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História The eye of the Tiger - Capítulo 8


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Notas do Autor


Espero que gostem, porque eu gostei!

Capítulo 8 - A busca se inicia.


Fanfic / Fanfiction The eye of the Tiger - Capítulo 8 - A busca se inicia.

 

Depois de três anos treinando com os monges no monte Aestas, Mickey finalmente retorna a Shizen.

Logo ao chegar, Mickey foi direto para a casa de seu amigo Poru.

 

- MICKEY! – O professor fala feliz ao rever seu amigo.

 

- E aí amigo, como vai? – Ele fala enquanto os dois se cumprimentam.

 

- Meu camarada, a quanto tempo a gente não se vê

 

- Três anos, literalmente.

 

- Pois é eu tô feliz em te ver finalmente. Entra aí

 

Os dois entram na casa e logo estavam sentados no sofá comendo bolachas (Biscoito é o caramba).

 

- E então, não vai me contar como foi o seu treinamento? – Poru pergunta para seu amigo.

 

- Ah, você sabe: eu comecei só com treinamento físico, fazendo exercícios todo dia e treinando com os lutadores do monte, mas isso não durou muito já que eu já era um mestre.

 

- Isso eu já sabia.

 

- Depois disso eu comecei a treinar meditação para aprender a controlar a minha energia espiritual e a usar ela em combate.

 

- Isso é um dos treinamentos mais importantes.

 

- Sim; e eu treinei tanto que aprendi a controlar todos os elementos da natureza.

 

- Quer dizer então que você consegue dominar fogo, terra, água, ar e eletricidade? – Poru pergunta empolgado.

 

- Exatamente!

 

- Nossa, virei teu fã.

 

- Obrigado por isso, eu até te daria o meu autógrafo, mas eu preciso ir – Mickey fala se levantando.

 

- Você vai aonde?

 

- Eu preciso me encontrar com Simão e dizer a ele que estou pronto para a missão que ele me designou.

 

Poru torceu o nariz para o que Mickey falou.

 

- O que foi? – Mickey perguntou.

 

- Parece que as notícias não chegaram aos ouvidos dos monges.

 

- Que notícias? Do que você está falando?

 

- Olha Mickey, muita coisa mudou desde que você partiu, e uma delas é que Simão deixou de ser o líder de Shizen, ele agora é o imperador de Shangri-la.

 

Mickey fica surpreso com a notícia.

 

- Uau! Isso é bom.

 

- Realmente, se você quiser falar com ele terá que ir até Jagaimo!

 

- Nesse caso, eu terei que me apressar.

 

- Você tem certeza de que você quer fazer isso? – Poru perguntou.

 

- Mas é claro – Mickey respondeu já na porta – Eu tenho treinado para essa missão nos últimos três anos, e eu finalmente estou pronto, eu não posso amarelar agora.

 

- É! Eu sei disso, você sempre foi determinado, desde a academia – ele fala sorrindo – Vai nessa, te desejo sorte.

 

- Obrigado professor – Ele diz e então sai.

 

...

 

NASSAU

 

Em uma manhã na capital das Bahamas, em um dos hotéis da cidade, uma mulher ruiva estava deitada na cama de um dos quartos, seminua; e deitada ao lado dela, estava outra mulher loira também seminua; de repente a mulher ruiva ouve um barulho vindo ao longe, e tendo ouvido esse barulho ela se levantou da cama e começou a colocar a roupa; a moça loira se senta na cama e começa a olhar a ruiva.

 

O que está fazendo? – A loira pergunta esfregando os olhos de sono.

 

Eles estão chegando – A ruiva diz colocando a sua roupa – Eu tenho que ir embora antes que eles cheguem.

 

- Aonde você vai? – A loira pergunta.

 

- Esse é um dos mistérios da vida gata, pra onde nós vamos? – Ela responde com um sorriso irônico.

 

- Quando nos veremos de novo?

 

A ruiva sorri para a loira e se aproxima dela.

 

- Nunca! – Dito isso, a ruiva beija a loira.

 

De repente, um homem carregando um bacamarte entra no quarto seguido de outros dois homens.

 

- TALULAH! – O homem grita ao entrar no quarto.

 

A ruiva que estava apoiada na janela olha para trás e da uma piscada de olho para o homem, e logo em seguida ela pula da janela; o homem até dispara um tiro na direção da ruiva, mas acaba errando e acertando a parede.

 

- TALULAH, EU VOU TE ENCONTRAR, EU JURO PELA MINHA VIDA! – Ele diz gritando pela janela.

 

A ruiva Talulah que havia pulado pela janela estava caindo de cabeça, mas quando estava e menos de dois metros do chão, ela da um mortal rápido e cai com as pernas no chão sem levar um único dano, e logo em seguida ela começa a correr pelas ruas da cidade, fugindo dos criminosos que estavam atrás dela.

