História The Ghost Of You - Capítulo 1


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Categorias Frank Iero, Gerard Way, My Chemical Romance
Visualizações 33
Palavras 2.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Welcome to the family, son!
Yaaaaaay, babies! Tudo bem com vocês? Espero que sim ♡ Não me mordam e não me belisquem por ter demorado tanto tempo para postar essa belezura para vocês. Mas, sabe como é, né? Alguns problemas de insegurança, tempo e procrastinação me atrasaram um pouco.

The Ghost of You está sendo a minha bebezinha, e eu espero, do fundo do meu coração, que vocês gostem dela tanto quanto eu. Estou me esforçando ao máximo e prometo não decepcionar vocês ♡ Quero agradecer de todo meu coração a todo mundo que me ajudou e me deu todo o apoio para estar postando. Um agradecimento especial a minha mana, @Luisapoison♡ – Vocês são incrivelmente especiais! ♡
Será uma short fic. (Digo, terão apenas de 21 - 23 capítulos)

→ Atualizarei toda semana, ou de quinze em quinze dias. (Caso tenha algum problema, irei avisar antes).
→ Será um prazer receber críticas construtivas. (Mas, lembrem-se, nada ofensivo. Por favor).
→ Desculpinhas pelos erros ortográficos, frases e/ou alguma incoerência. Sempre escapa alguma coisa dos meus olhinhos. Yaay♡
→ Para algumas passagens nos textos eu usei o – (Meia-risca).
→ Para os diálogos eu usei o — (Travessão).
Boa leitura, Psychics ♡ Amo vocês! Leiam as notas finais, babys.

Capítulo 1 - Capítulo I - Chaos Theory.


Fanfic / Fanfiction The Ghost Of You - Capítulo 1 - Capítulo I - Chaos Theory.

CAPÍTULO I - CHAOS THEORY

Cleveland, Tennessee, EUA.

Abril — 2016.

A garota estava lá, de braços cruzados e peito estufado, estava respirando todo o ar que havia ao seu alcance. Os raios de sol escapavam pela persiana que cobria a janela escancarada da universidade Miskatonic, iluminando o pálido e redondo rosto de Helena Degenhart, uma estudante demasiadamente esforçada do curso de psicologia.  

Os olhos âmbar da garota percorreram a sala e levemente pousaram novamente no caderno intensamente rabiscado por ela. Uma mecha castanha escorregou de suas costas e aconchegou-se ao seu ombro, ao lado esquerdo. 

— Helena? — Uma voz ao fundo, bem rouca, foi ouvida por aquela que brincava de um lado a outro com uma caneta esferográfica preta. Helena respirou fundo novamente e jogou o corpo franzino para o lado, olhando diretamente para onde havia escutado a voz.

— Sim? — Respondeu tão sem graça, sem animação. Na verdade, estava sentindo-se estranha desde semana passada, quando descobriu que sua família falava mal de seu namorado pelas costas. Para eles, Helena havia manchado o nome da família quando decidiu sair de casa para morar junto de Gerard. Não que a família o odiasse, longe disso! Eles odiavam as atitudes que a garota havia tomado, isso sim.

— A aula já terminou. — Frank cantarolou e passou as mãos delicadas e aveludadas ao topete castanho que ele mantinha com precisão e cuidado, cuidado até demais. — Acabou faz mais ou menos dez minutos.

— Eu nem tinha reparado. — Helena respondeu, indiferente. Constatou percebendo que ao redor não havia mais ninguém.

Frank segurou delicadamente em uma de suas mãos e a puxou para junto si, deixando-a em pé. Não por que ele era seu melhor amigo, mas no quesito beleza, Frank era capaz o suficiente de ganhar um prêmio.

Tinha o corpo mediano perfeito, mas sempre estava inventando desculpas para se enfiar em academias próximas ao campus. Os cabelos castanhos em um topete faziam o contraste perfeito com o rosto arredondado e bem esculpido que o mesmo tinha. Os olhos esverdeados que o diga.

