História The Fate is on The Stars - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Espaço, Futuro, Guerra, Interativa
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Palavras 1.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Steampunk, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorou, não está perfeito, mas honestamente, eu gostei e espero que você também.

Capítulo 2 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction The Fate is on The Stars - Interativa - Capítulo 2 - Capítulo Um

Planeta Tirantum, Espiral de Prata, 18 de Novembro de 2271

 

 

O homem sentou-se em sua cadeira a frente da janela de seu escritório e começou a beber seu precioso chá lentamente. Enquanto fazia isso checava os relatos universais a respeito da guerra, em seu monitor neural. Ele levantou-se e abriu todos os botões do paletó preto deixando o colete escuro a mostra e ajeitou a gravata branca junto a camisa prateada ao mesmo tempo que via que horas eram. Logo em seguida abriu um dos últimos arquivos do painel e observou o mesmo atentamente com o máximo de atenção possível. Enquanto olhava atentamente para o que via puxou um cigarro do maço em seu bolso, ao mesmo tempo que com a outra mão pegava o isqueiro logo depois acendendo o cigarro. Começou a fumar para acalmar os nervos. Já estava tendo um dia corrido, e com a cena frenética diante de seus olhos os dois corações em seu peito começavam a bater com mais velocidade. O que ele via era uma cena de batalha que havia ocorrido à alguns minutos atrás e seis mil anos luz de lá. Voltou a sentar-se e continuou a olhar. Na cena que via fogo e sangue voavam, pessoas morriam sem parar. Duas civilizações milenares lutando umas contra as outras. O Império Argos e o Reino Elvenan. Mas, em meio a toda aquela violência uma pessoa se destacava. Ele focou seus olhos azuis nela e a observou. Adélia, a Princesa dos Elven, lutava no fronte de batalha contra seus inimigos de chifres. Sua habilidade era impressionante. Corria e saltava pelas trincheiras, andando nas paredes de madeira enquanto disparava suas flechas nos adversários. Quando um deles lhe atacou com seu machado de energia Adélia girou no ar e caiu atrás dele, logo o decepando sem dó. Naquele mesmo instante outro a atacou pelas costas. Barrou o ataque rapidamente cortando seus antebraços e penetrando seu coração. Com um chute atirou o corpo no chão. Ela voltou a disparar suas flechas sem parar nenhuma vez. Mais dois investiram contra a Princesa que se agachou no último instante. Quando terminou deu uma rasteira em um dos dois e logo em seguida ao se levantar perfurou sua garganta. Porém, o outro não se fez de rogado e atacou. Sem sucesso nenhum.  Ela disparou rapidamente uma flecha no seu ombro e o chutou, fazendo com que ele caísse. Aproveitando a situação do inimigo o matou com sua espada elven. Assim que o fez foi atacada por outro. Foi rápido, preciso e quase mortal. Adélia se viu ainda mais ferida e atirada contra a lama. O Arc que estava diante dela era forte até demais, brutal, veloz e habilidoso. Mas, a Princesa não fraquejaria. Corre em direção a ele disparando suas flechas. Todas, sem exceção, foram repelidas pelos contra-ataques do Arc. Então, ela deu um salto por cima da cabeça dele e sentiu o ar se dobrar em sua volta. Sentiu sua pressão e sua força e dominou a corrente de vento, logo a direcionando com força contra o inimigo. O mesmo foi atirado contra a trincheira e nesse pequeno momento de fraqueza Adélia disparou ainda mais flechas em suas costas e o atacou. Sua espada perfurou o peito do Arc e logo em seguida cortou sua garganta com uma das flechas. Assim que virou-se para o resto da batalha viu que seus soldados estavam sendo capazes de repelir os inimigos do Império. O conflito pelo planeta havia sido vencido pelos Elven.  Ela comemorou e sorriu. Então viu alguém caído no chão, sangrando. Um humano pego no meio da batalha. Ela se agachou e examinou a ferida. Fez um torniquete e ajudou ele a se levantar apontando o acampamento e um dos soldados próximos. Depois viu um prédio inteiro desabado e ouviu gritos de ajuda. Chamou seus homens e mulheres que lutaram na batalha para fazer algo diferente do que matar, ajuda-los. Entraram nos prédios e em todas as moradias e foram salvá-los. Enfim, o arquivo se fechou e o homem se levantou. Foi diretamente até a mesa onde uma garrafa de uísque o esperava. Encheu seu copo e começou a beber quando foi interrompido com uma batida na porta. O homem falou para a outra entrar e assim foi feito. Sua secretária abriu a longa e escura porta de fibra de carbono assim como toda a sala e chamou:

 

- Senhor Anunnaki, reuni tudo o que você pediu nos arquivos da pasta 7-B. Já foram enviados para o seu servidor pessoal e devem estar indo para o seu painel mental agora.

