História The Future - Interativa - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi pessoal estou aqui para mostrar a minha escrita e da uma ideia de como são os personagens, já que apenas uma pequena descrição não deixa muito claro as coisas.
Qualquer erro me avisem pois não revisei o prólogo.

Só um aviso da leitura para lhe ajudar

°°° significa um quebra tempo grande e também troca de vista de personagem.

₢₢₢ passou um tempo, mas não muito grande sendo algo de poucas horas e ainda no mesmo ponto de vista da personagem.


Deixarei alguns avisos no final, então dão uma olhadinha

Boa leitura ♥️

Capítulo 2 - O Prólogo


Fanfic / Fanfiction The Future - Interativa - Capítulo 2 - O Prólogo

Barulhos dos grandes estrondos do mar com as rochas litorâneas podia ser ouvidos com mais intensidade, onde Emile estava. Ela estava sentada sobre aquelas rochas com apenas uma cesta ao seu lado, que havia mini-sanduíches e duas garrafas com suco de laranja.

Ela estava com seus olhos fechados e sentindo o vento frio bater em seu rosto e deixando ela sentir um fresco, e lembrando do sal. Emile abre os olhos quando ouve passos aproximando de si, quando ela vira seu rosto naquela direção ver uma pessoa muito bem conhecida, deixando que ela desse um pequeno sorriso.

_ Está atrasado.- falou ela voltando fechar seus olhos e virar seu rosto em direção do má.

_ Não posso fazer muita coisa, já que a sua escola tem bastante normas para os professores.- falou ele com uma voz calma se aproximando da loira.

_ Mas o expediente acabou a um tempo.- falou ela se virando para ele.- Então, você já deveria está livre mesmos com as normas dos professores. O que estava fazendo?

_ Emy você conhece os outros professores, e muitos acham que tenho um tratamento especial por sermos amigos de infância.- falou ele suspirando e bagunçando um pouco dos seus cabelos pretos carvões.

_ Não acredito que tenham alguém com esses pensamentos.- falou ela suspirando.- Me desculpa por isso Alê, sabe que não gostaria que isso acontece-se.

_ Não precisa se preocupar, muitos já perceberam que sou uma pessoa bem profissional.- falou ele com um sorriso e logo voltou sua atenção pegando alguns sanduíches.- O que está te preocupando?- falou ele tomando um gole em seu suco.

_ O que te faz pensar nisso?- falou ela com um sorriso.

_ Mini-sanduíches.- respondeu ele mostrando mini-sanduíche que estava em sua mão direita.

Emile suspirou e voltou a olhar no mar. Ela tinha que admitir seu amigo mais próximo e de infância a conhecia muito bem, até para saber sobre suas pequenas manias.

_ Eu conseguir. A Onu autorizou a criação de uma sala especializada na educação dos futuros heróis na minha instituição.- falou ela com um sorriso preocupado.

_ Está com medo de não der certo?- perguntou ele já sabendo a provável resposta que sua amiga dirá, mas queria arrumar um tempo mesmo que nulo e ter algo para consolar ela, ou a distrair.

_ Estou!- Admitiu ela que agora olhava para um vazio se perdendo em seus sentimentos e pensamentos.- Não sei se dará certo em vários motivos, sendo o primeiro na repercussão que terá. Sabe que para se tornar herói, os jovens que moram na América Latina devem estudar e procurar várias forma de ir para escolas ou instituições pelo mundo, sendo as duas mais famosas no Japão e nos Estados Unidos, sendo os outros dois locais no Canadá e no continente Europeu.

Alejandro você sabe como eu acho isso frustrante, pois a famosa União das Nações sempre favorece os locais onde economicamente se tem maior destaque mundial, deixando assim muitos outros países a mercê da própria sorte, já que muitas vezes ou melhor sempre a polícia não dar conta. 

Os alunos que consegue ir para um desses locais, acabam se formando e se tornando heróis, mas o problema que mais de noventa por cento desses jovens, não voltam para cá. Talvez seja que lá eles vem mais oportunidades ou melhor vida, porque ao voltarem terão muito trabalho para poder tirar essas grandes ondas de crime e com isso, preferem uma vida mais pacífica por assim dizer.


O moreno colocou a mão sobre os ombros de sua amiga, que apenas colocou sua mão na de Alejandro e tirou de seus ombros. Alejandro entendeu que aquela na era melhor hora para mostrar seu apoio ou qualquer outra coisa, pois ela queria aliviar de alguma forma aqueles sentimentos.

