História The Girl - Clace - Capítulo 5


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Jace Herondale (Jace Wayland)
Tags Clace, Clary, Jace, Os Intrumentos Mortais, Shadowhunters, The Girl
Visualizações 89
Palavras 2.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


🌠🕊

Capítulo 5 - Good time do not involve sex


Fanfic / Fanfiction The Girl - Clace - Capítulo 5 - Good time do not involve sex

É mais fácil se perder em drogas do que lidar com a vida.

É mais fácil roubar do quê trabalhar para ter.

É mais fácil bater numa criança do quê educá-la.

O amor custa caro.

Requer esforço e trabalho.


-- Os sete crimes capitais


××× Jace Herondale ×××


-- Natalie! - Eu gritei, depois que a porta se fechou, me afastando de Clary. A mesma pulou do móvel, corada e ofegante assim como eu.

Meu pau foi de meio dia as seis em segundos, me fazendo ir falar com a minha sobrinha.

Natalie estava sem expressão, estava sentada no sofá, e em seu colo estava Violet.

-- Lili... - Tentei controlar minha respiração, mas ainda estava ofegante.

Ela levantou a mão, sem olhar para mim.

-- Não me dirija a palavra.

-- Mas...

-- Pelo amor de Deus você esqueceu que eu estava aqui?! - Ela exclamou, me fuzilando com o olhar. Ouvi a porta do banheiro se fechar atrás de mim, devia ser Clary.

-- Hã... eu...

Na verdade, eu tinha sim me esquecido de Natalie. Tinha me esquecido de tudo e completamente da onde estávamos. Eu só sabia que tinha Clary nos meus braços e isso que importava. Seu beijo era devastador e seus toques me incendiavam completamente. Eu estremecia só de lembrar de seus gemidos e chamados.

-- Você realmente me esqueceu. - Ela levantou do sofá. No mesmo momento que Clary entrou no recinto, vestindo uma blusa larga de mangas laranja, e uma calça jeans. Seus cabelos estavam em um coque. Eu só queria saber como ela ficava tão gostosa em uma roupa que não marcava e nem mostrava absolutamente nada.

-- Natalie... - Clary engoliu em seco, se aproximando. - Eu... não sei onde estava com a cabeça. É que...

-- Eu sei, você não resistiu com a tentação. Odeio admitir mas sei que meu tio é bonito. - Franzi o cenho para minha sobrinha, cruzando os braços.

-- Comigo você não fala e com ela você fala?! - Exclamei.

-- Ela foi puramente uma vítima. - Natalie defendeu Clary, que sorriu para a menina no sofá, que acariciava o filhote que dormia tranquilamente em seu colo.

-- Pelo que eu me lembro ela estava bem entretida. - Olhei para Clary, que engasgou.

Natalie bufou e revirou os olhos.

-- Que seja, eu não vou esquecer essa cena tão cedo. - Ela colocou a cachorrinha no sofá e abraçou Clary. - Logo estamos de volta. - E saiu da casa.

Revirei os olhos e bufei.

-- Crianças.

Clary riu, indo até a porta comigo.

-- Hã... obrigada pela... Violet. E a... visita. - Ela desviou o olhar.

Eu sorri, beijando seu rosto, aproveitando para morder o lóbulo de sua orelha e sussurrar:

-- Foi um prazer.

Então me virei, piscando para ela e entrando no carro. Natalie mexia no celular, parou e me olhou assim que eu entrei no carro.

-- Você vai me buscar no reforço amanhã de novo. - Avisou ela.

-- Ah, vou?! - Debochei, dando partida.

-- Ah, vai. - Ela cruzou os braços. - Clary me parece ser muito legal e gentil. E é minha amiga!

Eu bufei, querendo saber o que aquela ruiva tinha de tão especial para encantar a todos.

-- Eu tenho coisas para fazer amanhã, Lili. Desculpa mas não vai dar. Talvez outro dia. - Respondi, querendo por um fim naquilo. Se Natalie cismasse com Clary a coitada estava perdida.

Ela revirou os olhos e se ajeitou no banco, fazendo uma cena ao olhar as unhas.

-- Acho que meus pais não vão gostar de saber que eu peguei você transando. Porquê você esqueceu que eu estava lá.

Engoli em seco, praguejando. Aquela garota era má.

-- Eu não estava transando. - Acusei. - E você não viu nada demais. - Xinguei ao virar na rua errada, fazendo o retorno.

-- Eu vi você masturbando ela, e os dois estavam se engolindo, enquanto você apalpava a bunda dela e.... - Ela foi listando nos dedos.

-- Chega! - Exclamei. - Menina ardilosa e observadora. - Apertei os olhos para a adolecente, que apenas deu de ombros.

××× Clary Fray ×××


Ao fechar a porta eu supirei, me encostando na madeira rígida.