— Heleninha... Você nunca percebe nada!

— Ah, é? — A mesma caminhou com ele até a saída, ainda com os pensamentos longe. — Eu não lembrava que você era tão convencido sobre mim assim.

— Há muitas coisas sobre isso que você não sabe.

— Quanto mistério.

Frank ergueu uma sobrancelha e acompanhou a morena lentamente pelos corredores da imensa universidade. Não sabia muito no que ela tanto pensava, mas tinha de ser algo bem espalhafatoso para deixá-la em um estado de transe total.

— O que anda acontecendo? Quer dizer, eu suponho que esteja acontecendo algo e você não queira me contar de imediato. — O amigo pressionou e ela pareceu deixar que o nervosismo voltasse a circular pelo seu corpo. As pernas cambalearam e a mesma encostou-se a parede alva que estampava o nome da instituição.

Respirando com dificuldade, a menina voltou a fitar os olhos verdes do garoto. — Estou um pouco preocupada com Gerard. — Abriu o jogo, mas pareceu não se livrar do peso que estava a matando. — Desde que ele retornou da missão que teve no Kansas, parece que nada é como antes.

Como todos bem sabiam, Gerard Way era um soldado dos EUA, e quase sempre estava em missões privadas. Helena, por sua vez, era obrigada a ficar sozinha por períodos extensos. Contudo, isso nunca foi um obstáculo para o amor que um sentia pelo outro. 

— Você não acha que pode estar exagerando?

— Talvez... Mas, eu não sei. — Os olhos da mesma encheram-se de lágrimas, porém lutou consigo mesma para não derramá-las. — Eu tenho medo, Frank.

— Lena, o Gee está bem... Eu tenho certeza. — Com as mãos aos ombros de Helena, Frank fez questão de acompanhá-la até a saída principal. Ambos andaram lentamente mantendo silêncio absoluto, era quase constrangedor.

Ela não conseguia pensar em nenhuma piada para tentar animar aquele clima que infelizmente tendeu a se formar entre eles. Odiava quando isso vinha a acontecer.

Droga!

Alguns primeiranistas passaram correndo por eles e acabaram tirando a concentração em que ela estava ao contar às cerâmicas que enfeitavam o chão, visando passar o tempo.

— Bem... Obrigada por me trazer em segurança até a saída. — Ela riu, mas abafou com a palma da mão.

— Acho que não fiz mais que a minha obrigação!

A amizade que ambos tinham se tornou algo memorável para estudantes de psicologia. Oras, ela às vezes precisava de um apoio.

Um abraço foi selado entre eles e levemente ao longe a garota ouviu uma voz familiar sussurrar como uma música suave. Ela apreciava.

— Acho que a minha garota já está em uma boa companhia. — Havia um pouco de confusão na voz, mas ela sabia que tudo não passava de uma piadinha que Gerard tinha mania de fazer quando a via junto a Frank. No início, era um ciúme real, contudo as alfinetadas acabaram quando a confiança fora instalada de um para o outro.

— Por que não me avisou que vinha? — Helena sorriu e rapidamente agarrou-se a nuca do namorado, acariciando-a.

Frank já havia sumido.

— Surpresas de vez em quando são legais, sabia?

— Sei que são! Mas, eu realmente não esperava. — Ele a beijou lentamente e a trouxe mais forte para junto de si.

Lena respirou com dificuldade recobrando o fôlego. Nem parecia a mesma mulher que estava remoendo-se de preocupação minutos atrás.

— Vamos? — Gerard a segurou pela mão e a guiou até o carro que estava estacionado a poucos metros dali. A menina olhou de um lado a outro e conseguiu acompanhar os olhares de alguns curiosos que cochichavam entre as árvores que ficavam próximas a entrada.

