História The Eye - Capítulo 18


Escrita por: e volum

Postado
Categorias Jack & Jack, Magcon, Taissa Farmiga
Personagens Jack Gilinsky, Taissa Farmiga
Visualizações 33
Palavras 1.779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IEIEIEIEI PSIU, ANTES DE LER O CAPÍTULO, DÁ UMA LIDA AQUI:
o título deixa MUITO evidente que tem cenas de sexo no conteúdo a seguir, então, pufavo, se você NÃO quer ler apologia a pudor, por favor, pula o capítulo. O que foi escrito aqui provavelmente vai ser mencionado nos próximos capítulos e não terá a mesma vulgaridade que esse capítulo tem. Aos demais leitores: boa leitura!

Capítulo 18 - Hold On (HOT)


Conexão; s.f. Relação de dependência; Ligação, união, vínculo de algo ou alguém.

— Tem certeza de que está bem?

Essa é a quarta vez que Jack me pergunta isso. E em menos de uma hora. Anuo silenciosamente enquanto continuo a desfazer minha mala.

Estávamos em Londres, no apartamento alugado de Jack, para comemorar o dia de ação de graças.  Jack conseguiu misteriosamente me liberar para passarmos o final de semana inteiro juntos e, devo dizer, não tenho ideia de como ele conseguiu dinheiro para pagar uma passagem pra mim.

— Desde o incidente na ala E você está estranha.

                Seus braços envolvem minha cintura e sou obrigada a largar as roupas para me aproximar de Jack. A preocupação em seu tom de voz era adorável, mas conseguia ser irritante após algum tempo.

                — Eu preciso de um tempo para me recuperar, já disse isso. – Resmungo, segurando suas mãos e apertando-as levemente. Ele arqueia uma de suas grossas e negras sobrancelhas enquanto comprime os lábios.

                — Vamos tratar de ocupar sua mente então. — Ele deposita um beijo em minha testa e tenho de esconder meu rosto em seu peito para não começar a chorar.

                Eu estava assim há dias. Meio chorosa, meio confusa. Desde que encontrei o corpo de Kaden, minha mente vem criando uma paranoia em cima da outra e meu sonambulismo que desapareceu durante o tempo em que fiquei na BEL decidiu voltar com tudo.

                Agredi alguns monitores durante a madrugada e quebrei alguns móveis do meu dormitório. Meu psiquiatra trocou minha medicação logo após saber sobre o que ocorreu e agora eu passo mais da metade do dia sonolenta e meio desnorteada.

                Jack exigiu que eu não tomasse os comprimidos enquanto estivéssemos em Londres e afirmou que, se algo acontecesse, ele tomaria as rédeas da situação. Não duvidei de suas palavras e parei de tomar o remédio um dia antes de nossa viagem. O guarda Maloley, encarregado de se certificar de que tomei meu medicamento corretamente, estava descuidado no dia e não percebeu quando não tomei a dosagem diária.

                — Alguns de meus amigos passarão o dia de ação de graças aqui, tudo bem? — Pergunta após algum tempo. Ainda permanecemos abraçados no meio do quarto.

                Anuo silenciosamente. As mãos de Jack estenderam-se até minha cintura, próximas a barra de meu moletom. Quando seus lábios cálidos encontraram a pele de meu pescoço, beijando-a com vigor, meu corpo enfraqueceu. O frenesi que sempre me apunhava quando meu olhar e o de Jack se encontravam tomou conta de mim novamente.

                — Talvez você precise de uma distração. – Ele murmura quando a ponta de sua língua toca o lóbulo de minha orelha, causando-me um leve arrepio. O gemido que soltei foi inevitável e tive de fechar meus olhos para aproveitar a sensação. – Vamos tirar o seu blusão, sim?

                Minhas bochechas enrubescem e meu corpo se arrepia quando a mão de Jack toca em meu cabelo e seus lábios tocam minha pele.

Instintivamente levo uma de minhas mãos até seus cabelos, enroscando meus dedos nas mechas negras, afagando-as. Nossos lábios se encontram nesse momento e não perco a oportunidade de sentir o gosto dele, sugando seus lábios inferior e superior vagarosamente, um de cada vez. 

