História The Girl And Her Blue Book - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Azul, Blue, Blue Book, Castiel, Garota De Cabelo Azul, Julie, Livro Azul, Luís, Lyza_
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Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Estou colocando novamente está história ao público pois terá uma nova fanfic que envolve está fanfic. Obrigado aos novos e antigos leitores por estarem aqui.

Capítulo 1 - CAP. 1 - BLUE BOOK


Era o meu primeiro dia de aula e eu já estava bastante curiosa para saber como seria dessa vez.

Meu pai estava tomando seu café da manhã quando finalmente acaba de ler o jornal e presta atenção no que eu estava falando:


- Pai, e se eu chegar na escola e todos me olharem com cara feia e tiverem medo de mim? - Perguntei assustada mas ainda feliz

- Filha, Você sabe que dessa vez vai ser tudo diferente. - disse ele me dando conforto

- Eu sei, mas e se as pessoas acabarem não gostando de mim, O que eu faço? - pergunto sem saber

- Ignore, essas pessoas não são amigos de verdade, amigos de verdade ficam com você sempre! 

- Mas pai... Estamos falando de impressão a primeira vista, e se elas me acharem uma pessoa ruim?

- Lyza, elas não vão te achar! - disse o mesmo já bravo

- desculpa mas é que dá medo. - disse falando com um tom mais fraco com a cabeça inclinada para baixo

- Tudo bem filha, agora vamos! Vou te levar pra escola hoje já que é seu primeiro dia de aula.

- Pai, eu já tenho 17 anos eu posso ir sozinha! - disse me levantando da mesa em que estava

- nada disso, ainda é muito perigoso você ir sozinha e eu tenho que conhecer mais a escola!

- esta bem, mas o senhor me promete que vai ficar distante de mim? Eu preciso fazer amizades e com o senhor do lado fica difícil.

- está bem filha, eu te entendo.

- que bom pai, agora vamos pois não quero me atrasar no meu primeiro dia de aula.

- certo filha.


Enquanto meu pai se arruma em seu quarto eu me arruma no meu, e acabo percebendo que ele estava em casa dessa vez e não em seu trabalho como sempre fazia.

Era estranho pois meu pai trabalha examente quase todos os dias menos nos finais de semana, e ele sempre sai de manha e só chega de madrugada.

Eu realmente não sabia o que estava acontecendo, mas se fosse algo grave meu pai havia me contado, ele me conta tudo! Eu acho.


Eu não comentei nada com ele, apenas sai do meu quarto e desci para esperar ele na sala, onde chegando lá liguei a televisão e me sentei no sofá.

Pouco tempo depois escuto meu pai falando no telefone um pouco alto então desligo a televisão para escutar melhor:


- Não Rooney, você tem que resolver isso, foi você quem fez não eu! Eu não vou levar a culpa por você! - disse meu pai gritando brutalmente com seu amigo Rooney, que parecia ter se metido em uma confusão tremenda

- Pai, Está tudo bem? - pergunto a distância

- Sim filha, já irei descer. - me respondeu após desligar o celular

- Está bem. 


Meu pai estava enfrentando uma dificuldade sozinho? Ele sempre me conta tudo e eu sempre tendo ajuda-lo, eu me lembro que ele as vezes não queria me contar mas no final sempre me contava.


Ao meu pai descer, eu e ele formos indo apé para a escola pois meu pai vendeu o carro dele semana passada para poder juntar dinheiro para comprar algo de realmente útil, não que um carro não seja útil, Um carro é bastante útil pra quem usa direto ou para as pessoas que sabem usar bem. Mas meu pai não usava direto e o principal, ele não sabia usar muito bem um carro por isso precisou vender para no futuro comprar algo que ele realmente usasse.


No meio do caminho eu olho para o meu pai e curiosamente pergunto olhando em seu rosto:


- Pai, você quer me contar algo? - perguntei de uma forma preocupante

- Não filha, mas eu deveria contar algo? - perguntou eler sem saber ou sem se lembrar

- Não pai, eu só perguntei por perguntar. - disse evitando falar o que eu havia escutado naquela hora


Eu não sei se ele se esqueceu ou não queria me contar, mas eu realmente estava preocupada e triste por saber que ele não me contaria sobre o assunto e eu tenho certeza que tem algo haver com o emprego dele e o pior é que é ruim que ele não me conte sobre isso porque eu vou ver ele todos os dias em casa e não vou poder fazer nada a respeito e eu terei que fingir que nada está acontecendo, que tudo está normal. Eu realmente não sabia o que fazer!


