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História The Fairy ・ACOTAR - Capítulo 12


Escrita por: PessoaUnicornia

Notas do Autor


Boa leituraaa💕💕💕💕
Mil desculpas por só atualizar agr, em compensação esse capítulo está gigante🧡🧡

Capítulo 12 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction The Fairy ・ACOTAR - Capítulo 12 - Capítulo 9


    As asas dela eram engraçadinhas; não funcionavam como nenhuma outra que ele já tivesse visto. Elas se fechavam nas costas, como asas de borboleta, mas também se fechavam para trás, como as de uma abelha, de forma que, com a capa, era quase como se Adelina não tivesse asas. 


 Azriel estendeu a mão direita para a fêmea, que segurou e deslisou os dedos pelas cicatrizes. Um rompante de vergonha desceu pela coluna dele e, antes que ele pudesse puxar a mão, ela entrelaçou os dedos nos seus e acariciou as marcas, como se não sentisse nojo delas. Ela era perfeita. Seria errado ele querer toma-la para si naquela cabana minúscula e abandonar aquele jantar?


 – Podemos ir  – ela murmurou baixinho. O vento frio da noite batia contra eles, fazendo com que as longas madeixas louras dela esvoaçassem ao vento. Puta merda, era o fim dele: ele estava completamente apaixonado. Azriel mal conseguia parar de olhar na direção dela, ainda estavam de mãos dadas e ela continuava a tracejar delicadamente uma das cicatrizes com o dedão.


 – Sim.


 Ele invocou as sombras, estas que ficavam muito mais calmas quando Adelina estava por perto, e não perdeu tempo ao atravessar até uma rua pouco movimentada de Velaris, deixando o clima frio e úmido das montanhas de Illyria para trás. A fêmea calmamente soltou a mão dele, o calor do breve contato físico se dissipando aos poucos, e olhou em volta. Ele podia jurar que os olhos rosa-escuro dela brilharam ao olhar para a cidade, para o céu e para o rio, que corria lá em baixo. 


 – É lindo aqui. – Afirmou, e Azriel não evitou o sorriso orgulhoso que subiu ao rosto. Ela havia amado a cidade dele. – Onde vamos jantar?


 – Na Casa do Vento – Ele apontou para o cume de uma das grandes montanhas que cercavam a cidade. Ela seguiu com o olhar para onde ele apontava e soltou um murmúrio de compreensão. – Consegue voar até lá? Por causa do frio, eu digo.


 – Acho que sim, não parece ser muito longe e aqui não é tão frio quanto na floresta. Podemos ir? – Az confirmou a pergunta dela com um aceno da cabeça, então a fada desprendeu a capa, que caiu ao seus pés antes de ser recolhida pelas mãos delicadas da fêmea, e, sem nem se quer esperar por Azriel, se lançou aos céus com uma leveza surpreendente.  Ele subiu aos céus logo em seguida, acompanhando a velocidade dela e planando logo ao lado. 


 Adelina olhava a cidade por cima, um sorriso repuxava seus lábios e o vento gelado já começava a deixar a ponta do nariz e as bochechas avermelhadas. Ele não pode deixar de ficar hipnotizado pelas asas dela, estas que praticamente refletiam as cores do céu da Corte Noturna, adquirindo tons roxos, azuis e esverdeados. Azriel decidiu naquela noite que o sorriso dela era mais lindo que mil Velaris.



☀︎



Eles haviam acabado de pousar na varanda da casa em cima da montanha e, por causa do frio, Adelina sentia um leve latejar nas asas, porém não era nada que um pouquinho de calor curasse. A cidade abaixo era linda e o céu conseguia superar aquele que ela apreciava na floresta. De todas as cortes que ela ja morou, sempre preferiu a Corte Noturna - mesmo com os invernos rigorosos e verões escaldantes -, era como se houvesse um sentimento de pertencimento inexplicável.


