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História The ghost - Capítulo 50


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Notas do Autor


Oi gente,
Desculpe a demora, to tendo um dia ruim por isso não consegui postar cedo mas vamos rezar para que amanhã seja melhor, caso não...vida que segue.
Espero que gostem.
Ps: desculpe não ter respondido vcs ainda, vou fazer isso agora mas é que estava sem cabeça...Muito obrigada pelos comentário, vcs não sabem como isso me ajuda.

Capítulo 50 - Encontro


-Will

--Onde exatamente você vai me levar?--pergunta Nico enquanto vamos até o carro do meu pai.

--Segredo mas prometo que vai gostar--digo.

Ele faz que sim e espera em frente a porta do passageiro.

--Me ajuda?--pede esticando os braços pra mim.

Como se eu ousasse recusar!

Sorrio já abrindo a porta e o tomo nos meus braços, ele segura nos meus ombros e eu não reclamaria de ir até o nosso encontro com ele no meu colo assim.  Mas como eu não posso ter tudo na vida, eu o acomodo no banco e ele imediatamente coloca o cinto.

--Aqui sua bolça--digo e a coloco no seu colo.

--Obrigado.

--Nico...

--Oi?

--O que o seu pai falou pra você mais cedo?--pergunto curioso.

--É melhor não saber, Solace!--diz com uma cara envergonhada.

--Ah qual é? Vai manter segredo de mim?--reclamo--Conta, vai...

Ele fica ainda mais sem jeito mas sei que vai me contar.

Ele sempre conta, não tem muito a perder comigo quando é sincero.

--Ele me disse que caso as coisas esquentem, ele colocou preservativos e um tubinho de lubrificante na minha bolça--diz baixinho--Me mandou ser responsável.

Sorrio e faço carinho no seu cabelo.

--Seu pai é muito legal--digo sincero--O meu teria uma síncope só de pensar.

Ele faz que sim meio acanhado mas lhe roubo um selhinho e ele ri ja voltando ao estado normal. Fecho a porta do carro com cuidado mas como o vidro está aberto, não aguento e lhe roubo outro.

--Solace!

--É difícil me controlar com você tão lindo assim--digo bobo.

--Super piegas, Cachinhos--diz achando graça.

Sorrio e até esqueço do suor das minhas mãos, não sei o porque de tanto nervosismo.

--Posso colocar sua cadeira no porta malas?--pergunto enquanto a dobro.

--Pode mas não é melhor no banco de trás?

Me aproximo novamente dele e seguro seu rostinho lindo na minha mão.

--Até é mas eu tenho planos pro banco de trás--digo malicioso e tenho vontade de morde-lo quando ele cora.

--Pervertido--resmunga com uma carinha engraçada.

--Sou mesmo.

Coloco sua cadeira no porta malas e vou pro banco do motorista, Nico fecha o vidro do lado dele e fico lhe admirando ainda sem colocar o cinto.

--Não vai colocar?--pergunta apontando pra ele.

--Vou mas antes...

Seguro sua nuca e o beijo.

Eu tava me segurando naquela sala.

Nico vai se derretendo conforme chupo seus lábios e não hesita em abrir a boca quando peço passagem.

Como eu amo beijar Nico Di Ângelo. Sinto seus dedos no meu cabelo e foda-se se eu demorei uma vida pra arrumar, eu amo suas mãos em mim seja onde for.

Só não é melhor que a sensação da sua língua brincando com a minha.

Me inclino mais e seguro sua cintura, eu gostaria de ser mais delicado mas ignoro isso quando ele morde meu lábio e aprofunda o beijo.

Meu namorado não é delicado, é tão pervertido quanto eu.

Vou me inclinando mais, já que ele está de cinto, ficando quase em cima dele e exploro todos os cantos da sua boca, faço carinho na sua nuca, chupo sua língua e sinto meu corpo ficar quente quando o ouço gemer baixinho.

--Porra, Nico...--sussurro sem fôlego com os lábios nos dele.

--Você me provocou agora aguenta--rebate e me beija de volta.

Rio no beijo e ele move seus lábios pra minha bochecha me dando beijinhos por todo o meu rosto me fazendo sorrir com o quentinho no peito.

--Você é muito fofo pro seu próprio bem--implico.

Sinto ele sorrir na minha pele e ele esconde o rosto no meu pescoço.

--Ah não, saia daí.

--Aqui ta tão cheiroso...

Tento conter os arrepios com o sua respiração no meu pescoço mas eu não sou tão forte assim, principalmente com seus lábios beijando minha pele em seguida.

--Assim não vamos chegar inteiros no encontro--digo com os olhos fechados.

