História The Forgiviness (l.s) - Mpreg - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Zayn Malik
Tags Depressão, Drama, Drogas, Família, Harry, Larrystylinson, Liampayne, Louis, Mpreg, Niall, Traição, Ziam
Visualizações 153
Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - 13. The sky went dark


Tentei voltar para casa no domingo à noite, mas não tive coragem. As crianças perguntaram sobre o pai e eu liguei para ele aproveitei e disse rudemente que não iria retornar no dia marcado, ele pareceu relutante, deveria ter pensado que eu não voltaria mais, porém logo cortei Styles dizendo que estava no viva voz e que Anne que entendia algumas coisas estava ouvindo, isso foi o bastante para calá-lo. Depois me isolei, meus pais respeitaram o meu silêncio, não estava preparado para contar-lhes, o que eles pensariam? Que seu filho não consegue segurar um marido que não dei atenção ao meu homem.

Meus pais levaram as crianças para o parque no fim de semana e eu fiquei trancado dentro do quarto de hóspedes sem pôr os pés para fora nem para comer, só tomava banho e chorava baixinho no quarto das crianças velando seus sonhos.

Um conselho, nunca pare para pensar na vida sua mente cria paranóias e isso te mata. Comecei a lembrar do momento em que Harry começou a ficar estranho, o dia no hospital em que encontramos sua amante e como ele passou a evitar não só a mim como também os filhos.

Meu domingo foi resumido em choro, quietude e envolto de reflexões. Minha mãe entrou no quarto três vezes e trouxe bandejas de comida, entretanto, sempre quando ela vinha com uma nova a de antes permanecia intocada e eu sentia a sua frustração. De noite eu estava virado na mesma posição olhando para a enorme janela da varanda quando ouvi a porta sendo aberta, mas como sempre não me mexi para olhar, chegou uma hora em que as lágrimas saiam e eu não sentia mais descer de tão acostumado que estava.

Senti a cama se afundar perto de minha barriga, porém mesmo assim não desviei meus olhos do ponto fixo que era a lua, a cortina estava aberta e o quarto sendo iluminado pelo satélite natural.

─ Harry ligou. ─ Era a voz de minha mãe, calma e melodiosa. Não havia coragem de contar a ela. ─ Você tem algo a me dizer? ─ Seu tom passava tanta confiança. ─ Eu deixei você permanecer no que parece ser um luto, desde sexta quando você chegou aqui em casa.

De certa forma era um luto a morte do meu casamento, eu precisava enterrar o meu amor pelo Harry e naquele ponto era o que machucava agora eu entendia o porquê do Zayn não deixar Liam.

─ Não é nada... ─ Permaneci encarando o céu.

─ Não me venha com isso, mocinho! ─ Exclamou dura. ─ Não pense que me esqueci daquele dia em que você entrou chorando altas horas da madrugada no meu quarto. ─ Fechei meus olhos apertando as pálpebras com meus dedos. ─ Ele também está preocupado e as crianças sentem sua falta. Eu perguntei ao Harry o que havia acontecido para você ter se isolado... ─ Nesse instante a fitei pela primeira vez desde que ela entrou no quarto, porém como eu ela olhava para a Lua. ─ Ele se desculpou tanto comigo e eu não sei pelo que desculpá-lo, depois começou a chorar e inventou uma desculpa... Você poderia me esclarecer? ─ Seus olhos azuis vieram em minha direção.

Se eu falasse com toda certeza começaria a chorar e não sei se conseguiria para mais.

─ Mamãe... ─ O chamado saiu trêmulo.

Comecei a soluçar fortemente encarando a mulher que eu tanto amava.

Deitou-se a meu lado, repousei minha cabeça em seu peito ela começou a cochichar uma música baixinho até que meu choro se acalentasse.

─ Ele... Traiu-me. Harry ficou com outra pessoa e agora ele tem um filho que não veio de mim. ─ Fechei meus olhos fortemente, meus soluços altos faziam meu corpo tremer.

Mamãe me abraçou ainda mais.

─ Oh, meu bebê!

Igualmente as outras noites dormi chorando, no dia anterior acordei com muita dor de cabeça, minha mãe não estava mais ao meu lado. Em cima do criado mudo tinha um copo de água e um comprimido.

Levantei-me, eu tinha que sair dessa fossa, meus filhos necessitavam de mim. Levar Anne para a escola e matar a saudades dos meus pequenos. Depois de usar o banheiro desci as escadas indo em direção a cozinha da onde ouvi as risadas dos gêmeos, parei e me escorei no batendo da porta da cozinha apreciando minha mãe na ilha dando morangos cortados aos gêmeos.

─ Bom dia! ─ Retribui o sorriso de minha mãe.