Sentando-se ao banco do passageiro, a mesma aconchegou-se com o cinto de segurança. — Vamos para casa? — Os olhos âmbar cintilaram e rapidamente Gerard não se conteve, novamente selou seus lábios ao dela. Estar com Helena para ele parecia sempre um sonho. — Você está me matando de curiosidade.

— Calminha. — Ele adorava provocá-la.

 

Gee arrancou com o carro e rapidamente a visão da garota foi aflorada pelo verde que formava-se no caminho. As casas pareciam correr, contudo, ao mesmo tempo, estavam paradas no mesmo lugar.

Olha para ele era uma tarefa difícil, não por amar tanto, mas por sentir medo de perder uma das coisas mais belas que recebeu em sua vida.

Helena pensava alto demais encostada ao vidro da janela, o observando atento com as mãos ao volante.

Ela poderia ficar o admirando ali mesmo, pelo resto do dia. Nunca cansava-se de observar os cabelos negros que entravam em contraste com pele pálida que ele tinha. Assim como não cansava-se de ver o futuro que ambos tinham naqueles olhos castanhos esverdeados.

— O que foi? — O moreno perguntou sorrindo em seguida. — Você está estranha hoje. — Por fim concluiu retirando uma mecha de cabelo que insistia em cair sobre seu rosto.

— Eu te amo. — As lágrimas em seus olhos novamente voltaram, porém desta vez mais fortes. Quando deu por si, já estava chorando.

Preocupado com a situação, Gerard encostou o carro na estrada e libertou-se do cinto, correndo até a porta do passageiro e a abrindo em um solavanco rápido. — Você está bem? — As mãos ao rosto dela transpareciam toda a preocupação que ele estava sentindo naquele dado momento. Tremiam como nunca.

As lágrimas banhavam as bochechas rosadas da menina e desciam até o pescoço, enquanto a mesma soluçava e apertava o rosto ao peito de Gerard. 

— Fala alguma coisa, por favor. — O desespero estava se instalando em cada parte de seu corpo.

— Estou bem. — Um suspiro longo e profundo foi dado enquanto as mãos do Way secavam as lágrimas que ainda rondavam os olhos delicados da pequena. — Vamos embora. — Concluiu mais calma. Nem ela sabia por que tinha tido toda aquela crise enigmática.

Após o acontecido, nenhum dos dois comentou mais nada. O silêncio tomou conta da estrada e das ruas em que eles passavam.

 

•••

O carro seguiu por um caminho estranho, caminho esse que ela não estava habituada a seguir e muito menos visitar. — Querido, acho que você se enganou. Não?

— Não. — O sorriso que ele deu foi tão grande que a elasticidade de seu rosto parecia querer romper-se.

Frente a uma casa pequena, de cerca branca e grama verde, o carro estacionou com precisão. A casinha era visivelmente confortável.

— Você poderia me dizer o que está acontecendo? — Helena, desesperada, tirou o cinto e abriu a porta do carro.

Colocando finalmente os pés ao chão.

— É nossa. — Ela o fitou confusa e em seguida olhou com atenção para a casa. Seus olhos estavam indecisos: Não sabiam se ficavam na casa ou no namorado.

— Você poderia repetir? É que eu acho que não escutei bem.

— É nossa casa. — Assim como foi pedido, Gerard respondeu com animação e euforia, abraçando-a por trás e beijando-a na altura do pescoço. — Finalmente iremos sair daquele apartamento minúsculo dos meus pais.

Helena nunca havia reclamado ou exigido sair do lugar atual em que moravam, era até bom. Mas, a independência que ambos estavam querendo seguir exigia uma moradia mais cabível.

Ainda não acreditava que ele havia planejado e escondido isso dela por muito tempo. — Eu não acredito que você não me contou!

— Eu te disse que surpresas de vez em quando são legais, não disse?

A garota o agarrou pela camiseta e o beijou lentamente frente a casa. Era uma das melhores sensações que estava apreciando naquele momento.

