História The fury of the seas (interativa) - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Piratas
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Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


De boas gente, eu tô sentindo que está faltando alguma coisa...Me ajudem, vocês acham que são as descrições e mais detalhes?

Capítulo 10 - Cap.7 (Longe da paz)


Fanfic / Fanfiction The fury of the seas (interativa) - Capítulo 10 - Cap.7 (Longe da paz)

 -Navio inimigo à vista capitã.


Arthur falou enquanto olhava pela luneta tentando conseguir uma melhor visão de quem poderia estar a bordo da grande embarcação.


-Ataque?


Perguntou o marujo a Elizabeth vendo se a mesma gostaria de iniciar um ataque ao desconhecido pouco mais a frente. A capitã suspirou, tirando seu chapéu e passando a mão sobre seus cabelos castanhos, em seguida fez um sinal negativo com a cabeça.


-Tentaremos um acordo de paz, mande hastear a bandeira branca, vamos evitar conflitos desnecessários por agora, não é um bom momento.


Elizabeth comandou. Arthur então falou aos demais tripulantes para sinalizar que estavam em paz, com a bandeira branca ao longo do mastro. Feito isso, o navio ia se aproximando da embarcação da capitã, que percebeu que os possíveis inimigos haviam aceitado a tentativa de paz, igualmente hasteando a bandeira branca e mudando de rota para o sul.


-Isso é um excelente sinal! Eles foram embora Arthur?


Elizabeth abriu um sorriso puxando o timão do navio para a direção que queria, por sorte, havia cruzado com piratas diplomáticos.


-Sim senhora. Porém, consegui ver que se tratava do capitão Dominic, foi por isso que não fomos atacados.


Arthur respondeu ainda espiando pela luneta. O capitão citado pelo marujo, era um dos amigos da tripulação de Elizabeth, assim como tinham inimigos, também podiam fazer parcerias entre si que lhe permitiam mais vantagens em algumas circunstâncias. A mulher concordou com a cabeça, ainda com sorriso que se alargou em seu rosto ao já poder ver, o reino de Galla à sua frente.


-Terra à vista marujos!


Gritou Elizabeth recebendo gritos de alegria de sua tripulação eufórica. A viagem havia passado tão rapidamente que nem sequer percebeu que estava tão próxima assim de seu destino. Viagens agradáveis costumam passar assim, rapidamente.


-E então Arthur? Alguma sugestão?


Perguntou a pirata ainda com os olhos visando a porção de terra a sua frente.


-Creio que um descanso faria bem a todos, imagino que também deve estar cansada. Devemos ter um bom sossego pelo fim da noite, e amanhã vamos em busca do nosso objetivo.


Elizabeth sinceramente já esperava essa resposta de Arthur, e concordava plenamente com isso, afinal realmente estava um pouco cansada, uma noite de sono faria bem a ela e todos os seus marujos. Se tudo corresse perfeitamente conforme o planejado, depois de amanhã já estariam de saída em busca de outro novo tesouro.


                              *


Arthur estava debruçado sobre um mapa, nada em especial, somente observando o local de Galla. Seus companheiros de tripulação, haviam simplesmente sumido, era bastante provável que estariam no bordel que ficava ali perto. Em sua companhia, só restaram as 4 moças da tripulação e a querida capitã.


-Você nos disse para descansar, mas faz o contrário! Deixe esse mapa aí, vá com os outros homens, se divirta um pouco!


Arthur ouviu a voz de Elizabeth da porta.


-A senhora sabe que eu sou mais reservado, odeio gritos e músicas altas.


Respondeu o marujo ainda observando o mapa amarelado. A capitã aproximou-se colocando a mão sobre o ombro do amigo, e falou em seguida:


-Você vai ter que um dia superar isso! Você não pode passar a sua vida inteira no navio, há vida e pessoas interessantes lá fora!


