História The Gold Warrior and the Dark Knight (Malec vampiro) - Capítulo 4


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Categorias Drácula, Lucifer, Sense8, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags A Rainha Vermelha, Alec Lightwood, Caçadores Das Sombras, Caçadores De Vampiros, Catarina Loss, Clã De Vampiros, Clace, Clary Fairchild, Clary Fray, Drácula, Ficção, Izzy Lightwood, Jace Lightwood, Jocelyn Fairchild, Luke Garroway, Magnus Bane, Malec, Malec Vampiro, Mare Barrow, Maryse Lightwood, Maven Calore, Max Lightwood, Os Instrumentos Mortais, Ragnor Fell, Robert Lightwood, Shadowhunters, Simon Lewis, Sizzy, Sobrenatural, Valentine Morgenstern, Vampiro
Visualizações 66
Palavras 1.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa qualquer erro presente e espero que gostem,tenham uma boa leitura 😉

Capítulo 4 - Ele é um caçador


Fanfic / Fanfiction The Gold Warrior and the Dark Knight (Malec vampiro) - Capítulo 4 - Ele é um caçador

CAP. 4  Magnus

Isso não pode estar acontecendo, não aqui, não agora, um ataque logo aqui, na casa dele. Ele está em choque, parece que a qualquer momento vai desmaiar enquanto andamos pela casa, que está completamente destruída. Verifico cada centímetro deste lugar com minha visão mas ainda tenho que parecer normal, mesmo que meus sentidos gritem para sair. Se ele não estivesse aqui, seria bem mais fácil analisar o local com minhas habilidades.

Depois que consigo acalma-lo, subo a escada larga até o segundo andar para verificar o barulho que veio de lá. Não vejo nada além de portas e paredes destroçadas, assim como lá embaixo.

Desço depressa para ficar com ele, não quero deixá-lo nenhum segundo sozinho. Quando consigo chegar até ele, vejo uma sombra aparecer logo atrás dele, não consigo fazer nada além de gritar:

— Alec se abaixa!!!! — o maldito bate na cabeça dele com a mão, fazendo-o desmaiar.

O vampiro rosna para mim, o som igual a um rosnado de um gato e rosno de volta para ele, mostrando meu dentes afiados e minhas garras enormes. Ele pula para cima de mim, tentando me fazer cair no chão mas sou mais forte, então eu o seguro e o arremesso para bem longe.

O maldito cai onde supostamente era para ter a porta de entrada da casa que agora, está completamente destruída. Com minha super velocidade, chego onde ele está e o agarro pelo casaco preto que usa, tenho que acabar logo com isso e levar Alexander para o Instituto.

— Seu desgraçado, quem enviou você? — ele ri alto, fazendo minha raiva aumentar ainda mais — Você trabalha para Camille? você é do clã amaldiçoado?! — ele ri novamente.

— Posso ser do clã amaldiçoado, mas Camille é apenas um peão — ele mostra seus dentes num sorriso feio — Logo logo o verdadeiro líder vai voltar, Valentim está voltando.

Não, isso não pode ser verdade, Valentim morreu séculos atrás, os caçadores o mataram ao lado de grandes vampiros antigos, anciões, eram guerreiros sábios e não deixariam alguém como Valentim sair vivo.

— Isso é impossível — minha voz sai mais baixa e mais incerta do que deveria e ele sorri disso.

Quando ele vai responder novamente, uma mão atravessa seu peito, bem onde o coração fica e no mesmo instante, o vampiro desconhecido queima e vira cinzas.

— Achei que você não iria mata-lo — Ragnor limpa a mão suja de sangue na camisa preta e olha ao redor com o rosto franzido — Oque eu perdi?

— Preciso da sua ajuda, vem aqui — pego o pulso dele e o puxo até onde Alexander está desmaiado.

— Mas quem é.....ah merda! — Ragnor pragueja ao meu lado — Porra eu prometi para a mãe dele que ia levá-lo intacto.

— Você prometeu oque? — olho para ele, tentando entender como ele fez isso, como e quando.

— Para de fazer careta e vamos levar ele logo — ele pega Alexander e o coloca em sua costa, segurando-o com as duas mãos por baixo das suas coxas. Não sei porque, mas sinto uma pontada de..... ciúmes?mas por que diabos eu sentiria isso? não é hora para ficar pensando besteiras.

— Magnus — Ragnor me chama com a voz séria — Seus pensamentos estão muito fortes e caso você tenha esquecido, eu posso te ouvir — ah merda — Idiota eu ainda tô te ouvindo — ele reclama, irritado.

— Tá bom, vamos logo!



