História The Fall (Malec) - Capítulo 14


Escrita por: e manucaximenes

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Malec
Visualizações 257
Palavras 1.211
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ultimo capítulo 😭😭😭

Mais uma vez eu (Aline) tive a honra de escrever com minha amiga e parceira tao querida Manuca. Ela teve a idéia e confiou a mim pra escrever junto e eu amei de mais essa história então espero que voces tenham gostado tanto quanto eu.

The Fall acaba aqui mas nos vemos nas notas finais com novidades.

Divirtam-se

Capítulo 14 - Epílogo: De volta à montanha


Fanfic / Fanfiction The Fall (Malec) - Capítulo 14 - Epílogo: De volta à montanha

 

Dez anos depois.

 

Já haviam se passado dez anos desde que um avião caiu na montanha em há mais ou menos duas horas de Salt Lake City fazendo com que dois jovens quebrados encontrassem sua parte que faltava um no outro.

Do acidente sobreveio um casal, namoro, noivado, casamento e a adoção de dois filhos, que atualmente estavam com quatro e seis anos, a situação pode ter sido a mais adversa possível, mas é na adversidade que se nasce as melhores coisas, uma nova paixão, instinto de cuidado com alguém amor e família.

Alexander se estabeleceu definitivamente em Londres, e com o passar dos anos junto com o marido empreendedor abriu o próprio jornal “The L&B News” que já era bem conceituado na região em que moravam.

A família Lightwood-Bane cresceu após a adoção dos pequenos Maxwell e Raphael. Maxwell mesmo mais novo foi adotado primeiro, foi deixado bebezinho na porta da casa dos pais de Alec em Nova York, no primeiro Natal que passava de volta nos EUA, seis anos após ir para Inglaterra, e o jornalista se apaixonou pelo bebê a primeira vista prolongando sua viajem até os papéis da adoção estarem acertados.

Raphael foi adotado quando a família passava férias no México, era um menininho de rua, órfão, que encontrou com os três, por acaso e então também foi levado para Londres.

...

Como era o aniversário de dez anos que se conheceram, Magnus e Alexander decidiram fazer um passeio diferente com os filhos, decidiram levá-los para conhecer A montanha, aquela que uniu os que eles agora chamavam e pais.

Magnus achou a ideia perigosa a princípio, mas, como Alec praticava montanhismo conseguiria guia-los bem, e agora iam com planejamento e preparados, levando comida, agua, roupas quentes, cobertores térmicos e tudo que necessitariam para o acampamento em família, passariam duas noites lá, explorando o lugar e retornariam, as crianças estavam elétricas pela aventura e então três pares de olhos pidões, dois sorrisos infantis e sinceros e uma noite de sexo quente acabaram por convencer o moreno, e então viajariam em poucos dias.

...

O dia da viajem havia chegado e estavam todos muito ansiosos, foram de helicóptero, levando todo o equipamento necessário, sobretudo muita coisa para os aquecer, como era na mesma época do ano o clima estaria praticamente igual, muita neve, deixando o pico rochoso coberto com uma camada branca.

Após horas de viajem na aeronave que Magnus fez questão de pilotar chegaram ao seu destino, no exato local onde ficaram perdidos, o que conseguiram localizar graças às coordenadas do GPS.

Assim que saltaram uma onda de nostalgia os atingiu, a primeira coisa que viram foi à carcaça do avião, já corroída pelo tempo, mas ainda ali, tudo parecia tão igual, até o cheiro era familiar, de pinheiros, e o vento gelado que soprava os seus rostos traziam lembranças.

Decidiram acampar perto do lago, aquele que os alimentou por dias, fornecendo os peixes e fazendo com que os pequenos animais ficassem por ali, se tornando presas fáceis, com tudo preparado foram explorar o lugar.

- Espero que não peguemos nevasca. – Magnus dizia.

- Tomara mesmo, amor, porque dessa vez você não vai poder transar comigo para se aquecer, dormiremos na mesma barraca que as crianças.

Magnus riu, mordendo os lábios travessos, já havia se passado uma década, mas a chama do desejo deles nunca se apagou.

