História The fury of the seas (interativa) - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Piratas
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Palavras 3.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aiii nossos personagens são tão lindos 😍❤
Lembrando que uma vaga masculina foi aberta, o criador poderá optar entre soldado, pirata ou mercenário.

Capítulo 7 - Cap.5 (Corsários)


Fanfic / Fanfiction The fury of the seas (interativa) - Capítulo 7 - Cap.5 (Corsários)

A grande bebedeira foi forte, Leon acordou com uma lacinante, dor de cabeça. Estava deitado em um lugar duro, não custou a perceber que estava no chão de seu navio, no porão mais especificamente. Sentando-se lentamente, ainda com a mão sobre sua dolorida cabeça, o capitão olhou pela janela da embarcação, notando que o dia já havia amanhecido, o Sol ainda estava tímido, deveria ser ainda de manhã certamente. O pirata levantou-se rapidamente, ignorando suas dores, e saiu do local onde estava, indo para o convés do navio. Alguns homens estavam por ali, ajeitando as velas e bandeira, e outros faziam a limpeza. Chegando a borda do navio, Leon olhou para o horizonte do mar, algo estranho chamou sua atenção...Bem ao longe, uma embarcação estava indo ao norte, parecia seguir outra rota. A curiosidade do capitão foi desperta e rapidamente puxou a luneta de seu bolso a fim de ter uma melhor visão do navio. A bandeira quase que similar ao dos piratas, mostrava que se tratavam de corsários.


Leon tinha um ódio profundo desses lacaios que eram financiados pelo governo para causar prejuízos a navios de nações inimigas, isso incluía os piratas. Ver a embarcação não era um bom sinal, era provável que o rei tivesse lhes chamado para um ataque aos saqueadores. O capitão rangeu os dentes em desgostos, rindo de lado, nada melhor que alguns novos brinquedos para poder desossar depois de uma decepção, poderia aliviar sua raiva e frustração.


-Levantar velas! Ao norte!


O capitão ordenou aos seus homens.


-Louis está no navio?


Perguntou o desossador a um dos seus homens, o mesmo respondeu negativamente, afirmando que a mesma tinha saído a poucos minutos atrás em busca da localização do navio de Elizabeth que o próprio capitão a ordenou. Leon amaldiçoou baixinho, ordenando ao homem que continuasse com o percurso, o pirata sabia que Louis iria demorar a chegar, pelo menos, tempo o suficiente para conseguir abater os mercenários inimigos.


-Morte aos corsários!


Gritou Leon enquanto levantava a lâmina que estava em seu coldre, este hábito que o capitão possuía, era feito sempre em um início de um conflito. Os marujos já acostumados, gritaram em resposta, claramente animados com uma nova chacina a um navio inimigo. Já fazia certo tempo que os mesmos não abatiam uma tripulação inimiga, ou até mesmo cruzarem com malditos corsários, para a alegria doentia de Leon, isso aconteceu mais cedo do que imaginava. O capitão possuía tendências sádicas, agressivas, cruéis e também alguém traços de loucura, obviamente jamais alguém que lhe disse isso, permaneceu vivo, porém sua tripulação tinha grande respeito pelo mesmo, não somente medo. Era inegável que ao lado de Leon, conquistaram riquezas que poderiam os sustentar com uma vida luxuosa e confortável pelo resto de suas vidas, entretanto, a grande paixão pelos mares, os fazia continuar a conquistar cada vez mais.


Não seriam simples idiotas contratados pelo rei que o derrubariam, morte para aqueles que oussasem se atravessar no caminho do “Desossador”.


                            ***


Louis trajava uma roupa discreta, obrigou-se a colocar um vestido tradicionalmente longo e simples, como mais uma das camponesas que estavam pelo belo Reino de Tarsis. A loira por onde passava podia ouvir cochichos das pessoas comentando sobre o acontecimento de ontem, estavam claramente incomodados com a presença dos piratas por ali, obviamente, os moradores não gostariam de viver sob uma forte ameaça dos mercenários dos mares. Incrivelmente, a pirata não se espantou ao saber, por meio dos burburinhos da feira, que o rei havia contratado corsários para ir em busca dos navios. Realmente, ter a ajuda de piratas que trabalham para o governo e ainda seu exército da marinha, tornaria um pouco mais difícil o acesso deles até onde realmente queriam, entretanto, a loira era astuta o suficiente para conseguir colocar algum plano futuro em prática.