─ Bom dia, filho! ─ Ela se levantou e veio me dar um abraço. ─ Vamos conversar, sim? ─ Sussurrou em meu ouvido, apenas assenti.

Desfizemos o abraço e eu fui em direção às crianças que comiam o que parecia ser salada de frutas, depositei um beijo em cada um e eles não pararam de comer por nada.

─ São que horas, mãe? ─ Sentei-me ao lado de Cloe que estava em sua cadeirinha amarela ao lado de seu irmão.

─ Quase dez... ─ Desesperei-me, levantei quase derrubando a cadeira. As crianças também se assustaram e soltaram gritinhos, Isaac começou a fazer cara de choro e seus lábios tremerem.

─ Droga! ─ Praguejei. Peguei-o antes que começasse a chorar mais forte. ─ Desculpa o papa, eu não queria te assustar. ─ Cloe começou a chorar também, a peguei também e comecei a ninar os dois que puseram suas cabecinhas em meu ombro coçando os olhinhos. ─ Calma... ─ Depois de alguns minutos acalmaram, pu-los novamente em suas cadeirinhas.

─ Eu já a levei. ─ Olhei agradecido para minha mãe, sentei-me novamente dando a comida para os gêmeos. ─ Oh, meu filho! ─ Ela veio em minha direção pegando minha cabeça e repousando em seu coração. ─ Você está tão mal. - Repousou em minha frente um pote de frutas. ─ Coma! ─ Mandou se afastando.

Levei meus filhos para a sala pondo em um canal infantil. Depois de comer um pouco peguei tudo e comecei a lavar as louças.

─ Me conte. ─ Jay já chegou se sentando do outro lado da ilha, me sentei em sua frente.

─ Sexta Harry chegou com uma criança nos braços... ─ Lhe contei tudo aos prantos, ela sempre me ouvindo atenta e acariciando minhas bochechas. ─ Eu fui o culpado, mamãe... Não dei assistência que meu marido necessitava.

─ Foi Harry que disse isso a você? ─ Encontrei seu olhar, não era de pena, nem julgador era de uma mãe sofrendo juntamente com seu filho.

─ Não precisou. ─ Sequei minha mão me sentando em frente à mulher.

─ Amor, não se culpe, quem errou foi ele. ─ Afirmou.

─ O que acaba comigo é meu marido ter me traído. Mamãe, eu o amava tanto. Olha o que construímos juntos! Ele jogou tudo fora. Ele não pensou nem nos nossos filhos... Eu disse que iria criar Eron. Ele é tão lindo mãe, parece muito com Harry. ─ Falei tudo de uma vez. ─ Eu vou criá-lo junto de meus filhos ele vai ser meu filho mesmo que não tenha nascido de mim, mas não quero nada com Harry. ─ Disse raivoso. ─ A única coisa que eu queria era respeito não para mim, mas por meus filhos. O que me preocupa mais é o que as pessoas irão fazer com meu filhote, não quero que ele sofra.

─ Sua atitude foi linda, todavia, você ainda o ama. Um casamento é feitos por duas partes, nunca se culpe, não sabemos o que levou seu marido a fazer isso e nenhuma desculpa irá mudar, não ficarei brava se você algum dia o perdoar.

─ Não sei se tenho essa coragem...

─ Você tem Lou, você é muito corajoso em criar um filho que não é seu. ─ Seus olhos azuis brilhavam, Dona Jay falava mansamente. ─ O seu amor por Harry é tão forte... Por isso dói tanto, machuca porque mesmo que o erro cometido por ele é inaceitável, você ainda o ama e sua razão está lutando contra o seu coração. ─ Ela me abraçou. ─ Não se preocupe bebê, o tempo irá resolver tudo. ─ Depositou um beijo casto em minha testa.

─ Eu disse a ele que não iria pedir o divórcio, mas não iremos mais viver como maridos. Eu pensei nas crianças. Eu cresci com meu pai e quero que elas tenham a mesma convivência não só com ele, mas com o irmão. ─ Eu não sei se o amo. ─ Fitei o chão.

─ Você ama, acredita em mim. ─ Neguei, pois eu não queria. ─ Entretanto, tome cuidado para que não se torne tóxico. ─ Aconselhou. ─ Cuide mais de você, amor próprio nunca é demais, sim?

─ Sim mamãe, amo-te! ─ Abracei-a fortemente.

Eu sei que mesmo depois de tudo eu ainda amo meu marido, mas não posso amar por dois e não irei me prestar a esse papel. Tenho meus filhos e são para eles que eu viverei ainda mais.


Notas Finais


1° Gato ou cachorro?

2° Calor ou frio?

3° Três  musicas Larry.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...