História The Girl Who Had Bullying - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Bullying, Colegial, Estrupo, Gravidez, Justin Bieber, Morte, Sadomasoquismo
Visualizações 109
Palavras 1.597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Eu acredito em você


Pov Justin's

Bato na porta a minha frente, uma, duas, três vezes e nada da mesma abri.

Suspiro frustrado, encosto minhas costa na porta deixando a espessura lisa fazer meu corpo descer ate encosta-se no chão.

Não sei quanto tempo exatamente fiquei ali sentado, pois corto os meus pensamentos quando a porta se abre em um solavanco, fazendo eu quase cair e bater com tudo no chão. me levanto em um pulo encarando a pessoa a minha frente.

- O-oi... – falo trêmulo.

- Oi? Isso são horas de você está aqui? O que você quer? – esbravejou Calany, seu rosto estava inchado devido supostamente a mesma tido acordado pouco tempo. engulo em seco.

- Podemos conversar? – pergunto com a voz embargada.

- Se você veio aqui para me atormentar saiba que... – Calany se interrompe toda quando finalmente olha para o meu rosto, que de certa forma estava horrível devido eu vim o caminho todo chorando. – O que aconteceu, Justin? Olha aqui... – a corto.

- Por favor! Me de apenas alguns minutos. O que eu tenho para te falar é muito importante... – fungo o nariz, sentido o mesmo arder como fogo.

- Puff! Tudo bem, só... Espera um pouco. – Calany mau termina de falar e bate a porta com tudo na minha cara.

Se passaram um, dois, três, quatro minutos e nada da Calany voltar. Eu não estou acreditando que ela me deixou plantado aqui! Sento nos três primeiros degraus de concreto a espera da mesma.

- Pronto. – a mesma sai porta a fora, a fechando logo em seguida. Só então percebo que a Lany tinha trocado de roupa, está explicado a demora. – Vem, vamos pro jardim. – assinto, andamos lado a lado, em silêncio, como dois desconhecidos. Afinal não era para menos. - Melhor conversamos aqui, assim meus pais não desconfiam de nada.

Disse ela se referindo a copa a nossa frente. Havia lá dois sofás de couro na cor branca enormes, uma mezinha pequena de vidro localizada no centro de ambos sofás, uma TV colada na parede embaixo de uma lareira pequena com algumas madeiras ainda ‘virgem’.

Calany senta em um dos sofás, fazendo um simples gesto com a mão para sentar no outro sofá. Querendo manter a máxima distância de mim.

- Bom... Eu.. Eu nem sei por onde começa... – suspiro .

- Que tal você fazer como qualquer pessoa normal faria, e começasse do começo?! – ironizou.

- Eu juro, juro que o que vou te falar agora é tão doloroso para mim quanto vai ser para você. Eu... Só peço para que você acredite em mim. Por favor...

- Ai, Justin. Você acha, que eu. euzinha aqui – apontou seu polegar para o próprio peito -, vou acreditar em que você diz?... – continuou - Você deveria ficar satisfeito apenas por eu está te escutando, pois se fosse outra pessoa te expulsaria daqui sem ao menos te ouvir.

- Isso mostra que você é melhor que qualquer um... – sorrir triste. – E é uma dessas suas personalidade que faz com que mais e mais eu me apaixone por você .

- Para!, Você disse que queria falar algo importante, se for para você ficar falando do seu “amorzinho” por mim é melhor ir embora.

- Prometa que vai me escuta até o final, sem interrupções, OK? – olho em seus olhos, aqueles que pouco tempo não sabia que amava tanto.

- Tudo bem. Tudo bem. Mas fala logo que eu já estou ficando curiosa.

- Como acho que você já sabe, o meu time ganhou o torneio. – vejo a mesma assenti, então continuo -, E para comemora a nossa vitória um dos jogadores do time convidou todos para irem a festa que ele ia dar em sua casa. Bom, eu e a Simone fomos juntos. Ficamos dançando e bebendo durante à algum tempo, até que a Simone teve vontade de ir no banheiro. Então eu fiquei no mine bar bebendo enquanto ela não vinha. Eu tinha ficado tanto tempo a esperando que fiquei preocupado, fiquei ainda mais preocupado pois agente tinha discutido a caminho da festa. Eu praticamente corri pela casa toda a procura do banheiro, só que... – mau tinha percebido que estava chorando, só percebi quando sinto dois grossos filetes de água escorrem livremente pelo meu rosto.

- O que aconteceu? Fala! – Calany estava inquieta no sofá. Limpo inutilmente o rosto com as costa da mão, tentando limpar qualquer requesito de lágrima.

- ...Só que em vez de eu a achá-la no banheiro... – engulo em seco. – , Ela estava em um dos quartos com o... – nem ao menos consigo terminar a porra da frase, o medo de que a Calany não acreditar em mim e maior que qualquer coisa.

- Com quem? Fala, Justin. Com quem ela estava?