Elizabeth falou, por vezes Arthur percebia características maternas na mulher que sempre estava disposta a dar bons conselhos, entretanto o pirata ainda sentia dificuldades em segui-los. O marujo suspirou e voltou sua atenção a capitã.


-Quem sabe um dia...Por agora, estou mais importado com o nosso objetivo de amanhã.


Arthur desviou de assunto fazendo Elizabeth rir.


-Tudo bem então! Você está certo senhor Arthur, por agora temos outras preocupações. Bom descanso!


A capitã falou dando dois tapinhas no ombro do marujo e seguindo para fora do porão, novamente deixando deixando Arthur com seus misteriosos pensamentos silenciosos.



                             ***


Roman havia voltado ao quartel por ordens do general. O comandante estava bastante preocupado com a segurança do reino, até onde parecia, os homens que havia convocado, não foram o suficiente para inibir a perseguição iminente dos piratas. Já o sargento, realmente não se importava, contanto que não o prejudicasse, estaria tranquilo até o momento contrário.


-Hey velhote!


Roman ouviu uma voz irritadiça atrás de si e virou-se apenas para ter uma katana apontada em seu pescoço.


-O que significa isso? Você está louco soldado Korrai?


Roman esbravejou tentando afastar-se da lâmina de Alexander.


-Você é uma maldita cobra peçonhenta, não pense que me engana.


A voz de Alexander saiu um pouco mais calma, mas era fato que ainda era possível identificar uma pitada de raiva nas palavras proferidas. Roman por sua vez, puxou sua rapieira de sua bainha colocando-se em posição de combate para um possível ataque do soldado. O rapaz cego, riu de canto, afastando a katana do mais velho e guardando novamente em suas costas.


-Eu não irei mata-lo agora Roman, seria burrice fazer isso...Mas quero que saiba que no seu primeiro deslize, eu vou te pegar, e não irá haver mercenários que poderão lhe salvar da forca.


Dito isso o soldado virou-se e saiu do local deixando Roman enfurecido ao citar os mercenários. Agora o sargento precisava ser mais cuidadoso do que nunca, teria que achar algum jeito de agilizar o trabalho de Derek o quanto antes. Porém agora teria outro assunto a resolver…Há um tempo atrás, o oficial teve algumas informações que poderiam vir a prejudicar-lhe. Um homem nominado Nestor, um antigo oficial da marinha, estava causando certo desconforto a Roman, ao tentar sutilmente, chantageá-lo, alegando que sabia dos negócios escusos do sargento. Por vez, o homem estava farto de tais ameaças e decidiu que iria fazer uma breve visita a esse senhor ainda hoje.


                              *


-Ora! Roman, vejo que pensou em minha proposta, para vir até minha humilde casa pessoalmente!


Nestor falou abrindo espaço para que o sargento pudesse entrar na casa. Era claro o tom de deboche e ironia usado pelo oficial da marinha, e isso irritou o sargento que não estava em seu melhor humor. Roman entrou com um punhal escondido em um dos seus pulsos, e assim que a porta foi fechada pelo homem, o oficial falou:


-Sinto muito, não negocio com chantageadores de quinta categoria.


Ao terminar sua frase, Roman estocou o pequeno punhal na barriga de Nestor que foi pego desprevenido com a ação repentina.


-Tenha uma boa viagem para o inferno.


O sargento puxou de volta o punhal e guardou em seu bolso, enquanto o homem à sua frente sangrava até cair de joelhos cuspindo um pouco de sangue acumulado em sua boca. Roman verificou se ninguém havia o visto e seguiu para fora da casa apressado. Agora seria um problema a menos para resolver, teve de sujar suas mãos com o maldito porco, porém foi por um bom motivo, e que isso sirva de lição, para os próximos que tentem o chantagear novamente. Chantagem não era algo que realmente incomodava Roman, os estúpidos realmente achavam que iriam o intimidar, mas falhavam inutilmente. Não era primeiro que o oficial teria que eliminar, e também, era provável que não seria o último.


