História The End World - Carl Grimes - Capítulo 2


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Andrea, Benjamin, Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Enid, Eric Raleigh, Eugene Porter, Ezekiel, Gabriel Stokes, Gareth, Glenn Rhee, Hershel Greene, Jessie Anderson, Lizzie Samuels, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Mika Samuels, Mikey, Morgan Jones, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Pete Anderson, Rick Grimes, Ron Anderson, Rosita Espinosa, Sam Anderson, Sasha, Shane Walsh, Sophia Peletier, Tara Chambler, Tyreese
Tags Carl Grimes
Visualizações 47
Palavras 1.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E mais uma vez eu aqui kdkkd

Capítulo 2 - Criança Petulante


Fanfic / Fanfiction The End World - Carl Grimes - Capítulo 2 - Criança Petulante

Estavam todos ao alto da pedreira, haviam chegado a poucas horas. Todos se adaptando a nova "moradia". Mas os Dixon não estavam tão felizes a isso. Aliás, aquele era o lugar deles.

- O que ele fez não foi certo, esse era o nosso lugar - murmurou Hope.

- Concordo, mas sabe como seu tio é, enquanto tiver um par de peitos por aí...

- É, eu sei, e como anda as coisas? - perguntou olhando o tio junto das outras pessoas.

- Estão decidindo como vão funcionar as coisas...

E ali eles ficaram, em um silêncio calmo, Hope agora desmantelava o esquilo.

- Licença - surgiu uma voz doce e suave.

- O que quer? - Daryl respondeu rudemente.

- Só gostaria de saber se ela quer brincar - disse a menina de cabelos curtos após ter engolido em seco.

Hope levantou a cabeça, onde negou para o pai, ela realmente não queria se socializar.

- Ela quer sim - respondeu Daryl para a garotinha loira.

Hope olhou para o pai abismada, ele tinha feito isso mesmo? "Droga pai!" foi tudo o que a menor pensou.

- Eu não.. - tentou argumentar algo.

- Vai! - o mais velho impôs sobre a filha.

Ela revirou os olhos e se levantou, esfregando o sangue do esquilo pela a calça, recebendo um olhar feio do pai, ela apenas deu de ombros.

- Deixa - ordenou Daryl, após a garota descer da caçamba da caminhonete carregando o esquilo, fazendo a mesma jogar o resto do pobre coitado de volta a caçamba.

Assim que Hope deu as costas ao mesmo, Daryl não conseguiu conter o sorriso ao perceber o quanto a filha parecia com ele.

A alguns metros, Sophia tentava acompanhar os passos irritados de Hope.

- Meu nome é So...

- Eu sei como é seu nome - interrompeu rude, digamos que ela já sabia como todos se chamavam, Hope era uma criança muito observadora.

- Ah - respondeu Sophia sem jeito.

- Oi Sophia

- Olá Carl, essa é a ...

- Hope - respondeu a Dixon sem interesse.

- Ah, vim te chamar para brincar.

- Vamos Hope? - perguntou Sophia gentilmente..

- Pode ser - respondeu a morena.

◃─────-❃-─────▹

Já havia se passado algumas horas, as regras já haviam sido impostas, nada de armas, mas é claro, Hope jamais entregaria suas armas, e seu pai muito menos permitiria isso. Com isso, ganharam diversos olhares feios.

As mulheres, ficariam com as roupas e o preparo das comidas, os homens ficariam com a proteção do acampamento e buscas em Atlanta. Daryl ficaria com a caça - o que fez a filha ficar animada -, Hope ficaria com as tarefas escolares junto das outras crianças, ou não.

- Hope! Está na hora das tarefas - Carol se aproximou tentando ser gentil, de todos, ela foi a que mais conseguiu simpatizar com a garota.

- Pode ser - disse dando de ombros enquanto travava a sua pistola.

Hope não iria ficar, ela esperaria o momento certo para ir atrás do pai, que já havia saído oara caçar.