-- Pelo amor de Deus. - Passei as mãos pelo rosto, tentando assimilar o quê raios havia acontecido. Até ver que eu precisava tomar banho para me arrumar logo, ou perderia a hora.

Antes disso peguei dois potinhos da cozinha, colocando água e ração, e próximo, um jornal velho.

-- Pronto, querida, agora eu vou tomar banho. - Sorri para a cadelinha, que foi logo tomar água.

Me apressei para o banheiro, tomando um banho relaxante, tirando o cheiro de Jace do meu corpo. Mas ainda sentia seus toques, eles marcaram minha pele como ferro quente. Só de pensar em seus beijos, ao prazer e desejo que senti... me fazendo esquecer de tudo... Aquilo jamais sairia das minhas lembranças.

Abri a porta, do banheiro assim que sai do banho, deixando o vapor ir embora. Rapidamente coloquei a roupa - se aquele fio de tecido poderia ser chamado de roupa - que Isabelle havia me emprestado. Junto com o sobretudo que eu havia ganhado do meu pai. Me sentia protegida nele. Levei as botas na minha pequena mochila, assim como meus itens de sobrevivência.

Olhei para a cadelinha enquanto fazia a maquiagem e arrumava o cabelo.

-- Eu terei que deixar você com a vizinha. - Fiz um muxoxo. - Mas eu te busco assim que voltar, pequena. - Disse, acariciando a cachorrinha, depois pegando-a, junto com a ração, indo a casa na esquina.

Lá tinha uma garota que tinha 18 anos, trabalhava em casa com Deus sabe o quê mas era muito gente boa e disse que se eu precisasse de qualquer coisa poderia pedir a ela. Então que fosse.

Chutei o portão de ferro, com as mãos ocupadas.

Em alguns minutos, uma menina ali. Bem como eu me lembrava que ela era.

-- Oi. - Ela sorriu e olhou Violet nos meus braços, ainda com seu laço extravagante. - Ah, meu Deus! Que lindinha!

-- Ela é. - Ri. - Posso te pedir para ficar com ela até o turno do meu trabalho acabar? Não vou poder deixá-la sozinha com a minha mãe... é que...

-- Tudo bem. - Ela pegou o pote e a cadelinha. - Qual o nome da belezinha?

-- Violet. - Respondi. - Muito obrigada...

-- Ester Caroline. - Ela piscou. - Mas me chame de Carol, por favor.

-- Clary. - Acenei com a cabeça.

Assim que me virei para ir, ouvi o portão fechando e um "bom trabalho" vindo de lá. Agradeci e continuei o caminho para a balada.

××× Jace Herondale ×××


Eu estava com Alec na mesa de sempre, bebíamos e conversavamos sobre o próximo cliente.

-- Parece que Merlion nos recomendou. - Analisei. - Ou nos levou a uma enrascada.

-- É aí que está. - Alec pegou seu celular, mostrando a ficha Criminal do cara que se intitulava como "Raphael Santiago". - Ele nunca teve nada na ficha criminal. Nada.

-- Isso deveria ser ruim? - Franzi o cenho, tomando o uísque do meu copo em um gole rápido, sentindo a bebida descer queimando.

Alec negou, pedindo mais uma dose de rum com coca-cola para uma garçonete morena.

-- Não. Mas é suspeito. - Alec guardou o celular e cruzou as mãos em cima da mesa. - Todos os caras com quem fizemos negócio tem passagem na polícia. Toda boa pessoa que se prese tem alguma coisa na ficha! Mas ele não!

-- Ele é limpo.

Alec assentiu para mim.

-- Pode ser armação, Jace. Eu vou analisá-lo melhor amanhã, mas por enquanto...

-- Por enquanto? - Insisti, terminando minha bebida e pedindo outra assim que a garçonete trouxe a bebida do meu melhor amigo.

-- Sebastian perguntou se precisava de um médico, e se precisar, é só até amanhã. - Disse Alec, bebendo.

-- Por quê? - Franzi o cenho, agradecendo a mulher pela bebida, que logo sumiu na multidão de gente.

-- Ele vai fazer alguma coisa em Paris. - Alec deu de ombros. - Parece que tem alguma vaga sobrando em um hospital lá. E sabe como Sebastian sempre quis se mudar daqui.

Assenti, perplexo por ele não ter me contado nada diretamente.

Até que as únicas luzes presentes eram as do palco.

Alec fez uma careta, se aproximando mais para que eu o ouvisse pelo som da música que vinha dali.

-- Strip?! Tinha certeza de quê eu iria chegar cedo em casa hoje!

-- Ainda não deu meia-noite. - Me acomodei no lugar, vendo as mulheres entrarem. - É só a dança, murmurei, a voz rouca ao ver Clary chegar dançando.