--Deixa de ser fraco...--diz com manha.

--To tentando ser romântico.

Ele ri e tira o rosto do meu pescoço me olhando em seguida.

--Desde quando é romântico?

--Desde que eu decidi que seria.

--Ah eu quero só ver o quanto você aguenta com esse cavalheirismo todo--diz enquanto segura meu colarinho.

--Ei! Eu sempre fui um cavalheiro!

--Will, você tem uma bela mão boba.

--Que você adora!

--Sim mas isso não vem ao caso.

Sorrio e ele me puxa pra um selinho.

--Nem saímos da frente da minha casa e já to adorando--confessa todo bobo.

Lhe dou um sorriso e faço que sim.

--Mas é melhor a gente ir--digo--Se não a comida vai esfriar.

--Ta bom.

Volto pro meu posto de motorista e coloco o cinto. O Nico parece confortável e me sinto bem com isso.

--Você não tem alergia a alguma  comida tem?--sondo meio nervoso de não ter feito isso antes.

--A algumas coisas, corantes na verdade...

Puta merda!

Eu to fudido.

--Corantes?--pergunto assustado.

Nico ri e sei que está zombando de mim.

--Você precisava ver a sua cara.

--Isso não se faz, Gasparzinho.

--Claro que sim! Agora vamos que eu estou com fome.

Reviro os olhos e faço o que ele manda.

--Seu desejo é uma órdem, senhor.

--Que bom, só espero que essa obediência toda permaneça até o fim da noite--diz malicioso.

Ai cacete...

--Gasparzinho...Não me tenta...

 

--Nico

Observo Will dirigir e acho engraçado que nunca o vi assim, não sabia nem que ele tinha carteira. Geralmente ele é brincalhão quando está comigo mas agora ele ficou completamente concentrado e acho fofo a carinha que ele faz.

--Que sério--digo.

--Eu to tomando o dobro de cuidado, Gasparzinho--diz ele sem tirar os olhos do caminho--Eu não posso bater o carro com você dentro.

--Seria bom você não bater o carro de jeito nenhum--aponto.

--Ai ja é pedir demais pra mim--diz rindo.

--Quantas?

--Nesse carro nenhuma.

--Solace...

--No carro que eu tinha antes de me mudar...umas sete vezes.

Puta que pariu!

--Vou me segurar aqui nos apoios se não se incomodar--digo fazendo graça.

Ele ri mas continua concentrado na pista.

--Relaxa, pode confiar em mim. 

Ergo uma sobrancelha e só espero pra ver.

Ele dirige com calma mais um pouco e fico confuso quando ele estaciona em frente ao parque.

--Will, por que paramos aqui?

--Porque não deu tempo de fazer as reservas do restaurante chic que eu ia te levar mas eu consegui improvisar um pouco. Espera aí que eu ja busco sua cadeira--diz saindo do carro, indo até o porta mala e voltando em seguida--Aqui Gasparzinho.

Ele me ajuda a sentar nela e pega minha bolça.

--Obrigado.

--Desculpe mesmo, eu sei que não era bem o que você esperava.

--Tudo bem, o restaurante é o de menos pra mim. O que importa é você--digo sorrindo.

Ele se inclina e beija minha testa.

--Você é muito fofo, mas não se preocupe que eu tenho uma carta na manga.

Ele aponta numa direção específica e sigo empurrando minha cadeira, Will vai andando do meu lado, meio nervoso e ainda não descobri o porque, estendo uma mão pra ele que me olha meio confuso.

--Não tem como a gente andar de mãos dadas--aponta.

--Claro que tem--rebato--Eu empurro minha cadeira com uma e te seguro com a outra.

--Mas não vai ficar pesado pra você? Eu me empurrei numa cadeira no hospital e o peso do meu próprio corpo foi terrível, e olha que eu estava com os dois braços.

--Eu já to acostumado com o peso, aqui--digo e peço sua mão.

Ele me dá e anda mais devagar do meu lado, sua mão está meio fria devido ao nervoso mas eu a levo até minha boca e lhe dou um beijinho.

--Relaxa, Cachinhos...sou só eu.

--Eu sei--diz sorrindo--mas é que eu quero que você goste.

--Eu ja to gostando.

Ele fica sem jeito, o que eu acho fofinho vindo dele porque, sejamos sinceros, o Will gosta de me provocar, não esconde que gosta de sexo e muito, mas eu acho bonitinho que ele tente ser romântico e que esteja nervoso porque ainda é meio novato nisso.

--E chegamos, não é um restaurante chic mas...--diz ele com um pouco de vergonha mas dane-se. 

