História The Flight Of The Violet Butterfly. - Capítulo 100


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Colegial, Comedia, Depressão, Drama, Família, Metamorfose, Mudanças, Psicologia, Recomeços, Romance, Sonhos, Suspense, Traição, Transformaçao, Vida
Visualizações 63
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Happy Halloween 🎃

Oyasuminasay!

Queridos leitores é com uma honra imensa que tenho o orgulho de dizer que estamos no capítulo de n° 100 no Halloween 🎃 shashasha...

Eu não disse que voltava? Eu voltei.

Eu não cheguei a dizer ou cheguei sim mas vou repetir...

Eu agradeço a todos você pelas mensagens de carinho que me mandaram e por terem sido tão pacientes comigo ♥️ Agradeço do fundo do meu coração!

Capítulo 100 eu não tinha uma coisa muito especial para escrever sabe mas tentei fazê-lo especial...
Primeiro: Temos um mistério na fic que penso que poucos perceberam até os personagens comentam lá de vez em quando. Esse mistério vai ser um ponto muito alvo no destino de algumas pessoas e neste capítulo podemos ver mais um pouquinho desse mistério.
Olhos atentos... Por favor!

Bem... As frases grafadas no capítulo é só para demonstrar onde a ligação começa e acaba no capítulo ou talvez não.... 😏 ou será que os dois?!

E outra coisa é que uma série não muito famosa me ajudou na parte final deste capítulo a série se chama SKAM é uma série (Russa, Alemã.. Bem não lembro e não vem ao caso). A temporada 3 e o episódio 9 me ajudaram muito.
Para quem quiser assistir é uma série muito boa ao meu ver... Que fala sobre adolescência e os problemas que temos nela.. Cada temporada fala de algum personagens da série em si... Eu indico muito. ♥️👏
Se quiserem achar tem no site:

➡️sériesonlineX

Não vou colocar link porque como disse nas notas do autor anterior eu não tenho internet suficiente para tudo isso...

Vou calar a boca...

Boa leitura ♥️🎃

Capítulo 100 - Enough Moments.


Fanfic / Fanfiction The Flight Of The Violet Butterfly. - Capítulo 100 - Enough Moments.

✳️Autor


Ruawda começou o movimento em um dia comum como qualquer outro, havia amanhecido em silêncio, calmo e organizado no entanto isto tudo acabou pela tarde. Pelos corredores do colégio só do que falavam era sobre o garoto que se feriu, os boatos de Taeyang e por fim para complatar o dia sobre as confusões na sala direção que naquela tarde estava ficando ainda mais movimentada.


—É assim que você resolve as coisas? —Darla gritava gesticulando as mãos —Não podia ter resolvido como um adulto?


—Como se ela não conhecesse o filho que ela tem… —cochichou Haitham ao ouvido de Bernard que também se encontrava lá.


—Vocês nunca fazem nada e ela não ia querer imcomodar—falou Luther sentado em uma poltrona encarando sua mãe, Darla.


—Vocês aí no canto parem de cochichar… —esbravejou Darla levantando-se —Como vocês deixaram isso acontecer? Achei que era para você cuidar dele, Bernard!


—Darla não os culpe, eles não tinham como saber…—Emma argumentou parada em pé ao lado.


—Cale-se! Ele é meu filho deixe que eu resolvo isso!


—Qual é o seu problema? —indagou Luther se curvando para frente—Você está brigando comigo porque bati em um garoto que fazia mal a uma das alunas só que ao invés de ir atrás dele você fica aqui gritando com todo mundo, achei que eu era o louco aqui e não você, diretora!


—Mais respeito comigo eu sou acima de tudo sua mãe! —exigiu Darla batendo os punhos na mesa—O garoto está na enfermaria e por muito pouco não tivemos que mandar ele para o hospital.—esbravejou—E para esclarecer não é qualquer aluna é a senhorita Khan, você fez isso por ela não é? Se apaixonou por ela, é isso? E agora tem que fazer justiça com as próprias mãos, eu e seu pai não o criamos assim!


—Você não é minha mãe, Darla—rapidamente Luther se levantou da poltrona eufórico—E nunca vai ser!


—Luther! —falou Bernard se aproximando—Para com isso!