Talulah foi fugindo dos homens por entre as casas de Nassau, alguns até conseguiram alcança-la, mas com rápidos reflexos ela conseguiu tomar as espadas deles e mata-los para continuar fugindo.

Em um momento a ruiva entrou em um beco sem saída; ela conseguiria escalar as paredes facilmente, mas quando ela estava prestes a começar a escalada, o mesmo homem que entrou gritando no quarto conseguiu acertar um tiro no calcanhar dela, fazendo-a ficar incapacitada de escalar.

Os criminosos vão se aproximando de Talulah lentamente enquanto ela tentava se levantar apesar da dor no calcanhar.

 

- Você pegou a minha mulher – O homem diz apontando a arma para a ruiva – Não sabia que não tem lugar para Talaricos no mundo do crime?

 

- Qual é Half? Não aguenta um chapéu de touro? – Ela pergunta debochadamente.

 

- CALADA! – O homem grita – A sua punição é a morte, então fica bem parada pra eu não fazer sujeira.

 

O criminoso diz aproximando o cano da arma da cabeça de Talulah, que a essa altura já estava de olhos fechados esperando a morte. Mas de repente, uma pessoa cai por entre os criminosos, era uma moça loira com uma bandana vermelha, a Lani.

 

- Sinto muito amigão, mas a jornada dela não acaba aqui.

 

Tendo dito isso, Lani joga no chão uma granada de fumaça, fazendo subir uma fumaça cinza; quando a fumaça baixou, os homens viram que tanto Lani quanto Talulah, haviam sumido.

 

- DROGA! – Half grita – ENCONTREM AS DUAS, EU VOU FAZER PICADINHO DELAS.

 

Os homens então começam a procurar por Lani e Talulah, e ninguém viu que elas estavam no telhado de uma das casas, Lani estava segurando Talulah no colo por causa do ferimento no pé dela.

 

- Parece que eu cheguei na hora certa hein garota? – Lani diz sorrindo para a ruiva enquanto coloca-a deitada no chão.

 

- Quem é você? – A ruiva pergunta olhando nos olhos dela.

 

- Lani Parleone, eu sou da Ferocity Wilds – Lani diz olhando o ferimento no pé da ruiva.

 

- Como é? – Talulah pergunta com uma expressão de surpresa – Você é faz parte da tripulação de Leff Savage?

 

- Sim! Na verdade eu sou a imediata dele – Ela diz orgulhosa.

 

Talulah fica de olhos arregalados.

 

- Meu Deus, eu fui salva pela imediata da Ferocity Wilds – Ela diz empolgada.

 

- Sshhh! Fala baixo, eu não quero ter que salvar a sua vida de novo – Lani repreende.

 

- Foi mal.

 

- Bom! Esse ferimento é dos graves, parece que vamos ter que te levar no hospital antes.

 

- Antes? Antes do que? – ela pergunta curiosa.

 

- Ah! Eu me esqueci de falar; Talulah Feline, eu estou aqui para recrutar você; nós da Ferocity queremos você na nossa tripulação.

 

A ruiva da um sorriso de orelha a orelha.

 

- Fala sério.

 

- Não poderia ser mais sério – Lani fala sorrindo – Você aceita?

 

- É claro! – Ela tenta se levantar, mas não consegue – Ai!

 

- Calma! Antes de tudo, vamos cuidar desse teu pé.

 

Lani pega Talulah no colo e a leva para o hospital de Nassau.

 

...

 

GAZIN

 

Na ilha de Gazin, em um dos vários bares que havia na ilha, a movimentação estava boa, havia vários piratas bebendo e jogando cartas em cima das mesas, eles faziam cada vez mais barulho à medida que bebiam e ficavam mais bêbados.

De repente, a porta do bar se abre e um silêncio súbito toma conta do lugar, pois todos os que estavam lá olham para a pessoa que acabara de entrar, um rapaz jovem com um cabelo negro arrepiado, ele abre a porta e faz uma varredura visual por todo o local antes de entrar; ele vai até o balcão e se senta ao lado de um homem usando uma capa preta e uma máscara branca.

 

- Garçom! – Ele chama o garçom do bar que enxugava um copo – Um sangue de cavalo, por favor.

 

O garçom olha para ele com cara de sério, e serve a ele um copo de uma bebida vermelha.

 

- Deixe a garrafa! – Ele diz ao garçom que deixa a garrafa no balcão.

 

O rapaz aproximava o copo com a bebida de sua boca, mas antes que ele pudesse beber, um homem gordo e com tatuagens que cobriam o braço inteiro bate a sua mão no balcão, fazendo um barulho que ecoou por todo o lugar, mas nem sequer mexeu o jovem.