_ Sabe outra coisa que não nos ajudou a ter conquistado um sistema de ensino para heróis aqui? É porque desde muito antes dessa história de individualidade existir neste mundo, esse ‘continente’ sofreu. Sempre America Latina veio sofrer algum desprezo, sendo uma colônia as metrópoles sempre tirava tudo que se podia. Mesmo depois das revoluções que se teve por quase todo continente, onde muitos se tornaram um país ainda foram desprezados.

O grande Estados Unidos ajudar ter esses sentimentos de desprezo até hoje em minha opinião, afinal eles não têm interesse no que não é parte da cultura deles e desprezam do mesmo jeito, mas eles desprezam com mais sombra de dúvida é os países ao sul de seu território. Como eles dizem mesmo? Ah é, eles são América!

Sabe se eles são o grande continente americano, então podemos falar que América Latina é outro continente, pois não quero mais ver esse desprezo.


Emile suspirou um pouco mais pesado e levantou sua cabeça para o céu e viu ele praticamente limpo, com apenas algumas nuvens sobre aquele azul. Ela levou sua mão até seus olhos e limpou as lágrimas que tinham começado a escorrer sobre sua pele.

_ Como você sabe, foi por isso que eguir essa instituição praticamente do zero e dei mais prioridade aos alunos latinos terem mais chance de entrar, mas é claro que com passar dos anos alguns estrangeiros reconheceram a escola e começaram a tentar passar no teste escrito, e devo admitir que mais do que eu esperava mostrou ser ótimos alunos.- falou ela com um sorriso lembrando dos rosto. Ela logo voltou a situação de confessar o que acha disso tudo e voltou a falar.- Agora que conseguir a permissão de ter uma classe para heróis, que poderiam ser reconhecido como verdadeiros profissionais sem ter que ser taxados de vigilantes e sofrerem preconceitos por causa disso. Alê, eu acredito que encontrei a pessoa ideal para poder guiar esses alunos a se tornar grandes heróis não só aqui, mas pelo o mundo inteiro. Eu acredito que a melhor pessoa para tomar esse cargo seja você!

Emile mantém um sorriso amigável para seu amigo esperando sua resposta, que estava demorando um pouco já que ele havia petrificado quando ouviu aquela proposta. Alejandro não acreditava no que ouvia, ele não se sentia muito capaz de comandar uma turma de heróis, pelo simples fato de tudo que os garotos fossem fazer iria recair sobre ele, e a maior possibilidade era negativa, mesmo que o atos delas fossem justo e até mesmo dentro da lei.

Alejandro vendo que não podia deixar Emile esperando, ele arranhou sua garganta dando um som de “Ahram!”; Logo depois ele olhou para o céu mostrando a ela que ele estava refletindo sobre a resposta que iria dar a ela. O professor ao olhar para o seu viu alguns flamingos voando na direção de suas costas, e logo depois um pena rosa se soltou e começou a descer de forma lenta na direção do mar, mas com ajuda do vento acabou indo na direção dos dois.

Alejandro pegou a pena e falou:

_ Sabe os flamingos simbolizam o início da luz e assim como eles, eu pretendo ser a luz desses novos heróis.- falou ele com um sorriso médio, mas em relação o moreno era um grande sorriso.

_ Você será uma grande luz.- falou ela.


°°°


Transylvania, Romania

7:10 da manhã - 15/08/2020


Uma jovem garota de longos cabelos pretos que relembravam a um azul escuro tentava poder tomar seu café da manhã com tranquilidade, mas estava sendo impedida pelos os seus pais. Sapphire estava realmente tentando se acostumar com tudo aquilo, mesmo aquela situação estivesse durando tempo demais.

Cansada da discussão de seus pais em pleno início da manhã, ela bebeu todo o seu suco de caju e se levantou de sua cadeira deixando um prato ainda com comida. Ela não gostava de deixar sua comida no prato, mas naquele momento ela queria um pouco de sossego e foi em direção de seu quarto. 

Quando a mesma entrou e foi até a gaiola ao lado de sua cama. Na gaiola havia um pequeno ser com a coloração branca em sua delicada penugem de seus pelos, o pequeno ser era um morcego vampiro albino, o único amigo de Sapphire e a mesma o amava.

_ Bom dia, Arth.- falou ela com um sorriso, enquanto abria a gaiola.

O pequeno morcego abriu seus olhos, mostrando a coloração vermelha de suas íris e logo ele abriu suas asas para ir em direção da garota. Ele pousou em seus dedos da mão direita e logo recebeu um carinho dela.

Art olhou para sua dona e logo em seguida deu uma perfurada em sua pele, fazendo assim o sangue escorrer e ele começar a beber. A garota não se importava com aquilo, afinal toda manhã ela o alimentava com seu próprio sangue nos últimos sete anos.