Louis seguiu caminhando, saído do centro movimentado de Tarsis, onde era dominado pela plebe comerciante, e começou a se encaminhar para a parte mais próximo do mar, onde desembarcavam navios de comércios externos. A pirata sabia que o reino tinha uma riqueza incomparável, além das riquezas naturais, também possuía acesso direto ao mar, no qual podia fazer negócios diretos além de transportes de cargas livremente. A moça pensava enquanto olhava a sua volta, já estava perto do porto, nem notou que já havia chegado em seu destino. A marujo então começou a olhar os grandes navios de madeiras, pelo lado esquerdo, havia uma intensa movimentação de pessoas, algumas descarregando os navios, outras vendendo alguns artesanatos quaisqueres. Aquele, era o terceiro e último acesso ao mar, o primeiro, era completamente vazio, justamente onde o navio do capitão Leon estava atracado, logo, Elizabeth não estaria lá. O segundo acesso, onde Louis estava neste exato momento, estava ocupado pelos moradores de Tarsis, não precisava ser um gênio, para definir que a rival deveria estar com seu navio no último acesso, no qual era o mais afastado de todos, além de ainda mais deserto do que o primeiro.


A pirata loira riu em vitória, voltaria com boas notícias para o capitão.


-Moça? A senhorita não deveria estar aqui, este acesso é restrito para os comerciantes e desembarques de carga.


Louis se surpreendeu com uma voz atrás de si, porém não demonstrou. Era um tom calmo masculino, não parecia autoritário, somente um alerta. Então a loira virou-se para o homem, que estava com um uniforme azulado com alguns detalhes amarelos, cores de Tarsis, não demorou para perceber, que se tratava de um dos soldados.


-Me desculpe senhor, eu estava a com minha mãe que vende artesanatos por aqui, já estava de saída.


Louis forçou uma voz educada. Agora notava as características do homem, parecia que já havia o visto de alguém lugar, porém não lembrava-se de onde. O soldado era cego, possuía cabelos bem aparados e castanhos e tinha um semblante despreocupado em seu rosto.


-Tudo bem senhorita.


Respondeu o homem dando espaço para que Louis pudesse passar para finalmente ir embora. A pirata agradeceu e prosseguiu, apesar do pequeno “susto”, agora teria de voltar a sua tripulação.


                          ***


Alexander seguiu o caminho, havia sido encarregado de fazer uma patrulha perto do porto, e alertar qualquer tipo de aproximação de navio desconhecidos. No entanto, estava sendo muito tedioso, já havia feito umas três voltas em todo o local, e nada de novo acontecia. Podia-se apenas ouvir os gritos dos tripulantes, dos comerciantes e claro, a correria dos descarregadores que iam de um navio para o outro sem descanso. Porém, se seu pensamento estava em outro lugar, mais especificamente em Roman. Estranhamente, o maldito sargento, havia ido negociar com os corsários a pedido do rei, que gostaria de reforçar a segurança de seu povo a novos ataques dos piratas, mas, não havia retornado até então... a questão era simples, ou ele tinha ficado por lá, ou estava fazendo alguns negócios escassos. A primeira hipótese estava fora de cogitação, Roman odiava corsários, agora, a segunda opção, era bastante pautável. Nada tirava da cabeça do soldado que foi o sargento que causou uma breve rebelião no local onde ficavam os presos a algum tempo, revelando que se tratava alguém dúbio.


A situação havia ocorrido a alguns meses atrás, no qual houve uma rebelião onde os mais perigosos presos ficavam. (Apesar de raro ocorrer situações muito agressivas no reino, quando dissesse: perigosos presos, normalmente faziam jus a esse nome, eram poucos, mas que realmente eram bastante temidos pelo povo). Lá esses bandidos, renderam o conselheiro do rei, que havia ido fazer uma averiguação que ocorria em certo período, para garantir a segurança, entretanto o que chamou a atenção de Alexander, foi que os criminosos, sabiam exatamente sobre o conselheiro. Agora a pergunta, de que forma eles tiveram a informação de que o homem estaria ali se estavam exclusos? Até então, nada de provas concretas, mas o desfecho desta história se tornou algo embaraçoso para Alex, que nada mais foi de que Roman, conseguir salvar o conselheiro, e novamente prender os fugitivos, somente com a ajuda de mais três soldados que simplesmente sumiram.


