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História The Fallen Idols - Capítulo 1



Notas do Autor


Olá, pessoal! Aqui é o grupo Sun7, nós estamos usando a conta do nosso amigo Thony para contar essa história baseada num HG que fizemos em live, espero que gostem🥰

Capítulo 1 - Bem-Vindos a Selva


Fanfic / Fanfiction The Fallen Idols - Capítulo 1 - Bem-Vindos a Selva

Certa vez, eu ouvi que a vida se resumia a amar, sofrer, lutar e vencer. Porém, boa parte da vida do jovem Neki resumia-se apenas a luta. Seu palco era o ringue, lá sua carne dançava e o sangue fervia, enquanto compartilha sentimentos com o adversário através dos punhos, e então ser ovacionado pelo público após uma vitória.

Era tudo o que Neki precisava para sobreviver, pelo menos até conhecer a Ahin. No entanto, o frio na barriga que sentia no decorrer das lutas e nos primeiros encontros com ela nem se comparava ao que estava sentindo enquanto despencava de um avião, dentro de um comprimido de metal, até um paraquedas abrir para amortecer seu pouso.

Mesmo nunca tendo sido claustrofóbico, ele estava desesperado ao ponto de socar a porta da capsula de aço para sair de dentro dela. Até que um dispositivo é acionado e ela abre por si própria, fazendo Neki rapidamente pular para fora e vomitou no chão.

— Onde é que eu estou? — murmurou zonzo. — Será que eu estou em alagoinha? — olha ao redor e nota que aterrissou em uma clareira no meio de uma densa floresta.

O rapaz que estava usando um macacão vermelho com um enorme número “6” preto pintado nas costas. Assim que se recompõe, Neki mergulha naquele mar de árvores em busca de um sinal de vida, se não pelo menos água ou comida. Depois de um tempo, finalmente encontrou com uma moça agachada na floresta.

Ele a observou por um tempo escondido atrás de uma arvore, enquanto pensava em uma maneira de abordar a moça de regata branca com uma calça semelhante à sua só que azul, que estava colhendo ervas ao redor de um pequeno poço natural.

— Graças a Deus, uma alma viva — suspirou Neki, que resolve chegar na moça com descontração. — Achei que estivesse sozinho nessa droga de lugar — comenta e ela virou o rosto assustado para o rapaz. — Calma, não quero te fazer mal — levantou os braços.

Porém, o fato de Neki estar usando um macacão de presidiário não inspirava muita confiança. Então, a moça pegou uma pedra do tamanho da palma de sua mão e a joga na direção do rapaz, que defende cruzando os braços pra evitar que ela batesse em seu rosto.

— Ei! — exclamou descruzando os braços, e vê que a moça saiu correndo. — Espera! Eu já falei que não vou te machucar — assentiu indo atrás dela o mais rápido possível.

Assim que chegou perto o suficiente, Neki saltou para cima da moça e a derrubou no chão abraçando sua cintura. Ela dá uma cotovelada na testa do rapaz para que ele a solta-se e depois tenta afastá-lo com chutes, mas Neki rapidamente sobe em cima dela e agarra seus pulsos para mantê-la imobilizada no chão da floresta.

— Para! — gritou na cara da moça, antes de recuperar o fôlego. — Eu não quero te machucar, ouviu? — indagou, após suspirar. — Só que quero saber aonde é que estamos.

Então, Neki se viu hipnotizado pela o rosto redondinho e fofo dela que se encaixava perfeitamente com a franjinha dividida em seu cabelo castanho. Todavia, ele não pode ficar lhe admirando por muito tempo, pois tomou um chute na boca que o fez rolar para o lado. Mas, seu agressor caiu para trás, gemendo de dor, logo em seguida.

— Idiota! Eu não disse para você ficar quieto? — a moça resmungou se levantando.

— O que você esperava? — refuta o rapaz de voz grossa que chutou Neki. — Eu ouvi gritos... droga! — gemeu novamente. — Ainda acha que você conseguiu chegar até mim.

Neki lentamente se ergueu com sangue escorrendo pelo canto da boca e assim vê a moça cuidando de outro rapaz, tão alto quanto ele, com que olhos puxados e cabelo loiro. Além disso, havia uma manga longa e rasgada de um moletom azul claro enrolando na perna esquerda dele que estava ensopada de sangue.

— O que houve com ele? — perguntou Neki, enxugando o sangue em sua boca, e a moça responde com um olhar hostil. — Quantas vezes tenho que dizer que não quero fazer mal? Pelo contrário, eu posso até ajudar vocês — diz com as mãos erguidas.

— Tanto faz — falou a moça antes de começar a desenrolar o pano envolta de perna do rapaz, revelando que havia uma estaca de madeira atravessada na panturrilha dele.

— Eu tentei subir em uma arvore para ver onde estávamos e acabei caindo em cima dessa merda — explicou o rapaz suando frio enquanto Neki olhava praquilo com nojo.

A moça procura por uma pedra quadrada e ligeiramente grande, ao encontra-la, ela a molha usando uma garrafinha de água e coloca em cima dela as ervas que colheu, então começa a esfrega-las com outra pedra até se tornarem uma pasta verde escura.

— Você disse que quer nos ajudar, não é? — ela perguntou rasgando a outra manga de um moletom azul no chão. — Então, essa será sua chance de provar — esfrega a pasta de ervas na faixa que fez com o tecido da roupa. — Como você é mais forte que eu, preciso que segure e cocha dele com uma mão e use a outra para arrancar a estaca da sua perna.

Como Neki aceitou, a moça faz o outro rapaz colocar um graveto na boca, tanto para abafar seu grito quanto evitar que ele corte a língua com os próprios dentes. Ainda bem, pois a dor daquela estaca roçando em sua carne enquanto era puxado lentamente para fora de sua perna foi suficiente para ele quebrar o graveto com uma mordida.

Em seguida, a moça jogou água para limpar o ferimento no qual sangue vazava e depois cobriu o buraco na perna dele ao amarrar aquele pedaço de pano com a pomada que ela mesma improvisou.

— As ervas ajudarão a estancar o sangramento, o ideal seria cauterizar o ferimento, mas nós não temos um pedaço de metal e muito menos fogo — explicou a moça agachada.

— Uau! — Neki exclama boquiaberto. — Você é medica, por caso?

— É, eu era alguma coisa assim — a moça responde se levantando desconfortável.

— Aliás, meu nome é Neki — se apresentou quando ela lhe dá as costas. — E o seu?

— Takahashi Juri — contou usando o que sobrou do moletom para limpar as mãos.

— E eu sou o Felix — o outro rapaz disse de mão erguida. — Só para vocês saberem — complementou cinicamente.


Notas Finais


Desculpa caso o responsável pela revisão tenha deixado um erro ortográfico passar, mas se possível, deixe sua opinião sobre a história😅


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