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História The Girl - Clace - Capítulo 25


Escrita por:


Notas do Autor


E finalmente
O capítulo
é ele
Ele chegou
O plot twist

Bum joguei e saí correndo

Capítulo 25 - Love her first


Fanfic / Fanfiction The Girl - Clace - Capítulo 25 - Love her first

Estive lendo livros antigos

As lendas e os mitos

Aquiles e seu ouro

Hércules e seus dons

O controle do Homem-Aranha

E Batman com seus punhos

E claramente não me vejo nessa lista

Mas ela disse: Aonde você quer chegar?

Quanto você quer arriscar?

Eu não estou procurando por alguém

Com dons sobre-humanos

Um super-herói

Uma felicidade de conto de fadas

Apenas algo para que eu possa recorrer

Alguém que eu possa beijar

Eu quero algo assim - Somenthing Just Like This, The Chainsmokers and Coldplay



××× Clary Fray ×××



Magnus e Alec tinham acabado de voltar da lua de mel. A mesma durou uma semana, a que foi um inferno para mim.

Sebastian percebeu o quão doente e debilitada eu estava desde que minha mãe morreu. E me fez fazer todos os tipos possíveis de exames.

Todos.

Foi cansativo, chato e desnecessário. Porque eu sabia exatamente o que esperar do meu corpo. Eu convivia comigo mesma e sabia quem eu era. Mas Sebastian e seu lado médico e chato de ser insistiram tanto que eu acabei cedendo. Mal não iria fazer, certo?

Isabelle bufou ao meu lado.

-- Eu queria ter um namorado perfeito para me buscar no trabalho também. - Ela fez um beicinho.

Eu ri forçadamente, como sempre.

-- Quer amiga? - Ofereceu alguma bebida alcoólica que bebia para mim.

-- Não.

-- Só um gole.

-- Não, valeu, obrigada.

Não esperei mais insistência ou perguntas, apenas fui até a frente da boate pelos fundos, e encontrei Sebastian estacionado lá.

Jace estava no carro.

Que merda ele estava fazendo ali?

Eu travei antes de entrar na frente e me acomodar no banco. Jace me ignorou totalmente, mexendo no celular.

Sebastian me deu um beijo no rosto.

Após eu colocar o cinto, ele deu partida, e virou em uma das ruas que o caminho era bem mais longo até a minha casa. Enquanto eu fazia uma listinha na minha cabeça de coisas que precisava fazer quando chegasse em casa, o carro ficava em um silêncio mais absoluto ainda. Não se ouvia nem nossas respirações.

Eu precisava dar comida para Violet.

Precisava limpar o quintal.

Talvez usasse uma máscara no cabelo que tinha ganhado de presente de Natalie.

Colocaria a roupa para lavar enquanto fazia uma faxina leve na cozinha. Logo em seguida, banho.

Depois faria a janta, e talvez comprasse um refrigerante, e usaria a netflix do Sebastian para ver alguma série de comédia. Talvez rever Friends depois de anos me faria bem. Eu tinha esquecido várias coisas...

Estava me divertindo, sozinha nos meus pensamentos. Até Sebastian começar a falar.

-- Sabe, Jace, na semana passada a Clary fez um monte de exames.

-- Hum. - Respondeu o loiro. O conhecia para saber que ele queria dizer "foda-se".

Merda. Não queria conhecê-lo. Não queria saber o que ele falaria ou o que provavelmente estava pensando. Que merda.

××× Jace Herondale ×××



Quando Sebastian me disse que poderia me dar uma carona, e só precisava pegar uma pessoa antes, eu me esqueci que essa pessoa possivelmente era Clary.

Puta que pariu, eu preferia estar andando de skate na contra-mão no horário de pico no trânsito, do que estar tendo uma conversa sobre os exames que Sebastian - o homem perfeito, alma gêmea de Clary e não sei o que mais - insistiu para que ela fizesse.

-- Eu insisti bastante, e no começo eu não entendi porque ela não queria fazer...

-- Hum... - Acrescentei, porque senti que devia dizer algo no silêncio ensurdecedor que ficou em sua pausa para continuar.

-- Mas aí meu amigo chegou com os resultados para mim na sala. - Ele engoliu em seco. E vi Clary ficar pedrificada e pálida. Seus olhos se fecharam e ela parecia fazer uma prece sem som. - Ele parecia bem feliz.

-- Sebastian... - Clary abriu os olhos e se virou para o namorado, claramente querendo que ele parasse.

-- Meu amigo parecia muito feliz.

-- Sebastian, por favor... - Clary pediu mais uma vez.

Eu nunca estive tão confuso.

Decidi não falar nada no silêncio que ficou. Até o momento que pensei em acrescentar um "que bom que seu amigo estava feliz", porém Sebastian falou antes.