Umideci os lábios, analisando-a de cima a baixo. Seus cabelos estavam soltos e enrolados, a maquiagem pesada com o batom vermelho. O sutiã de renda preta aparecia através do cropped de mangas longas e transparente. Cerrei a mandíbula, reparando que usava um short preto de cintura alta, mostrando o começo da bunda que eu tinha apalpado hoje. A meia-arrastão cobria as coxas que também toquei. Mas o que mais me deixou enfeitiçado foram as botas, iam até depois dos joelhos; eram brancas com cadarços pretos, de salto.

Ela estava gostosa demais.

Se eu não transasse com Clary hoje, eu iria explodir.

-- Terra chamando Jace! - Alec gritou, fazendo eu acordar. Mas mesmo assim levantou sua mão, para me dar um tapa.

-- Se encostar em mim eu juro que você vai sentir falta do seu pescoço. - Rosnei.

Ele levantou as duas mãos em rendição.

-- E como está Natalie?

-- Hum?

-- Você prestou atenção no que eu disse?

Assenti, olhando fixamente o palco. Clary não olhava para mim, ou simplesmente seu campo de visão fora obstruído pela quantidade de pessoas presentes na Pandemônio aquele dia.

Ouvi Alec bufar e falar alguma coisa sobre um cliente que o esperava na saída de trás da boate. Analisei a dança de Clary, as reboladas provocadoras, a bunda subindo e descendo o pole dance. E o batom deixando sua boca ainda mais suculenta.

Eu queria devorá-la. Dar prazer a cada pedacinho daquele corpo.

Só com a expectativa, meu pau acordou, pronto para o ataque.

Esperei - impacientemente - ela descer do palco. Percebi que ia em direção ao bar, levantei e a interceptei no meio do caminho.

Ela tomou um susto, dando um gritinho e depois se acalmando.

-- Você quase me matou do coração! - Ela bateu no meu ombro. - Pelo amor de Deus!

Coloquei-a contra a parede, entre uns vasos que tinha em uma das quinas do lugar. Vi sua respiração falhar e ela engolir em seco.

-- C-Como está Natalie? - Ela desviou o olhar, e voltou aos meus olhos, enquanto estudava cada traço da sua face, descendo para o pescoço curvilíneo, o busto descoberto... Clary me dava água na boca.

-- Você não quer falar da minha sobrinha, agora. - Sussurrei, lambendo as cavidades da sua orelha, provocando-a.

-- Não. - Ela me empurrou levemente. - Mas eu preciso comer. Eu não comi o dia todo. - Avisou ela, com pesar. - Vou enganar meu estômago com algo daqui e ir para casa. Daqui há pouco minha mãe vai chegar e...

-- Não. - Peguei em sua mão. - Eu vou te levar para comer.

Uma interrogação passou por sua face, e depois ela arqueou as sombrancelhas, me seguindo enquanto íamos para fora da boate.

-- Minhas coisas! - Exclamou ela.

No fim, tivemos que pegar as coisas de Clary e saímos pelo fundo.

Entramos no carro e saímos.

-- Onde você pretende me levar para comer? Está tarde.

-- Não é óbvio? - Ele sorriu de canto. - Para a minha casa.

××× Clary Fray ×××

Engoli em seco, odiando a expectativa que se instalou no meu peito. Eu apenas coloquei o cinto e segurei minha bolsinha com força, me forçando a me acalmar. O calor que descia para o meu baixo ventre era quase demais. Estava com calor, e suando pela dança. E o ar do carro estava ligado.

-- Está muito frio? - Ele me olhou de canto. - Você está arrepiada.

-- Ah... eu... - Então neguei, olhando as luzes da rua e me hipnotizando.

-- Que fique avisado que se você dormir eu não vou te levar no colo. - Disse ele, um tom divertido, me fazendo sorrir e revirar os olhos.

-- Bom saber que os homens são cavalheiros!

Sua expressão mudou, me fazendo encolher e meu sorriso sumir. O quê eu tinha dito?!

-- Nem todos os homens são tão desprezíveis quanto eu, ruiva. - Disse ele, estacionando em frente a um predio alto, saindo e jogando a chave para um segurança que estava na rua.

Depois daquilo, fiquei quieta, observando o ambiente tão... acolhedor. Era gostoso ter um hall quentinho. O frio estava começando a aparecer. Cumprimentei uma faxineira e o moço que ficava de porteiro. Jace apenas me olhou com curiosidade. No elevador, uma velhinha puxou assunto comigo sobre o tempo e o trânsito; a qual eu conversei bastante até. Pois era vizinha de Jace.

Impressionante como a pessoa mais pura e fofa pode ser vizinha de um... bem, de um cara como Jace.

Ao entrar no apartamento de Jace, não pude não reparar em volta. Era acolhedor e moderno. Chique. Suspirei, perdida em pensamentos dos quais eu nunca teria uma casa assim.