_ Sabe Art, hoje acabei não tomando o café da manhã direito.- falou ela meio triste e com isso, o jovem morcego parou de ingerir o sangue da mesma, deixando ela surpresa, pois ele não tinha ingerido a quantidade de sangue que costuma beber normalmente. Ela deu um sorriso.- Você vai deixar de se alimentar por causa disso?

O pequeno morcego moveu a sua cabeça em forma de concordância, fazendo assim a Sapphire deixar algumas lágrimas escorrem sobre a sua pele branca. Ela fez um carrinho em Art e mesmo recebeu com muito afeto.

_ Sempre preocupado comigo, não é meu garotinho.- falou ela com um sorriso e se lembrando de quando se encontrou com ele.- Sabe eu gostaria de poder te levar comigo para escola e poder fazer companhia comigo, mas infelizmente você precisa dormir, além que eles não gostam de animais que não sejam os famosos cães e gatos.

Art abriu suas asas e começou a voar em direção do rosto da mesma, e logo colocou sua cabeça sobre a testa de sua amiga. Depois daquele gesto, Art foi em direção de sua gaiola como sempre. Sapphire deu um sorriso e pegou um pano que iria bloquear a luz solar e não atrapalhar seu pequeno amigo.


₢₢₢


Sapphire se encontrava em sua sala de aula sentada em sua carteira, que ficava no canto e fundo da sala, deixando assim ela isolada, mas a mesma não ligava para aquilo e até gostava disso, pois podia ficar a sós com seus pensamentos.

Naquele momento era um dos intervalos para troca dos professores, e a mesma estava com seus fones de ouvido escutando Bethoven - Fur Elise ao piano, sendo uma de suas músicas favoritas e ajudava a mesma relaxar. Mas ela veio ser interrompida ao sentir alguém tocando sobre seu ombro, fazendo ela tira um de seu fone e acabando por ela olhar com uma cara de poucos amigos.

_ Em que posso ajudar?- perguntou ela com um tão nervoso, que não era para menos, já que odeia quando interrompe seu momento a música clássica.

_ Entre você e sorrir, eu te escolhi… Porque sem você eu não conseguiria sorrir.- falou o garoto com um grande sorriso de lado, que para ele estava sexy.

Sapphire ao ouvir aquilo começou analisar o garoto ao seu lado. O mesmo era alto e mostrava ter um corpo atlético, tinha cabelos castanhos avermelhados com olhos azuis royal. A jovem reparou também que atrás do mesmo havia um pequeno grupo de pessoas, sendo o masculino e um outro com meninas que mostravam um olhar nada agradável para Sapphire.

_ É… Mas então por que está sorrindo agora?- perguntou ela com sorriso convencido sem olhar para ele enquanto tirava o outro fone.- Você não acabou de dizer que não consegue sorrir sem mim?

Naquele momento ela estava de frente para ele e podia ver a cara confusa do mesmo, além da surpresa dele. Ela colocou suas mão sobre suas pernas, que agora estava uma em cima da outra, deixando ela com um ar um pouco mais princesa e qualquer coisa derivado.

_ Hã!...- tentou ele argumentar, mas não tinham palavras naquele momento.

_ Não consegue nem argumentar ou se auto-defender com uma frase que veio a dizer a mim? Como então pode gostar de mim a esse ponto? Sabe para mim você no momento não passa de um perdedor que está tentando se mostrar para os seus amigos e possivelmente fazer ciúmes nas garotas atrás de você.- falou ela com olhar afiado, fazendo o garoto dar um passo para trás.- Um garoto que gosta de aparece e que está afim de brincar com os sentimentos das garotas não passa de lixo para mim!

Todos na sala ficaram quietos com aquelas palavras, afinal mesmo acostumados com aquilo as palavras que ela usava sempre os pegavam de surpresa não importa como. O garoto trincou os dentes com raiva daquilo, e se aproximou da garota em tom ameaçador.

_ Não seja arrogante!- gritou.- Você não sabe o seu lugar!- gritou apontando para ela em um tom ameaçador.

Sapphire se levantou da cadeira e olhou para ele com expressão tranquila, mas com um olhar duro e assustador.

_ E você sabe onde é o seu lugar? Eu sou Sapphire Stern filha de Damian Stern e da Vanellope Martins Stern. E você quem é?- perguntou ela com seu tom autoritário e um olhar frio, além de nem deixar ele responder.- Nada, então não venha com essa de eu não saber o meu lugar. Para mim mostrar é que você não sabe é seu lugar.

