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História The Forest Hope - Jikook - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Decidi focar mais na situação do meu bbzinho Hoseok nesse capítulo. Esse capítulo foi preciso para poder acontecer algumas coisas mais pra frente. Boa leitura❤

Capítulo 10 - Capítulo Dez


Eu estava sentado ao lado de Hoseok no sofá, ele olhava para o copo com água em sua mão, pensando em alguma coisa em sua cabeça. Ele ainda não tinha comentado nada sobre os seus machucados, me deixando ainda mais curioso.

- Quem fez isso com você Hoseok? - Perguntei calmamente; completamente o oposto do que eu estava por dentro, porque a minha real vontade era de achar o culpado e quebrar todos os ossos dele. Hoseok suspirou e fechou os olhos, como se estivesse se preparando para me falar aquilo.

- Meu pai. - Disse tristemente.

Eu não consegui dizer nada, não consegui o consolar, não consegui pensar em fazer alguma coisa, porque no momento que eu ouvi aquelas palavras uma onda de emoções negativas tomou conta de mim. Ver ele machucado, humilhado e triste me fez lembrar de coisas que eu preferia nunca mais lembrar. Aquilo me afetava tanto porque eu já estive no lugar dele, já sofri por ter a pessoa que deveria ser o meu herói sendo na verdade o vilão.

- Mas não se preocupe, eu vou ficar bem. - Hoseok falou sorrindo, mas o seu sorriso nunca foi tão falso. Ele não queria que eu me preocupasse com isso, mas como eu poderia não ficar preocupado se ele está desse jeito na minha frente?

- Não, você não vai ficar bem. Isso vai acontecer por anos! Vai tolerar isso até quando Hoseok? - Falei exasperado, logo me levantando e andando de um lado pro outro.

- Em breve eu vou me formar e vou sair de casa, aí tudo vai ficar bem. - Tentou achar uma solução, me deixando ainda mais agoniado.

- Hoseok, a gente vai se formar só daqui a 1 ano basicamente. Você vai ter que sofrer por mais 1 ano? - O olhei suplicante, vendo ele abaixar a cabeça com um olhar frustado.

- Eu não tenho outra escolha, Jimin. - Disse fracamente, completamente cansado daquela situação.

No momento que eu ia falar alguma coisa a campainha da casa tocou, me fazendo suspirar impaciente. Caminhei rapidamente até a porta e olhei confuso para a pessoa que estava na porta.

- O que você tá fazendo aqui? - Perguntei curioso.

- Oi pra você também. E eu vim tomar conta de você, já que o Jungkook não vem. - Taehyung falou entediado. - Posso entrar? - Fiquei o olhando feito um pateta e só depois me toquei do que ele tinha dito. Olhei para o lugar que Hoseok entava sentado e vi o mesmo ainda de cabeça baixa.

- Porque o Jeon não vem? - Perguntei tentando não demostrar interesse, logo afastando para ele entrar na casa.

- Também não sei. - Respondeu simples. Mas algo me dizia que aquilo não era verdade.

- Ah você tem visitas, Jimin? Acho melhor eu ir pra casa. - Hoseok falou apressado ainda sem olhar para os nossos rostos, provavelmente tentando esconder os seus machucados. - Nos vemos na escola. - Falou passando por nós rapidamente e de cabeça baixa. Mas antes de passar completamente de Taehyung, o mesmo segurou seu braço, o parando.

- Calma, pode ficar aqui. Eu não me importo. - Taehyung disse descontraído.

- Obrigada mas eu tenho que ir. - Tentou puxar o seu braço da mão de Taehyung, fazendo o mesmo lhe olhar confuso.

- Você não é o amigo do Jimin? O que brigou comigo no corredor? - O Kim perguntou, tentando o olhar no rosto, mas Hoseok sempre desviava de seu olhar. - Porque você não quer olhar pra mim? - Disse curioso; até que ele acaba pegando o rosto de Hoseok e vira pra si, arrancando um pequeno resmungo de dor do garoto machucado. Quando Taehyung olha para o seu rosto acaba deixando evidente uma expressão de surpresa. E quando percebe que a sua mão estava apertando um dos machucados, tira rapidamente.

- Eu... - Taehyung engoliu em seco. - Me desculpe, eu não sabia. - Falou envergonhado; me deixando surpreso. Hoseok estava com o rosto levantado mas o seu olhar deviava do Kim, provavelmente com vergonha. Eu podia jurar que Hoseok iria chorar a qualquer momento, pois até os seu olhos estavam marejados; e aquilo deixava o meu coração quebrado em milhares de pedacinhos. Mas de maneira inesperada, Taehyung levou sua mão até o rosto de Hoseok, acariciando a sua pele e deixando o Jung completamente em choque. O olhar de Taehyung transmitia raiva, mas não precisamente de Hoseok e talvez sim pela pessoa que fez aquilo com ele. Os dois se olhavam de uma maneira diferente, me deixando totalmente perdido.