-- Ele me deu parabéns. - Cada palavra que saia da boca de Sebastian parecia estar perfurando sua alma com uma adaga afiada. - Porque minha namorada estava grávida de três semanas.

-- Sebastian... - Clary parecia chocada e sem fôlego.

Em menos de meio segundo, meu cérebro deu um nó. No momento o maior pesadelo me ocorreu, eles me convidariam para ser o padrinho. E eu estaria para sempre vinculado com eles, e com aquela criança. E com Sebastian, um amigo que eu traí, e com Clary... E me senti pior ainda de perceber que aquela seria a pior parte. Estar para sempre perto de Clary. Mas enjaulado. Como se eu estivesse para sempre numa gaiola e Clary estivesse logo ali depois das barras. Me chamando e sorrindo e sendo gentil. Com seu filho e de Sebastian nos braços.

Puta merda. Eu só poderia estar no inferno. Só podia ser um pesadelo.

Me senti ridículo por me beliscar, e mais ainda porque dois segundos me toquei de que era claro que aquilo era minha realidade. Se um dia minha vida estivesse fora de complicações, ela não seria mais minha vida.

-- Mas aí, eu me lembrei... - Sebastian continuou. - Que faz mais de um mês que eu e ela não transamos.

Boom.

Esse foi o barulho do meu cérebro quando assimilou a situação em um pouco menos de um milésimo de segundo.

Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não.

Não.

Não.

Não.

Não podia ser.

Simplesmente não podia. Não podia.

Vi Clary fechar os olhos e deixar lágrimas escorrendo por seu rosto.

-- Sebs... - Ela tentou, com a voz trêmula, tocar nele. Que freiou com tudo em uma das ruas vazias e mal iluminadas de Nova Iorque com tudo. Eu e Clary fomos para frente com o impacto.

Eu suava.

-- Cala a boca. - Disse para Clary. Os nós dos dedos do meu amigo estavam brancos de tanto apertar o volante. Ele não ousava olhar para o lado.

-- Não fala assim com ela. - Disse. Automaticamente, assim como minha vontade de dar a volta no carro e arrancar Sebastian de lá pelo vidro. Quem era ele para falar assim daquele jeito com Clary? Eu queria voar no pescoço dele.

-- CALA A MERDA DA SUA BOCA! - Sebastian gritou. Comigo. - VOCÊ NÃO TEM A PORRA DO DIREITO DE ME DIRIGIR A PALAVRA SEU MERDA IMUNDO!

Eu nunca tinha visto Sebastian tão bravo. Nunca o vira tão puto como agora. Estava vermelho de raiva. As veias de seu pescoço saltaram. Até que tudo aconteceu em cinco segundos. E eu não consegui reagir.

Em um momento eu estava tentando raciocinar e tentar dizer algo.

E no seguinte Sebastian me tirou para fora do carro e me jogou no chão, me socando antes que eu pudesse me levantar.

-- VOCÊ É MESMO UM LIXO, JACE! UM LIXO!

Ele me socou mais uma vez, no queixo. Senti a segunda pancada, e meus dentes cortaram minha bochecha por dentro. Cuspi sangue, e vi Clary sair do carro.

-- Sebastian, chega! - Ela gritou, chorando. - Chega!

-- Chega?! - Ele se virou para ela. Parecia outra pessoa. - Você me traiu, Clarissa. Eu te entreguei meu coração. E ao invés de você ser sincera com ele, o esmagou, e cuspiu em cima. Você quebrou meu coração. - Sebastian também chorava. O tom de sua voz se alternava entre ódio e uma profunda tristeza. Parecia vir do fundo de sua alma.

Me levantei vagarosamente. Me aproximando dos dois.

-- Sebastian... - Tentei começar uma frase. Mas mais um punho me acertou. E eu deixei que me acertasse. Eu merecia. E ele merecia fazer aquilo. 


-- CALA A BOCA!

Me virei e cuspi mais sangue.

-- Eu não vou lutar com você.

-- Mostra o cuzão que você é, Jace! Mostra o lixo imundo que você é debaixo disso! O canalha traidor! - A voz dele falhou. - MOSTRA! - Berrou.

-- Para com isso, Sebastian... - Clary tentou mais uma vez. - Não vai resolver.

-- E o que resolve? - Ele virou para ela. Parecia partido. Submerso em lágrimas, o nariz escorrendo e o rosto vermelho. - Resolver dar para o meu melhor amigo, é isso? Resolver me iludir e me fazer de trouxa, é isso que resolve?! - Ele colocou as mãos na cabeça. - Porra eu te amo, Clary! Não foi o suficiente?!

