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História The Girl - Clace - Capítulo 29


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Notas do Autor


Eu notei q é a segunda festa surpresa dessa fic ksksksk acontece, e na real é o terceiro aniversário dessa fic
Caraio

Btw

Boa leitura 🥰

Capítulo 29 - Surprise


Fanfic / Fanfiction The Girl - Clace - Capítulo 29 - Surprise


"Porque eu não penso em você, todas as noites

Eu vou ficar bem sem você

Eu durmo bem quando eu não estou ao seu lado

Eu estou seguindo em frente

Não, eu não choro por você, não estas não são lágrimas nos meus olhos por você

Vai ficar tudo bem se eu morrer sem você

Amor, eu vou embora

Estas são as mentiras que eu digo a mim mesmo à noite

Estas são as mentiras que estão mantendo-me vivo

Estas são as mentiras" - The Cab, These are Lies 



××× Jace Herondale ×××



Clary estava linda naquele vestido e sorrindo, chocada e surpresa.

-- Vocês lembraram! - Disse com a voz embargada, abraçando Izzy.

-- Lógico! - A morena a abraçou de volta.

-- Vocês vieram! - Quando ela abraçou Magnus e Alec, lágrimas já escorriam livres por seu rosto. Ambos meus amigos sorriram e a abraçaram com cuidado. E quando ela passou para me abraçar pareceu em dúvida, então eu apenas dei o primeiro passo e a dei um abraço rápido.

-- Parabéns. - Disse.

-- Obrigada. - Ela fungou e enxugou os lindos olhos verdes. E foi falar com Natalie.

Merda.

Eu achei que me manter distante me faria esquecer de Clary. Mas não era verdade, eu queria vê-la sempre, e estava o tempo todo pensando nela. O que era uma bosta, pois nunca conseguia me concentrar em nada. Apenas nela e no bebê.

Era uma coisa nova, muito mais intensa. Não sabia como reagir sobre isso, então apenas guardei. Mas estava morrendo de saudade da ruiva e do meu filho. Ou filha. Por mais que não o conhecesse. Ou a conhecesse.

Isso era confuso e demais para a minha cabeça.

Só sei que, quando ela abria seus sorrisos lindos e encantadores, eu sorria também, e me segurava para não fazer isso. Assim que a vi quis beijá-la mais do que tudo no mundo. Quis abraçá-la e protegê-la de tudo e todos. Queria ela só pra mim, nos meus braços, numa ferocidade que me assustava. Gostava muito, de Clary, muito mesmo. E pelo visto não tinha como não gostar.

-- Eu achei que você não viria. - Disse ela, assim que ficamos mais a sós. Magnus e Alec foram falar com a filha, e Izzy foi pegar o suco, ou algo assim.

-- Alec me convenceu. - Dei de ombros.

-- Bom saber que ele precisou te convencer. - Ela deu um sorriso amargo e foi para a cozinha junto com Izzy.

E assim, rápido como uma flecha, eu tinha estragado tudo.

××× • ×××


Depois do parabéns, comemos o bolo e conversarmos. Natalie estava sentada do meu lado. Havia sentido falta daquela tampinha.

-- Sabe, pega a Clary. - Sussurrou ela.

Esquece, não tinha sentido falta nenhuma.

-- Por que raios eu faria isso? - Ergui a sobrancelha, enfiando mais bolo na boca enquanto Magnus, Alec, Izzy e Clary conversavam sobre algo aleatório.

-- Porque vocês querem. - Ela deu de ombros.

-- Não, ela não quer.

-- Quer sim. - Natalie tomou um gole de refrigerante. - Ouvi ela falando com a tia Izzy, ela disse que anda com muuuuuito tesão ultimamente. E não podendo fazer muita coisa em relação a isso.

Engoli em seco ao pensar em Clary se masturbando. Era como a visão do paraíso.

-- Natalie, cuida da sua vida. - Sorri e ela revirou os olhos.