-Um a menos…


Murmurou o senhor enquanto pegava um lenço e limpava sua mão que continha respingos de sangue, e em seguida o jogou no chão voltando ao seu caminho, como se nada tivesse acontecido.


                           ***


Alexander após o desentendimento nada amistoso com Roman, resolveu se voluntariar a ir com alguns soldados em busca do navio destruído de Tarsis. Seria bom sair um pouco, outro motivo era que ele realmente estava preocupado com Annelise e Alexa, o problema é que chegariam lá por volta da manhã, um tempo que poderia ser bastante preciso quando se trata de sobreviventes, mesmo não tendo certeza se havia algum. Porém uma ideia cruzou a mente do soldado, um pensamento não muito agradável ao pensar quem poderia ser o autor do ataque, isso elevou suas preocupações ainda mais. Alexander não era uma pessoa que se abalava facilmente, o mundo poderia estar desmoronando à sua volta e ele continuaria sossegado, porém se suas suspeitas estivessem certas, seria uma possível complicação a mais.


Porém não havia o que fazer no momento, teria de esperar. Então, para passar o tempo, Alex pegou um pano que costumava limpar a lâmina de sua katana e começou a lustrá-la até que estivesse devidamente limpa. Checou seu fio que estava com um corte perfeito, afinal não era possível saber quando iria necessitar usá-la.


                             ***


Annelise estava claramente incomodada com a situação, seus pulsos estavam doloridos por conta das cordas fortemente amarradas. O porão úmido do navio, balançava vagarosamente com a proporção da onda. A loira agora estava sozinha, somente com a companhia da ruiva que estava chorosa. De fato, Liz sabia que o estado Alexa era por conta dos outros cinco companheiros foram tirados dali um a um, e depois disso, no convés do navio, podia-se ouvir gritos de dor e risadas. Era provável que agora, os companheiros de farda estavam mortos, e as próximas, seriam elas.


-Alexa se acalme!


Annelise tentou tranquilizar a amiga, mas ao ver sua expressão viu que isso não seria uma tarefa nenhum pouco fácil.


-Liz a gente vai morrer…


Alexa respondeu tristemente, porém teve sua atenção pega para onde ouviu um barulho na porta do porão, indicando que alguém estava a caminho. As moças trocaram olhares rápidos antes de ouvir um rangido na porta de madeira e ver o capitão do navio com as roupas ensanguentadas e uma machadinha em sua mão esquerda.


-Senhoritas! Espero que estejam gostando da estadia em meu humilde navio com belas acomodações!


Riu irônico Leon com a situação. Annelise mantinha a postura firma, não desviou o olhar do homem à sua frente, em uma clara afronta, porém isso só fez Leon rir ainda mais.


-Essa expressão não me assusta.


Leon comentou se aproximando de Annelise que ainda estava firme, mas parou ao ouvir a voz feminina ao lado esquerdo.


-Hey feioso! Deixa ela em paz!


Imediatamente a expressão do capitão que estava tranquila, mudou para uma extremamente irritada. Virou-se para a ruiva caminhando apressadamente até ela, que se encolheu, por instinto de proteção.


-Você maldita, está na minha lista negra! Irei cortar sua língua para deixar de ser atrevida!


Dito isso, Leon segurou os cabelos vermelhos da jovem, deixando seu machado de lado, pegou uma pequena adaga.


-Foi um mal entendido senhor! Você não é feio e…


Alexa tentou explicar-se nervosa na tentativa de salvar-se. Porém com o desespero, às risadas nervosas apareceram com a gagueira, levando Leon a acreditar que se tratava de um deboche.


-CALE A MALDITA BOCA!


O capitão cortou a frase de Alexa dando-lhe um forte tapa em seu rosto.


-Seu covarde! Solte-me daqui e eu irei mata-lo!


Annelise falou com raiva, a fim de tentar afastar o homem de sua amiga, e o que recebeu em resposta, foi uma risada estranha e cínica por parte do mesmo.