××× Clary Fray ×××



-- Me desculpa. - Disse, tentando não soluçar. - Eu não te amo desse jeito, Sebastian. Eu nunca te amei assim... - Eu funguei, e quis me jogar na frente de um trem quando vi seu olhar. Seus olhos azuis claros, eram como gelo rachado. Refletia a imagem partida de seu coração e sua confiança. Duas das pessoas quais ele amava no mundo, traindo a confiança dele. Da pior maneira possível.

Sebastian apenas se virou, e bateu com as duas mãos no porta malas do carro, urrando.

-- Eu não disse porque não queria te magoar... - Um soluço escapou da minha garganta. - Eu não disse a verdade por isso.

-- Já é tarde de mais. - Disse para mim. - Tarde demais. Vocês me traíram.

Jace parecia em desolação enquanto caminhava até Sebastian.

-- Sebastian, eu sinto muit... - Sebastian virou uma cotovelada no rosto de Jace. Eu dei um gritinho, e Jace um grunhido, cambaleando para trás.

-- Você não tem direito, Jace. - Disse para o ex-amigo. - Ela me traiu, sim. Me chifrou, sim. Mas você... - Ele suspirou, limpando o rosto. - Você era meu amigo...

A declaração partiu meu coração, e pareceu partir Jace. Por inteiro. Em cacos.

-- Você era meu amigo! - Sebastian soluçou e apontou para ele. - Por quê?! POR QUÊ?!

Jace ficou em silêncio. Olhando para o chão.

Até que três motos vieram da direita, e pararam na nossa frente. Eu congelei. E senti um calafrio percorrer minha espinha.


××× Jace Herondale ×××



Meu coração parou por um segundo, e minha mente reiniciou.

-- Isso foi pelo passado, Jace Herondale. - Disse o motoqueiro do meio.

E metralhadoras surgiram na mão de todos os três.

Eu só consegui gritar para Clary e para Sebastian.

-- PARA TRÁS DO CARRO! - Berrei, e me joguei para trás da lixeira, tentando pegar minha arma no bolso da jaqueta.

-- NÃO! - Ouvi Clary gritar no mesmo momento que os tiros começaram.

E eu senti que tinha dado tudo errado. Naquele momento, nada mais seria a mesma coisa. E eu me arrependeria para sempre.

Mas mesmo assim ignorei, me armei das duas pistolas que carregava, e correspondi aos tiros


××× Clary Fray ×××



-- NÃO! - Urrei quando vi Sebastian ser atingido e cair no chão com um estrondo.

Arrastei seu corpo inerte no chão para trás do carro comigo. Apavorada, e com os tiros explodindo minha cabeça e meus ouvidos.

-- Sebastian! - Gritei, e quando vi sangue jorrando sobre o lado esquerdo do seu pescoço.

-- C-Cla-r-ry... - Ele tossiu. Sangue. Enquanto mais sangue saia dele como se tivesse deixado uma torneira aberta.

-- Sebastian! Sebastian! - Bati em seu rosto de leve. - Fica comigo! Fica comigo! Tá tudo bem, tá? Tá tudo bem!

Ele riu, tossindo.

-- Não tente me enganar... - Ele engoliu em seco e seus olhos encontraram os meus. - Não de novo.

Eu chorei. Minhas entranhas se retorceram e eu chorei, muito. Soluçava. Ouvi outro tipo de barulho de tiro. E me desesperei ainda mais.

Não consegui olhar para Jace que estava há uns 15 metro se nós, ocupado com a missão já falha de nos proteger.

-- Não chora. - Ele se virou e vomitou mais sangue, e eu tive vontade de vomitar. Eu estava ensopada com o sangue de Sebastian. No momento, achei que fosse desmaiar.

-- Me desculpa... - Eu chorava. Chorava muito.

-- V-Você des- - Ele tossiu e gemeu de dor. - Desconfiava?

Eu assenti.

-- Um pouco. - Solucei e funguei, fazendo pressão onde ainda tinha sangue jorrando de Sebastian como uma cachoeira. Sentia o líquido quente ensopar meus dedos. - Me desculpe...

-- Você... pelo menos me amou?

Assenti.

-- Como amigo. Eu ainda te amo demais. - Funguei. - Você não pode ir.

Ele sorriu tristemente. De seus olhos avermelhados escorriam lágrimas e se misturavam a bagunça de sangue que estava do pescoço para baixo. Seus dentes estavam sujos de mais sangue.

-- Eu quero que você tenha esse filho com o Jace. - Ele parou um pouco, e forçou a respiração. - Quero que sejam felizes. Quero que tenham uma vida maravilhosa e... e... batiz- - Mais sangue. - batizem essa criança... sem ser em minha homenagem. - Seus olhos reviraram e eles voltaram ao normal. Sebastian parecia muito cansado, e zonzo. - Eu não gostaria.