- Se quiser ficar, vai ter que entregar as armas - Lori se pronunciou, a mesma não conseguia aceitar o fato de uma criança andar armada.

- E quem disse que eu quero ficar?

- Olha sua criança petulante..

- Ai, bem menos, muito menos - respondeu Hope sem sem preocupar em olha-la - Até mais pessoas.

Hope se retirou rapidamente em direção a floresta, checou o a aljava ao ombro enquanto segurava o arco firmemente na mão. Seguir os passos de Daryl não era complicado. Por mais que o pai fosse um incrível caçador, seus passos ainda eram perceptíveis aos olhos da menor.

Em questão de minutos, Hope já estava atrás do pai, que nem a ouviu chegar.

- Você não é tão silencioso assim em papai - disse a garota, assustando o maior que se virou com a crossbow em sua direção.

- Que susto garota - disse respirando fundo enquanto observava a filha rir e levantar as mãos em rendição - O que faz aqui Baby Dix?

- Não é óbvio? Eu vim caçar - disse ela com um certo ar de superioridade - E aquela mulher é muito chaaaata.. - falou ela, estendendo a palavra exageradamente.

- Lori Grimes ou Carol Peletier? - perguntou o pai antes de voltar a caminhar atrás do cervo que o mesmo havia visto.

- Lori é claro, o mulherzinha insuportável - proferiu Hope, na mesma hora em que revirou os olhos - Carol é uma mulher legal, Sophia também, mas Carl é igual a mãe..

- Você supera Baby Dix - murmurou Daryl.

- Hã... está indo para o lado errado - disse a mesma olhando o chão atentamente.

- O que? Claro que não, estou no caminho certo olhe - apontou o maior para as pegadas a sua frente.

- Está não, olhe - a mesma abaixou diante das pegadas, pressionou um dos dedos na terra levemente molhada - Não está profunda, significa...

- Que o cervo passou por aqui no máximo ontem - interrompeu a filha, completando a fala da mesma - Mas que merda..

A garota riu, observou atentamente o chão a volta de ambos, não tão distante, achou novas pegadas, Hope fez o mesmo processo, medindo a pegada.

- Ele foi pra lá - apontou para a direção oposta em que estavam seguindo.

- Ah, o que seria de mim sem você?

- Um péssimo caçador!

Essa foi a resposta de Hope. Daryl sabia que não era nada disso, sabia que se não tivesse a pequena filha em sua vida, ele seria um completamente nada, um verdadeiro merda.

- Pai! - sibilou a Dixon - Da pra fazer menos barulho?

- Mas eu estou fazendo o mínimo de barulho possível - sussurrou de volta.

- Eu estou te ouvindo - disse ela artes de parar completamente.

Rapidamente, Hope pegou uma flecha de sua aljava, posicionado-a em seu arco, acertando imediatamente no errante a sua esquerda, que nem se quer havia sentindo a presença da garota ou de seu pai. Hope o matou pela segunda vez.

Em questão de segundos, ou até milésimos, Hope retirou uma nova flecha, fez o mesmo processo de posiciona-la ao arco, só que dessa vez, acertou o cervo a sua direita, acertando diretamente no pescoço, em sua veia arterial, fazendo o indefeso cervo cair ao chão, morrendo em segundos.

- Impressionante - disse Daryl, que nunca deixaria de se impressionar com as habilidades de caçadora da filha.

- Eu sou demais - disse a garota antes de limpar o pó imaginário dos ombros, fazendo o pai liberar diversas risadas.

Hope era uma caçadora habilidosa, calculista e ágil, quê, a todo custo, não errava nenhuma mira.



Notas Finais


HI PEOPLES,

Como vão?

O que acharam?

Cá entre nós, Hope não exagerou nadinha sobre Lori rs

Só queria ser tão boa quanto Hope no arco e flecha, mas é capaz de eu tentar e acabar acertando meu próprio olho.

Sem armas no acampamento? Fala sério!

Espero que estejam gostando!


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