No fim, Alec foi tomar banho e Magnus foi se recolher. Natalie já tinha ido dormir há uns 20 minutos, e Izzy tinha acabado de sair, também para dormir.

Ficamos apenas eu e a Clary.

-- Então é isso... - Ela se levantou e deu um sorriso amarelo. - Boa noite.

-- Espera. - Me levantei e segurei seu antebraço. A ruiva parou e me olhou, esperando. - Eu não vim obrigado. Eu vim porque eu quis. - Eu a soltei e voltei um passo. - Queria que você soubesse.

Clary ficou uns quinze segundos, apenas me olhando. A luz estava totalmente desligada, a única iluminação do ambiente era a luz da lua, que entrava graças as grandes janelas de vidro da sala, que iam quase do chão ao teto.

Então ela se aproximou de mim o quanto pôde, e me beijou.

-- Espera. - Coloquei distância entre nós.

-- O quê? - Ela sussurrou.

-- Eu quero tomar a iniciativa dessa vez. - Então a peguei pela nuca e a beijei.

E era verdade, Clary sempre tomou as iniciativas, e queria ser eu a tomar, dessa vez.

Havia desistido de parar de gostar de Clary, então decidi aceitar as migalhas que eu podia receber. Decidi parar de pensar um pouco em tudo isso, em como era uma puta loucura, e todas as razões para eu não estar praticamente devorando a boca de Clary, e foquei ali. Nela. Apenas nela.

Os lábios macios, seu gosto doce, o jeito como sua língua tocava a minha. A forma como ela suspirava, e mordia levemente minha boca. O modo que eu sempre tinha marca de unhas nos meus ombros, e adorava isso.

Quis colocar mais proximidade entre a gente. Mas não deu, por causa de sua barriga.

-- Acho que não vai dar... - Ela riu. E abraçou minha nuca.

Eu agarrei sua cintura, beijando seu pescoço.

-- Você tá com seis meses, né? - Perguntei, arranhando-a com os dentes.

-- Uhum. - Ela suspirou e jogou a cabeça para trás.

-- Sabe o sexo?

-- Do bebê?

Eu ri. Segurando todas as piadas que eu podia fazer naquele momento, e me tocando do quão absorta no meu toque Clary estava, para estar tão aérea daquele jeito.

-- Isso.

-- Não. - Ela fez um biquinho, e eu a beijei novamente, colocando seus longos cabelos atrás da sua orelha. - Vou marcar a consulta para isso.

Decidi calá-la, não sei se estava pronto para aquilo. Para ir numa consulta, para escutar o coração do meu bebê, para saber se seria menino ou uma menina o qual carregaria meu DNA. Não estava pronto. Era definitivamente demais para mim.

-- Olha, - Clary encerrou o beijo e me encarou. As pupilas muito dilatadas. - Se você vai parar em algum momento, e dizer que é errado, eu vou bater com uma panela na sua cabeça.

Eu ri.

-- Ah, é?

-- Vou. - Ela assentiu firmemente. - Porque eu estou grávida, e eu tenho necessidades.

Eu sorri indolentemente, roubando um selinho dela e sussurrando em seu ouvido.

-- Que necessidades?

-- Gozar. - Ela gemeu quando meus lábios tocaram novamente a pele alva de seu pescoço.

Com aquilo, enlouqueci. Não tinha muita coisa que eu podia fazer por ela, mas isso eu podia

Fui aos tropeços com ela até o quarto de Clary, fechando a porta com o pé, agarrando-a pela cintura. Deslizando minhas mãos das coxas para cima, arrancando seu vestido florido e jogando-o em algum lugar do quarto. Quase babei ao notar que ela estava sem sutiã.

Seus mamilos estavam muito mais vermelhos, e seus seios pareciam mais inchados.

Agarrei os quadris de Clary, abaixando minha cabeça e chupando um mamilo para dentro da minha boca.

-- Oh! - Ela deu um gritinho.

-- O que foi? - Sussurrei.

-- Meus seios estão muito sensíveis. - Ela mordeu a boca. - Eu estou toda mais sensível.