-Faremos um acordo então...me diga onde são feitas as vendas dos rubis de seu reino, e eu não farei nada a vocês e as deixo partir, caso contrário, quem vai sofrer será sua amiguinha aqui.


Leon respondeu a loira que pareceu pensativa e preocupada ao mesmo tempo. Alexa balançava a cabeça negativamente para Liz, dizendo-lhe silenciosamente para não contar nada.

Passou-se um minuto, e não houve respostas, o pirata suspirou irritado, estava perdendo o seu precioso tempo. Sabia que se infligir dor a ruiva que parecia mais fraca e “palerma”, poderia conseguir respostas por parte da loira. Sem muita paciência, o capitão puxou uma das mãos de Alexa para fora das amarras, onde rapidamente torceu seu punho no sentido contrário até ouvir um “clark”.


-Aiiiiii meu ossinho!


A ruiva reclamou bastante chorosa ao ter seu pulso quebrado. Anneliese estava aflita, não poderia deixar isso acontecer, porém estava tão desesperada em pensar que poderia prejudicar seu reino. Em pânico em pensar na possível dor que a amiga estava sentido com seu pulso agora torto, resolveu dar uma informação falsa.


-Tudo bem! Eu digo! As vendas são feitas na ponte perto do riacho!


Leon voltou sua atenção para a loira com uma das sobrancelha arqueada em divertimento.


-Obrigado pela informação. Foi um prazer negociar com vocês!


O pirata riu novamente acertando um “peteleco” na testa de Alexa, e começou a fazer seu caminho de volta a porta.


-Onde vai?! Você disse que iria nos soltar!!


Annelise gritou irritada. Leon parou na porta rindo, olhando por cima de seu ombro.


-Como posso ter certeza que não está mentindo? Eu irei conferir, se você não mentiu eu às solto, mas se você pensou em me enganar, irei desmembrar sua amiga na sua frente e depois farei o mesmo com você.


Annelise esbravejou alto falando alguns palavrões ao homem que a ignorou. Agora sim a situação iria se complicar quando ele descobrisse que ela mentiu.


-Você está bem Alexa?


Perguntou a loira vendo a ruiva forçar um sorriso simpático na tentativa de acalmá-la.


-Estou! Só meu pulso que está um pouco esfarelado e tortinho!


Alexa falou rindo, desta vez divertida mais ainda com dor e magoada. Liz sorriu de lado, mas sabia que a situação futura seria difícil, a menos que alguém as viesse resgatar...Ter entrado naquele navio, com certeza foi uma das piores decisões de sua vida.


                            ***


-Capitão? Conseguiu algo?


Louis perguntou enquanto via Leon com uma expressão agradável em seu rosto.


-Acho que sim. Tenho uma localização, mas pode ser um blefe, vamos conferir primeiro se é verdadeiro e depois podemos matar as duas. Esperaremos até amanhã.


Leon respondeu a Louis. As horas haviam se passado rápido, a noite havia caído e eles já haviam chegado até a taberna na beira do mar. A grande maioria dos tripulantes estava gritando em alegria, iriam novamente se aventurar em uma bebedeira que na manhã seguinte, iriam lhe causar uma boa dor de cabeça.


“Hey feioso! Estamos com fome!!!”


Louis ouviu uma voz feminina do porão e não conteve uma risada, vendo Leon a sua frente bufar irritado. Estava claro que o capitão estava quase em fúria, e nesta situação, a loira nunca tinha visto alguém com audácia o suficiente para chamar o pirata de “feioso”, isso soou engraçado para a loira.


-São nossas prisioneiras? Bastante educadas por sinal.


Perguntou a loira ainda rindo e Leon acenou com a cabeça indo em direção a saída do navio acompanhado de Louis. A pirata agora iria procurar pelos novos tripulantes, entretanto preferiu ficar junto a seus companheiros para não correr riscos desnecessários. Mesmo se tratando de uma área “afastada”, normalmente frequentada pelos marujos, não era possível saber se haviam patrulheiros por ali, por segurança era melhor ficarem reunidos. Para Louis até era mais fácil realmente achar pessoas que tivessem interessadas a juntar-se a eles, mercenários eram uma boa opção e também um excelente negócio para os mesmos.