- É... o que vocês acham da gente se sentar? - Falei sinalizando o sofá, envergonhado por interromper eles dois. Hoseok se afastou rapidamente de Taehyung e assentiu, caminhando apressado até o sofá; o olhar do Kim não abandonava um minuto sequer de si.

Ok, se aquilo não foi uma tensão amorosa, eu não sei o que foi.

- Quem foi que fez isso com você? - Taehyung perguntou logo depois de ter se sentado ao lado do Jung.

- Não importa, eu vou ficar bem. - Hoseok falou simples, não olhando na cara do Kim. Taehyung suspirou e passou sua mão no rosto, parecendo estressado.

- Ah claro, até porque você está super bem agora. - O Kim disse sarcástico. Hoseok suspirou e virou pra si, com um olhar de raiva.

- Idai se eu não estiver bem, desde quando você tem alguma coisa haver com isso? Você nem liga pra isso, então não finge que se importa. - Hoseok disse estressado. Taehyung suspirou impaciente e desviou o olhar de si, Mas logo o olhou com um sorriso sarcástico.

- É eu não me importo mesmo, só que você tá todo fudido aí e é educado fingir que se importa. - Falou ainda sorrindo. Mas eu percebia que cada palavra dita não era verdade, o seu olhar magoado não condizia com o que ele falava.

- É o que pode se esperar de você. - Hoseok falou baixo. Eu pude perceber o olhar de decepção em si.

Antes que qualquer palavra fosse dita, ouvi o som da porta sendo aberta e logo a imagem da minha mãe foi vista.

- Oh, não sabia que tínhamos visitas.- Ela falou animada. Os dois garotos sentado no sofá sorriram em sua direção.

- Eles são dois amigos meus. - Respondi. O olhar dela foi em direção ao rosto de Hoseok, e logo ela me olhou preocupada.

- Ah... querido? - Ela chamou Hoseok, que a olhou engolindo em seco. - Esses machucados parecem recentes, ainda tá doendo muito? - Perguntou ternamente. Hoseok ficou a olhando sem saber o que responder, então apenas assentiu. - Quer que eu faça um curativo novo e te dê um comprimido para dor? Aqui em casa tem um monte, porque o Jimin vive machucado por aí. - Propôs gentil. Hoseok assentiu várias vezes, parecendo animado com a idéia. - Vou pegar a caixinha aqui no quarto e já volto. - Falou e saiu da sala em seguida.

Depois de uns 5 minutos ela voltou trazendo uma caixinha branca na mão. Me lembro que a minha vida toda eu precisei dessa caixinha, já que eu não sou bem um exemplo de comportamento, e os machucados sempre estiveram presentes na minha vida.

Taehyung se levantou e sedeu o lugar para a minha mãe sentar e fazer os curativos em Hoseok. E logo ela começou a passar alguns remédios que doíam mas que ajudavam a não inflamar, depois ela passou uma pomada e depois os curativos. E enquanto ela fazia tudo isso, Hoseok a olhava com brilhos nos olhos e com um pequeno sorriso nos lábios. Mas a supresa veio quando ele começou a chorar, e o seu choro era tão sofrido e com soluços que era como se ele estivesse sufocando em dor. Ele tentanva secar as lágrimas rapidamente mas outras sempre vinham atrás; e enquanto as lágrimas caíam ele pedia desculpas, mesmo aquilo não sendo motivo para se desculpar.

- Oh querido, não precisa pedir desculpas. Pode chorar, é bom colocar tudo pra fora as vezes. - Minha mãe falou o abraçando, enquanto Hoseok a abraçava como se ela fosse figir.

Eu estava triste por ver Hoseok naquele estado, o menino que eu conhecia não era assim, e isso só mostrou que por mais que o sorriso esteja em nossos rostos, o coração pode estar em pedaços. Cada um tem uma luta interna, e talvez Hoseok esteja cansado dela; e eu sei muito bem o quanto ela pode ser desgastante. Olhei para Taehyung e o mesmo olhava para os dois de maneira triste, se comovendo com aquela dor.

Aquele momento é interrompido pelo som da campainha novamente. Quem era agora? Fui caminhando a passos pesados até a porta e quando abri uma pessoa maior de que eu me empurrou para o lado rudemente e entrou na casa sem permissão.

- Cadê o meu filho?! - O homem dissse irritado. Ele era americano, e aparentava ser bastante forte.

- Ei ! Sai da minha casa agora! Ninguém deixou tu entrar não. - Segurei em seu braço tentando o puxar, mas ele acabou me dando um empurrão que fez eu me bater na parede.