Chorei ainda mais.

-- Você vai estar aqui. - Tentei convencer mais a mim mesma do que a ele.

Eu me abaixei e o beijei no rosto.

-- Não vai, por favor. - Solucei. - Você é bom demais para isso. É bom demais.

Com mais lágrimas e mais um sorriso, Sebastia conseguiu me destroçar com mais palavras.

-- Eu te amo. Amo o Jace. E vou amar esse bebê. - Ele inflou o peito, tentando buscar mais ar e tossiu, com mais um gemido de dor. - Eu amo esse bebê. Amo muito. Quero que saiba.

-- Para, por favor. - Beijei a testa dele, e Sebastian beijou a minha. - Eu te amo. Não vai.

Os tiros pararam, e cinco segundoa depois, Jace chegou ao nosso lado. Além de estar destruído por ter apanhado de Sebastian, parecia perdido, quebrado, constrangido... Estava como eu.

Assim que vi quanto sangue havia ali, em mim, um refluxo veio forte demais, e virei a cabeça, vomitando um pouco ao lado da poça de sangue de Sebastian.

O cheiro me invadiu, o cheiro pútrido e nojento do vômito, e principalmente o cheiro metálico do sangue de Sebastian, que se espalhava muito rápido pelo chão.

Jace apoiou Sebastian em si.

E eu sai cambaleando, chorando, vomitando e desabando na parede imunda do beco que estávamos.

××× Jace Herondale ×××



-- Não dorme, Sebastian. Não fecha os olhos. - Ouvi Clary vomitando e soluçando há poucos metros de nós. Meu estômago também estava revirado, mas não era tanto.

-- Eu também amo ela, Jace. Amo você, quero que saiba. T-Tá tudo bem... - Disse meu amigo. Sua voz fraca. Rouca. Sem vida. Sangue escorria de sua boca agora. Sem parar.

-- O quê?!

-- Mas você ama mais. Não se sinta culpado de ficar com a Clary. - Ele fechou os olhos e os abriu com sofreguidão. - Vocês merecem amor.

-- Sebastian, cala a boca, a ambulância tá vindo. - Disse, em desespero.

-- Tudo bem amá-la, Jace. - Ele fechou os olhos. - E eu te agradeço do fundo do meu coração por me deixar amá-la primeiro.

Então fechou os olhos.

-- Sebastian! - Bati em seu rosto, levamente. - Sebastian! - O sacudi, com força. - Caralho, Sebastian! ACORDA AGORA PORRA! - Gritei, o corpo inerte de um dos meus melhores amigos nos meus braços. Seu sangue manchava todo o chão e meus braços também. - ABRE OS OLHOS! AGORA!

Clary, a qual presença eu nem notei, sentou-se ao meu lado, e segurou o pulso de Sebastian. Olhou para mim. Em lágrimas. Acabada. Em cacos, assim como eu.

-- Ele se foi.

-- SEBASTIAN ACORDA! - Senti o nó na minha garganta ficando cada vez mais apertado, e os cantos dos meus olhos arderam. - ABRE A MERDA DOS OLHOS! - O sacudi novamente. Ouvi os soluços de Clary ao meu lado. - VOCÊ NÃO PODE MORRER! - Urrei. Sentindo lágrimas deixando meus olhos. Junto com soluços na minha garganta. - SEU FILHO DA PUTA! VOCÊ NÃO PODE! - De repente a dor se libertou em mim como se tivesse rompido uma barreira. - Você não pode... - Funguei, passando a mão nos cabelos do meu amigo. - Não você... eu não merecia você...

Me levantei, apoiando Sebastian vagarosamente no chão. Enquanto ouvia Clary chorar baixinho, eu chutei a caçamba de lixo que usei para me proteger. Chutei forte. A caçamba virou, o barulho foi alto. Os lixos se espalharam pelo chão.

-- NÃO! - Urrei. Gritando a todos os pulmões. Até minha garganta arder.

Fechei os olhos, e desabei contra a parede de tijolos. Ao lado da caçamba caída.

Sebastian não tinha o direito de ir embora daquele jeito. Não daquele jeito. Ele não merecia. Sebastian era bom demais. Ele não merecia nada disso.

Agradeço do fundo do meu coração por me deixar amá-la primeiro.

Fechei os olhos. Ouvi o resto da minha alma indo embora. Assim como os retalhos do meu coração.

As lágrimas desceram do meu rosto.

Até a ambulância chegar ali.


Notas Finais


*distribuindo lencinhos*
Fazia tempo que eu não escrevia uma morte, ent mals se tiver algo ruim ou desconexo

Btw

Sebastian de The Girl foi injustiçado sim
I'm sorry

🖤🤧💔


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