História The Game of Life - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Jogo, Realidade, Sobrevivencia, tabuleiro, Vida, Vocaloid
Visualizações 14
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yo! Sim eu sei... Onde eu estive? Então~ Várias coisas conteceram, e eu não sei nem se eu vou ficar ativa ._.
Que tipo de coisas? Ammm;; Meu computador... Ele tipo... Parou de funcionar?
E como vcs sabem, o spirit mobile é MUITO bugado, então eu meio que não vou usar ele ;-;
Talvez eu entre algumas vezes... Outras não... ,_,
Vamo pro capítulo logo né, fodase eu;

Capítulo 2 - A Sengunda e a Terceira vida.


— Então, jogue os dados.

 

 

 

Hide andava na calçada, com sua família grande. Sua esposa linda, seus filhos alegres e pulando as riscas da calçada, com algum jogo mental posto em ação, e seu outro filho, na barriga de sua amada. O mesmo caminhava de mãos dadas com eles, enquanto procurava algo bom para se fazer no meio da multidão, na feira onde estava. A filha menor logo correu para uma barraca específica, apontando e fazendo barulhos felizes, segurando seu algodão-doce sabor morango na mão. A esposa de Hide troca olhares com o mesmo, sorrindo, enquanto Hide retribui, andando em direção a barraca que sua filha escolheu. O pai de família indo em direção a barraca, olha em direção ao tema, logo percebendo que era algum tipo de sorteio com bolas. As bolas cujo a cor fossem brancas, seria nulo; As azuis, seriam um prêmio mínimo, como uma pelúcia ou um brinde qualquer; As bolas verdes, seriam iguais as azuis, mas o seriam seria cupons de alimentos ou atrações, como dois sorvetes grátis, ou 50% de desconto em tiro ao alvo; e o prêmio mais esperado de se ganhar, o maior e mais cobiçado, a bola dourada. Ela te garante uma chance de ter uma viajem de jato privado, para qualquer lugar que o ganhador quiser. Hide se interessou pela chance, logo dando a taxa da inscrição, esperando o homem sortear sua bola. 

— Aqui. Minha jogada da sorte. — Disse Hide para o sorteador sentado no banco, que deu um sorriso de volta a Hide. Sua esposa Becca olhava para a mão do sorteador girando as bolas coloridas dentro do globo de plástico transparente, girando e girando, até o mesmo parar de girar o globo, tirando uma bola que caia do globo. A família toda se surpreendeu. Não sabiam que iriam ganhar algo tão inesperado. A bola dourada que o sorteador segurava em uma mão era o centro das atenções das pessoas que passavam, e em sua outra mão, tocava um pequeno sino, alertando o ganhador do prêmio. 

Algum tempo depois a família grande e alegre andava até o jatinho com suas bagagens em mãos. Chegando no mesmo, a família subiu a escada lentamente, degrau por degrau, logo entrando pela porta, admirando o interior daquele lugar onde nu nunca estiveram. Becca logo sentou no banco depois de explorar mais ali, e Hide pois seus filhos do lado de Becca, dando um beijo na testa de cada um, logo indo para seu lugar. Botou o cinto de segurança, e quando o jato ja estava esquentando seus motores para decolar, os filhos de Hide começaram a cantar sua musica preferida, Becca começou a cantar junto, então Hide se juntou. 

Tudo estava as mil maravilhas. Mas como qualquer felicidade, não durara para sempre. Com o jato já nas alturas, a família sossegada estavam se divertindo, cantando, brincando, desenhando, aprendendo. Até que o jato começou  a fazer movimentos bruscos, enquanto Becca segurava nos cantos da cadeira, para não ser jogada para o lado violentamente. Hide não sabia o que fazer, só botava seus filhos rapidamente em seus bancos, e apertava seus cintos como se sua própria vida dependesse daquilo. E não estava errado. Seus filhos eram como seu coração. Se perdesse um deles, faltaria uma parte, vazia ali dentro. O mesmo tentando não se desequilibrar com os movimentos bruscos feito pelo jato, conseguiu chegar a cabine do piloto, onde perguntou desesperadamente o que estava acontecendo.