No mínimo estranho por assim dizer. Alexander já havia notado que Roman era um homem que seria capaz de tudo para manter um certo status, e o soldado certamente não foi o único a perceber isso. Hoje mais cedo, quando o general repassou o trabalho de cada um dos soldados, Alex havia tido uma breve conversa com duas de suas colegas, Alexa e Annelise, onde ambas as moça disseram que não gostam das atitudes do sargento. A soldado loira deixava isso claro, apesar de reservada, deixou expressar sua raiva pelo homem, que ontem mesmo havia a ameaçado.


Alexander suspirou espreguiçando-se ainda pensando, seu trabalho hoje estava fatídico, deveria fazer algo para lhe entreter, ou até mesmo algo mais útil.  Olhando para o lado, pode ver um navio do exército de Tarsis que iria partir para um breve ronda pelas redondezas do reino, retornariam pelo anoitecer. Então, o homem tinha duas opções, bisbilhotar a vida do sargento arrogante, ou embarcar no navio…


(PERGUNTA NO FINAL DO CAPÍTULO!)


                           ***


Elizabeth, havia refletido por algumas boas horas, pensou que talvez não devesse arriscar a vida de seus marujos por conta da mina, talvez fosse melhor seguir em busca de outros tesouros. Seria como um tiro no pé dar outra investida contra o reino, as tropas de Tarsis estavam intensas agora. No momento, a capitão estava em uma taberna próxima, olhava atentamente um mapa levemente gasto por conta da maresia, porém ainda era bastante visível. Como era dia, ainda pela manhã, o movimento estava bem calmo no local, na verdade estava vazio, melhor assim pensava Elizabeth, pelo menos poderia ter um pouco de paz.


-O que acha de irmos até Galla e talvez depois retornamos capitã? Certamente até nossa volta, estará mais amenos a segurança por aqui.


A voz séria de Arthur foi ouvida. O mesmo estava sentado na cadeira com os pés sobre a mesa, braços cruzados sobre o peito, e um semblante misterioso como sempre.


-Era exatamente o que estava planejando. Não devo arriscar perder mais homens em algo que por agora já está perdido, vamos seguir para o Reino de Galla. Claro, está bem longe de ser comprado as riquezas daqui, mas conseguimos uma boa fortuna por lá.


Elizabeth respondeu ainda olhando o mapa, traçando as melhores rotas para chegar rápido ao lugar. Entretanto, havia outro problema ainda pior… após o ataque, o rei havia ordenado que fossem feitas patrulhas constantes pelos mares próximos do reino, para impedir que mais piratas se aproximassem. Como sabem, seria um pouco complicado em conseguir passar pela fronteira que estava fortemente protegida.


-Teremos que achar uma solução para conseguir furar esse maldito cerco!


A capitã murmurou entre dentes.


-Temos uma saída, ao leste, há uma outra saída para o mar, podemos tentar passar por lá. Já ouvi dizer que não há muita movimentação de oficiais.


Arthur respondeu levantando-se e apontando o local no mapa.


-Não temos muitas alternativas por enquanto, está é uma das mais viáveis. Não podemos enfrentar o exército deles logo agora, seria suicídio certo, até onde sei, o rei contratou corsários também. Ou seja, estamos em clara desvantagens…


Arthur explicou calmo, sua voz em um tom profundo, demonstrava um pouco de preocupação apesar de sério. Elizabeth suspirou, enquanto acenava com a cabeça positivamente.


-Estás certo Arthur. Não temos muitas alternativas, vamos reunir a tripulação, carregar o navio e seguir para o leste sem demoras. Quero partir no tempo máximo de amanhã de noite, não podemos ficar muito por aqui.


A capitã falou enquanto enrolava o mapa novamente e guardava em seu cinto em seu quadril. Arthur balançou a cabeça, entrando em outro assunto.


-Capitã, também tive informações que tiveram alguns oficiais por aqui, logo ao amanhecer de hoje. Porém eles pareciam ser do tipo de milícia até onde me contaram.