- Eu sei que o Hoseok tá aqui, cadê ele seu moleque? - O homem falou, segurando na gola da minha camisa em ameaça. Eu o olhava de forma mortal, como se o meu olhar fosse o matar; quem me dera se isso fosse possível.

- O que tá acontecendo aqui? - Minha mãe perguntou assustada. Todos os três estavam na sala agora; e quando eu olhei para Hoseok ele estava pálido, como se estivesse vendo um fantasma. E só então eu liguei os pontos; aquele cara era o pai de Hoseok, aquele era o maldito que tinha feito aquilo no rosto dele. Olhei para o homem que ainda estava na minha frente, e uma raiva gigantesca cresceu em mim, me fazendo dar um soco com toda a minha força em sua cara. Ele me olhou incrédulo enquanto segurava o lugar que eu tinha acertado, e nos seus olhos tinham ira direcionada a mim.

- Como ousa seu filho da puta?! - Falou entre dentes, e logo eu senti um tapa ser desferido com força em meu rosto, me fazendo sentir o gosto metálico do sangue em minha boca. Meu rosto estava virado,olhando na direção de Taehyung mas não necessariamente focando nele. Minha mente ficou em branco, como se eu não estivesse mais ali, apenas a raiva e o ódio pela pessoa que estava na minha frente. E inexplicavelmente eu senti o meu corpo todo queimando por dentro, enquanto a ponta dos meus dedos formigavam. Taehyung me olhava com os olhos arregalados e espantado, só que eu não entendia o porque. Quando olhei pra frente de novo o homem me olhava como se eu fosse alguma aberração, e quando eu olho diretamente em seus olhos, ele coloca a mão na cabeça gritando. Imagens se formaram na minha cabeça; primeiro era um homem sorrindo abraçado com uma mulher, eles estavam em um parque sentados na grama enquanto um garotinho corria pelo local; mas depois o cenário mudou totalmente, e agora o homem segurava uma mulher morta e completamente ensanguentada, enquanto o garotinho chorava. O que era aquilo? E porque eu tava vendo isso?

- Jimin! Anda, volta! - Senti alguém me balançando. - Me desculpe por isso. - Senti alguma coisa rasgando a palma da minha mão, fazendo eu finalmente "acordar" daquele ilusão. Olhei para a minha mão e vi um corte nela, enquanto ela pingava sangue. Olhei para Taehyung que estava no meu lado, e ele olhava pra mim com um olhar preocupado.

- Com o que furou a minha mão? - Perguntei confuso. Mas isso não era exatamente o que eu queria perguntar.

- Minha unha. - Levantou sua mão. - Eu consigo fazer elas crescerem quando eu quiser. - Sorriu. Assenti com a cabeça e me virei em direção ao Pai de Hoseok, que estava se apoindo na parede enquanto segurava a cabeça.

- O que aconteceu? - Perguntei fracamente, vendo Taehyung suspirar.

- Depois falamos disso. - Disse simples.

- Jimin, você tá bem meu filho? - Minha mãe se aproximou apressadamente de mim, logo tocando no meu rosto. Olhei em direção a Hoseok e vi ele se aproximar do pai dele devagar.

- Tá tudo bem, pai? - falou baixo e tentou tocar no ombro do homem que ainda segurava na parede, mas antes de encostar a sua mão nele o seu pulso é segurado rudemente, bem no lugar que estava com as ataduras, fazendo o Jung reclamar de dor.

- É tudo culpa sua. - O homem falou entre dentes, e cada palavra sua era cuspida com ódio. - Ela tá morta por sua culpa seu desgraçado. Mas não se preocupe, eu vou fazer o favor de te mandar para o mesmo lugar que ela. - Falou apertando ainda mais o pulso de Hoseok.

- Pai o senhor tá me machucando. - Hoseok disse tentando se soltar do aperto, enquando o seu rosto se contorcia em dor.

- Larga ele seu imbecil ! Como consegue ser tão sujo assim? Como você tem a cara de pau de ainda ser um policial?! - Minha mãe falou exaltada, se aproximando dos dois.

- Não se mete sua policial estúpida! Ou quer que eu quebre a sua cara também? - O homem respondeu rudemente, ainda não largando o pulso de Hoseok.

- Tenta seu desgraçado! Tenta e vê se eu não afundo essa sua cabeça com uma bala! - Minha mãe tentou chegar mais perto do homem mas eu a segurei antes. - Me larga Jimin! - Tentou sair do meu aperto.

- Mãe se acalma! - Tentei controlar ela.

- Se acalmar?! Ele vem na minha casa, bate no meu filho e quer bater nesse menino, e eu ainda tenho que me acalmar?! - Disse ainda tentando se soltar.