Num piscar de olhos, já estamos entrando no Instituto e levando Alec para a enfermaria. A cabeça dele não para de sangrar, pingando sangue por todo o caminho até a enfermaria, deixando um rastro de gotas vermelhas pelo caminho.

Abrimos a porta enorme de madeira do cômodo vasto e Ragnor o leva até a última cama da fileira, há diversos materiais médicos do lado esquerdo da cama e delicadamente, ele deita Alec.

— Alec? — alguém o chama da porta, viramos para ver quem é ao mesmo tempo.

Uma mulher parecida com ele, o mesmo cabelo preto, a forma das sobrancelhas parecida, o formato da boca parecido, mas os olhos dela são negros como seu cabelo e ela possui um sinal no canto direito da boca, já ele não tem sinal e seus olhos são verde claro, como plantas sobre o brilho do sol.

Ela vem correndo até nós, com um vestido que vai até os joelhos ensanguentado, as mãos dela também estão sujas de sangue.

— Oque aconteceu com ele? — ela pergunta desesperada e com as mãos trêmulas, alternando o olhar entre mim e Ragnor.

— Tinha um vampiro na casa — ela vira seu rosto para mim, posso ver nitidamente que ela está com medo, mas não pelo fato de estar entre vampiros que poderiam matar ela em segundos ou por estar coberta de sangue, mas sim por causa dele, está com medo que ele morra — O desgraçado bateu na cabeça dele com a mão — ela olha de volta para Alec, enquanto Ragnor vai e vem com sua super velocidade, limpando e colocando um curativo na cabeça dele — Quem é você?

— Eu sou Maryse Lightwood, mãe dele — ela fala sem olhar para mim, mantendo os olhos fixos no filho — Sou descendente de caçadores e sou aliada dos vampiros angelicais, assim como a Clave.

Meu deus, uma caçadora, uma descendente do anjo. E ela é a mãe do garoto que eu gosto.

— Então o Alec também é.....

— Sim — ela responde antes mesmo de eu terminar, olho para o lado e vejo Ragnor sentar na outra cama ao lado então olho para ela novamente.

— Ele é um caçador — repito meu pensamento, mais para mim mesmo do que para os outros.

— Ele é, mas é diferente — ela estica o braço direito e coloca a mão no peito de Alec.

— Diferente?

— Sim, ele possui sangue puro de anjo — ela respira fundo, olhando para a própria mão no peito dele — Um anjo chamado ithuriel deu a ele seu sangue quando ele era um bebê — ela leva sua mão até o cabelo de Alec e o acaricia devagar.

— Mas por que um anjo desceria dos céus, seu lugar de conforto e daria o próprio sangue a um bebê? — pergunto para ela, tentando achar alguma lógica nessa explicação.

— Porque.....eu e o pai dele o invocamos, se não fosse por isso ele nem estaria vivo — ela fala com uma serenidade enorme, como se isso que ela fez nem fosse considerado crime de grau extremo pela Clave.

— Ok, então como chegaram aqui? — ela olha para mim.

— Viemos de carro o mais rápido possível com nossos filhos só que Alec não estava com a gente, por isso pedimos para o senhor Ragnor que achasse ele o mais rápido possível — ela respira fundo, tentando manter a calma pelo que posso perceber, mas mesmo assim as mãos dela tremem demais e o rosto dela fica ainda mais sério e sombrio — Mas nosso filho mais novo, Max, ele.......ele foi levado.

O coração dela está batendo tão rápido que por um momento, penso que ela vai infartar. Olho para Ragnor e ele está com a cabeça baixa e com uma expressão neutra no rosto, sei muito bem oque ele deve estar pensando agora, ele vai querer ajudá-los e eu também.

— Onde estão os outros da sua família? — olho para ela novamente mas ela não, ela continua olhando para ele enquanto acaricia seu cabelo negro.

— Eles estão nos quartos — Ragnor responde por ela, levantando da cama — Senhora Lightwood, por favor venha comigo, vou lhe levar a um quarto para se limpar e não se preocupe com Alec, Magnus vai cuidar dele.

Ela dá uma última olhada em seu filho, então acompanha Ragnor para fora da enfermaria. A porta se fecha e eu me sento em um pequeno espaço da cama ao lado do braço dele e o observo adormecido.

Parece um anjo dormindo, só que mais vívido e com mais cor. Imagino quando ele acordar, em completo choque e sem entender nada do que está acontecendo, sua vida vai ser um completo caos agora, a dele e a do resto da família.

Queria tanto que as coisas fossem diferentes, que isso não acontecesse com ele, ele não merece isso, ninguém merece, nenhum de nós merece, mas acho que em relação a isso........... ninguém pode escolher.


Notas Finais


Comentem oque acharam e até o próximo capítulo ❤️


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