Arthur falou. Como ele sabia disso? Simples, as crianças mais pobres que viviam por ali, normalmente faziam um trabalho de “espionagem” para quem quer que fosse, caso fossem pagos, o pirata foi astuto em “contratar” uma delas.


-Mas como pode? Este lugar é pouquíssimo habitado!


A mulher voltou-se para Arthur, que seguiu explicando.


-Eu imagino que tenham sido um desses poucos habitantes que tenha informado nossa localização, por isso sugiro que partimos daqui o mais rápido possível.


O marujo falou, novamente com seu tom sombrio. Elizabeth bufou em desgosto ajeitando seu chapéu em sua cabeça enquanto seguia para fora da taberna junto com alguns membros da tripulação.


-Sabemos o nome deste oficial?


A mulher perguntou.


-Sargento Roman.


Ao ouvir a resposta de Arthur, a moça rangeu os dentes transformando suas mãos em punhos fechados.


-Aquele maldito novamente!


A capitã conhecia o homem, já havia atrapalhado alguns de seus negócios no passado, entre eles, uns que a levaram a ser presa e quase morta, conseguindo escapar por muito pouco. Porém, até onde se lembra, ele não atuava como um sargento neste reino.


-Foi exatamente por isso que me referi a ele como uma milícia. Estive pensando um pouco, e cheguei a conclusão que ele tem uma espécie de “trabalho duplo”, pode trabalha aqui a serviço do rei, e também como um líder mercenário em ocasiões oportunas.


A sugestão de Arthur estava mais do que certa, o pirata deduziu isso sem muito esforço, no entanto se surpreendeu ao saber que ninguém havia desconfiado do homem, talvez fosse muito cuidadoso, ou os próprios oficiais de Tarsis fossem muito displicentes ao não notar que havia um traidor entre eles.


-Precisamos então redobrar o cuidado até saírmos daqui…


Comentou a capitã. Porém Arthur tinha sido mais rápido.


-Por enquanto estamos seguros, pedi para nosso informante que dissesse que havíamos partido hoje pela manhã.


Elizabeth abriu um sorriso radiante.


-Esse é meu garoto!


A mulher riu continuando a caminhar.


-Porém não sabemos quando eles podem estar aqui de novo, não devemos abusar do tempo capitã.


Arthur deu um último alerta.


                             ***


Roman estava com uma roupa escura, para não ser reconhecido, caminhava apressado pelos pequenos becos das construções mais humildes em meio ao centro. O sargento havia tentado descobrir algo sobre os piratas, sabia perfeitamente que ambos deveriam ainda estar por perto, como um bom oficial, não poderia deixar os mercenários escaparem. Porém, isso era algo pessoal, o mesmo não havia informado aos demais que iria em uma busca informal pelos bárbaros dos mares, era seu dia de folga hoje, perfeito para seguir com alguns de seus planos.


Entretanto era notável que o mesmo estava bastante preocupado com os enxeridos de alguns de seus subordinados, como o idiota de Alexander e a arrogante Annelise. Roman teria de dar um jeito de fechar a boca de ambos, eles estavam causando um desconforto no sargento, pois sabia que os dois eram bastante espertos e perceptivos, não poderia se dar ao luxo de deixar que eles interfiram em seus negócios. Alexa a “irritante”, apesar de ser bastante atrevida, não representava perigo a ele, pois parecia muito avoada para perceber algo, além de apenas ser uma “criança idiota”.


-Sargento! Bom dia!


Roman parou ao ouvir a voz da ruiva que havia acabado de xingar em seu pensamento.


-Eu não estou com tempo Alexa Huldz, não estou em serviço hoje, ache outro para “atazanar”.


Respondeu o homem sem se virar, apenas seguiu, porém ouviu os passos da moça o seguirem.


-Estás fugindo de algo senhor? Estava fazendo algo que não devia?


A voz da jovem foi bastante infantil com uma pitada de sarcasmo. Roman bufou virando-se para a ruiva com uma clara expressão irritada em seu rosto.


-Ouça bem, irei falar apenas uma vez, não se intrometa em minha vida, ou será pior pra você.


A ameaça foi feroz, o homem não estava com paciência para insinuações.


-Uia! O vovô ficou irritado! Sei que você é do mau!