-- Não se preocupe. - A deitei no colchão, indo por cima dela, trilhando seu busto com beijos, até chegar nos seios. - Eu vou cuidar bem de você.

Ouvi outro gemido quando enrolei minha língua em volta do seu mamilo, várias vezes, e depois chupei para minha boca. Fiz o mesmo com o outro, e então mordi a parte inferior e macia, bem de leve, e fui escorregando para baixo. Lambi sua barriga, bem arredondada, e também seu umbigo. Sua risadinha virou um suspiro de prazer assim que escorreguei entre sua pernas, ajoelhado no chão.

Sorri ao descobrir o que já sabia.

-- Molhada. - Murmurei, sentindo seu cheiro delicioso, colando meus lábios ali e a beijando por cima da calcinha, e depois provocando com a língua. Clary fervia entre as pernas.

Assim que fui abaixar sua calcinha, Clary se sentou, num ímpeto.

-- Espera.

-- O quê? - Olhei para ela, confuso.

Clary estava descabelada, corada (visível a luz da lua) e seminua, se havia algo mais sexy no mundo, eu não tinha visto.

-- Eu... - Ela hesitou, mordendo os lábios.

-- Você...? - Encorajei.

-- Não... Não estou depilada.

Eu comecei a rir. Rir não, gargalhar.

-- O que foi? - Ela cruzou os braços.

-- É sério? - Perguntei, ainda rindo.

-- Sim! É sério!

-- Clary você acha mesmo que eu ligo para isso? - Disse, parando de rir. - Você poderia estar menstruada, e eu ainda ia te fazer gozar da mesma forma.

-- Então... Isso não é um problema? - Ela engoliu em seco.

-- Não. - Beijei seu joelho. - De forma alguma.

Ela respirou fundo.

-- Tá bom.

Ficamos nos encarando por dois segundos, antes de alguém dizer alguma coisa.

-- Deita e abre as perna para mim, Clary. - Pedi.

-- Oh. Ah, é! -- Ela se deitou.

Eu ri enquanto beijava suas coxas. Aquele diálogo parecia tão absurdo, e tão ridículo, mas com Clary era tão natural e excitante. Bom. Bom de verdade. Amava essa sensação, de estar em paz, totalmente tranquilo. Era tudo tão natural.

Assim que tirei sua calcinha, gemi ao encontrar seus pelos. Ruivos.

-- Ah, porra. - Mordi meus lábios.

-- O que foi? - Clary parecia ofegante.

-- Você é toda ruiva.

-- É.

Não esperei mais nada para cair de boca naquela boceta deliciosa. Ouvi o gemido de Clary, e senti quando seus quadris se mexeram. Segurei suas coxas, lambendo seu meio. Depois abrindo sua carne com meus dedos, chupando, beijando, e mordiscando bem de leve, lembrando da minha boca seu gosto de mel.

Enquanto Clary gemia e curtia lá em cima, eu curtia do meu modo ali embaixo. Amava fazer sexo oral, o modo como ficavam cada vez mais úmidas na minha boca, sua fragrância natural e tão excitante. Os sons que cada mulher fazia antes de chegar ao orgasmo. Mas eu amava ainda mais chupar Clary. Seus movimentos, o modo como seu sexo era, o gosto e o cheiro que tinha. Os sonzinhos que ela fazia, manhosa, até gozar na minha boca. O modo como agarrava meu cabelo.

-- Continua. Por favor. - Pediu, arfando.

Lambi seu clitóris, igual um cachorrinho de rua lamberia um bife, aproveitando, me deliciando e me banqueteando. Envolvi meus lábios no pequeno botão rosa e inchado que Clary tinha entre as pernas, e o chupei, estabelecendo o ritmo de Clary, do modo que ela mais gostava, até gozar.

-- Ah, Jace! Não para não para não para não... oh! Oh! Isso! - Suas duas mãos vieram para a minha cabeça e arranharam meu couro cabeludo, puxando meu cabelo e me prendendo lá embaixo, como se fosse um grande castigo.