Esse lugar é lindo.

Will escolheu fazer um piquenique noturno embaixo de uma das árvores mais bonitas do parque, eu não sei como ele conseguiu autorização pra fazer isso mas tem lâmpadas pequenas nos galhos, iluminando o local e deixando o ambiente com um amarelinho suave em baixo mas com o verdinho dos vagalumes em cima, há algumas caixas com o que eu acredito ser nosso jantar e acho graça que ele escolheu uma toalha azul da mesma cor do seu tapete que eu odeio.

Mas isso é tão a gente que eu amo.

--É perfeito!--digo encantado--Parece cenário de filme, Will.

--Você acha?

--Sim--digo sorrindo--É lindo, obrigado por ter feito isso tudo pra gente.

Ele fica sem jeito mas faço sinal com um dedo pra ele se abaixar pra ficar da minha altura, ele faz e não hesito em puxá-lo pelo colarinho da camisa de botão e lhe dar um beijo.

--É muito melhor que um restaurante qualquer--digo com os lábios ainda colados nos dele.

 

-Will

Fico aliviado com a sua reação e de quebra, ganhei um beijo. Melhor não pode ficar!

Até pode mas vamos deixar essa parte pra depois.

--Fico feliz que gostou--digo ainda nas suas mãos--Vamos comer?

--Vamos!

Ele me da um beijinho na bochecha e empurra a cadeira de rodas até a toalha escolhida propositalmente, claro!

Ele consegue se acomodar sozinho na toalha e me sento do seu lado. Ele ta tão lindo que eu poderia ficar olhando pra ele por horas mas minha barriga roncando me impede.

--Podemos não estar no restaurante chic mas eu consegui pedir a comida de lá--digo ao abrir as caixas.

Ele fica animado e quase parece salivar só de olhar a comida que escolhi.

Convenhamos, é uma bela carne.

--Eu quero, dá pra mim--diz ele fazendo graça.

Rio e nos sirvo, tomo o cuidado de fazer um prato cheio pra ele, já que ele perdeu muito peso no hospital.

--Amo que tem comida pra um batalhão--diz ele--Mas deve ter custado uma fortuna.

--Relaxa, eu tenho grana--dou de ombros.

--Metido--diz sorrindo.

--Pelo menos eu to gastando com uma coisa boa--digo enquanto vejo sua carinha satisfeita ao provar a comida--Gostosa?

Ele mastiga de olhinhos fechados e faz que sim.

--Eu casaria com esse prato.

--Mas e eu?--acho graça.

--Seríamos um trisal. Prova essas batatas.

Abro a boca e ele leva o garfo até minha boca.

Puta. Que. Pariu...

--Trisal com certeza!

Ele ri e comemos como dois bestas felizes.

--Ainda tem espaço pra sobremesa?--pergunto como quem não quer nada.

--Quase que não mas eu arranjo um espaçinho--diz enquanto bebe Coca-cola--O que temos?

--Torta três leches--pego uma garfada e dou pra ele provar--Me diz o que acha.

Ele mastiga com uma carinha feliz e acho que nosso trisal vai virar uma orgia louca depois do gemido que ele faz.

--Valeu toda a fortuna que você gastou com essa torta.

--Sério?

--Sim, ela é perfeita. Nunca comi doce tão bom. Eu não teria pena de gastar uma pequena fortuna nela, vale cada centavo.

--E se eu disser que sai de graça pra você?--digo chegando bem pertinho do seu rosto.

--Levando em consideração que você é rico...

--Não seu tonto--beijo o cantinho doce da sua boca--Fui eu que fiz.

Ele me olha surpreso e dou um sorriso.

--Eu ficaria de joelhos mas só tenho um. Casa comigo, Solace!

Gargalho e abraço sua cintura. Ele beija meu rosto e depois de comermos um pouco mais da torta e guardar as embalagens, ficamos de preguiça deitados na toalha.

--Eu ja disse que você ta lindo?--pergunto olhando pro seu rosto deitado no meu peito.

--Já--responde com aquelas covinhas a mostra.

Faço carinho no seu cabelo, agora curto, e ele suspira satisfeito.

--Não sabia que usava maquiagem.

--É a primeira vez que uso. Queria ficar bonito pra você. Gostou?

--Você sempre é bonito pra mim, eu amo você seu rosto, com maquiagem ou sem ela

Ele ri e me aperta mais no abraço.

--Só não esperava que eu fosse ficar bonito pra mim também--confessa e gosto muito de saber isso.

Pra quem é tão inseguro, hoje foi um passo grande.

--Que bom que finalmente concorda comigo.

Ele me olha e faz que sim.

