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História The General and the Princess (Jung Hoseok-ABO) - Capítulo 5


Escrita por: e YoongiPan


Notas do Autor


Estou de volta com mais um cap hehehe
Espero que gostem.

Capítulo 5 - Capitulo Cinco;


Fanfic / Fanfiction The General and the Princess (Jung Hoseok-ABO) - Capítulo 5 - Capitulo Cinco;

Após adentrar sua casa, colou sua esposa sobre a cama, que deveria ser do casal.

— Ajude-a com as vestes, prepararei uma água quente para o banho de tua majestade. — o alfa ditou em um tom sério, afastou-se em seguida.

Mesmo com o corpo trêmulo, deleitou-se com o heroísmo do alfa, Nyang continuou olhando para o cômodo a qual o alfa adentrou, um fio de esperança abrigou seu coração delicado.

— Ele até salvou-me, devo a ele minha vida. — sussurrou em suspiro profundo, ainda cheia de incertezas.

— Estou grata para com o general, mas outra coisa estar a falar alto em minha cabeça. — olhou para a princesa, enquanto a ajudava com as vestes molhadas. — O vento não soprou nada em sua mente, Nyang? Como o general sabia de nossa ida ao rio? Não estou há reclamar, contrário a isto, só estou pensando alto.

— Acalma-te, os campos de treino e as tendas dos homens são próximos ao rio, tenho certeza de que ele estava a treinar e ouviu teus gritos. — ditou entre risadas.

Já desprovida de suas vestes, caminhou para a banheira de madeira que havia em vosso banheiro, dentro da banheira já havia bastante água e percebeu o quão fria ela estava após adentrar seu pé.

 — Espere-me, estou a chegar com água quente. — Nyang assustou-se ao ver o alfa adentrar livremente o cômodo, e agir de forma natural ao vê-la desprovida de toda a sua decência.

“Ele deve menosprezar-me tanto, deve julgar minha aparência a mais ruim deste reino. Nem mesmo olha-me” a jovem princesa apossou-se de pensamentos ao perceber a falta de atenção que recebia de seu general.

— Está morna agora, entre e fique por um tempo, não deves ficar doente. Ou iram ter que levá-la ao médico real, e acabaram por descobrir que não toquei-a. — continuou a desviar seus olhos do corpo curvilíneo da mais nova, desprovida de suas vergonhas. — Precisar-te de algo, chama-me ou a tua dama. — saiu antes de qualquer pergunta sem valor vinda da outra.

Contrário a tais pensamentos da princesa, Jung Hoseok tentou seu máximo, controlou todos os seus instintos para não prender-se ao corpo da mais nova, jamais olharia para ela com pensamentos devassos, seria algo horrendo vindo de sua parte, que sempre preza pela verdade e caráter. O pouco olhar que teve sobre a pele descoberta da princesa, mostrou-lhe o quão realmente seus pensamentos estavam errados, Nyang supera a beleza de qualquer ômega, alfa ou beta de seu reino; sua pele totalmente alva, suas curvas acentuadas, seus cabelos negros, lisos chegando a cintura.

“Errai tais pensamentos, não cairei em tal tentação” Jung pensou enquanto sentava-se sobre a cama.

Sabia que esconder-se de suas obrigações era um ato quase que impossível, o rei lhe tratava como um príncipe e logo começaria a cobrar-lhes filhotinhos. Sem contar o seu cio que estava tão próximo, se não houver errado em suas contas, chegará dentro de cinco luas.

— General. — Yeo curvou-se à frente do alfa. — Desculpe-me se estou a ser impertinente, ouso-te a perguntar, como saberás de nossa ida ao rio ou sobre as alfas que haviam por perto?

— Deixarei tua curiosidade de lado por hoje, desde que vi tua lealdade para com minha esposa. — suspirou. — Estava a treinar meus guerreiros, e um cheiro extremamente doce atraiu-me, e soube nesse momento que era ela, o fator importante e curioso… — pensou um pouco se deveria realmente falar algo para a jovem de joelhos à sua frente. — Só eu estava a sentir tal perfume inebriante.

— Teu lobo interior está a desejá-la. — falou em um tom respeitoso, mas dentro de seu coração estava a explodir em tamanha felicidade.

— Tenho que ir a cidade, devo-te dar-lhe a ordem de cuidar da minha esposa? — indagou sério.

—Faço de bom grado.

— Faça-lhes algo para comer. — levantou-se e saiu.