- É verdade, mas isso não quer dizer que eu não possa brincar com você quando as crianças dormirem, Lightwood, basta você controlar seus gemidos. – Disse se aproximando do outro rodeando sua cintura com os braços mordendo seu lábio inferior.

- Lightwood-Bane, e você fala como se meus gemidos fossem muito mais altos que os seus e....

Foram interrompidos por dois corpinhos se chocando a eles e vozes e risadas infantis.

- Papa, do que você vai brincar com o papai? Podemos brincar também? – O pequeno Maxwell dava pequenos pulinhos perto dos pais sendo pego no colo por Magnus.

- Sim, nós vamos brincar de pega-pega. Eu e você contra o papai e o Rafe? Topa?

- Siiiim!!!!!- O garoto sorriu largo descendo do colo do pai.

- Corre, Rafe! Esses fracotes não podem nos alcançar. – Disse Alec também entrando na brincadeira.

Por um tempo passaram assim correndo um atrás do outro até deitarem ambos os quatro ofegantes na neve às faces coradas pelo exercício e pela alegria.

As crianças estavam elétricas e incansáveis então começaram a fazer anjos na neve, balançando os braços a as perninhas até se cansarem.

- Papai, eu estou com fome. – Disse Raphael

- Vou preparar o almoço. – Alec disse se levantando – Cuida deles, amor.

- Papa... – Começou Maxwell. – Como você e o papai papavam quando estavam aqui? Ele uma vez contou que vocês não tinham trazido comidinhas.

- É trago, filho, não trazido, e sim, não tínhamos, mas o papai pescava peixinhos naquele lago e procurava outras coisas para fazer para gente.

- A comida do papai é uma delícia não é, papa? – Rafael disse passando a mão na barriguinha.

- Sim, filho! O papai cuidou do papa de todas as maneiras, inclusive do monte de dodói que eu tive.

- Como quando eu ralei meu joelhinho e ele passou remedinho e deu beijinho para sarar?

- Sim, Max, do mesmo jeito.

- O almoço está servido rapazes. – Alec voltava sorrindo, os chamando. O menu hoje é composto por sopa de lata, nas variedades de tomate e feijão e pãezinhos com manteiga.

- Eca! Não gosto de feijão.

- Raphael Lightwood-Bane, o que combinamos que feijão é importante para seu crescimento? – Alec o olhou com o rosto franzido.

- Desculpa, papai. Eu vou comer um pouquinho.

- Vem, Rafe, eu troco com você pela minha de tomate se você não gostar. – Max pegou a mãozinha gordinha do irmão indo com ele até a fogueira onde a refeição estava servida, fazendo os homens sorrirem.

Os três dias que passaram ali foram repletos de união diversão e aventuras.

Alec levou os meninos para esquiar, ensinou-os a pescar no gelo, fizeram fogueira todas as noites e assaram mashmallows e torresmo que comeram com biscoitos, e sempre dormiam os quatro na mesma barraca, podiam morar numa mansão enorme em Londres, mas a união daquele pequeno espaço era tudo que precisavam no mundo, como foram para o casal, onde tudo que tiveram por alguns dias foi uma poltrona, um único cobertor, e um ao outro mas se sentiam completos com isso.

Chegou o final do passeio e já voltavam para casa, as crianças estavam exaustas por isso cochilavam na poltrona do helicóptero, mesmo com o barulho enorme que fazia no local.

Alexander e Magnus olharam os filhos e sorriram doces um para o outro dando um beijo terno.

- Nós temos uma família linda, não temos, amor? – Disse Alec cheio de emoção na voz.

- Sim, meu anjo, nós temos. Obrigado por insistir tanto na entrevista comigo... Você mudou a minha vida, tirou-me de um buraco negro... Deu-me amor, deu-me paz novamente.

- Obrigado por aceitar!

Voaram de volta de volta com a certeza de que a marca deles ficou naquele lugar, a certeza de que por mais duras sejam as pedras se plantada a semente uma flor pode renascer, pois nasceu um amor ali, forte e eterno, naquela Montanha.


Notas Finais


No domingo eu comecarei a postar mais uma fic minha e da Manuca em parceria, esperamos ver todos vocês la com a gente

Kisses kisses amores


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