Faço carinho na sua bochecha e ele vem aos poucos se aproximando da minha minha boca.

Beijo seus lábios com calma mas parece que ele tem outros planos...Nico me beija profundo.

Sinto todo o meu corpo aquecer e quase perco o controle quando ele geme na minha boca.

Nico segura meu rosto na mão e seguro sua cintura pequena com os braços.

Não tem sensação melhor nesse mundo do que ter seu corpo pertinho do meu.

Nico respira sem fôlego mas começa a beijar meu queixo e vai descendo pra minha garganta. Fecho os olhos só aproveitando a sensação gostosa e tremo quando quando sinto seus dentes no meu pescoço.

--Nico...

--Oi--sussurra antes de chupar minha pele.

--Eu to duro pra caralho--digo com a respiração rasa enquanto ele castiga meu pescoço.

Parece que quem vai estar de maquiagem amanhã sou eu.

--Eu sei, Cachinhos.

--Está tarde mas vai que alguém veja...--ele chupa outra vez no mesmo lugar onde mordeu antes e não consigo segurar o gemido.

Porra, a minha calça ta me apertando muito.

Meu Gasparzinho não é santo mas eu achei que era só conversa antes, sabe? Parece que alguém ta com vontade também.

--Você ainda tem planos pro banco de trás do carro?--pergunta com os lábios inchados de tanto chupar minha pele.

Sorrio e ele entende na hora.

Agora é minha vez de provocar você.

 

-Nico

Will me carrega até o carro e acho graça ele tentando abrir a porta  comigo nos braços. Ele não está no estado de maior sanidade devido a ereção big entre suas pernas  mas até que pra alguém levemente impaciente, ele foi super cuidadoso comigo.

--Vou buscar sua cadeira, já volto.

Faço que sim e espero. 

Ele não é o único impaciente aqui, eu também to duro e parece que meu coração vai sair pela boca. Me arrumo contra a outra porta e acomodo minha perna no banco. Eu não sei se eu devia tirar a perna fake.

Ele volta e entra na parte de tras do carro junto comigo, liga o ar condicionado, porque ta quente, e fecha porta.

--Não se preocupa que não vamos transar pela primeira vez aqui--diz ele.

--Eu sei--digo--Mas eu quero você, vem cá.

Ele vem e quanto mais eu o beijo mas eu quero. Quando começamos a namorar, eu achei que seria um festival de amassos mas fiquei doente, o pai dele fez aquilo e precisávamos de um tempo pra se recuperar, só que é difícil pensar assim quando se tem o Will como namorado, é como se ele exalasse sexo perto de mim e tudo o que eu podia fazer é pensar nele de madrugada.

Eu lavei tanto lençól que minha mãe até estranhou.

Seguro sua cintura e ele desce a boca até meu pescoço. Gemo com a sensação e sinto sua mão subir pela minha coxa. 

--Will...

Ele me olha e sorri da forma mais maliciosa que consegue.

--Parece que você também ta duro.

Encosto minha cabeça na porta e respiro.

--Quer ajuda?--oferece e faço que sim.

Eu sei o que isso significa. Ou pelo menos sabia, ele desabotoa minha calça com um pouco de pressa e sinto uma gota de suor descer pelas minhas costas. Will segura minha eração por cima da boxer e gemo com o aperto gostoso.

--Porra, Gasparzinho...--diz excitado gemendo no meu ouvido--Posso tirar?

--Pode--sussurro.

Ele tira minha calça devagar e se atrapalha um pouco na perna falsa mas eu o ajudo a tirá-la.

--Se importa?--pergunto ja sem a perna.

--Não--ele beija meu pescoço e fico doido quando ele começa a lamber minha pele.

Ele vai tocando meu membro coberto e sua mão tem um aperto firme, puxo seu rosto com as duas mãos pro meu e o beijo. Ele abre a boca e não hesito de explorar e chupar sua língua quando posso. Me sinto mais quente e vou me movendo pra tirar minha jaqueta, fico só com a camisa e o Will faz questão de subi-la até a metade e descer sua boca pra minha pele.

Respiro pela boca e Caramba! Eu preciso...

--Will?

--Diga, Gasparzinho--responde já parando de me beijar, se sentando e ficando de frente pra mim.

--Se eu te pedir uma coisa--digo ofegante--Promete que não vai rir?

--Fala logo Nico!--diz sorrindo.

--Me chupa?

Eu to excitado demais pra morrer de vergonha agora.

Ele me olha com desejo e faz que sim.

--Achei que não fosse me pedir nunca.


Notas Finais


Obrigada por ler e até amanhã ♡♡


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