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História The fucking love - Tomarry - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Capítulo nove


Por poucos segundos eu achei que tinha visto dementadores, mas parece que só foi efeito do sono, nada mais.

Eu não sabia se o sonho realmente poderia mudar a minha vida então eu não deixei aquilo ocupar minha mente, pelo menos não por muito tempo. O ruim de ter sonhos assim, que parecem ser tão realistas, é que você não consegue dizer se realmente isso pode acontecer em um sonho novamente, ou em futuro próximo. 

Me sentei na cama e comecei a encarar a janela do quarto, eu não sabia o motivo, mas a janela estava apenas com o vidro fechado. 

Isso me deixou um pouco aterrorizado porque, por mais que as coisas sejam um pouco mais calmas, ainda existe pessoas que invadem casas! Como pude me descuidar a esse nível quando a minha vida toda eu fiquei ocupado em fugir de um maluco?! Eu já deveria tomar mais cuidado naturalmente. 

Dessa vez eu não dormi naturalmente, eu me senti tonto e acabei dormindo, ou desmaiando.

Mas, pelo menos eu não tive sonhos, bom, eu não me lembro de ter um, só percebi que tinha "dormido" quando já estava acordado. Essa noite eu até que dormi bem, mesmo acordando no meio da noite. Eu me senti mais acolhido, poderoso e protegido nessa noite. 

Eu estava com a sensação de que esse dia seria bem melhor do que o de ontem, motivo? Apenas por dormir bem já me dava animação para começar o dia e ter expectativas sobre ele.

Meu bom-humor dependia demais sobre como foi minha noite, eu já tinha percebido isso à muito tempo e as vezes isso me deixava com um pé para trás quando se tratava de ir dormir tarde. Eu não gostava da ideia de sair azarando todos que eu via pela frente. 

Enfim me levantei, eu não estava com muitas forças para isso mas tinha que fazer ou nunca iria sair da cama. 

Me arrumei e desci para tomar o café da manhã, e lá estavam eles. 

Draco estava dizendo para Luna que ela não podia ficar no mundo da lua durante as refeições; Charlus estava rindo e Luna não estava dando muita atenção para o que Draco falava. 

 — Vocês estão bem?   Perguntei depois de Draco desistir de falar com Luna. 

 — Sim, esses dois só estão brigando. Mas não é nada grave igual à sua briga e a dele. Nada pelo qual devemos nos preocupar. 

 — Ah sim.

Me sentei em dos lugares na mesa e começamos a comer e a falar sobre algumas coisas aleatórias que vinham em nossas cabeças. 

 — Charlus, você já conversou com Dumbledore?   Ouço Draco perguntar e acabo por me interessar mais no assunto do que nas outras vezes. 

- Sim, eu e ele temos algum contato, as vezes ele vem aqui em casa a procura dos meus pais e quando eles não estão eu e ele conversamos um pouco.

 — Ah, entendi.

E depois dessa fala tudo ficou em pleno silêncio, eu estava pensativo até porque não sabia se Charlus continuaria a falar com Dumbledore depois que descobrimos toda a verdade por trás dele, o que ele fez foi ruim, certo? Mas por outro lado, também não podemos deixar ele longe, devemos deixar nossos inimigos sempre por perto. Pelo menos foi isso que eu ouvi em algum lugar, e mesmo que eu não o considerasse realmente um inimigo era bom tê-lo por perto.

Assim que nós acabamos o café da manhã ouvimos alguém bater na porta, como bons donos de casa, e bons curiosos, fomos atender a porta. Quem estava lá não era ninguém mais, ninguém menos do que Tom.

E só agora eu percebi que esqueci de dizer quem Tom realmente era para Luna e Draco. 

 — Harry, como dormiu?   Ele me abraçou por alguns segundos e depois se distanciou para me olhar. 

  Dormi bem, Tom. E imagino que você também. 

 — Sim, dormi melhor do que nunca!

Sorri minimamente e permiti que ele entrasse dentro da casa. 

Draco estava com um semblante confuso no rosto enquanto Charlus e Luna fingiam que nada aconteceu. 

— O que diabos vocês são?

— Por enquanto, nada. — Tom respondeu a pergunta de Draco. 

— Ah sim.. 

— Nós vamos no banco, quer ir junto? — Digo olhando para ele.

— Sim, tenho que fazer algumas coisas no beco diagonal.

— Ok, então vamos.

E assim nós aparatamos em frente a porta de Gringotes. Entramos no banco e fomos recebidos por um Goblin desconhecido.

— O que os traz aqui? — Ele pergunta com pouco enteresse.

— Viemos falar com, Ragnarok. — Disse meu irmão com o melhor sorriso que ele tinha. 

O pequeno duende apenas assentiu e fez um sinal para segui-lo antes de começar a andar, como não tínhamos o que fazer seguimos ele.

Tom tinha se separado de nós na entrada, ele apenas disse que iria comprar algumas coisas e que não demoraria a voltar.

Entramos na sala de Ragnarok e eu e Charlus nos sentamos nos bancos em frente a mesa de Ragnarok, enquanto Draco e Luna no sofá que tinha na sala.

— A que devo a visita? — Ele pergunta com um sorriso.

— Aconteceu uma coisa essa noite que eu não sei se é normal. — Ele fez sinal para eu prosseguir —Eu tive um sonho com dementadores.. — E assim começou uma explicação dos dois sonhos e sobre o que senti depois do segundo. — Eu acho que esse sonho ativou meus poderes e meu controle sobre os dementadores.

— Sua teoria estava correta — Ele confirmou minhas suspeitas.

— Isso pode ser ruim?

— E por que seria, garoto?! Você ativou seus poderes reais, deveria comemorar!

— Ah, claro.. mas eu tenho que treinar essa magia?

— Mas é claro, Testa Rachada! Ou você acha que não pode sair atacando qualquer um com dementadores quando ficar com raiva?!

— Sim, isso realmente pode acontecer. — Confirmou o Goblin. — Os Malfoy sempre inteligentes. 

— Como você--

— Não puxe-saco dos Malfoy! 

— A culpa não é minha que os Malfoy são bem mais inteligentes e racionais do que os Potter! Agora me deixe terminar! — Ralhou Ragnarok. — Obrigado pelo silêncio. — Agradeceu e limpou a garganta.

— Bem, com um poder desse tamanho, você precisará treinar em casa, o que eu acho que vocês já estavam levando em consideração, mas agora vocês precisaram de um treino com uma pessoa bem confiável. 

— Aquele tal de Tom parece ser confiável. — Sugeriu Luna. 

— Você sabe--

— Sim, eu sei quem ele é.  Só o Draco que não sabe. 

— Mas--

— Ótimo, você já tem um professor.

— Professor de que? 

— Você não aprende a bater na porta, Tom?

— Me desculpe Harry, mas eu tive que entrar rápido ou seria morto por um Goblin raivoso. 

— Falando assim até parece que você invadiu o banco. — Brincou o duende do outro lado da mesa e ao ver que Riddle ficou meio vermelho e parado quase igual a uma estátua ele arregalou os olhos.  

— Você não--

— Sim.


Notas Finais


E esse foi a capítulo de hoje!
Não sei se ficou grande ou pequeno mas eu gostei, espero que gostem também.

Me desculpem qualquer erro de ortografia ou coisa parecida.

Dêem suas sugestões nos comentários!


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