Roman se enfureceu com aquilo e rapidamente a segurou pelo braço com força.


-Você está presa por desacato a autoridade!


Entretanto a ruiva riu e mostrou a língua, se soltando de Roman e lhe acertando um chute entre suas pernas, onde “o sol não brilha”.


-Como você disse, não está de trabalho hoje!


A ruiva riu infantilmente enquanto correu pelo lado contrário do sargento. Mas não demorou a perceber o que havia feito.


-EU VOU MORRER! ESTOU MUITO FERRADA!


A jovem comentou a si mesma sabendo perfeitamente que havia despertado a fúria do homem. Alexa, porém tropeçou em algo, e foi ao chão, junto com o que, ou melhor, a pessoa que havia esbarrado.


-Você não olha por onde anda imbecil!


Uma voz irritada, feminina e já conhecida, foi ouvida por parte da pessoa atingida.


-Liz! Que bom que te achei! Quero me despedir de você por ser uma boa amiga, mesmo eu te conhecendo ontem, já te considero muito!


Annelise ficou confusa ao ver que a pessoa que a derrubou foi Alexa, ainda mais pela sua fala rápida que saiu sem pausa, não deixando a mesma entender o que havia sido dito fora de contexto.


-Não entendi?! O que foi que você fez? Despedida do que?


A loira perguntou enquanto levantava-se e ajudava a ruiva a se erguer.


-Acho que Roman vai me matar...ele acabou me ameaçando agora pouco e eu dei um chute nele…


Annelise ouviu a companheira dizer nervosa enquanto mexia nas madeixas vermelhas do seu cabelo, e depois de três segundos, começou a rir.


-Eu perdi isso? Uma verdadeira pena, queria ter visto o rosto de Roman!


A moça loira riu. Alexa por um lado preocupada, acabou por rir também.


-Ele fez uma cara de dor.


Retrucou a ruiva. Liz fez uma expressão falsa de espanto, depois riu novamente com a soldado.


Annelise, por mais que fosse alguém reservada e de poucas palavras, conseguiu se afeiçoar a Alexa rapidamente, já a tinha uma irmã. Entretanto, era extremamente raro, isso acontecer, contando que a loira de olhos azuis claros, possuía uma desconfiança muito elevada de qualquer pessoa. Mas também tinha uma coisa consigo que permitia que não se enganasse com alguém, além de detectar mentiras, mas a companheira de farda não parecia alguém dúbio, pelo contrário, tinha uma inocência quase que inofensiva.


Liz, estava fazendo sua última ronda do dia, havia trabalhado toda a manhã, e seu descanso chegava em menos de quinze minutos. Porém, estava tão atônita com o acontecimento de ontem, que queria trabalhar um pouco mais, a moça gostava de estar em ação, estar com o fardamento de Tarsis era uma honra para a jovem que tinha determinação de sobra. Gostaria de estar de guarda no porto, mas o general decidiu que seria melhor a moça ficar, sabia que por lá, as coisas deveriam estar mais agitadas, talvez até pudesse capturar algum pirata.


-Mas então, me diga, achou algum dos piratas?


Perguntou a ruiva sardenta.


-Como se por aqui tivesse algum pirata...Eles devem estar circulando pelo porto...eu queria estar lá…


Annelise inflou as bochechas. Porém teve uma ideia.


-Seu turno acaba daqui a quinze minutos coreto? O meu também, então, o que acha de irmos até lá e conferir de perto? Não estamos a trabalho!


Sugeriu a loira esbanjando um sorriso curto porém claramente animado em seu rosto delicado. Alexa pensou e respondeu...


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✴Questionário do capítulo para os personagens:

(Pensem bem, desta vez todas as perguntas, principalmente a de Alexander, irão interferir diretamente com outros personagens! Voltei com umas ideias boas pra fic!)


Alexander:

✴Ficar no porto e embarcar junto com o exército da marinha, ou ir atrás de Roman?

1)Ficar no porto

2) Ir investigar Roman


Arthur e Elizabeth:

✴Partir ainda hoje do porto de Tarsis, ou esperar até amanhã ao entardecer?

1) Partir hoje

2) Amanhã ao entardecer


Alexa:

✴Deseja ir com Annelise ao porto?

1)Sim

2) Não



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