—Deixa Bernard! —respondeu Darla—Se ele não quer resolver isso comigo, ele vai resolver com o pai dele.


—Você ligou pra ele? —indagou Luther apoiando-se com suas mãos na mesa—Porque fez isso?


—Porque esse é o meu limite Luther,—esbravejou Darla pegando o telefone—se você não tem mais respeito por mim para me obedecer então seu pai vai te colocar na linha!—completou discando o número.


—Luther você quer um copo de água para se acalmar? —perguntou Emma baixinho se aproximando—Ou seus remédios?


—Não, —negou ele calmamente—obrigada, Emma!


—Mason, sou eu! —falava Darla ao telefone —Estou com ele aqui na diretoria!


—Me dê logo o telefone! —pediu Luther estendendo a mão.


—Vou passar para ele—Darla rapidamente largou o telefone na mão de Luther.



—Pai? —sussurou Luther.


—Luther?! O que aconteceu?


—Ué a Darla já não contou para você? —perguntou Luther fitando Darla com raiva.


—Contou sim… Mas eu queria ouvir de você, o que aconteceu?!


—Eu…Eu dei um soco em um garoto…


—E?


—Eu quase o mandei para o hospital, deixei ele caído no corredor sangrando.


Mason do outro lado da linha em Alberta só suspirava escutando seu filho, não podia fazer muito pelo telefone mas nem se estivesse ao lado de Luther talvez pudesse fazer algo por causa da má companhia para ele, que Darla era.


—Porque fez isso Luther? Não pode ter feito isso sem motivos…


—Eu não pensei na hora no que estava fazendo, eu só fiz. —fez uma pausa—Me desculpe pai!


—Lembra que você esta aí em Ruawda por causa da Darla, ela pode ter todo os defeitos do mundo como o de ser uma megêra… —riu baixinho—as vezes mas… ela te ama, a Darla criou você Luther.


—Eu sei… —resmungou Luther.


—Então entenda que se estivesse em outro colégio você já teria sido expulso com o tanto de besteiras que você faz. Cara, aguenta mais alguns meses, sem fazer algazarra já está acabando o ano depois você vai para a universidade… Eu só não quero ter que atender mais um telefonema da Darla. Tá legal? Não seja ruim com ela, sei que tem a tosca mania de dizer que ela não é sua mãe, no entanto nem sempre o que queremos podemos ter.. Agora coloca o telefone no viva voz.


Largando o telefone sobre a mesa, Luther o pós no viva voz sentido após uma grande lição. Darla mais calma se encontrava fazendo prováveis anotações de Luther em uma caderneta com a ajuda de Emma, até que cessou, escutando a voz de Mason junto a Emma que se sobressaltou com a voz do homem.


—Darla ele vai melhorar, —exclamou Mason—o garoto quase foi para o hospital mas não foi. Então calma!


—Como posso ficar calma Mason? —esbravejou ela cruzando os braços —Não consigo mais…


—Senhor Mason sentimos muito! —pediu Bernard parando ao lado da mesa junto a Haitham.


—Tudo bem rapazes, não tem como ficar 24 horas cuidando dele… Vocês tem suas vidas também e Darla?! Não os culpe!


—Eu culpei mas agora… Perdoen-me garotos, eu estava muito nervosa com tudo e acabei colocando a culpa em vocês dois. Peço minhas singelas desculpas por isso!


—Tudo bem diretora. —respondeu Haitham.


—Nós entendemos, —completou Bernard—também ficamos nervosos com tudo isso.


—Desculpe se eu sou uma saco que todos tem que aguentar nas costas… —murmurou Luther encostando-se na parede.


—Não diga isso Lu… —falou Emma  rapidamente cobrindo a boca fazendo todos a olharem confusos pelo gesto.


—Não diga isso, —disse Darla apressadamente encarando Emma—todos aqui te amam Luther! E queremos o seu bem.


—Isso é verdade —concordou Mason—Olha Darla, Luther, meninos eu preciso desligar, tenho trabalho a fazer.


—Me conte uma novidade que eu já não saiba Mason—sussurrou Darla pegando o telefone para desligar.


—Tchau, senhor Maison! —Haitham e Bernard se despediram em uníssono.


—Tchau Pai… —exclamou Luther enquanto Darla já desligava—Vai ficar tudo bem!