- Acho que eu tenho que quebrar a tua cara também, pra ver se você não enche mais o saco! - O homem tentou se aproximar da minha mãe, mas antes que desse um passo a mais Hoseok fica em sua frente.

- Não pai! Por favor não toca mais neles. - Hoseok pediu suplicante enquanto a sua voz falhava várias vezes.

- Sai da minha frente Hoseok. - O homem pediu em uma falsa calma, olhando para Hoseok com ódio.

- Não, eu não vou deixar você machucar mais ninguém. Eu não sei nem como o senhor conseguiu chegar aqui- Hoseok falou firme.

- Eu cheguei aqui com o localizador que tá no teu celular seu estúpido. - O homem falou irritado.

- Você não tem o direito de me controlar assim! Você não tem direito nenhum em cima de mim! Se ao menos você cuidasse de mim e me desse amor, mas você é incapaz de fazer isso! Você fica preso na idéia que eu matei a mamãe, mas eu nunca fiz nada! Eu sofro tanto quanto o senhor! - Hoseok falou exaltado.

E rapidamente a mão do homem se levantou para desferir um soco no Jung, mas antes de tocar em um só fio de cabelo castanho de Hoseok, o seu braço foi segurado.

- Acho que você já tá indo loge demais, tiozinho. Não vou deixar você machucar o Hoseok novamente. - Taehyung falou despreocupadamente, segurando apenas com uma mão o braço do homem.

- Como ele chegou tão rápido lá? - Minha mãe perguntou baixo com a voz cheia de confusão. E a sua pergunta me fez engolir em seco, ela não podia saber de nada.

- O que você é pra ele? É um dos machos dele por acaso? Deve ser tão sujo quanto ele para estar defendendo a vadia que ele é. - O pai de Hoseok falou, tentando se soltar do aperto de Taehyung.

No momento que as palavras ditas pelo homem chegaram ao ouvido do Kim, sua expressão que antes estava despreocupada agora tinha virado completamente sombria.

- Não vou te matar aqui dentro. - O Kim falou friamente.

- O que? - O homem perguntou assustado, mas mal teve tempo de terminar a sua pergunta e já foi arrastado para o lado de fora. Eu, Hoseok e minha mãe fomos apressadamente atrás deles. Taehyung não iria o matar, iria?

Já do lado de fora, o Kim jogou o homem no chão e ficou em sua frente. Percebi as unhas de Taehyung crescerem de maneira monstruosa e olhei para os dois ao meu lado vendo se eles perceberam também , mas parece que não.

- Preciso apenas cortar a sua garganta, e finalmente você estará morto. - Taehyung se aproximou um passo. - Você merece ser torturado por todas as vezes que fez Hoseok sangrar, mas não vou fazer isso; lá no inferno eles tem um lugarzinho especial para pessoas como você, vai ser um prazer voltar pra casa só para te torturar lá. - Falou e deu uma pequena risada no final. O homem o olhava completamente assustado, afinal quem não estaria?

Quando o Kim levantou o braço para finalmente acabar com a vida do homem, eu corri até ele.

- Não, não Taehyung. Você não pode matar ele. Minha mãe vai perceber que você não é uma pessoa normal. - Tentei o convencer. Ele olhou para mim friamente, me fazendo engolir em seco.

- Eu não vou deixar ele machucar o Hoseok. - O Kim falou firme.

- A gente arranja outro jeito de fazer isso. - Falei suplicante.

- Eu... - Hoseok começou a falar e nós viramos em sua direção. - Eu acho melhor eu ir embora com ele. Já causei problemas demais. - O jung se aproximou e olhou para Taehyung. - Obrigado por me defender. Eu estava errado sobre você; agora eu sei que você consegue ter empatia por alguém. - Falou e lançou um pequeno sorriso para o Kim. Logo virando para o seu pai. - Eu vou com o senhor. - Falou cansado. O homem se levantou do chão e segurou fortemente o braço de Hoseok.

- Você vai ver só quando chegar em casa. - Falou entre dentes, logo arrastando Hoseok na direção de um carro, provavelmente o seu.

Taehyung se moveu para ir em direção a eles mas eu segurei em seu braço.

- Calma, a gente vai pensar em uma solução. - Tentei o tranquilizar. Ele olhou em direção ao carro que já estava partindo e suspirou frustado, logo concordando com a cabeça.

- Se importa de ficar sozinho essa noite? Eu preciso colocar a cabeça no lugar. - Taehyung falou cansado. Eu apenas assenti e vi o mesmo ir em direção ao seu carro, logo partindo.

Aquele dia tinha sido realmente cansativo, eu estava completamente esgotado. Só espero que Hoseok fique bem.



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