Ao falar aquilo Sapphire se virou e sentou na cadeira para depois pegar um de seus fones e colocar em seu ouvido direito, assim ignorando o garoto que estava petrificado com as palavras da mesma.

Quando o garoto percebeu a situação, ele trincou os dentes e deixou a raiva tomar conta do seu corpo e com isso sua individualidade sendo ativada. Seu poder eram brasas sendo criadas em volta de si, como uma aura que poderia deixar ele assustador, principalmente com sua expressão.

_ Não venha com essa de arrogante para mim!- gritou ele, ganhando novamente atenção da mesma, que era nada de uma expressão calma, mas com suas sobrancelhas franzidas de raiva pelo o garoto interromper sua paz.- Você é uma mestiça. Você nem é uma nativa romeno mesma, já que sua mãe é uma vagabunda brasileira que usou seu corpo para conquistar o idiota do seu pai!

Aquilo realmente havia deixado a garota com uma quase incontrolável ódio e raiva, mas o pingo de consciência lembrava ela que a mesma não poderia usar seus poderes. Ela trincou os seus dentes, enquanto a sua mão esquerda que estava apertando com força a pele de sua perna.

_ Senhor Kedn quem você pensa que é para insultar a família de Sapphire?- falou uma voz feminina entrando na sala e ganhando atenção de todos na sala. Sendo a dona da voz a professora daquele horário.- Além ter esse comportamento deplorável na minha sala de aula sendo uma vergonha para você mesmo e sua família, você teve a insolência de usar seus poderes, sendo algo extremamente proibido sem alguma autorização. Eu sinceramente espero que esteja pronto para as devidas consequência.- terminou ela com um olhar duro sobre ele.

_ Você é apenas uma fantoche, que está ajudando essa bosta de mestiça, por causa da influência de sua família! Se não fos-

_ Ela não fez isso por causa minha família.- interrompeu Sapphire.- Ela fez isso por causa dela ser nossa professora, mas você não consegue ver isso demonstra como pode ser ignorante. Além disso, desde que entrei nessa escola deixei bem claro que não precisava me tratar de forma diferente por causa da minha família e todos os funcionários sempre respeitaram isso. Mas se você… não se vocês acreditam que sou beneficiada por causa da minha família eu irei mostrar que estão errados.- falou ela se levantando e guardando suas coisas em sua mochila e depois olhando para a professora.- Sinto muito professora, mas não me sinto bem para continuar nessa e nas próximas aulas. Então eu irei me retirar.



°°°


Montevidéu, Uruguai 

19: 30 horas - 21/08/2015


Um jovem garoto de cabelos grisalhos na altura de seu rosto lembrando a um cacho de bananas, pelo o volume da quantidade de fios lisos que ele tinha, dava a ele uma aparência angelical por está sobre a luz da lua, enquanto estava em cima de uma árvore e olhava pela a cidade iluminada pela atração de um grande parque que estava na cidade.

Ele já estava alguns minutos ali observando toda aquela movimentação, era bem lindo e acolhedor de tão calmo que era. Ethan tinha que admitir, aquele lugar era o melhor para por seus pensamentos no lugar, ou pelo menos ter seu próprio momento, mas aquele momento veio a ser quebrado quando ouviu um barulho de algo subindo na árvore.

Ethan olhou para o lado e viu a jovem que deixava seus dias mais alegres e mais divertidos desde a morte de sua família e restar apenas ela para lhe fazer companhia. A jovem tinha cabelos curtos repicados na coloração ruiva semelhante a uma abóbora, que não tinha muito destaque pela a noite, mas seus olhos esverdeados sim ganhava uma bela de atenção.

_ Não me diga que já deu a hora de recolher do orfanato?- perguntou Ethan.- Não acredito que perdido a comida. Puxa! Justo hoje que queira experimentar seu primeiro prato.- falou ele com um tom brincalhão e um sorriso aberto.

_ Não só perdeu, que Zac comeu toda a sua parte.- falou ela entrando na onda de brincadeira.

Os dois se olharam fixamente e logo não aguentaram e começaram a rir até que Ethan sem nenhum aviso prévio pegou a garota de seis anos e a puxou para um abraço.

_ Você sempre me tratando como criança.- falou ela em um tom ofendido.

_ Mas você gostaria que eu te trata-se de outra forma?- perguntou ele afastando um pouco ela para que possa ver o seu rosto.

_ Nem um pouco.- falou ela com um sorriso e um olhar inocente e alegre, que poderia iluminar o mundo naquele momento.- Sabe que gosto disso, irmão.- falou ela antes de abraçar ele novamente.- Quando você me trata assim, me faz lembrar um pouco dos momentos com nossos pais.