 A fada ainda olhava para a cidade quando Azriel a despertou de seus pensamentos:


 – Nós estamos um pouco adiantados já que eu havia planejado de voarmos até aqui, mas isso não significa que não possamos entrar. Você deve estar com frio. – Ele estava de pé na entrada da casa, os braços cruzados na frente do peito, ressaltando os músculos poderosos. Adelina se obrigou a desviar o olhar antes que ficasse óbvio que ela estava encarando a beleza do encantador de sombras, então ela olhou para dentro da casa e seguiu em frente.


 Ela sabia que estava sendo infantil ao ignorar o Illyriano e responder de maneira curta tudo o que ele falava, mas ele ainda não tinha feito um pedido de desculpas aceitável. Ela também sabia que o jantar provavelmente seria tenso, como todos os outros jantares "políticos" dos quais ela já participara. Adelina já havia percebido que eles não queriam apenas conhecê-la, mas sim que eles queriam descobrir o porquê ainda existia uma fada viva – ou melhor, uma fada viva morando nas florestas do território deles. 



☀︎



 Adelina passou por ele e adentrou a casa, Azriel a seguiu e então passou a guiar o caminho até a sala, onde se sentou num dos sofás próprios para acomodar asas. Ela permaneceu de pé, andando calmamente ao redor do cômodo e observando os arredores. O leve cheiro dela, de frutas silvestres, preenchia o ar de uma maneira gostosa. A segunda decisão que Azriel tomou naquela noite foi que ela tinha o melhor cheiro que ele já sentiu e ele nunca se cansaria de tal perfume.


 Ele sabia que ela estava chateada por ele ter cancelado o café da manhã de última hora. Obviamente ele quiz ficar para comer, mas além de que não podia o fazer – um de seus espiões tinha relatórios importantíssimos vindos de Hybern –, estar na presença dela enquanto ela inocentemente o oferecia comida era uma tentação da qual ele sabia que não resistiria; já havia sido difícil recusar o bolo, e o tinha feito da maneira mais tosca o possível: falando que era alérgico ao doce.Além disso, ele mal conseguiu se controlar ao vê-la naquele vestido azul, que era poucos tons mais claro do que os sifões dele. 


 O círculo íntimo havia decidido fazer o jantar tanto com a intuição de conhecê-la quanto de descobrir o que aconteceu com as fadas, e Azriel só podia esperar que a família dele fosse compreensiva e não tentasse fazer do jantar um interrogatório.


 Adelina observava a sala com olhos cautelosos, as asas fechadas para cima, tal como uma borboleta. Se ele observasse com cuidado, ela realmente não parecia feérica: as orelhas eram mais afinadas do que as de grão-feéricos e ela andava com uma leveza quase esquisita de se ver, como se fosse mais leve que uma pena e a gravidade, uma ilusão. Ela não era tão alta quanto Morrigan ou Feyre, mas também não era mais baixa que Amren, de modo que o topo da cabeça dela alcançava o ombro de Azriel


Parceira;

Parceira;

Nossa parceira;

Fadinha;

As sombras murmuravam inquietas. Azriel riu internamente; ele mal conhecia a fêmea, mas tinha um pressentimento de que se chamasse ela de "fadinha", Adelina iria achar uma maneira de cortar a cabeça dele fora... Talvez ele devesse começar a chamá-la de "fadinha".

 

– Por que você está sorrindo como um bobo? – Cassian provocou, chamando atenção de Azriel e Adelina, que olharam para os feéricos que acabaram de chegar. Seu irmão havia entrado na casa agora há pouco, já que entrava na sala pelo mesmo caminho que eles haviam passado; Morrigan estava logo atrás, usando um dos clássicos vestidos vermelhos. Azriel simplesmente ignorou a pergunta do irmão, ele não estava sorrindo como um bobo. 