                Jack se afasta lentamente e, apesar de seus movimentos não serem rápidos e súbitos, minha testa se franze instantaneamente e minha garganta emite um muxoxo em sinal de reprovação. Era óbvio que meu corpo clamava pelo dele, eu jamais negaria tal fato. Mas, apesar do leve incômodo e irritação por termos nos separado, quando as mãos de Jack retiram rapidamente e sem escrúpulos o meu blusão, me deixando nua da cintura pra cima, tenho de morder meus lábios para reprimir qualquer som gutural que fosse escapar por minha boca.

                O arrepio que tomou conta de meu corpo foi eletrizante e, é claro, inevitável. Jack pareceu perceber o efeito que causava em mim, pois logo abriu um sorriso cafajeste e presunçoso. Demorei alguns instantes para perceber que Jack me empurrava delicadamente, com suas mãos segurando as laterais de minha cintura, até a cama.

                A mala que há minutos atrás era desfeita por mim ainda estava em um dos cantos da cama, mas isso não impediu Jack de me deitar sobre o colchão. Os instantes seguintes foram rápidos demais, meus neurônios inebriados pelo frenesi que somente Jack Gilinsky é capaz de me proporcionar já não raciocinavam mais.

Mas me remexo inquieta quando os lábios de Jack subitamente concentram sua atenção em meu mamilo e meus dedos instantaneamente afagam o cabelo do moreno. Fricciono minhas coxas uma contra a outra vagarosamente e sinto o rubor tomar conta de minhas bochechas quando fico à mercê de Jack. Um leve suspiro escapa por meus lábios entreabertos e fecho meus olhos, aproveitando a sensação avidamente. 

As mãos de Jack trabalham em retirar minha calça moletom e minha calcinha. Não sei dizer se o arrepio que se sucede é em resposta ao frio aterrorizante de Londres, ou se é em resposta ao olhar intimidador que recebi quando estava totalmente nua. Não controlo minha ansiedade quando me vejo totalmente exposta e tenho de abrir os meus olhos para averiguar a situação.

Jack ainda estava de joelhos sobre a cama. Sem camisa. Seus olhos avançaram de meu rosto, a meus seios e se prenderam na região entre minhas pernas. Ele umedece os lábios, mordendo-os lentamente enquanto me devorava com o olhar. Meu corpo estremeceu instantaneamente e me senti mais quente do que já estava. Suas mãos afrouxaram o cinto que prendia sua jeans preta.

Respirar pareceu ser a tarefa mais difícil a se fazer. Meu rosto estava quente e certamente também estava vermelho. Meu coração martelava fortemente contra meu peito e eu já respirava ofegante. Um grito surpreso e voluptuoso torna-se inevitável, escapando por meus lábios no momento em que os lábios de Jack avançam contra minha boceta. Afasto meus joelhos no mesmo momento em que solto o grito, abrindo minhas pernas levemente e arqueio meu quadril instintivamente.

Já mencionei que sou altamente agradecida por ter me depilado antes de embarcar nessa viagem com Jack?

Ele age rapidamente, e agarro os lençóis da cama, apertando-os fortemente até ter os nós de meus dedos esbranquiçados. Um gemido gutural escapa por minha garganta quando abocanha minha boceta e fricciono meu sexo contra sua boca. Um pequeno espasmo me atinge e atino a abrir meus olhos, observando-o com luxúria e prazer.

Movimento meus quadris contra os lábios de Jack vagarosamente, procurando uma maior fricção entre nós. Não encontro voz para pedir que me foda, mas seu nome estende-se em um gemido por minha boca e meu olhar recai sobre o dele.

                No instante seguinte, Jack agarra meus pulsos acima de minha cabeça, prendendo-os firmemente com seu cinto. O couro gera uma fricção desconfortável, mas ainda assim, excitante.

                Os únicos três neurônios que operam em minha mente falharam em suas sinapses, pois estão tão lentos que sequer percebem quando Jack se despe e veste a camisinha. Suas mãos agarram a parte traseira de meus joelhos, flexionando-os e trazendo-os para seus ombros, me deixando deliciosamente exposta e aflita.