—Esperemos que fique não é Luther? —indagou ela largando a mão sobre o ombro de Luther—Sei que sou dura com você, mas é para o seu próprio bem.


—Eu sei, Diretora! —respondeu ele virando o rosto negando olhá-la.


—Um dia você vai entender que é tudo para o seu bem!—se afastou indo em direção a porta—Acabamos por aqui… —girando a maçaneta da porta — já podem ir.


—Vamos Luther! —disse Bernard já em pé em frente a porta esperando Darla abrir—Temos prova depois …


Luther estava com tanta raiva para esbanjar que andou até a porta pisando forte, estava cansado de tudo e de todos. Não queria mais depender de ninguém mas sabia que não podia deixar seu pai sozinho por mais solitário que ele fosse.


—Até garotos! –disse Darla abrindo a porta mas assim que os guris colocaram seus pés para fora, Graciela chegava junto de Yuki e Noah—Professora?! Aconteceu alguma coisa? —perguntou Darla assustada.


—E quando é que não acontece nada nesta escola diretora? Me desculpe mas estes alunos estão todos sem respeito com outros alunos, professores e até com a própria escola!


Exclamava Graciela parada em frente a diretoria enquanto todos se fitavam irritados, Noah já não estava contente então ao ver Haitham seu mundo desabou assim como o de Yuki já estava ao ter que percorrer a escola com Graciela.


—Diretora eu não fiz nada! —disse Noah—Ela está me acusando de algo que eu não fiz…


—Como ousa falar assim na minha frente senhorita González? —exigiu Graciela.


—Eu fiquei ao lado de Noah a prova toda tenho certeza de que ela não fez nada disso que a professora Graciela está à acusando. —Yuki defendeu Noah, com sua voz trêmula. Não estava acostumada a se opor então suas maçãs do rosto já estavam vermelhas de nervoso.


—Yuki shiii… —resmungou Luther, segurando rapidamente lado a lado as bochechas de Yuki, levantando seu rosto —se foi um mal entendido tudo vai se esclarecer.


—Luther —sussurrou Yuki ficando ainda mais corada com toque de Luther.  


—Será que não foi um mal entendido professora? —perguntou Emma saindo na porta assustada com a bagunça.


—Não foi um mal entendido vice diretora. Tenho certeza… —afirmou Graciela encarando Yuki, odiosa.


—Acalme-se todos! —abrandou Graciela—Mas o que aconteceu meu deus? Hoje parece que é o dia….


—González estava colando na prova, encontrei isto, —explicou mostrando novamente o papel encontrado na classe de Noah—mas vamos entrar e parar de falar sobre isso no corredor.


—Tudo bem! Entre González… somente a professora e você!—mandou olhando para Yuki que já se afastava de Luther para ficar junto de Noah.


—Okay diretora,—aceitou Noah—Yuki vai ficar tudo bem! —explicou —Me espera na sala para estudarmos depois.


—Hai! —respondeu Yuki vendo Noah entrar na diretoria.


—Ei não se meta nessas confusões, —sussurrou Luther—eu sei que ela é sua amiga mas não quero você…


—Porque? —indagou Yuki —Você feriu aquele aluno não é?


—O que? —arregalando seus olhos Luther deu dois passos para longe de Yuki.


—Não… N..não mente pra mim, Luther.—pediu ela calmamente—Eu sei que foi você… Quem mais faria isso?!


—Yuki...—murmurou Luther passando a mão no rosto.


—Eu não queria fazer nada então porque não deixou como estava?


—Não queria que se machucasse.


—Yuki, o Luther só queria proteger você, —se meteu Haitham—não é culpa dele.


—Se ele não quer que eu me envolva nos problemas das outras pessoas… Eu também não quero que ele se envolva nos meus. —exclamou Yuki baixinho, seu coração parecia que iria pular para fora de seu peito, Luther a olhava sério com as  sobrancelhas frangidas.


—Tudo bem… —falou ele erguendo os braços em forma de rendição—Eu não vou mais me meter na sua vida… achei que a noção disso tudo era nós se preocuparmos um com o outro mas acho que eu estava errado… completamente errado—concluindo pisando forte no chão deixando Yuki e Bernard para trás, em exceção de Haitham que correu atrás dele tentando acalmá-lo.