 Adelina continuava em pé no meio da sala, as asas à mostra atraíram a atenção dos outros feéricos presentes. Mor foi sutil ao evitar olhar para Adelina como se ela fosse de outro mundo, porém Cassian a encarava –as asas dela– descaradamente, sem se importar com os olhares raivosos que Az o direcionava. A fada lançava olhares afiados de volta para Cassian, como se o desafiasse a fazer algum comentário idiota; o que ele obviamente fez:


 – Suas asas são fofinhas, adorei. – Ele tinha um sorriso de orelha a orelha mesmo tendo levado murmúrios de desaprovação de Mor. – Creio que essa reunião necessite de um vinho bom, é uma ótima desculpa para eu assaltar a adega de Rhysand.


 Tal comentário não foi surpreendente, afinal um dos maiores passatempos de Cassian era usurpar-se das bebidas alcoólicas de Rhys, porém, o que causou surpresa nos integrantes presentes do círculo íntimo, foi uma risada genuína vinda de Adelina.


 – Você não é tão chato quanto pensei que fosse, General. Eu gosto de vinho branco. – ao ouvir isso, Cassian exibiu um sorriso conspirador no rosto, como se achar mais alguém que sentisse felicidade genuína ao invadir a adega de Rhysand fosse a melhor sensação do mundo.


 – Eu gostei dela – Morrigan disse, entretida.



☀︎



 Quando Rhysand, Feyre e Amren chegaram, Azriel e os outros já estavam na sala de jantar, bebericando vinho e conversando sobre futilidades divertidas. Adelina estava sentada entre Morrigan e Azriel, Cassian do outro lado da mesa. Varian havia retornado à Corte Estival e Elain não havia sido informada sobre a reunião, de maneira que a corte dos sonhos pudesse se sentir mais à vontade para tratar de assuntos oficiais.


 Ao entrarem no cômodo, a conversa parou. Rhy e Ferye usavam roupas pretas, dignas da realeza da Noite, e Amren vestia um conjunto cinza, o que destacava as joias pesadas que cobriam os pulsos, orelhas e pescoço. Adelina, ainda sentada, levou uma das mãos ao coração e fez uma pequena reverência de cabeça:


 – É uma honra conhecer a Grã-Senhora e o Grão-Senhor da Corte Noturna.


 – Eu diria que a honra é nossa por ter a chance de conhecer uma fada – Disse Feyre, com um sorriso gentil. O casal se sentou às cabeceiras da mesa, afinal eles mal conheciam a visita e aquele era em partes um jantar de "negócios". Amren também se sentou à mesa, de frente para Adelina.


 O silêncio pairou na mesa. As sombras de Azriel estavam quietas, como elas sempre ficavam perto de Adelina, esperando a fêmea falar. Com um geste de mão, Rhysand fez com que a comida aparecesse; frango, batatas, ervilhas e mais uma grande variedade de pratos. Os olhos de Adelina brilharam mais forte naquele momento.


 – Sua magia é graciosa, Grão-Senhor.


 – Obrigado, Adelina. Por favor, me chame de Rhysand. – Ele sorriu de maneira gentil na direção de Adelina, que retribuiu o sorriso. Azriel sentiu uma vontade imensa de socar o rosto do irmão, no entanto se concentrou em empilhar a comida no prato. Adelina havia se servido de uma pequena quantidade de comida, e ao perceber isso o illyriano teve de controlar a vontade de encher o prato dela (afinal ela provavelmente o acharia maluco caso o fizesse).


 – Sei que Azriel já se desculpou por nós, mas eu gostaria de reforçar minhas desculpas pelos dois terem invadido sua casa. Ah, e por favor, também me chame apenas de Feyre.


 – Aceito suas desculpas, Gr... Feyre – Adelina sorriu – Entendo o por quê da preocupação, mas, como já afirmei, não sou e garanto que não serei uma ameaça à sua corte. – Ambas trocaram sorrisos educados antes de voltar a comer.