Ao chegar na escola, todos realmente me olharam mas eu apenas baixei a cabeça e segui junto com o meu pai até o pátio onde chegando lá me sento ao lado dele em um banco:


(Pensamento On)


- Droga! Eu sabia que seria a mesma coisa, talvez seja porque eu chame muita atenção. Eu só queria fazer amigos mas pelo visto não farei nenhum aqui, nem aqui e nem em nenhum lugar! Eu Sei que eu não preciso de amigos pra ser feliz, mas ao menos eu não queria que pessoas ficassem me olhando, Eu não queria ser "A estranha" novamente.


(Pensamento Off)


Enquanto eu pensava meu pai havia saido do meu lado e um garoto se aproximou:


- Olá, você é novata não é mesmo? - Perguntou o garoto todo sorridente

- Sim. - respondi desanimada

- Prazer, Meu nome é Luís e o seu?

- Meu nome é Lyza.

- Nome bonito Lyza.

- obrigado, o seu também. - dei um sorriso fofo me sentindo mais segura

- você já fez amizades por aqui? - perguntou se sentando ao meu lado

- não, as pessoas não fazem amizade comigo e talvez eu seja bastante ruim em fazer amizades. - disse olhando para baixo

- anime-se por favor! Então eu serei seu primeiro amigo. - falou ele se levantando e olhando para mim

- É o quê? - perguntei sem acreditar, levantando o meu rosto e olhando para ele

- Isso mesmo! Vamos, quero que você conheça a escola. - disse ele segurando em minha mão, me fazendo levantar

- Mas...

- mas nada! Vamos e pronto. - disse me carregando


Aquele garoto era tão cheio de atitude mas ainda sim tão impulsivo, até mais do que eu! Ele realmente tinha um jeito estranho, mas ele não parecia ser como eu.


Ele me levou para varias salas e lugares da escola e enquanto todos me olhavam o garoto parecia nem se importar, eu acho tão estranho alguém como ele querer ser meu amigo.


Ao acabarmos de ver a escola ficamos cansados e foi ai que o sinal tocou, ninguém sabia em que sala ficariam e eu estava com medo de que aquele garoto não ficasse em minha sala.

Ele era tão legal, E era a única pessoa em que eu havia feito amizade, e logo no meu primeiro dia de aula, não dava para acreditar! Mas algo estava muito estranho mesmo.


Meu Pai acabou não me vendo direito, mas tenho certeza de que ficou tudo bem, ele sabe que eu sei me virar, eu já tenho 17 anos mas acho que de toda forma ele ainda me trata como uma criancinha.


O diretor disse o nome e a sala das pessoas que estavam nela, em seguida ele permitiu que cada aluno procurasse sua sala para poder começar o dia de aula.


Eu procurei a minha sala e ao entrar lá o Luís não estava, eu fiquei triste mas ao mesmo tempo normal.


Me sentei quase no fundo, coloquei meu óculos pois sem ele eu não enchergava muito bem. Algumas pessoas pareciam falar de mim e outras me olhavam, e outras nem ligavam, eu com certeza já gostei dessas pessoas que não ligavam pra mim.


Pouco tempo depois o Luís aparece na sala com cara de perdido e ao perceber que era a sal dele ele entra e se senta ao meu lado, já que ninguém mais queria se sentar:


- Que sorte eu tive dessa vez! - disse ele colocando a mão na cabeça e sorrindo

- Não sei se posso chamar o azar de sorte! - disse enquanto pegava meu livro De Fantasias e Contos

- Lyza, não diga assim! - disse ele olhando pra mim

- Mas é a verdade Luís. Ninguém fica perto de mim e se você fica com certeza deve ficar bastante mal com isso!

- Nada disso! Ficar perto de você é motivo de alegria, eu sei que ainda está bastante cedo pra te chamar de amiga mas ter uma amizade como a sua é a melhor coisa que alguém pode ter. - disse ele tentando me animar

- esta bem então! Agora deixe-me ler o meu livro OK?

- certo, boa leitura.

- valeu!


Ele era realmente um garoto muito legal, mas ninguém é tão perfeito. Alguma coisa havia por trás de tudo aquilo, mas eu não estava muito preocupada em descobrir. Com certeza aquele foi o dia mais legal da minha vida após o falecimento da minha mãe.


Notas Finais


Obrigado por ter chegado até aqui, adicione aos seus favoritos para acompanhar os demais capítulos😍❤❤❤


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