                Ofego, me contorcendo enquanto o pau de Jack explora minha boceta, antes mesmo de me penetrar. A excitação e ansiedade eram evidentes. No momento em que Jack se enterra fundo em mim, olhando-me nos olhos e soltando um leve grunhido, eu arqueio minhas costas, com o ímpeto de fechar minhas pernas inconscientemente, mas o quadril do moreno me impede.

                Forço minhas mãos contra o couro do cinto de Jack, querendo sentir a pele dele urgentemente. Ainda sem se mover, ele abre um novo sorriso e eu juro que poderia gozar somente ao olhar aquele homem sorrindo daquele jeito. Mas, enquanto uma de suas mãos ainda segurava um de meus joelhos, sua outra mão fechou-se contra meu pescoço, mas não fez pressão alguma contra a região.

                Ele balança a cabeça negativamente, estalando a língua no céu da boca. Sua próxima estocada é tão profunda que meu grito de puro êxtase ecoa pelo quarto por alguns segundos.

                Meu corpo se curva, movendo meu quadril contra o dele e não tenho voz para emitir ruído algum. Fiquei, por alguns instantes, absorta e perdida no momento com Jack. Nossas respirações alteradas, os gemidos, as estocadas, o suor que, apesar do frio que fazia, insistia em escorrer por nossas testas, o olhar de Jack preso ao meu. Mas logo minhas pernas ficam trêmulas e sei que é um indício de meu orgasmo se aproximando. 

                Aperto o cinto fortemente contra minhas mãos e sei, pela expressão no rosto de Jack, que seu orgasmo também se aproximava. Solto um soluço de prazer e excitação, seguido por uma arfada. Um tremor avassala meu corpo inteiro. Novamente eu arqueio minhas costas, e, gemendo o nome de Jack, eu gozo, sem parar de mover meu quadril.

                Jack permanece com suas estocadas frenéticas por mais alguns minutos, preenchendo cada célula minha, antes de se desmanchar em seu próprio orgasmo, apertando levemente sua mão contra meu pescoço e seu corpo contra o meu, enquanto grunhia, entredentes, algo incompreensível.

                Meus lábios permaneceram entreabertos desde meu orgasmo, mas nada escapava por minha garganta. Minha respiração estava instável e meu corpo era constantemente invadido por tremores e espasmos. Minhas pernas afrouxaram o aperto contra o quadril de Jack, apoiando-se contra o colchão da cama e abrindo-se, sem pressionar minhas coxas contra as dele.

                O rosto do moreno estava contra os meus seios, mas sem malícia alguma. Sua mão, com muita relutância, saiu de meu pescoço e partiu para meus pulsos presos por seu cinto, afrouxando-o e liberando minhas mãos.

                Meus dedos logo se dirigem às madeixas negras e puxam carinhosamente algumas poucas mechas do cabelo de Jack. Percorro minhas unhas por aquela região, tocando-a superficialmente.

 

— Eu te amo.

Sibilo em um sussurro, engolindo em seco quando sinto os lábios de Jack contra a região do meu pescoço. Ofego, ainda afagando os cabelos do moreno. Conseguia sentir seus batimentos cardíacos acelerados contra o meu peito, bem como sua respiração irregular.

Os dedos de Jack procuram os meus, entrelaçando-os e, em um ato reconfortante, o polegar de Jack acaricia o dorso de minha mão.

Subitamente, ele se apoia em um de seus braços, levantando seu tronco e me observando. Olho no olho. Pele na pele.

Eu soube, antes mesmo de ele proferir as próximas palavras, o que ele sentia. Então, antes mesmo de ouvir sua voz emitir em alto e em bom som as juras que tanto quis ouvir, uma lágrima escorreu por minha bochecha.

Jack logo tratou de secar a minha demonstração de vulnerabilidade com o dorso de sua mão livre, aquela que não estava entrelaçada com a minha e, com um sorriso pairando em seus lábios e olhos, ele respondeu:

— Eu também te amo.


Notas Finais


p.s: NÃO foi revisado, então relevem qualquer errinho, provavelmente até segunda feira eu já terei revisado fiwdsdsakjdsa perdoem-me pela demora, eu queria postar um cap por semana mas fiquei perdida nos assuntos da faculdade
anyway, qualquer coisa é só chamar, bjs


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