 

- Muitíssimo agradecido Sara.

 

- Não há de quer Senhor Anunnaki.

 

- Eu já disse Sara, me chame de Nabu. Somos amigos á anos. Não é mais necessário tanta formalidade.

 

- Como quiser.

 

- Sara, poderia me fazer mais um favor?

 

- Com prazer Senhor Anun... Nabu.

 

- Vá na seção 13 do distrito L e depois de fazer uma cópia relacionada ao Projeto Gefaneller apague tudo, inclusive o perfil do Doutor Sartre.

 

- E o que faço com os arquivos copiados?

 

- Envie para o Carmine Solstice no meu cofre pessoal.

 

- Certo Nabu, já será providenciado.

 

 

A Secretária de Anunnaki saiu do recinto e fechou a porta de fibra de carbono endurecido, assim como todo o resto da sala. Enfim terminou de beber seu uísque no copo de diamante vindo diretamente das minas da Terra, na Etiópia e sentou-se novamente em sua cadeira para ver os outros arquivos. Abriu a pasta e checou os novos que Sara tinha enviado. Foi direto para o segundo dos arquivos que tinham chegado e observou atentamente tudo o que acontecia. Deparou-se com uma moça de vinte anos com seus longos cabelos ruivos e olhos negros, complementados com uma fria expressão em seu rosto. Aquela era ninguém menos que a protegida do Presidente da Fundação Gaia, atualmente uma Sombra. Seu nome: Bellatrix Blinjin. Ela corria entre as ruas longas e escuras do céu chuvoso da Nova Inglaterra no planeta Glaecc, caçando um criminoso de guerra procurado. A Sombra puxou sua espada e já perdendo a paciência de tanto correr atrás do inimigo a atirou contra ele. O mesmo foi capaz de desviar, saltando para dentro do Stripe Club mais próximo. Bellatrix pegou sua espada de volta e entrou também. Assim que avistou o criminoso correndo para fora partir em seu encalço sem parar por um minuto sequer. Ambos esbarravam em todas as pessoas no caminho não dando a mínima para quem caia ou quem não caia. Ela pegou a sacola de uma senhora que estava passando e a atirou na cabeça do caçado, fazendo com que o mesmo caísse no chão. A Sombra se aproximou lentamente e colocou sua espada envenenada perto de sua garganta, quase o cortando. O criminoso lentamente se virou e pediu para que ela não o matasse. Bellatrix não disse nada a respeito de deixa-lo viver e perguntou aonde estavam os arquivos dos planos da Fundação Gaia para o ataque a Sorzus-9. Ele simplesmente respondeu que os arquivos roubados estavam sendo levados para a estação norte naquele exato momento e estariam com um elven de chapéu cinza e cachecol vermelho. Sem hesitar ela fez um pequeno corte no pescoço do homem e saiu correndo em direção ao seu objetivo. Assim que ela se foi e o veneno começou a fazer efeito no criminoso que para evitar uma morte terrível se atirou da sacada da rua caindo na frente de um dos carros voadores sendo eliminado desta forma. Bellatrix conseguiu chegar a tempo na estação e então para achar o espião sentiu a terra abaixo de seus pés. Mesmo o planeta sendo recoberto com cidades de metal ainda havia pedra e terra abaixo e aquilo foi o bastante para ajuda-la a achar o inimigo. Usando uma espécie de sonar identificou o elven que procurava atravessando a plataforma três naquele exato momento. Correndo e esbarrando em todo mundo ela foi para lá o mais rápido que conseguiu. Saltou em cima de suas costas e sem hesitação perfurou seu peito. Finalmente, depois de meses seguindo diversas pistas tinha conseguido recuperar os planos. A Sombra perguntou de maneira arrogante o que os outros lá estavam olhando e mandou os guardas acalmarem o povo “idiota”. Logo depois vasculhou na pasta do elven morto pelo pendrive com os arquivos. Assim que o fez se levantou e saiu andando como se nada tivesse acontecido. Nabu Anunnaki fechou o vídeo ao vivo e olho feio. Aquilo era para ter sido e agora a protegida de Septimus tinha pego de volta. Depois de um longo suspiro se levantou da cadeira e foi em direção a sua larga janela de vidro azul. Ficou observando o céu eternamente escuro e preenchido com estrelas queimando para sempre em um loop temporal enquanto em volta da Espiral de Prata os mares negros de piche quente continuavam fervorosos se mexendo com brutalidade. Ele bebeu mais um pouco de seu uísque de setecentos anos de idade preservado em criogenia e suspirou lentamente pensando no seu planeta natal há muito tempo sem vida. Enfim, sentou-se em sua cadeira e ficou olhando os outros arquivos enviados recentemente.



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