-- Bu. - Disse ele no meu ouvido, me despertando do transe.

-- Hã. Oi. - Me virei para ele, entrando na cozinha, me encostando no balcão o qual dividia o ambiente que estávamos e a sala de TV. Me imagino se teria sala de jantar ou seria apenas a bancada.

-- Ovos e salada? - Perguntou ele.

-- Ovos e salada parece ótimo. - Assenti. - Eu não estou com fome, mas não quero demaiar de novo.

Ele riu.

-- Isso faz de você uma pessoa inteligente, imagino.

Mostrei a língua para ele.

Eu me sentia íntima de Jace, como se nos conhecêssemos a anos. E não há um pouco mais de uma semana.

Me encostei na geladeira, vendo-o fritar os ovos. Ele parecia entender e saber o que estava fazendo, afinal, deveria ter sua rotina sozinho. Comecei a rir, imaginando Jace de touca e com um avental, limpando a casa com um aspirador de pó.

-- O quê foi? - Ele franziu o cenho para mim.

Ainda continuava a rir.

-- N-Nada. - Coloquei a mão na barriga. - Eu só estava pensando em você vestido como dona de casa.

Ele deu uma risada nasal, colocando os dois ovos fritos no prato em vindo em direção a geladeira.

Congelei e fechei os olhos, sentindo a respiração dele contra minha boca. Então ele sussurrou:

-- A salada está na geladeira, querida.

Com isso, ruborizei e pulei para o lado, me sentindo uma tola. Tentando disfarçar enquanto Jace pegava um pote grande na geladeira.

-- É de ontem mas serve.

Assenti.

-- Com certeza sim.

××× Jace Herondale ×××

Assim que coloquei a comida na mesa, senti meu celular vibrar, Clary começou a comer, enquanto eu respondia Natalie.

Lili: Eeeiii posso subir pra sua casa?

Bufei, pensando o quão empata a foda aquela garota tinha o talento de ser.

Você: Eu não estou em casa.

Lili: Hummmmm..... Amanhã vai estar?

Você: Provavelmente

Lili: Blz, byeeee

Você: Até

-- Vai me responder como está Natalie? - Perguntou Clary, assim que comecei a comer.

-- Otôdibocachea.

-- O quê?! - Ela riu.

Eu engoli a comida, quase engasgando pela vontade de rir.

-- Eu estava de boca cheia. - Tossi, também rindo.

Ela gargalhava, acho que nunca vi Clary rir tanto, e fazia tempo que eu não ria com tanto gosto.

-- Sabe, eu queria ter uma sobrinha. - Ela brincou com o alface, mexendo o garfo.

-- Tem irmãos?

-- Eu tinha. Um mais velho. - Respondeu ela.

-- O quê aconteceu com ele? - Perguntei, comendo mais. Estava louco para acabar a refeição e ir para onde, ou melhor; quem eu queria realmente comer.

-- Ele morreu em um acidente de carro. - Ela suspirou, a voz ficando rouca de emoção. - Ele sempre se achou imortal. Desafiava a vida e... e... - Ela fungou, piscando rápidamente, enxugando embaixo dos olhos. - Desculpe, eu...

-- Não, me desculpe. - Engoli em seco, sabia como era sofrer com a morte de alguém.

-- Tem parentes?

-- Um primo no País de Galês. E um primo ainda mais distante em Los Angeles. - Dei de ombros.

-- Entendo. - Disse ela, apenas.

Continuamos em silêncio, até acabarmos a refeição. Agradeci mentalmente por ela não querer saber dos meus pais. Clary era tão expressiva... tão aberta. Eu queria ser assim, admirava pessoas tão vivas e que tinham um objetivo a seguir na vida.

Eu, depois de 34 anos de experiência, só queria voltar a ser criança e me preocupar com provas e lição de casa.

Quando drogas, sexo e bebidas eram ilegais e eu não queria nada com isso.

Quando os jantares em família eram animados e divertidos.

Quando eu era minimamente feliz.

-- Acho que não sou eu que estou divagando agora. - Analisou a ruiva, com bom humor.

Eu dei um sorriso fraco, percebendo que ela já havia terminado de comer.

A olhei intensamente, umidecendo os lábios enquanto espantava meus pensamentos melancólicos e me ocupava com mais gostosos. Envolvendo Clary, nua, na minha cama.

A noite toda.

Ela desviou o olhar, e engoliu em seco.

-- O quê foi? - Perguntei.

-- Você está me olhando como se eu fosse a sobremesa. - Ela voltou o olhar nos meus olhos.

Eu salivava para tirar o resto daquele batom vermelho com a língua.

Sorri maliciosamente, olhando para minha presa esta noite.

-- Clary, querida, você é a sobremesa.


Notas Finais


Vcs tem bichinho de estimação?

💛🐺


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