- Com o seu namorado, O Mattew. Ela estava com o Mattew – chego a fechar os olhos a não ver o quão brava a mesma devia estar está, mas para minha própria surpresa não escuto nada vindo da mesma, exceto pela sua respiração entrecortada.

Calany está estática, suas órbitas azuis mais pareciam que iam sair para fora de sua face, aos poucos seus olhos começaram a lacrimejar, nublando a imensidão azul que tanto amo. Pude ver pela pouca luz do local que seus finos dedos tremiam sobre sua coxa.

- Mas... Mas o Matt disse que ia... Que ia ficar em casa, que não ia para a festa pois estava com muita dor de cabeça. Ele não.. Não s.. seria capaz de mentir assim pra mim. – ela me encarava mortalmente, como se eu estivesse culpa de alguma coisa que aquele idiota fez.

- Eu sei que você não tem motivo nenhum para acreditar em mim. Ou no que eu digo, Mas é a pura verdade, e ainda tem mais... – Suspiro, acho que essa é a pior parte de todas, a qual eu desejo que seja uma mentira. Que aqueles dois combinaram para pregar uma peça para mim e para a Calany. Mas nem tudo na vida são flores e, com certeza a minha vida e completa de espinhos que a cada dia fica mais e mais perigo de ser viver.

- Não sei se quero escutar mais de suas mentiras, Justin.. – sua voz estava embargada, acompanhada de lágrimas insistentes que desciam pela sua pele de porcelana.

- Sim, eu vou continuar você querendo ou não. Porque ambos de certa forma estamos sendo prejudicados pelas mentiras daqueles dois. – continuo -, Sabe o filho que a Simone está esperando?, que no meu caso eu supostamente pensava que era o pai?

- O que o filho da vaca da Simone tem a ver com que estamos falando!?

- Dai que eu descobrir que aquela filha da puta mentiu sobre a paternidade do bebê. Eu... Eu não sou o pai do filho que ela carrega, ela mentiu, mentiu esse tempo todo para mim... Eu o amava tanto, meu bebê.. – vários soluços, um seguido do outro escapam por minha garganta. As lágrimas desaparecidas a pouco tempo voltam como se nada estivesse acontecido. Banhando meu rosto vermelho e inchado.

Sinto mãos macias e quentinhas sobre as minha. Calany estava sentada ao meu lado, me consolando. Como se nada que eu a fiz sofre sumissem como pó.

- Eu sinto muito, sinto muito mesmo... Ela.. Ela não podia ter feito isso com você. Estamos falando de um filho, uma vida! Não de um animal a qual você pode brincar é jogar ‘fora’ quando cansa... Você pode ser um filho da puta insensível, mais você sempre amou aquela criança e todo mundo sabe. – sinto seus braços longos e finos em volta do meu corpo, me abraçando tão forte que podia sentir o calor do seu corpo ser transmitido para mim. Deito minha cabeça na curvatura do seu pescoço, deixando sem querer as lágrimas molharem sua blusa – Ai se eu pego aquela vaca... Sorte dela que está grávida.

- Lany...

- Hum? – perguntou ela, seus dedos acariciavam meu couro cabeludo em um singelo e gostoso cafuné .

- Eu... Eu descobrir quem é o pai do meu... Do filho da Simone. – desencosto minha cabeça do seu ombro, a encarando nos olhos.

- Você quer me contar? Olha... Se você não se sentir bem em entrar nesse assunto eu entendo.

- Não é essa à questão. – acaricio sua mão. – Eu tenho medo de te magoar ainda mais, entende?

- Mais magoada que você já me deixou? Vai... Pode falar. – aquela frase fez meu coração se despedaça, eu a fiz tanto mau e, ai está ela, sendo a Calany que todos amam.

- O Seu namorado, ele que é o pai do filho da Simone. – sua mão é bruscamente afastada da minha.

- Eu não ACREDITO que você chegou à esse ponto.

- Por favor, Calany! Por favor! Acredite em mim.. Eu juro, é verdade.

- Mais? Mais mentiras ? Justin eu não tenho um único motivo se quer para acreditar em você, você mesmo disse que ia fazer de TUDO para acabar com meu relacionamento com o Mattew.

- Sim, eu disse que iria fazer qualquer coisa para terminar o seu namoro com o Mattew, mais eu juro, juro pelo que é mais sagrado que eu não colocaria uma criança no meio disso tudo, uma vidinha que amo... Só acredita pelo menos uma vez na vida em mim... – ela abaixa a cabeça, como se estivesse nadando em pensamentos, vejo algumas gotas d’agua molharem sua coxa, me levanto do sofá, triste por a mesma não falar absolutamente nada. Meus passos são monótonos e triste.

- Justin. – sua voz suave e amenoa me chama .

- Sim?

- Eu.. eu acredito em você... 


Notas Finais


Desculpe o cap pequeno...
O próximo vai ser maior, bjs! E até o próximo. 💖


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