sobrinha revirar os olhos - Nós ja voltamos, fique aqui e não deixe nenhum negro roubar nossas coisas.. Okay?

- Okay - disse antes de soltar uma leve risada.

- Certo - disse o pai - Esta com sua arma? Faca?Arco? - a garota concordou e então eles sairam.

Hope Dixon, uma verdadeira moleca, claro, conviver com dois homens da nisso.. Eles, não achavam errado deixar armas com uma criança, além do mais, o mundo estava acabando. 

Hope, tem cabelos longos e escuros como os do pai, olhos claros como o do tio. Seu rosto lembra muito sua mãe, embora nunca a tenha conhecido, não sentia falta.

O mundo estava completamente um caos, como disse a reportagem mais cedo. O governo perdeu o controle de um vírus, que faz com que a pessoa volte do mundo dos mortos para atacar pessoas, um verdadeiro filme de terror. Um verdadeiro fim do mundo.

Logo e sem demora, os Dixon's voltam até a velha picape estacionada atrás de trailer.

- Ei, princesinha, vamos jogar?

- Por que? Esta a fim de perder?

- E o que vamos ver.

➶➴➶➴➶➴➶➴

Daryl havia saido junto com a maioria do povo, Hope havia ficado junto com o tio.

- Esses filhos da puta mentiram - disse Daryl chegando ao lado da picape - Vão bombardear Atlanta..

- Desgraçados - respondeu Merle olhando o céu.

- Podiamos ir paras as pedreiras que sempre iamos acampar..

- É uma boa ideia!

- Licença, poderíamos ir junto? - o senhorzinho do trailer, Dale, se aproximou perguntando.

- Claro, por quê não?

E naquele momento, Hope sabia muito bem as intenções do tio.

Os adultos saíram para se resolverem, Hope havia ficado na picape. Sentada no capô, ela fazia – ou tentava – flechas com galhos que havia achado pelo o asfalto.

- Ei, menina, você quer jogar? - perguntou um garoto, um pouco mais alto que Hope.

Com um olhar de desdém a garota negou. Hope não era muito de se socializar, igualmente o pai, havia puxado isso do mesmo. O garoto a olhou por um tempo, antes de sair em uma direção qualquer. 

Nas tentativas falhas de conseguir uma flecha, a garota pegou as poucas flechas que sobravam e as colocou na aljava, caminhou até o grupo de adultos sem se aproximar muito.

Assobiou baixo – como sempre fazia – sabendo que apenas o pai a ouviria, dito e feito, ela tinha toda a atenção do maior nela. A Dixon apenas lançou um olhar, tendo ali uma conversa por olhares o pai apenas concordou e voltou a atenção para as pessoas ao redor. 

Agora que ela já tinha o avisado, saiu em direção a floresta. Caminhando silenciosamente como só ela sabia, andou se esquivando pelas árvore, deixando que o vento bagunçasse seus cabelos.

Com os olhos caramelos focado na escuridão da floresta, ouvia o barulho dos grilos, a luz da lua nova lhe ajudando levemente. Com uma ótima audição, ela pode ouvir o farfalhar das folhas, um baque macio não muito distante. Hope levou a mão até a aljava nas costas, onde retirou um flecha posicionando em seguida ao arco.

Totalmente concentrada, com o arco na altura dos olhos, a garota prendeu a respiração focando no alvo a frente. Soltou a flecha, sentindo-a roçar na ponta de seus dedos, no mesmo momento em que o ar se esvaiu de seus pulmões. 

Como sempre, acertou em cheio, ela nunca errava. A morena caminhou até a árvore a sua frente e pegou o seu alvo, que no entanto, era um pobre coelho, de pelos brancos, agora manchados pelo o sangue. Ela tirou a flecha e limpou desinteressada em a manter realmente limpa.

Um galho se partiu a suas costas, em um ato rápido e eficaz ela retirou a faca da cintura e jogou na direção do barulho acertando a árvore, assustando o garoto, assim como ela desejava. Ela já o tinha ouvido, cá entre nós,  ele não era silencioso em seus passos.

- Você ficou louca? 

Ela apenas o ignorou e caminhou até a árvore retirando a faca de lá junto de um esquilo, seria conhecidencia? Ou ela já sabia que o animal andava por ali? É, ela sabia, já havia cauculado mentalmente os passos do pequeno e indefeso esquilo.

- Podia ter me acertado.

Hope não se deu trabalho de responder e saiu entre as árvores seguindo os próprios rastros de volta. Hope Dixon, uma excelente caçadora, concerteza ela está pronta para o mundo que estava por vim.

Ela podia ouvir o garoto em seus calcanhares, enquanto ajeitava o coelho na alça da aljava, o garoto corria para acompanhar seus passos.

Já na bera do asfalto, viu que todos os adultos se ajeitavam, viu uma mulher de cabelos longos e castanhos correr em sua direção,  na verdade, na direção do filho atrás de si. Deu um abraço apertado no garoto, não antes de lançar um olhar feio a garota, que nem ligou. Continuou a caminhar em direção a velha picape dos Dixon's, onde o pai estava encostado de braços cruzados. 

- Era de se esperar - iniciou assim que a filha chegou perto.

- Tava intediante - disse ela dando de ombros.

- Quem era aquele? - perguntou sobre o garoto, Daryl sabia que a filha jamais deixaria que alguém que prejudicasse sua caça a segui-se.

- Ah, ele tinha me chamado pra jogar - disse ela revirando os olhos - E não aceitou um não, resolveu me seguir, mas já o assustei - disse antes de deixar o sorriso escapar, fazendo com que o pai risse junto.

Daryl sabia a filha que tinha, a garotinha que adorava se meter em encrenca, fazendo sempre pegadinhas com os colegas de classe. Ela não seria ela se não tivesse feito algo.

- Cadê tio Merle?

- Deve estar dando em cima de uma mulher por aí. 

- Impressionante - disse irônica levando as mãos até o rosto - Era de se esperar - disse antes de rir, fazendo com que seus olhos fechassem levemente.



Notas Finais


Hi peoples,

O que acharam?

Espero que tenham gostado!


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