— Ocorreu um mal funcionamento na asa direita. — Hide não sabia o que fazer, mas não prestou atenção ao resto da frase do co-piloto naquela hora. Ele e o piloto estavam ocupados demais para isso, ocupados para aquilo, mas prestando atenção em outra coisa. — Parece que vamos ter que fazer um pouso imediato, volte ao seu lug— E antes que a frase pudesse terminar, Hide derrubou uma lágrima de seu olho esquerdo, enquanto tudo a sua volta parecia parar no tempo, dando para fazer seus últimos pensamentos naquela hora. 

É isso? Assim que tudo vai acabar? 

Eu não pude salvar ninguém no final... É isso que sentem quando dizem que viram a vida passar pelos seus olhos?

Hah.... Eu não pude ao menos ver o nascimento do meu filho. 

 

 

 

— Kaboom! Colisão com uma montanha?

— Não enche. 

— Hohoh, você deve ser a reencarnação do deus do azar.

— Sai dessa! Você deve estar roubando de alguma forma.

— ...

— ...? Espera, você que embaralhou as ultimas duas partidas... Não me diga que você realmente ta roubando..!

— Eu? Euzinho aqui? Pfft... Talvez só um pouquinho... 

— Arrrgh! Sinceramente! Me dê as cartas! Dessa vez, eu embaralho... 

— Affu.... Que os jogos comecem...

 

 

 

— Sai daí muleque porra louca! — Disse o homem conhecido como veneno. Não tinha nenhum amigo pela sua personalidade forte, e seu temperamento ruim. Todas as pessoas que chegavam perto dele, saiam machucadas. Se não fosse machucadas emocionalmente, sairiam machucadas fisicamente. O menino que estava jogando bola perto do homem, saiu correndo quando escutou usa voz. Ninguém ousava ficar em seu caminho, com medo do que poderia fazer. Havia rumores que o mesmo estava relacionado com gangsters, traficantes, até mesmo com a máfia, se aproveitava de menininhas inocêntes, que acabou com mais de 1000 homens que entraram em seu caminho, até o mais exagerado dos rumores possíveis. O homem temido por todos, além de ser reconhecido como perigoso, era conhecido como alvo de pessoas ruins e maldosas. Sua língua afiada e seu jeito sádico afastava pessoas, e aproximava outras. Até que enfim, um dia qualquer na vida desse homem temido, algo interferiu em sua rotina. O mesmo foi acertado por uma bala. no meio da multidão que abria espaço para o mesmo passar, seu corpo, perfurado, caiu no chão, enquanto os olhares das pessoas atravessavam o corpo no caminho. Essa era mais uma das naturezas estranhas e curiosas dos humanos; ninguém ali estava triste pelo homem. Mesmo que se sentiam mal por ver um corpo morto, estavam aliviados que foi aquele cara. E assim, mais uma vida se passou.

 

 

 

 Ahahahahaha! Foi isso? Ahahahaha... Eu to sem ar... huff.. Ahahahahahaha eu esqueci como se respira...!

— Aaaaah como assim! Personagens com temperamento forte nunca perdem!

— Não quando VOCÊ rouba. Afinal sem suas cartas na manga você é o ruim aqui, não?

— ... Ta ta ta ta. Mas eu não vou deixar assim. Mais uma vez, essa foi só uma falta de sorte...! 

— Hah... Então, que os dados rolem!


Notas Finais


Yooooo de novo. As pessoas estão me perguntando quando Fukase vai aparecer, então... Beeeeem~
Eu estou decidindo, mas ele provavelmente vai ser a décima segunda vida. Ou a terceira... Meeh, veremos.
Pra que tanta vida? Quero fazer algo bom. Eu literalmente vou tentar fazer essas vidas passarem o mais rápido que eu conseguir, mas eu não garanto tanto assim... Eu vou tentar fazer como nesse capítulo, vidas se passando em um único só.
Achoi que ficou grande... Welp, desculpa perder seu tempo assim, a maioria só vai chegar nessa parte do texto porquê, mesmo se achou cansativo e sem nenhuma coisa interessante, a curiosidade não deixa parar de ler :v ( eu sofro isso toda hora )

AAH, e quem pensou no Jailson Mendes quando eu escrevi "pai de família", congratuleixo mai lirou frendi, você ta muito na internet esses tempo ( diz a pessoa que pensou escrevendo ._. )

Agora é sério parei
Bye dudes ;u;


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