Yuki estava paralisada, tinha acabado de discutir com Luther e ele para dar mais angústia em seu coração saiu andando sem nem ao menos se importar.


—Yuki?  —chamou Bernard notando que a garota engolia a seco tremendo o queixo.


—Eu só não queria que ele tivesse problemas por causa… —cessou sentindo lágrimas escorrerem sobre sua face—de mim.


—Não chore por favor! —pediu Bernard a tocando lentamente sobre o rosto—Eu não consigo ver você chorando.


—Me desculpe Bernard!


—O que ? —indagou respirando fundo tentando se acalmar antes que seu desejo de abraçar Yuki o tomasse por completo—Pelo que?


—Por tudo… —estas duas palavras saíram silenciosas e fracas de sua boca mas o suficiente fortes para tocar Bernard que a olhando pasmo baixou sua mão do rosto da garota —Me desculpe por tudo...—soluçou passando suas mãos no rosto desesperada, tentando conter as lágrimas—Eu podia ter me apaixonado por você, eu podia ter deixado você me beijar na festa… Eu podia mas eu não consegui pois… —fez uma pequena pausa passando a mão no cabelo—Você sempre me fez sorrir mas eu não consegui amar você…


—Yuki!!! —gritou Bernard tentando chamar a atenção da garota—Para! —pediu deixando que sua vontade fosse feita, puxou Yuki em um só impulso e a abraçou confortando-a em seu peito com todo o amor que sentia por ela que no fundo pertencia ao seu melhor amigo.


—Me perdoa…


—Para por favor! —pediu a abraçando ainda mais forte—Não tem nada a ser perdoado entre nós.


—Mas eu…


—Não tem, —negou mais uma vez pressionando sua pálpebras tentando não chorar—eu não saberia como cuidar de você, não sei cuidar nem do Luther imagine de uma garota como você…


—Você cuida dele sim. Eu que não consigo Bernard… eu não consigo cuidar dele, por causa de mim ele feriu um aluno.


—Yuki olha pra mim—pediu acariciando a bochecha da garota—Não é culpa sua! —suspirou—Sabe eu sei que você cuida dele melhor do que eu e também sei que vai cuidar por um longo tempo… Até quando seu coração parar de bater por ele, eu sei que seus sentimentos pelo Luther são verdadeiros e que com o tempo você vai se acostumar com tudo isso...com os problemas que ele tem.


—Bernard… —sussurrou ela o olhando nos olhos.


—O Luther só está estressado e acabou jogando tudo em você mas não foi a intenção dele tenho certeza, quando o encontrar de novo ele nem vai lembrar do que aconteceu aqui!


—Não há nada que eu possa fazer não é?— Yuki perguntou entristecida, seus olhos  estavam vermelhos e molhados pelas lágrimas que não paravam de escorrer—Por tudo que ele sofre...


—Não...—cessou vendo que Yuki o olhava desesperada—Você só precisa… estar ali pra ele e quando tudo parecer sem esperança como agora. Só leve o momento pra frente…Leve um dia de cada vez e se...um dia parecer demais, leve uma hora de cada vez. Mas se uma hora ainda for demais para você, leve um minuto de cada vez. Nunca pare de abraçá-lo, nunca o deixe sozinho… o Luther é apenas um passarinho, um bem pequeno e frágil que não pulou do ninho ainda.. E bem...  acho que talvez se ele pular, vai acabar quebrando suas assas… —cessou vendo que a garota o olhava séria—Yuki?


—Arigato! —agradeceu limpando suas lágrimas, demonstrando um sorriso leve no rosto.


—Yuki… você… —suspirou—você ama o Luther? Desculpe mas nunca escuto isto de você... 


—Ham...Eu...eu não posso dizer… não posso dizer que o amo assim… não dá boca pra fora! Quando eu falar vai ser verdadeiro, eu não  vou estar chorando, não vamos estar brigando e eu não vou estar com um sentimento de desesperança  dentro do meu coração.


As palavras gestas da garota que sorria feliz em sua frente fez Bernard rir, entendia que o destino tinha reservado um futuro para Yuki mas não ao seu lado. Talvez seu futuro estivesse um pouco mais longe dali. Um dia talvez a encontrasse e daí sim pudesse dizer :


"Eu te amo" 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...