                             *


Louis já havia conseguido quatro homens, estava certa, a taberna estava recheada de mercenários que desejavam uma melhor proposta de trabalho, se assim podia se dizer. Leon, estava bebendo como sempre, rodeado de mulheres, algo bem normal se tratando do capitão, na verdade dos piratas em geral.


-A bela moça deseja uma companhia muito agradável está noite? Estou ao seu dispor!


A loira ouviu uma voz sedutora atrás de si, não estava muito afim de receber galanteios por hoje, tinha coisas mais importantes para fazer. Então suspirou e virou-se para ver nada menos que um antigo amigo de anos atrás.


-Derek?! Você ainda permanece vivo!


Louis brincou abraçando o mercenário.


-Não sei porque me tomas! É claro que permaneço vivo!


O loiro falou do seu jeito estabanado como sempre. Derek já pertenceu a alguns anos atrás a tripulação de Leon, inclusive, o mercenário era um dos seus grandes ajudantes, porém depois de um tempo tomou outros rumos e novos negócios fora dos mares.


-Diga, está interessado em voltar a nossa equipe? Estamos a procura de novos marujos. Você seria bem vindo, de certo que o capitão também iria gostar.


Louis sugeriu. Derek fez uma careta olhando os antigos companheiros e voltando a atenção para a loira.


-Não momento... não acho que Leon está em seu melhor estado para reconhecer alguém.


Derek retrucou gargalhando vendo o capitão tropeçando entre as mesas e ser ajudado por um marujo a sentar-se em uma cadeira.


-Não está sóbrio no momento.


Louis riu de canto e iniciou outra conversa.


-Mas então, já tem muitos filhos?


A pirata brincou rindo, sabia perfeitamente que o mercenário era um galanteador mulherengo que não perdia oportunidade de estar atrás de um rabo de saia. Derek por vez, estava com um copo cheio de rum em sua mão, tomou um longo gole e limpou sua boca com as costas da mão.


-Se eu tenho, eu não conheço, por enquanto não há crianças atrás de mim me chamando de “papai”.


Novamente o loiro gargalhou fazendo Louis rir.


-Irão permanecer por aqui?


O mercenário indagou e a marujo acenou positivamente com a cabeça.


-Mais alguns dias, temos que conferir algo amanhã, se estiver tudo ok, partiremos ao anoitecer.


A moça respondeu tomando um pouco de sua bebida doce e afastando uma mecha dourada de seu rosto.


-E o que seria?


Perguntou Derek.


-Uma remeça de rubis...minha proposta está de pé, se quiser retornar a tripulação, esteja amanhã de manhã no navio, está atracado a alguns metros a frente. Será recompensado.


Dito isso, a moça seguiu seu caminho a procura de mais interessados, seria bom ter alguém a mais de confiança na tripulação.


Derek permaneceu pensativo, talvez fosse uma boa ideia juntar-se novamente a tripulação, mesmo que fosse temporariamente para relembrar os velhos tempos com seus antigos amigos. O loiro então voltou a levar a caneca até sua boca, estava começando a sentir-se tonto com a bebida, porém os inúmeros “tragos” que já tomou, o fizeram ficar resistente ao álcool em seu sangue. Porém, tirou a proposta de sua cabeça momentaneamente a sacudindo, e depois voltou ao seu objetivo principal de hoje a noite, que se resumia a mais bebidas e belas acompanhantes durante toda a madrugada até o amanhecer.


(Pergunta a Derek no final do capítulo!)


Questionário do capítulo:

Derek:

Deseja se juntar temporariamente ao capitão?

1)Sim

2) Não



Notas Finais


O que irá acontecer com nossos personagens?!


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