 – Você é muito mais nova do que achei que seria, garota. Quantos anos têm? – Amren soltou repentinamente. Azriel queria gritar com ela pela falta de delicadeza e lembrar a mais velha que tal pergunta era indelicada, porém permaneceu quieto; não era um bom momento para se irritar com o mau-humor de Amren. Além do mais, ele também queria saber a idade da fadinha. Adelina franziu levemente o cenho antes de responder.


 – Tenho duzentos e dezenove anos. Por que achava que eu era mais velha?


 – Levando em conta a história sangrenta que data quase 10.000 anos, eu achava que você teria uma idade parecida. – Um leve silêncio varreu a mesa antes da risada de Adelina. Amren levantou uma sobrancelha para o ato.


 – Você se refere àquela história antiga sobre as cinco cidades de fada? – Adelina riu levemente e então bebericou o vinho – Essas cidades foram destruídas há tanto tempo que nem meu povo tinha tantos relatórios sobre eles.


 – Seu povo? – Perguntou Morrigan, apoiando as costas na cadeira. Adelina apoiou a taça na mesa e coçou o queixo pensativa.


 – Bom... vou tentar resumir a história. Como vocês provavelmente já sabem – Indicou Amren com a cabeça – há mais de 10.000 anos seu povo destruiu o meu. Algumas fadas de cada cidade conseguiram escapar dos massacres e, com o passar dos anos, sem que ninguém percebesse, elas formaram uma nova cidade, Kiddish. 


 Suspiros surpresos foram dados ao redor da mesa.


 – Se isso for verdade, como nunca ouvimos falar da sua cidade? – Perguntou Cassian enquanto enfiava comida na boca.


 – Ficava numa planície no território da Corte Diurna e era escondida por magia. – Adelina disse, os olhos perderam o brilho e Azriel não pode deixar de notar a maneira que ela falava sobre a cidade.


 – Igual a Velaris – Disse Rhysand, recebendo um aceno de cabeça de confirmação de Adelina.


 – Ficava? – O mestre espião perguntou da maneira mais delicada que conseguiu.


 – A cidade e seus habitantes foram destruídos há mais ou menos 200 anos. Eu sou , oficialmente, a última fada viva. – Ninguém falou nada, um silêncio estranho se instalou e até mesmo Cassian parou de comer.


 – Sinto muito em ouvir isso. – Disse Feyre, que ganhou um sorriso gentil de Adelina. Os olhos da fadinha não tinham mais o brilho que Az havia visto mais cedo, e uma dor estranha bateu no coração dele.


 – Como você pode ter tanta certeza que não há mais nenhuma outra fada viva? – Indagou Amren. Azriel sentiu novamente aquela pitada de raiva pela fêmea ser tão indelicada. Ela não conseguiu ver que a parceira dele havia ficado triste? 


 – Não sei explicar muito bem, mas nós conseguimos sentir, as fadas, eu digo. Depois daquela noite nunca mais senti outras fadas. Além do mais, eu estava lá quando todos foram massacrados.  – Adelina pegou novamente a taça de vinho e deu um grande gole. O brilho de tristeza que pintas os olhos dela ainda estava lá quando ela sorriu para todos os outros da mesa – Este é um assunto tão sério para ser discutido durante o jantar, tenho certeza que podemos achar um assunto mais agradável para passar a noite.



 Nisso a conversa fiada e as risadas agradáveis voltaram aos poucos, o clima tenso se dispersando com o passar do tempo. No momento em que a sobremesa foi servida – felizmente sem nenhum volo a vista, de maneira que Azriel pudesse continuar com a mentira idiota –, Adelina já havia sido inteirada sobre a vez que Cassian destruiu o prédio e foi banido da Corte Estival, assim como muitas outras façanhas. A fêmea havia rido alto sobre todas as histórias vergonhosas de Cassian, e Azriel fez uma terceira decisão naquela noite: ele faria de tudo para sempre ouvir a risada dela.