Hoseok continuou a caminhar até chegar no pequeno vilarejo, sua casa ficava afastada das demais, então só determinava-se a ir em tal lugar quando precisar ditar algo sério ao rei ou para comprar coisas, e desta vez, foi exatamente para comprar algumas coisas.

— Estou a adentrar! — gritou ao chegar perto de uma pequena cabana.

— Entre, querido. — falou de forma delicada. — Tua esposa estará bem, desde que tome isso. — deu-lhe um vidrinho com um líquido esverdeado.

— Como sabes que era para minha esposa? — o general perguntou curioso, encarando a ruiva.

— Sabes que um bom curandeiro não revela seus truques. — sorri. — Acalma-te o coração e deixe seu ego para trás, sabes que não é assim porque queres. — curandeira continua a falar.

— Sei, e tento. Apenas conheço-a dois dias? Se contar com a viagem e todo o preparamento devo dizer cinco luas. — suspirou. — Fui criado dentre alfas sem nenhum pingo de afeto, sabes que no nosso reino não tem de tais afetos, por isso busquei tanto alguém de meu povo e…

— Seu lobo nunca aceitou a nenhuma outra. — a ruiva completou olhando-o. — Destino, estavam destinados.

— Alguém que teve tais ensinamentos desde a barriga conseguiria mudar de um para outro? Trabalhar algo tão íntimo é totalmente complexo. 

— Ajudarei se permitires. — prontificou-se. — Teu lobo aceita e quer a jovem princesa mais do que tudo, o senso de tua proteção para com ela é enorme, tanto que poderia matar e morrer sem pestanejar. — ditou sem receio algum, pois só falava a verdade. — Sei que queres ser um cavalheiro, e enquanto não existe amor prontifica-se a dormir no chão de tua sala, apenas para que ela possa estar confortável. 

— Como sabes? — Jung indagou confuso, nem mesmo ele tinha tal conhecimento sobre si próprio.

— Assim como sei que queres fortificá-la, e que todas as vezes dando bronca é para ensiná-la a se proteger de qualquer que vir a tentar algo contra ela.

— Sra. Seung, eu não me entendo. Sinto vontade de pronunciar-me e pedir para tentarmos nos entender, só que há grande impedimento sobre nós.

— Qual seria?

— Eu mesmo. 

[•••]

Duas luas passaram-se, por sorte o remédio dado por Seung foi completamente eficaz e a princesa não adoeceu. 

— Majestade! — ouviu-se a voz de um alfa, e Nyang nem precisou indagar para saber quem era, pois tinha cheiro de seu reino.

— Janyon!!! — gritou em felicidades, era o mensageiro de suas terras. — O que trouxe para mim?

— Uma carta de vosso futuro rei e seu ômega, majestade. — curvou-se e entregou-na a carta.

Nyang ficou tão feliz que não conteve o choro, deixou o mensageiro em descanso aguardando uma resposta, e correu para dentro e sentou, abrindo a carta e pondo-se a ler.

“Estamos a morrer sem tua presença. Espero notícias de tuas províncias, querida, daremos a ti uma belíssima informação, mas, só ao final de minhas palavras. Digo-te de coração, tua presença faz total falta. Espero que esteja bem e feliz, julgo-te por não ter enviado algo a mim, sinto-me traído. Agora venho a ti apenas para dar-te a notícia que terás um (a) sobrinho(a), logo nos pátios vastos deste castelo, terá um pequeno filhote a correr por todos os lados. Mande-me resposta, de coração; amo-te!”.

Sorriu em meio às lágrimas, tais palavras estavam sendo ditas pelo príncipe herdeiro Min Yoongi, mas tal escrita era de seu cunhado Park Jimin. Imaginar a cena de ambos escrevendo isso, aqueceu seu coração, pegou um pincel e um folha e pôs-se a escrever algo em retorno.

 Estou a morrer sem vossa presença, meu irmão, respondo a ti que sim, estou feliz. Saber da chegada de um herdeiro é algo gratificante, ouso dizer que já desconfiava de tal coisa, vocês estão sempre copulando. 

Sei que está não chegará tão cedo, respondam-me quando vê-la! Soube do casamento com a princesa de outras terras, julgo nosso pai por um ato tão desleal, sinto muito, não pude ir para este matrimônio, não chegaria a tempo. 

De todo o coração amo-vos.

Pôs a carta em um envelope e correu para fora de sua casa, entregando-a para o mensageiro que partiu em seguida.

— Que o amor de vós prevaleça acima de qualquer mal que os tente.


Notas Finais


Uuuuuhhhh
Hope... Hope...


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