Assim que Clary gozou, me levantei, meu pau estava pulsando dentro da calça. Estava quase gozando e nem tinha tocado nele direito.

Clary me puxou para a cama, arrancando minha camisa e montando em mim.

-- Cuidado... - Gemi assim que seus lábios tocaram meu pescoço.

-- Eu tô grávida, Jace, mas ainda posso foder.

Puta. Que. Pariu.

-- Fala isso de novo. - Pedi.

Clary chegou bem perto do meu ouvido.

-- Eu ainda posso foder bem gostoso com você, Jace.

-- Ah, caralho.

Que se fodesse.

Inverti as posições, deixando Clary de quatro, enquanto eu arrancava minhas roupas e ficava em pé.

No momento que meu pau entrou em Clary, eu precisei de alguns segundos para me recuperar e não gozar naquele exato momento.

-- Sua boceta é tão gostosa, Clary. - Dei uma estocada. - Porra...

Comecei lento, mas fui aumentando e aumentando a velocidade. Precisava de mais. Precisava de ainda mais contato. Daquele jeito. Isso, exatamente assim.

-- Oh! - Clary Soluçou e colocou o rosto contra o colchão. - Oh, meu Deus... - Gemeu manhosa, com seu rabo empinado pra cima, enquanto eu metia, ainda mais e mais forte. Clary estava quase lá, eu sentia isso.

Fui massagear seu clitóris, e descobri que ela tentava fazer isso. Cobri seus dedos com os meus, e rodei ao redor do seu feixe de músculos tesos, ouvi o gemido de Clary e o modo como sua boceta começou a se contrair e relaxar em volta do meu pau. Sentir Clary, pele na pele, não tinha preço.

Gozei quase junto a ela. Lançando todos os jatos de gozo dentro. Sai, já ficando mole, ofegante e exausto. Parecia que alguém tinha me atropelado. Mas eu nunca havia me sentindo tão bem depois de uma transa.

Clary caiu de um lado, e eu do outro.

-- Posso ficar um pouco? - Perguntei, fechando meus olhos, sentindo o sono e o cansaço tomarem minhas veias.

-- O quanto quiser. - Ela sussurrou, e saiu da cama. Ficou um tempinho fora, e depois deitou novamente. Ela jogou um lençol por cima de mim.

Ouvi Clary fungando, abri um olho para descobrir que ela estava de costas.

-- Shhh... - A abracei, ficando de conchinha com ela. Mal conseguia abrir meus olhos, com tamanho sono.

-- Eu... eu nem sei p-porque eu t-tô chorando! - Ela fungou e estremeceu nos meus braços.

-- Acontece muito nessse estágio da gravidez.

-- Você sabe? - Ela perguntou baixinho.

-- Eu pesquisei muito sobre. Até comprei e li dois livros sobre isso. - Disse. E não era mentira, tinha mesmo feito isso, e então poderia entender Clary, mesmo de longe, o modo que era melhor para os meus sentimentos.

-- Sério?

-- Uhum. - Bocejei e me ajeitei mais ainda perto dela, sentindo o cheiro delicioso de seus cabelos. - Eu gozei dentro.

-- Eu sei. - Ela se acomodou. Ao que parece havia parado de chorar. Que bom.

-- O bom é que não tem como engravidar de novo. - Disse.

Clary riu, e depois começou a gargalhar.

-- Você é ridículo!

Eu ri.

-- Obrigado. - Disse com os olhos fechados e a senti se virar de frente, então abri apenas um olho. Vendo Clary sorrindo.

Inconcientemente, sorri também. Droga.

Clary apenas beijou minha testa.

-- Boa noite.

-- Boa noite. - Respondi, ainda sorrindo.

E então nós pegamos no sono.


Notas Finais


😌

Espero q vcs tenham entendido o lado do baby Jace e parem de xingar ele KKKKKKKK

Hj foi um cap só com pov do jace msm, vcs q lutem

Lavem as mãos e não saiam de casa

Até o prox cap 😊


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