 

- Você é muito atrevido pra vir aqui – O gordo fala com uma voz rouca porém alta.

 

O rapaz nem olhou para a cara do homem e tenta mais uma vez beber a sua bebida, mas antes que ele fizesse isso, o gordo toma o copo da sua mão e vira dentro da sua boca, deixando todos no bar surpresos.

O jovem, sem nem mudar o seu semblante calmo, pegou a garrafa com o líquido vermelho e virou na boca, bebendo boa parte da garrafa; logo em seguida, ele finalmente fala.

 

- Eu nem sei do que você está falando – Ele fala sem nem olhar para o gordo.

 

- Então me deixe refrescar sua memória – O homem tira do seu bolso um cartaz de procurado com o rosto do rapaz – Você é Jakal Oculli, procurado em todo o país – Assim o homem tira do bolso um punhal – Tem uma boa recompensa sobre a sua cabeça, e eu vou levar essa bolada.

 

O homem gordo então tenta cravar o punhal no pescoço do jovem, mas ele consegue parar a arma a centímetros do seu pescoço usando a garrafa, fazendo todos no bar se impressionarem, inclusive o gordo. O jovem então da um sorriso e fala:

 

- Cara, eu tenho um radar natural, eu posso prever cada movimento seu, você não é páreo para mim.

 

Com essa afronta, o gordo se enfurece e tenta apunhalar o jovem novamente, mas num movimento rápido, Jakal consegue desviar o braço do homem, fazendo-o cravar o punhal no balcão.

O gordo olhava para Jakal, impressionado com os reflexos e a velocidade do rapaz, enquanto o mesmo da mais uma golada na garrafa, bebendo de uma vez tudo que havia dentro dela.

 

- Aahh! Eu tava precisando disso – Ele diz ao terminar a garrafa.

 

Tendo terminado de beber, ele bate a garrafa na cabeça do homem, quebrando ela e transformando a garrafa uma arma, a qual o jovem crava no pescoço do homem, fazendo jorrar sangue até que ele caísse duro.

 

- Foi mal pela garrafa – Jakal fala para o garçom.

 

De repente, Jakal usa seu radar e sente o gatilho de uma arma prestes a disparar, então ele desvia do tiro que acaba pegando na cabeça do garçom.

 

- Você matou o garçom! Ah, isso não vai ficar assim.

 

Jakal retira o punhal do balcão e parte pra cima do cara disparou a arma, e antes que ele pudesse recarregar a arma, Jakal coloca o punhal no pescoço dele.

 

- Agora eu vou beber mais sangue, mas não vai ser sangue de cavalo.

 

- LARGA ELE! – Outro cara diz atrás de Jakal.

 

Assim todos os que estavam naquele bar partem pra cima de Jakal com armas de fogo e facas; mas o híbrido consegue derrotar e matar todos eles, deixando corpos mortos e manchas de sangue por todo o lugar.

 

- Ah! Isso foi divertido – Ele diz cansado.

 

De repente, Jakal começa a ouvir um aplauso lento, e ao se virar ele vê que quem o aplaudia era o homem da capa e da máscara.

 

- Bravo! Sensacional! Um verdadeiro espetáculo – O mascarado diz entre aplausos e risadas.

 

- Quem é você? – Jakal diz olhando enquanto estranhava a atitude do mascarado.

 

- Ah claro, me desculpe a grosseria.

 

O cara retira a capa e logo em seguida retira a máscara, deixando Jakal pasmo, pois este cara era o Leff.

 

- Não! Você? – Jakal diz boquiaberto.

 

- Eu! – Leff responde.

 

- O que está fazendo aqui pirata?

 

- Eu vim atrás de você!

 

- Atrás de mim?

 

- Sim! Eu sabia que você viria até aqui e que acabaria se envolvendo numa briga de bar, você sempre faz isso; mas eu queria avaliar as suas habilidades, por isso resolvi me disfarçar.

 

- E por que você quer avaliar minhas habilidades?

 

- Porque eu precisava ter certeza que valeria a pena te fazer esse convite.

 

- Convite? Que convite?

 

- Eu estou reformulando a minha tripulação, quero me livrar dos humanos e formar uma tripulação apenas de híbridos, e você foi um dos meus achados – O capitão diz sorrindo.

 

- Então você quer que eu faça parte da sua tripulação? – Jakal pergunta ainda em dúvida.

 

- É; você entende rápido.

 

Jakal fica surpreso, não esperava um convite desses, ele então começa a pensar no assunto. 


Notas Finais


Muito obrigado por lerem, comentários ajudam a história a não morrer


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