— Nem sei o que te dizer. — A voz da mesma falhava. Não queria chorar, pois já havia chorado o suficiente por um dia inteiro. — Não acredito que você foi capaz de planejar uma coisa dessas sem me dizer nada!

— Se eu tivesse dito, não seria uma surpresa. — Gerard sentia que sua missão e sua vontade de vê-la sorrindo havia sido saciada. Queria poder dar a ela não só essa sensação, mas todas que estivesse ao seu alcance. Sabia e tinha receio de ficar longe dela novamente.

O moreno tateou os bolsos de sua calça jeans e lentamente tirou dela uma caixinha de veludo preta. Sua mão tremia a cada puxada de ar que seu corpo o obrigava a dar. Ele a olhou atentamente e ajoelhou-se formalmente frente à mesma.

— Gee, pelo amor de deus. — As mãos tremeram e lentamente retiraram as mechas castanhas que escorregaram e agarraram-se as lágrimas que estavam sendo levemente derramadas. Só que, desta vez de alegria.

— Casa comigo? Helena Degenhart, casa comigo. 

— Você ainda tem dúvida da minha resposta? — O Way agarrou a mão da namorada e levemente encaixou o anel no dedo fino e delicado que ela tinha. — Serei sua para sempre... Nada irá nos separar. — Foram ditas palavras fortes. Gerard ainda assim a beijava de um jeito calmo e sereno, queria sentir o sabor daqueles lábios que o havia enfeitiçado.

 

— Sim, muito obrigada. — A morena disse agradecendo ao telefone as felicitações de sua irmã, Hillary Degenhart.  — Diga à mamãe que estou mandando um beijo. — Concluiu desligando e jogando o aparelho contra o sofá pequeno que consumia metade da sala do apartamento.

A mudança para a casa nova aconteceria apenas no dia seguinte, já que seria um bom e glorioso sábado. Ficaria com saudades de ir até a Miskatonic contar todas as fofocas para Frank, mas se contentaria e encheria a sua cabeça com a arrumação de sua nova casa. — Me deixe adivinhar tudo que sua mãe falou... — Gerard revirou os olhos e sentou-se ao sofá. — “Você tem certeza que irá casar com ele?” — Gargalhou. Indiferente.

— Eu não falei com ela... Preferi evitar.

— Isso me deixa um pouco mais seguro, eu acho.

— Caramba! Você sai em missões e ainda assim tem medo da minha mãe? — Helena caçoou dele e levemente sentou-se ao seu colo, acariciando seus cabelos negros. — Acho que eu preciso te fazer ter mais coragem.

Gerard a beijou novamente e fez com que ela entrelaçasse as pernas a seu tronco. As mãos do moreno apalpavam e tateavam as costas semi nua da namorada que agora mordia o lóbulo de sua orelha.

— Tenho que ir empacotar umas coisas. — Sibilou em um suspiro brevemente desgostoso. — É sério. — Lena pareceu realmente decepcionada com seus afazeres.

— Como você foi capaz de me provocar desse jeito? — O Way protestou impedindo-a de sair. — Punição já! — Gritou.

— Pare! Os vizinhos irão escutar.

— Eu não ligo, meu amor! Amanhã estaremos longe disso tudo. — Gerard brincou dando um último e forte beijo. — Hoje eu vou deixar escapar, mas você esta me devendo.


Notas Finais


Psychics! ♡ O que acharam? Gostaram?
Eu, pessoalmente, amo essa história. É uma das que eu mais amo na vida. Nhaa! ♡
Caso alguém queira entrar em contato comigo, pode me mandar uma mensagem ou me mencionar! Eu ficarei muito feliz em falar com vocês!
Ah, essa história também está sendo postada no Wattpad: https://www.wattpad.com/story/158310401-the-ghost-of-you
Então, é isso! Nos vemos na semana que vem.
A gente se vê nos comentários... Beijinhos de luz ♡♡


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