História The flight of the violet butterfly. - Capítulo 29


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Colegial, Comedia, Depressão, Drama, Família, Metamorfose, Mudanças, Psicologia, Recomeços, Romance, Sexo, Sonhos, Suspense, Traição, Transformaçao, Vida
Visualizações 52
Palavras 892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oyasuminasai! Voltei♥️
Primeiramente peço desculpas a todos pelo meu desaparecimento. Sei que prometi uma maratona então perdoem-me, mas voltei para continuar ela.
Motivo do desaparecimento é que lamentavelmente eu tive aula durante os dois dias passados nos quais eu não postei nenhum capítulo. Culpem o presidente do Brasil por não pagar o salário dos professores ocasionando greve e aula extra depois afinal tenho aula a noite todos os dias agora.💧😭

Dito todas estas lamentações, alguns avisos agora.

No capítulo hoje que vai ocorrer..... ........depois disso teremos amanhã um capítulo especial falando sobre o livro do professor Peter. E enfim depois iremos para o final de semana de Lisa e Tae que juro que será rápido sem demora de capítulos, juro de mindinho♥️🌝e depois o de Noah e Dylan.

Fim das notas do autor... Eu digo:

Boa leitura ♥️🌻

Capítulo 29 - A Ligação (Yuki)


Fanfic / Fanfiction The flight of the violet butterfly. - Capítulo 29 - A Ligação (Yuki)

P. O. V Yuki


Meu coração vibrou, realmente era Luther, rapidamente o respondi, não sabia como ele reagiria ao ver, mas mesmo assim enviei e imediatamente ele me respondeu.



“Desculpe. É solitário na casa do seu pai? Luther“



“Não. Na verdade eu sinto sua falta e sendo sincero ele não me deixa sozinho por nenhum instante. E você, Yuki ?”

       



“Estou bem, Luther. É calmo aqui. Otosan tem oito gatos >.<, ele me deu um filhote de presente ele é kawaii. Seus olhos são verdes exatamente como os seus.”



“Como os meus?! Hum. Ainda acha eles bonitos, Yuki? e.e ”



Eu me avermelhei por inteira. Mesmo longe ele sabia me deixar desconfortável.



“Me responde. Não demore tanto sua lerda. Garanto que está parada toda acanhada olhando para o celular sem saber o que responder.***Vou te ligar, atenda!”


Gelei por completo, como ele poderia saber como eu me sentia. Ficou pior quando meu celular começou a tocar descontrolado. Atendi no automático sem ver o nome.


—Porque demorou? —a voz de Luther estava leve e rouca parecia ter recém acordado.


—Demorei?


—Para me enviar uma mensagem.


—Passei a tarde com otosan—Luther parecia estar de bom humor—caminhamos em uma mata…


—Não quero saber o que você andou fazendo com seu pai, quero saber como você está.


—Eu estou bem, Luther.


—Hum. Então os olhos do gato?


—São bonitos.


—Como os meus?


—Talvez.


—Você está me provocando? Ou é impressão minha.


—Só disse talvez.


—E isso já basta para ser uma provocação.


—Desculpe não foi a intenção.


—Tem alguma pergunta para mim hoje? Afinal fiz uma promessa a você que responderia uma pergunta sua todos os dias.


—Todos os dias?


—Quando eu quiser. —falou esnobe. —Então qual a pergunta de hoje?


Pensei por alguns segundos pois era tentador.


—Porque você disse que eu fugiria de você se soubesse sobre a verdade de uma vez só? —queria me matar na hora, eu podia ter feito outra pergunta.


—Porque todos fazem isso, seres humanos são assim quando veem algo complexo e difícil de se lidar procuram um caminho mais fácil. No meu caso, me esquecendo…


—Isso é cruel—senti um aperto no meu coração.


—Isso é a humanidade, Yuki. Quanto mais rápido você aprender sobre ela mais fácil vai ser pra você me aceitar em sua vida.


—Mas você já faz parte da minha vida Luther…


—Não.


—Desculpe. Afinal não somos amigos…


—Boba. —fiquei em silêncio escutando sua respiração. —Não podemos ser amigos.


—Porque?


—Não posso responder a isso.


—Tudo bem. É minha vez de responder…


—Sua vez?


—Sim. Me faça uma pergunta é o trato.


—Ahh… Então. Foi você que retirou o lixo no dormitório?


Pasmei com o celular em mãos, eu não sabia o que responder, eu tremia.


—N-nnão...—respirei fundo—Sim, Luther fui eu, ele estava transbordando. 


—Hum… Não faça mais isso sua idiota.


—M-mas o que eu fiz?


—Não importa agora. Estou cansado irei dormir. Oyasuminasai!


—Oyasuminasai, Luther.


Logo ele desligou, realmente parecia muito bravo por eu ter tirado o lixo do dormitório. Mas por essa pergunta eu comecei a analisar a situação. Se ele estava preocupado ou bravo por isso, significa que aquela sacola no lixo era dele. E ele fez essa pergunta para saber se eu havia a descoberto. Quiz retornar a ligação no mesmo instante para descobrir, mas Luther não me responderia tão fácil e ficaria muito bravo comigo. Seu seu olhar de ódio sobre mim era seu pior rosto, um repugnante. Queria me acalmar, estava nervosa então desci para perto de meu pai que me aguardava no escritório em frente a uma lareira crepitante.


—Oyasuminasai!—disse entrando no cômodo.


—Boa noite filha.


—Cadê a Abbie?


—Foi para casa junto de seu marido. —me sentei ao seu lado—Estamos só nós aqui, então passaremos fome.


—Eu sei cozinhar, otosan.


—Hum… —ficou pensativo—Mas enfim o que vamos fazer esta noite? Já sei, vou ler uma livro para você.



O observei sorridente, ele estava tentando se aproximar de mim com formas do passado.


—Adoraria, otosan.


Ele parecia impaciente com a leitura. Em seguida ao eu responder ele se levantou rapidamente do sofá e se dirigiu a uma prateleira de livros.


—Então filha, o que vamos ler desta vez? Um suspense ou romance? —me olhou com nojinho, pois eu amava ler livros com romance e ele bem… Suspenses.


—Otosan, —lembrei de algo bruscamente —me espere um minuto.—disse saindo do escritório já subindo a escada indo em direção ao meu quarto. Lembrei do livro no qual o professor Peter me deu, gostaria que me pai me revelasse as minhas dúvidas através deste livro. Então o peguei na mala e levei para ele.



—Aqui, otosan.


—Deixa eu ler, —disse pegando o livro de minhas mãos—As faces exorbitantes ou na tradução Os rosto diferentes. Onde pegou este livro?


—Em Ruawda, naquela biblioteca enorme.


—Pelo menos não é romance—me fitou abrindo um sorriso maquiavélico.


—Hã!—fiquei encucada afinal nunca tinha visto o gênero do livro, devia ter sido a primeira  coisa a se fazer. —Então que gênero é?


—Não e bem um gênero filha é mais uma categoria.


—Categoria? Não da no mesmo?


—As vezes. Este livro é da categoria psicológia.—descobrir isso me deixou ainda mais com vontade de lê-lo.


Sentamos no sofá de frente para lareira que deixava o local bem quentinho me fazendo esquecer do frio que fazia no Canadá. Deitei minha cabeça em seu ombro enquanto ele colocava seus óculos. Em seguida abrindo o livro, otosan começou a leitura.






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