 No momento Adelina estava contando para Feyre, Amren e Mor como havia sido a experiência de encontrar Azriel e Cassian na casa dela, alegando que ela era uma bruxa. Os olhos dela brilhavam com divertimento ao falar sobre como Az havia arrastado Cass para fora da casa.


 – E isso não é tudo – Interrompeu Cassian, que também sorria – ela ameaçou a nos colocar para fora da casa, como se a tampinha conseguisse – Nisso Adelina franziu o senho e deu um sorriso felino.


 – Eu tenho certeza que consigo o fazer, General. – Isso arrancou um riso maldoso de Amren.


 – Eu pagaria para ver a bunda de Cassian ser chutada por ela. Seria o evento do ano – A fêmea mais velha riu e bebericou o vinho, os olhos prateados brilhando quase da mesma maneira que faziam antigamente. 


 – Se vocês forem lutar um contra o outro me avisem – concordou Mor, sorrindo de maneira conspiratória. – Vou adorar assistir isso.


Todos riram, menos Cassian, que olhava emburrado para a família:


 – Vocês pensam tão baixo de mim. – reclamou o illyriano – Volte amanhã na hora do almoço e eu provo o contrário – Ele desafiou, olhando no fundo dos olhos carmesim de Adelina, que não desviou o olhar.


 – Se os anfitriões permitirem, ficarei mais que feliz. – Ela disse sorrindo.


 – Você seria mais que bem vinda – Sorriu Feyre, Rhysand acenou com a cabeça, concordando com a parceira.


 – Então acho que eu tenho um compromisso marcado para amanhã.



☀︎



 Logo depois de terminarem a sobremesa, Rhysand e Feyre se despediram, voltando para a Casa da Cidade. Amren os acompanhou. Morrigan e Cassian, que já estavam levemente embriagados também se retiraram, indo cada um para seu quarto na Casa do Vento. 


 Azriel e Adelina voaram até a cidade em baixo, para que Az pudesse os atravessar até Illyria. Logo que ela chegou ao chão, cobriu as costas com a capa pesada.


 A fêmea segurou a mão dele novamente, aquecendo mais uma vez o coração do encantador de sombras, e ele os atravessou até a floresta. Ali, no meio da noite nas montanhas quase inabitadas, o vento frio era impiedoso, balançando os galhos das árvores e a vegetação rasteira, bagunçando os cabelos deles e o vestido comprido dela. Adelina se virou para o olhar, a cabeça inclinada para cima, as mãos ainda dadas.


 – Obrigada, Azriel. 


 Quando ela fez menção de soltar a mão dele, ele entrelaçou delicadamente os dedos nos dela, como ela havia feito mais cedo, e não deixou ela sair do lugar. Adelina arregalou levemente os olhos, mas não puxou a mão, apenas continuou olhando para ela, o esperando falar. 


 – Sobre hoje de manhã – ele começou –, desculpa, de verdade. 


 Ele olhava no fundo dos olhos cor-de-rosa dela e ela não desviou o olhar. 


 – Se eu pudesse, teria ficado. De verdade. Me desculpe.


 Ela levantou a outra mão e a apoiou delicadamente na maçã do rosto dele, fazendo uma leve carícia com o dedão. Ele quase explodiu de felicidade com o gesto e teve de se concentrar para não a tomar para si ali mesmo, no chão frio, sem nem se dar o trabalho de entrar na cabana.


 – Tudo bem, eu perdoo você.


 Ele mal raciocinou direito o que aconteceu depois disso. 


 Ela se levantou na ponta dos pés e depositou um beijo casto na bochecha direita dele. 


 – Obrigada pelo jantar, Az.



 Quando ele se deu por si, ela já estava dentro da cabana.


Notas Finais


Espero que tenham gostadoooo 💕💕💕💕💕💕
Até a próxima, xuxus🧡🧡🧡🧡


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