Ethan abraçou a sua irmã com um pouco mais de força dessa vez, pois ainda era recente a perde de seus pais, afinal já iria fazer um ano no dia vinte e quatro de agosto.

_ É…- falou ele com um pouco de tristeza, mas logo afastou aqueles sentimentos.

O jovem garoto segurou a garota com um pouco mais de força, fazendo ela assustar e pedindo a Deus que não fosse o que ela estava esperando, mas infelizmente era. Ethan vendo que estava segurando ela com muita força acabou por pular com ela da árvore.

Erica logo usou sua força para se afastar o mais rápido de seu irmão e posou com maestria e viu que seu irmão estava bem, além que estava gargalhando naquele momento.

_ Você que me matar?- perguntou ela, logo após o empurrar.

_ Não, apenas fazendo a gente nos divertir.- falou ele se ajeitando na grama.- Como foi a breve sensação de voar? Dessa vez consegui fazer ter a sensação de voar como o Peter Pan faz com aquela garota?

 _ Wendy! O nome dela é Wendy.- falou Erica revirando seus olhos, mas logo pondo um sorriso.- Mas sim, dessa vez você conseguiu me dar um pouco da sensação.- terminou  ela saltitando, mas acabou ela nesse processo escorregar.

_ Erica!- gritou Ethan se aproximando da garota e analisando se ela tinha se machucado.

Por sorte a pequena ruiva havia apenas ralado os joelhos, deixando o seu irmão mais velho mais aliviado e pondo ele para usar seus poderes e curando a garota.

_ Irmão, você deveria ser um herói e ajudar as pessoas como você faz comigo.- falou ela novamente tocando no mesmo assunto, já que era o seu sonho ver seu irmão como um herói de verdade e não apenas pela a sua admiração.

_ Eri sabe que aqui não tem curso de heróis, só em outros países. Além que não temos condições para que eu possa cursar. E também não gostaria de te deixar sozinha no orfanato.- falou ajudando ela a se levantar.

_ Mas se algum dia ter essa possibilidade me prometa que irá tentar entrar!- Ethan mostrou uma expressão de está pensando sobre aquilo e antes que ele concluísse, Erica acrescentou.- Como meu presente de aniversário adiantado. Então prometa!

_ Eric irá querer que esse seja seu presente em seu aniversário de amanhã?- ela concordou e mesmo sorriso.- Está bem. Se surgir uma oportunidade para que eu possa ser um herói e ainda sendo perto o suficiente para que eu possa está com você, eu irei fazer meu melhor para entrar.

_ Obrigada e já tenho um nome de herói para você.- falou ela animada.

_ Qual seria então? 

_ Never.

_ Never? Séria nunca em inglês. Mas por que desse nome, Eri?

_  Porque nunca diga nunca.- falou ela com um sorriso.- E acho que acrescentar algo fica um pouco ridículo.

_ Que tal Neverman? Afinal, só never também ficaria ridículo.- falou ele com um sorriso.

_ Não acho. Eu adorei.- falou ela com um grande sorriso e Ethan abriu um possivelmente maior por ver sua querida irmã tão alegre.


Notas Finais


Oi de novo gente, então o que acharam do prólogo?
Espero que ajudem na hora de fazer as relações com esses personagens.

Bem, gostaria de avisar que meus personagens estão disponíveis menos a Emile, além que já me pediram o Ethan para reservar.
Ethan mesmo já ter sido, caso alguém se interesse pode reservar também, já que as fichas são aceitas por qualidade e caso as duas pessoas sejam aceitas, aquela que reservou primeiro irá ter ele como par.
Mais uma coisa sobre o par, caso escolha você escolhe o par, poderia me falar quem é ele caso já tenham alva noção. Lembrando que caso queira o personagem do colega como par, perguntem a ele se ele quer e depois logo me avisem.

Algo importante eu já marquei a data para entrega sendo no dia 29 de fevereiro, sendo assim mais de um mês para desenvolver a ficha.
Os resultados serão assim que eu puder organizar um doc, mostrando um pouco sobre cada um.
Então seram 14 personagens a entrar na instituição, sendo dois meu, então apenas 12 vagas. Sinto muito não ser mais, mas acredito que se eu por mais algum personagem não conseguirei desenvolvimento a história e todos bem.
Outra coisa que gostaria de avisar é que, aqueles que tem mais de uma individualidade fiquem bem atentos, pois estou pensando entre os 12 apenas 4 ou menos aceitos.
Acho que isso é tudo por enquanto, qualquer coisa irei avisar vocês todos.

Bem até a próxima ^_^


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